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A Jornada de Rey - Catadora de Lixo Espacial – parte 1

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doida por dildo

Rey a puta jedi seu triciclo de lixo através da vila de Niima. Seu corpo jovem e atlético estava coberto por trapos que ela mesma havia costurado

O sol escaldante de Jakku castigava as dunas infinitas enquanto Rey arrastava seu triciclo de lixo através da vila de Niima. Seu corpo jovem e atlético estava coberto por trapos que ela mesma havia costurado — um top de tecido marrom desfiado que mal continha seus seios médios e firmes, deixando as aréolas rosadas visíveis nas laterais sempre que se movia. A saia, se é que aquilo podia ser chamado de saia, era um pedaço de lona cortado em tiras que começava na cintura fina e terminava logo abaixo do umbigo, expondo suas coxas musculosas e, quando o vento soprava — o que acontecia constantemente — revelava completamente suas nádegas redondas e morenas, sem marcas de sol onde o tecido raramente cobria.
Por baixo, Rey usava sua única peça de roupa íntima: uma calcinha fio dental de tecido liso, bege, tão fina que desaparecia completamente entre seus lábios vaginais, deixando-os expostos, inchados e visíveis, uma linha rosada de carne que se movia a cada passo na areia quente. O tecido úmido de suor colava em seu grelo, massageando-o involuntariamente enquanto ela andava.
Em suas costas, preso por cordas, carregava seu "bastão" — um objeto cilíndrico de metal de quarenta centímetros de comprimento e espessura de punho, com pontas arredondadas e ranhuras para pegada. Rey o usava como arma, mas na verdade era um dildo vibrador antigo que havia encontrado em uma nave abandonada, ainda funcionando, com modos de vibração que ela descobrira acidentalmente uma noite solitária no deserto.
Na praça central da vila, uma mulher alta de cabelos castanhos presos em coque militar a abordou — uma guerreira da Resistência, visível pelo distintivo na bota. — Você é a nova recruta? — perguntou, olhando para o bastão nas costas de Rey. — O Quartel General enviou uma especialista em... entretenimento de tropas. Tem o mesmo equipamento.
Rey franziu a testa, confusa. — Eu sou catadora de lixo. Não sei do que está falando.
A guerreira riu, um som seco. — Claro que sim. Todas dizem isso inicialmente. Segurança do setor já está esperando.
Antes que Rey pudesse reagir, dois guardas de armadura branca surpreendentemente limpa para aquele planeta surgiram de trás das tendas. Agarraram-na pelos braços, seus dedos grossos pressionando seus seios contra o top inútil. — Resistência identificou uma infiltrada — anunciou um deles em seu comunicador. — Transporte imediato para instalação de processamento feminino.
Rey lutou, seus seios saltando para fora do top, mamilos rosados apontando para o céu enquanto ela se debatia. — Eu não sou ninguém! Sou só uma catadora!
— Com equipamento de classe A — o outro guarda comentou, arrancando o bastão de suas costas e examinando-o. — Isso aqui é um HV-9000, modelo militar. Apenas profissionais de elite carregam esses.
Ele apertou um botão acidentalmente e o objeto vibrou ruidosamente, zumbindo no ar quente. Os guardas trocaram olhares. — Confirmação de identidade — um deles disse, sorrindo por baixo do capacete. — Você será levada para o tratamento especial e prisão feminina de Jakku. Lá aprenderá a usar esse equipamento corretamente... em todas as orifícios.
Rey foi arrastada pelo corredor de areia, sua saia de tiras voando, exposto completamente sua calcinha fio dental enfiada na xoxota, os lábios vaginais rosados e inchados de fora, brilhando ao sol, enquanto os aldeões paravam para assistir a Mãe dos Dragões — não, a Catadora de Lixo — sendo levada para se tornar o que sempre negou ser: uma guerreira de prazer, prisioneira do deserto.

A instalação de processamento feminino de Jakku era uma construção de metal oxidado no meio das dunas, aparentemente abandonada por fora, mas vibrando com energia e gemidos por dentro. Rey foi conduzida por corredores de metal frio, ainda vestindo seus trapos, até uma sala de exame circular com espelhos em todas as paredes.
Uma mulher de uns quarenta anos, musculosa, cabelos raspados, vestindo apenas um colete de couro que deixava seus seios grandes e pesados de fora, aguardava atrás de uma mesa de metal. — Prisioneira 7734 — ela anunciou, consultando um datapad. — Suspeita de espionagem disfarçada de prostituta de elite. Primeiro, o exame físico completo.
Rey foi forçada a deitar em uma maca fria, suas pernas colocadas em suportes que as abriam em ângulo de noventa graus, exposto completamente sua genitália. A examinadora puxou a calcinha fio dental de Rey para o lado, expondo a vagina rosada e o ânus apertado. — Bem apertadinha — ela comentou, enfiando um dedo sem cerimônia na buceta de Rey, girando, sentindo as paredes internas. — Mas vamos ver se é de verdade.
Do armário atrás dela, a examinadora tirou uma série de dildos de teste — todos em linha, do tamanho de dedo até um monstro de trinta centímetros de espessura de braço, preto e brilhante. — Protocolo de entrada — ela explicou, escolhendo um médio, vinte centímetros, realista, com veias. — Teste de resistência vaginal e anal. Se for realmente uma profissional, aguenta tudo. Se não for... bem, vai aprender.
Rey gritou quando o dildo entrou em sua vagina, frio e duro, esticando-a mais do que qualquer coisa que ela havia experimentado sozinha no deserto. A examinadora trabalhou-o com força, entrando e saindo, observando as reações de Rey nos monitores de biometria nas paredes. — Resposta muscular excelente — ela anotou. — Parece ter algo especial aqui. Talvez seja mesmo Jedi de prazer.
O teste anal foi pior. Um plugue de metal, começando pequeno, depois médio, depois grande, cada um sendo forçado no ânus apertado de Rey, deixando-a arqueada e gemendo na maca. — Relaxa, prisioneira — a examinadora ordenou, batendo nas nádegas de Rey. — Aqui todas são putas oficiais do Império Remanescente. Seu cu vai trabalhar mais que sua boca.
Após os testes manuais, vieram as máquinas. Rey foi levada para uma cela de isolamento onde uma cama especial a esperava — não era colchão, mas uma plataforma de metal com um dildo mecânico no centro, apontando para cima, e vibradores nas beiradas onde ela deveria apoiar as mãos e joelhos. — Cama de treinamento — a examinadora explicou, ajustando o ângulo. — Você vai dormir impalada. A máquina funciona a noite toda, velocidade variável. Seus músculos vaginais vão ficar de aço.
Rey foi posicionada, o dildo entrando em sua vagina ainda dolorida dos testes, e as algemas fecharam em seus tornozelos e pulsos, prendendo-a na posição de quatro. A máquina ligou, um zumbido baixo, e começou a movimentar-se, entrando e saindo em ritmo constante.
Sua colega de cela entrou enquanto Rey estava sendo fodida pela máquina. Uma jovem de uns vinte anos, cabelos loiros presos em coques duplos idênticos aos da Princesa Leia, pele clara e impecável, vestindo um uniforme de prisioneira branco que mal cobria seus seios pequenos e nádegas redondas. — Olá — ela disse, sentando na cama ao lado e observando Rey ser penetrada. — Sou Lyra. Todos acham que sou neta da General Organa por causa do cabelo. Não sou, mas aproveito a confusão.
Lyra se aproximou, tocando o rosto de Rey enquanto a máquina trabalhava. — Primeira noite é sempre assim. Dolorida. Mas amanhã você recebe seu kit de sobrevivência. — Ela sorriu, um sorriso perverso de princesa corrompida. — Inclui dildos pessoais, plugue anal obrigatório, e strapons para quando você virar instrutora. Já vi seu arquivo. Você tem potencial. Aquela coisa nas costas? É um HV-9000. Eu tenho um também.
Ela mostrou, puxando debaixo do colchão um dildo idêntico ao de Rey, mas com cintas de couro. — Vou te ensinar a usar. Em Jakku, as prisioneiras mais novas servem às mais velhas. Mas primeiro, precisa aprender a receber.
Lyra se posicionou atrás de Rey, ainda presa na máquina, e começou a massagear suas nádegas. — Relaxa — ela sussurrou, introduzindo um dedo no ânus de Rey ao lado do dildo vaginal. — Aqui, todas aprendem a gozar sendo fodidas. É a única maneira de sobreviver.

Três semanas depois, Rey era uma nova mulher. Seus músculos vaginais, antes tensos e inexplorados, agora eram capazes de apertar e massagear qualquer objeto inserido. Seu ânus, inicialmente apertado e resistente, agora abria facilmente para plugues e dildos, aceitando a invasão com uma facilidade que a surpreendia.
Ela havia sido "habilitada" — um processo que envolvia semanas de testes anais diários com dildos progressivamente maiores, e a liberação de sua buceta para as detentas mais velhas e experientes, que a usavam como objeto de prazer, ensinando-a a encontrar o próprio orgasmo através da submissão.
Agora, Rey vivia em estado de tesão constante. O uniforme da prisão — quando ela finalmente recebeu um — consistia em calcinhas fio dental G-string de tecido sintético finíssimo, quase transparente, que deslizava entre seus lábios vaginais com cada movimento, massageando seu grelo de forma insidiosa. Ela aprendera que essas calcinhas eram projetadas especificamente para manter as prisioneiras excitadas, prontas para uso a qualquer momento.
O plugue anal era obrigatório — todos os dias, ao acordar, as prisioneiras deveriam inserir um plugue de metal fornecido pela administração, que só podia ser removido à noite, após o "serviço". Rey havia aprendido a caminhar, comer, trabalhar e ser fodida com o plugue no cu, sentindo-o mover-se dentro dela a cada passo, mantendo-a na borda do orgasmo.
Lyra tornara-se sua confidente, amante e professora. A jovem loira que parecia a neta de Leia ensinara Rey todos os truques da prisão: como usar o strapon de forma que ambas gozassem, como chupar uma buceta até a outra mulher perder a consciência, como usar os vibradores nas celas para treinar resistência.
Naquela noite, as duas estavam em sua cela compartilhada, deitadas no colchão fino. Rey vestia apenas sua calcinha G-string enfiada profundamente, os lábios vaginais de fora, brilhando de excitação. Lyra usava o mesmo, mas com um strapon de dupla penetração — um dildo para a vagina de Rey, outro menor para seu ânus, enquanto Lyra mesma seria penetrada pela base curvada que pressionaria seu clitóris.
— Vou te mostrar algo especial — Lyra sussurrou, posicionando-se entre as pernas de Rey. — Algo que aprendi com as verdadeiras profissionais.
Ela puxou a calcinha de Rey para o lado, expondo completamente a vagina rosada e o ânus onde o plugue ainda estava inserido. Lyra tirou o plugue devagar, revelando o buraco aberto e pulsante, e o substituiu pela ponta do strapon. — Vou foder seu cu enquanto você usa seu vibrador — ela ordenou, entregando a Rey seu HV-9000, agora reconhecido oficialmente como equipamento de prazer.
Rey ligou o vibrador, sentindo-o zumbir em sua mão, e o posicionou no clitóris. Lyra empurrou o strapon no ânus, preenchendo-a completamente, enquanto o outro braço do brinquedo entrava na vagina. Rey estava sendo fodida em ambos os buracos, o vibrador em seu grelo, três estimulações simultâneas que a fizeram gozar em minutos, gritando e convulsionando.
Depois, foi a vez de Rey retribuir. Ela colocou o strapon que Lyra havia lhe ensinado a usar — um modelo especial com esferas internas que rolavam com cada movimento, massageando a usuária. Rey penetrou Lyra de quatro, agarrando seus cabelos de princesa, puxando enquanto metia com força na buceta molhada da loira.
— Mais forte, Rey — Lyra gemia, uma mão em seu próprio clitóris, esfregando freneticamente. — Fode essa princesa puta como eu te ensinei.
Outras prisioneiras nas celas vizinhas assistiam através das barras, masturbando-se, algumas usando siriricas improvisadas, outras se tocando em grupos. A prisão de Jakku era um lugar de putaria constante, onde Rey finalmente encontrara seu lugar — não como catadora de lixo, não como Jedi perdida, mas como amante de Lyra, guerreira de prazer, dominadora e submissa, sua buceta sempre pronta, seu cu sempre aberto, suas calcinhas finas sempre enfiadas, massageando-a, mantendo-a pronta para a próxima foda.
Naquela noite, enquanto dormiam entrelaçadas, Lyra sussurrou no ouvido de Rey: — Amanhã você conhece a verdadeira rainha deste lugar. Ela tem um strapon de lightsaber. Você vai adorar.
Rey sorriu no escuro, sua mão automática indo para sua calcinha, massageando o grelo através do tecido fino. Sua jornada havia apenas começado.
A câmara da Rainha de Jakku ficava no nível mais profundo da prisão, um salão circular de metal polido onde o som de gemidos ecoava eternamente. Rey foi conduzida por Lyra e duas outras prisioneiras, todas vestindo apenas calcinhas fio dental que brilhavam sob as luzes fracas.
Quando as portas se abriram, Rey viu uma cena surreal. No centro do salão, uma mulher de uns cinquenta anos — ainda bela, pele morena, seios grandes e pesados com mamilos escuros e longos — sentava-se em uma cadeira de metal cromado que era carregada por quatro servas nuas. A cadeira tinha um mecanismo especial: um dildo de trinta e cinco centímetros, grosso como um punho, subia do assento e desaparecia completamente na vagina da rainha, movendo-se lentamente enquanto ela era transportada.
A rainha vestia um manto de seda vermelha aberto, revelando seu corpo maduro e a forma como o dildo a impalava. Em sua cintura, um cintaralho especial — um strapon que emitia um zumbido baixo, com uma lâmina de energia roxa na ponta. Não era um lightsaber de verdade, mas um dildo vibrador de plasma contido, quente e pulsante, capaz de cortar e penetrar simultaneamente.
— Então esta é a nova recruta — a rainha falou, sua voz grave e autoritária. Ela fez um gesto e as servas pararam, abrindo as pernas dela para mostrar o dildo gigante entrando e saindo de sua vagina escura e molhada. — Dizem que você carrega um HV-9000. Impressionante para uma catadora de lixo. Mas aqui, eu sou a única que decide quem usa o quê.
Rey sentiu uma pressão na mente — a rainha tentando intimidá-la com sua presença dominadora. Mas algo aconteceu. O instinto de Rey, aquela coisa que ela sentia quando meditava no deserto, despertou. Sem querer, ela projetou uma onda de prazer através da Força.
A rainha arqueou as costas, seus olhos arregalando. — O que... — ela começou, mas um orgasmo a atingiu violentamente. Ela gritou, uma exclamação gutural, enquanto sua vagina apertava o dildo mecânico, squirting jorrando de sua vulva em jatos grossos que molharam o assento da cadeira e as servas abaixo.
— Não... não é possível — a rainha ofegou, tentando recuperar o controle. Mas Rey, surpresa com o próprio poder, concentrou-se novamente. A segunda onda foi mais forte. A rainha convulsionou, seus seios balançando, mamilos endurecidos como pedras, enquanto um segundo squirt explosivo saía dela, mais intenso que o primeiro, alcançando as servas que abriram a boca para beber o fluido quente e salgado.
— Pare! — a rainha gritou, mas sua voz saiu como um gemido. Rey, agora curiosa, intensificou. A terceira onda fez a rainha perder completamente o controle. Ela se contorceu na cadeira, urinando e squirting simultaneamente, um lago de fluidos se formando abaixo dela. Suas servas, molhadas e excitadas, lambiam os jatos que atingiam seus rostos, bebendo avidamente.
A rainha desabou na cadeira, ofegante, o cabelo grudado no rosto suado. Ela olhou para Rey com uma mistura de medo e admiração. — Você... você tem um dom. Um dom que precisa ser usado.
Ela se recuperou rapidamente, ajustando o manto. — Existe uma mulher no bloco D. Uma concorrente. Ela resiste a todos os métodos — não goza há meses, não se submete. Quero que você a quebre. Faça ela gozar até perder a consciência, e ela passará para o lado das Damas de Strapon. Minhas aliadas.
Rey assentiu, ainda processando seu poder. — E depois?
— Depois — a rainha sorriu, uma expressão de verdadeira admiração — você será minha sub-chefa. A segunda rainha desta prisão. Com direito a suas próprias servas... e a esta.
Ela tocou no strapon de lightsaber em sua cintura. — O LustSaber. Quando você provar sua lealdade, será sua.
Parte 5: A Conquista do Bloco D
O bloco D era onde a prisão mantinha as "inquebráveis" — mulheres que resistiam à programação de prazer. Quinze delas estavam alinhadas na câmara central, amarradas em posição de receber, todas vestindo uniformes de contenção que mal cobriam seus sexos.
A concorrente da rainha era uma mulher alta de cabelos negros, musculosa, com uma expressão de desafio permanente. — Nenhuma de vocês me faz gozar — ela rosnou. — Sou treinada na resistência mental.
Rey entrou na sala, acompanhada pela rainha e Lyra. Ela não usou palavras. Simplesmente estendeu as mãos e deixou a Força fluir.
O efeito foi imediato e catastrófico. A concorrente gritou, seu corpo convulsionando em um orgasmo violento que a fez urinar e squirtar simultaneamente, manchando o chão de metal. Mas Rey não parou. Ela direcionou sua atenção para as outras quatorze mulheres, e todas explodiram em orgasmos simultâneos — uma sinfonia de gemidos, uma cascata de fluidos femininos que cobriu o chão em centímetros de profundidade.
As mulheres que não gozavam há meses — algumas há anos — foram desfeitas em segundos. Uma delas, uma veterana de batalhas de dez anos na prisão, chorou enquanto squirtava, agradecendo a Rey entre soluços de prazer.
— Suficiente — a rainha ordenou, impressionada. Rey parou, e as quinze mulheres desabaram, ofegantes, transformadas. A concorrente, agora submissa, olhou para Rey com adoração. — Eu... eu sirvo às Damas de Strapon agora — ela sussurrou.
A rainha ergueu o braço. — Proclamo Rey como minha sub-chefa! Segunda rainha de Jakku! Que todas as máquinas de prazer sejam liberadas para uso de todas as prisioneiras!
As portas das celas se abriram. Dezenas de máquinas de dildo — antes restritas à elite — foram trazidas para os corredores. Prisioneiras que não conheciam prazer há anos se alinharam, ansiosas para serem finalmente quebradas.
Parte 6: O Reino do Prazer
Nas semanas seguintes, Rey transformou a prisão. As "garotas meigas" — prisioneiras jovens, inocentes, capturadas por crimes menores — tornaram-se suas devotas. Elas acordavam Rey todos os dias não com alarmes, mas com lambidas em sua vagina, chupando seu grelo com dedicação religiosa, bebendo seus fluidos matinais como se fosse água benta.
— Para você, minha rainha — uma jovem de cabelos rosados sussurrava, mergulhando a língua na buceta de Rey.
As suditas de Rey — agora uma legião de vinte prisioneiras — formavam fila para servi-la. Elas traziam água, comida, e suas próprias línguas. Rey as recompensava com toques sutis da Força, orgasmos instantâneos que faziam as mulheres desmaiarem de prazer.
Mas o coração de Rey pertencia a Lyra. Todas as noites, na cela que agora compartilhavam como rainhas, elas faziam amor com uma intensidade que misturava ternura e depravação.
— Você é tão fofa quando goza — Lyra sussurrava, usando o LustSaber que Rey havia recebido da rainha. A lâmina de plasma quente penetrava a vagina de Rey, vibrando em frequências que a faziam ver estrelas, enquanto Lyra, com seu ar de princesa corrompida, chupava seus seios.
Rey retribuía, usando seus poderes para fazer Lyra sentir prazer em cada parte do corpo simultaneamente. — Minha princesa puta — Rey murmurava, beijando os lábios de Lyra enquanto a fazia squirtar sem tocar, apenas com a Força.
Elas dormiam entrelaçadas, nus, cobertos apenas pelo manto de sub-chefa, as calcinhas fio dental de ambas enfiadas profundamente, mantendo-as prontas para a próxima rodada. Lyra aprendera a usar o poder de Rey, combinando-o com suas próprias técnicas, tornando-se uma amante que poderia rivalizar com qualquer Jedi de prazer.
A prisão de Jakku não era mais um lugar de punição. Era um templo de extase, governado por Rey, a catadora de lixo que descobrira ser a maior Jedi do prazer da galáxia, e sua princesa loira, que todos achavam ser neta de uma general, mas que na verdade era apenas a mulher que havia ensinado a rainha a amar.
— Amanhã — Lyra sussurrava, mordendo o pescoço de Rey — vamos ensinar as novatas. Juntas.
Rey sorriu, sentindo a Força fluir entre suas pernas. Sua jornada havia começado com lixo espacial. Agora, ela era ouro puro.

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