A Primeira Vez que Vi Minha Esposa com Meu Irmão PARTE 16 Final
No dia seguinte acordei e ela não estava na cama. Vi que a luz do banheiro estava acesa e achei que ela estava lá. Fiquei deitado esperando. Foi quando passei a mão debaixo do travesseiro dela e encontrei o celular. Aproveitei e olhei rapidamente.
Tinha mensagens recentes. Meu irmão dando bom dia para ela, e Cinthia respondendo:
— Que bom dia mais sem graça…
Ele riu e perguntou como seria um bom dia com graça. Ela então mandou uma foto dos peitos ainda deitada na cama. Dava para ver no canto parte das minhas costas. Ele concordou rindo e mandou uma foto do pau meio mole. Ela respondeu:
— Delícia… queria muito agora… rsrsrs
Ele respondeu:
— É só vir aqui.
Ela riu e disse que não, que eu poderia acordar. Ele insistiu:
— Vem rapidinho…
Mandou outra foto, agora com o pau mais duro. Ela chamou ele de safado e disse que seria rápido.
Olhei o horário das mensagens — tinham apenas 3 minutos. Levantei em silêncio e fui até o quarto dele. Não estavam lá. Continuei procurando e os encontrei na cozinha. Cinthia estava ajoelhada mamando ele. Que cena logo de manhã…
Não demorou e ela parou, dizendo que eu poderia acordar. Ele claramente queria mais, chegou a chupar os peitos dela, mas parou por aí.
Voltei para o quarto. Pouco depois ela chegou, me deu bom dia com um selinho que virou um beijo de língua. No final ela disse sorrindo:
— Hummm… acordou safadinho foi? Rsrsrs
Disse que era ela quem me deixava assim e comentei que o beijo estava gostoso. Ela riu e falou:
— Tava gostoso, safado? Gosta de beijo molhado? Tava com gosto de quê?
Respondi que sim, que estava com gosto de tesão. Ela riu e foi tomar banho.
Nesse dia saímos os três e fomos almoçar na casa de uma amiga. Lá tudo ocorreu normalmente, inclusive a bebida — bebemos bastante naquela tarde de domingo. Voltamos por volta das 22h.
Chegando em casa, eu e Tarcísio ficamos conversando na sala enquanto ela foi para o quarto. Durante a conversa percebi que ele não parava de mexer no celular, provavelmente falando com ela. Às vezes chegava a apertar o pau por cima do short.
Então recebi uma mensagem dela. Era uma foto. Não abri de primeira porque ele estava do meu lado. Logo veio outra perguntando se eu tinha gostado. Meu coração acelerou. Ele levantou e foi para a cozinha. Aproveitei e abri: era uma foto da buceta dela, molhada, como se tivesse passado óleo ou creme.
Discretamente ajeitei o pau e respondi que sim, que queria comer ela. Olhei para a cozinha e vi ele em pé olhando o celular e apertando o pau. Pensei: “Ela deve estar mandando pra ele também”.
Ela mandou outra mensagem perguntando se eu queria outro beijo com sabor de tesão, igual ao de manhã. Demorei a responder e ela mandou um ponto de interrogação. Respondi que sim. Ela riu e disse que mais tarde me daria.
A conversa terminou aí. Ele voltou para a sala e disse que ia dormir. Dei boa noite e ele foi para o quarto. Fiquei na sala e acabei cochilando.
Acordei com Cinthia me chamando para ir para a cama. Fui para o quarto e deitei. Ela chegou logo depois, veio até mim e perguntou por que eu tinha deixado ela sozinha. Disse que tinha pegado no sono. Então ela perguntou:
— Ainda quer o beijo?
Falei que sim. Ela me beijou com vontade. Aquilo me animou e senti que tinha algo diferente no beijo — aquele gosto era familiar.
Começamos a nos pegar e ela pediu:
— Chupa minha bucetinha… chupa!
Obedeci. Enquanto chupava, senti novamente aquele sabor, mas não parei. Ela gemia, me pedindo para chupar. Passei o dedo no cuzinho dela e senti que estava melado e quente. Ela colocou a mão na minha cabeça e pediu:
— Lambe meu cuzinho…
Fui passando a língua e abri ela. Estava vermelhinho — com certeza ele tinha fodido ali. Depois de um tempo, eu queria muito foder ela. Comecei a beijar ela, apertando os seios, e tentei colocar na buceta. Ela segurou meu pau e falou:
— Calma, amor…
Começou a passar ele na entrada da buceta. Pedi para colocar. Ela me perguntou:
— Quer colocar na minha bucetinha ou quer que outro bote?
Na hora perguntei quem ela queria. Se ela queria Elvis. Ela disse que já tinha feito com ele e queria outro. Perguntei quem. Ela me mandou escolher, enquanto continuava esfregando meu pau na buceta.
Eu estava doido para meter. Respondi:
— Sei lá, amor… meu irmão.
Estava com muito tesão e sabia que ela queria escutar aquilo. Ela olhou pra mim com cara safada e disse:
— Safado… seu irmão é? Vai deixar ele foder sua esposinha?
Respondi que sim. Ela gemeu:
— Hummm… mete, cunhadinho… mete!
Comecei a meter com força. Ela continuava:
— Mete que o corninho deixou… mete, cunha… mete isso bem fundo…
Eu me segurava ao máximo. Perguntei se ela queria que eu gozasse dentro. Ela falou:
— Goza dentro… goza pra o corninho chupar depois…
Não deu outra. Gozei até o que não tinha. Fiquei ali dentro dela, sentindo ela apertar meu pau meio mole. Ela passava os dedos nas minhas costas.
Depois desceu a mão até meu cu e ficou massageando. Caímos de lado e apagamos.
Na manhã seguinte o irmão foi embora, mas não sem antes se despedir de Cinthia. Momentos antes dele ir embora, ouvi os dois conversando no quarto. Me aproximei e escutei ele falar que queria que ela fosse visitá-lo sem mim. Ela falou que iria tentar. Logo depois escutei o som de beijos. Olhei e eles estavam se beijando, a mão dele segurava a bunda dela.
Em seguida pararam e ouvi ele falando:
— Vem, só uma mamada de despedida.
Ela disse rindo:
— Você tá doido rsrsrs
Ele então falou:
— Você não disse que ele tá tomando banho?
Ela riu e disse que sim. Ele completou:
— Então vem, cachorra.
Escutei o som dela mamando ele. Ele gemia:
— Isso… chupa, puta… chupa…
Ela perguntou se estava gostoso e se ele ia dar leitinho na boca dela. Ele respondeu que sim e logo depois mandou ela bater mais rápido. Em seguida ouvi ele gemendo alto — provavelmente gozou na boca dela. Ainda escutei uns estalos, devia ser ela mamando até o final.
Depois ela falou que ia descer. Ele respondeu que sim.
Voltei rápido pro quarto e fui pro banheiro. Tempo depois saí e ele estava descendo as escadas. Cinthia estava na sala. Nos despedimos dele. Depois que ele foi embora, saímos em seguida para o trabalho.
Claro que aquilo não saía da minha cabeça.
À noite em casa assistimos um filme e fomos dormir. Eu não via a hora dele voltar ou de a gente encontrá-lo novamente.
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