#Corno

Meu marido adora ser corno e ver outro me fodendo. virou vício dele

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Oi, eu sou Vanessa. E essa foi a noite em que meu marido finalmente admitiu na cara dura, na frente de outro cara, que sonha em ser corno de verdade. Foi a segunda vez que ele falou isso alto, mas dessa vez rolou de verdade, em Olinda, na casa que alugamos perto do Alto da Sé. Se você curte ver uma esposa virando vadia na frente do marido, com tudo explícito, dorzinha gostosa no cu, porra escorrendo e o corno batendo uma loucamente, fica até o final... porque as aventuras vão continuar e você vai querer acompanhar cada detalhe picante que eu posto.

Tudo começou quando voltamos pra Pernambuco pra matar a saudade da terrinha. Eu, com 28 anos, morena, bunduda, peitos fartos que balançam quando rebolo, lembrei ele na cama, sussurrando no ouvido enquanto batia uma devagar: “Amor, lembra que eu falei que queria dar pra vários na tua frente? Aqui em Olinda tem um amigo meu de adolescência, o Renan, 32 anos, alto, pau grosso que eu vi uma vez no banho da praia de Boa Viagem quando éramos moleques. Que tal eu chamar ele pra tomar umas geladas aqui no apê e ver no que dá?” Ele ficou quieto, mas o cacete dele pulsou forte na minha mão. Depois de uns dias de charminho, beijinho no pescoço e eu falando “vai ser só uma vez, amor, pra você ver como sua mulher fica safada”, ele cedeu. “Tá bom, mas eu fico na sala assistindo tudo, sem pressa.”

Chamei o Renan pra vir tomar umas cervejas no nosso apê alugado na Rua do Amparo, vista pro mar de Olinda. Ele chegou cheiroso, camisa aberta mostrando o peito definido, jeans apertado marcando o volume. Sentamos no sofá, papo leve sobre os velhos tempos, risadas, cerveja gelada descendo. Meu marido, o Eduardo, 35 anos, ficou na poltrona do canto, fingindo mexer no celular, mas eu via os olhos dele grudados em mim.

Comecei devagar. Passei a mão na coxa do Renan, subindo devagar, sentindo o músculo duro. Ele olhou surpreso, mas sorriu malicioso. Fui alisando até chegar no pau, apertando de leve por cima da calça. Já tava duro pra caralho. Fiz sinal com os olhos pro Eduardo: tá no ponto, amor. Ele se aproximou, sentou do outro lado, voz mansa: “Vanessa sempre falou que queria isso... eu quero ver ela mamar uma pica de verdade, sem frescura. Pode mandar ver, cara, eu fico aqui só olhando.”

Renan riu baixo, meio sem acreditar, mas quando eu abri o zíper e puxei aquele pau grosso pra fora, veiudo, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo, ele relaxou. Eu olhei pro Eduardo, lambi os lábios e falei: “Quer ver tua esposa mamar mesmo, né, corno?” Ele assentiu, já abrindo a calça dele. Engoli devagar, fazendo barulho de sucção, babando tudo, batendo o pau na língua, no rosto, olhando pro marido: “Tá gostando de ver tua mulher virar puta na tua frente?”

Ajoelhei no chão, abri as pernas, baixei a calcinha rendada preta, mostrei a buceta lisinha, já molhada. “Quer me ver sentar nele, amor? Só pra testar se eu aguento tudo?” Provocação pura. Eduardo gemeu baixo. Sentei devagar no colo do Renan, guiando o pau na entrada, rebolando pra abrir espaço. A bundinha empinada pro marido ter visão perfeita da rola entrando na boceta da esposa. Comecei rebolado lento, depois acelerei, quicando forte. “Vai gozar na frente dele, Vanessa?” Renan perguntou rouco. Olhei pro Eduardo: “Bate uma enquanto tua mulher fode, vai, corno.” Ele tirou o pau pra fora, duro pra cacete, começou a se punhetar olhando eu quicar.

Gozei forte, tremendo, beijando o Renan: “Goza dentro, enche a boceta que é o sonho dele.” Ele socou fundo e jorrou leite quente, enchendo tudo. Levantei devagar, senti a porra escorrendo pelas coxas, pingando. Fui pro colo do Eduardo, sentei na vara dele ainda dura, sentindo o pau deslizar na buceta melada de porra alheia. “Sente o cheiro, amor? Tua esposa tá cheia de leitinho de outro.” Ele gemia, inchado, cabeçudo, mas o álcool que tomou segurou o gozo dele.

Renan veio pro lado. Virei o rosto, chupei ele de novo, sentindo o gosto salgado misturado com minha buceta. Ele falou: “Tu aguenta dois, safada?” Respondi: “Primeiro deixa o marido abrir caminho.” Eduardo tirou da buceta, encostou a cabeça no meu cuzinho, só a cabecinha, tirou. Levantei a bundinha: “Vai, amor, me prepara.” Mas Renan riu: “Não, dois na frente, na aranha.”

Olhei pro Eduardo, olhos pidões: “Será que eu aguento, amor?” Ele encaixou o pau dele na entrada da buceta junto com o do Renan. Graças às cervejas, tava tudo relaxado, anestesiado de tesão. Senti as duas cabeças abrindo minha xota, esticando as paredes, dorzinha misturada com prazer insano. Duas cobras brigando lá dentro, a aranha perdendo feio. Mexia devagar, fazia barulho de buceta entupida, “ploc ploc” molhado. Gozei de novo, gritando baixinho.

Eduardo me levantou, abriu minha bunda com as mãos, contraindo as pregas. Lubrificou o dedo no mel da buceta e passou no meu cu. “Vai dar o cuzinho pra ele na minha frente.” Sentei no colo do Renan de costas, ele perguntou: “Pronta, vadia?” Olhei pro Eduardo, balancei a cabeça sim. Ele me viu ser arrombada por trás, virando a puta das bronhas dele. Doeu pra caralho no começo, mas rebolei devagar, acostumando, depois meti até o talo. Eduardo veio por trás, passou os dedos ao redor da rosca, alargando mais pra Renan socar fundo. “Isso, amor, abre a bundinha da tua esposa pra ele meter tudo.”

De propósito, levantei um pouco, pedi: “Coloca a cabeça dele na entrada do cuzinho da tua esposa, amor, vai, ajuda.” Ele guiou, segurei e sentei até o fundo. Pressão louca, dilatando tudo. Renan socava forte, eu abria a bunda com as mãos pra trás, mostrando pro marido a rola sumindo no cu. Ele beijava minha nuca: “Que delícia... nunca vou esquecer minha esposa chupando, dando buceta e cu na minha frente. Vou gozar nas tuas costas.” E gritou pro Renan: “Goza no cuzinho apertado dela, cara, ela merece uma pombada forte, segura no cu dela!”

Senti o jorro quente enchendo meu cu, leite escorrendo pelas pregas quando ele saía. Contraía e relaxava, deixando pingar. Eduardo se abaixou pra ver de perto, avaliando se eu aguentava. “Tá quase na hora de viajar, amor.” Renan se vestiu rápido, foi embora. Tomamos banho, chupei o pau do Eduardo até ele gozar na minha boca, arrumamos as malas e saímos pra estrada.

Ninguém na nossa cidade desconfia que aguentei dois na frente, um na buceta e outro no cu, mas eu sei... e agora você também. Se quiser ver mais aventuras minhas, cheias de detalhes sujos, porra escorrendo, dorzinha gostosa virando prazer, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Me conta nos comentários: você aguentaria assistir tua mulher assim? Ou quer ser o próximo convidado? Fica ligado, porque isso foi só o começo... 😈

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