A cadela da minha enteada
Lais viciou o cachorro na boceta dela, e eu tenho provas disso
Instalei a primeira câmera no quintal só para monitorar a casa quando estávamos fora. Foi por acaso que vi Lais, minha enteada de 22 anos, chamando Thor, nosso pastor alemão, para dentro sempre que ficava sozinha. Ela fazia isso com um jeito casual, mas repetitivo demais para ser normal. A curiosidade me corroeu por dias.
Uma tarde, enquanto ela estava na faculdade, entrei no quarto dela e escondi uma pequena câmera no alto da estante, entre uns livros. Sem som, só imagem nítida. Testei o ângulo e voltei para o escritório com o coração acelerado.
Naquela noite, com a casa vazia, acompanhei tudo pelo celular.
Lais entrou no quarto, trancou a porta e tirou a roupa devagar. Ficou só de calcinha. Chamou Thor com um gesto e um sussurro que não consegui ouvir. O cão grande entrou abanando o rabo, animado. Ela sentou na beira da cama, abriu as pernas e puxou a calcinha para o lado.
Pegou o pote de pasta de amendoim que tinha deixado na mesinha. Com dois dedos, espalhou uma camada generosa sobre a boceta depilada — devagar, cobrindo os lábios e o clitóris. Thor aproximou o focinho imediatamente, farejando com interesse crescente.
A língua larga e rosada do pastor alemão tocou a pele dela. Lais jogou a cabeça para trás, boca aberta, corpo tensionando. O cão lambia com vontade, longas e pesadas lambidas que tiravam a pasta misturada aos sucos dela. Ele estava concentrado, focinho pressionando, língua passando repetidamente pela fenda molhada.
Lais segurava a cabeça dele com uma das mãos, guiando o movimento, quadril mexendo devagar contra o focinho. Os seios subiam e desciam rápido com a respiração. Os dedos da outra mão apertavam a coxa. Vi o momento exato em que o prazer tomou conta: o corpo dela ficou rígido, as pernas tremeram visivelmente, e ela pressionou a buceta com mais força contra a língua do cachorro.
Gozo forte. Lais mordeu o lábio inferior, olhos semicerrados, corpo convulsionando em espasmos curtos e intensos enquanto Thor continuava lambendo tudo, sem parar, até limpar o último resto de pasta.
Depois, ela respirou fundo algumas vezes, acariciou a cabeça do cão com carinho e o afastou gentilmente. Levantou, ainda com as pernas um pouco bambas, e foi até o banheiro. Thor ficou sentado no quarto, lambendo o focinho satisfeito.
Desliguei o celular com a mão tremendo.
No dia seguinte, eu mal consegui me concentrar no trabalho. A imagem de Lais gozando na língua de Thor não saía da minha cabeça. Assim que cheguei em casa à tarde, verifiquei o app da câmera escondida. Ela tinha chegado da faculdade há pouco.
Por volta das 16h, Lais entrou no quarto novamente e trancou a porta. Thor já estava lá dentro, como se soubesse a rotina. Dessa vez ela não perdeu tempo. Tirou toda a roupa, ficou completamente nua e se posicionou de quatro na cama, empinando a bunda.
Ela pegou o pote de pasta de amendoim mais uma vez. Espalhou generosamente na boceta e, com os dedos, subiu um pouco e passou também no cuzinho rosado, massageando devagar. Thor foi direto, focinho enterrando entre as coxas dela.
A língua grossa do pastor alemão começou a trabalhar com fome — lambendo a buceta inchada e subindo até o cu, alternando entre os dois buracos. Lais tremia visivelmente, apoiada nos cotovelos, bunda empinada para facilitar o acesso.
Então ela esticou o braço para trás, entre as pernas do cão. A mão dela envolveu o pau vermelho e inchado que já começava a sair da bainha. Começou a punhetar devagar, com movimentos firmes e ritmados, enquanto Thor lambia cada vez mais intensamente sua boceta e o cuzinho.
O cão estava agitado, quadril mexendo involuntariamente enquanto ela masturbava o pau dele. A língua não parava — longas lambidas molhadas que cobriam toda a região, entrando um pouco na buceta e passando firme sobre o cu. Lais mexia a mão mais rápido, apertando o membro quente do animal.
Eu via tudo em silêncio pela câmera: o corpo dela tremendo, as costas arqueando, as coxas ficando tensas. Thor lambia com mais urgência, focinho pressionando forte contra ela. Lais jogou a cabeça para baixo, boca aberta, e gozou com força — o corpo inteiro sacudindo enquanto a mão continuava punhetando o cachorro sem parar.
O pastor alemão ejaculou logo depois. Jatos brancos e finos saíram do pau dele, sujando a mão dela e pingando na cama. Lais continuou acariciando devagar até ele parar, depois limpou a mão no lençol e desabou na cama, ofegante, com Thor ainda lambendo preguiçosamente entre suas pernas.
Depois de dias viciado nos vídeos, a viagem da mãe dela foi a chance que eu esperava. Na primeira noite sozinhos em casa, chamei Lais para a sala. Ela veio despreocupada, ainda de short jeans e blusa larga.
Sentei no sofá e, sem dizer nada, abri o celular e coloquei o primeiro vídeo. A imagem dela espalhando pasta de amendoim e Thor lambendo apareceu na tela. Lais congelou. Quando o segundo vídeo começou — ela de quatro, punhetando o cachorro enquanto ele lambia buceta e cu —, o rosto dela perdeu toda a cor.
As lágrimas vieram quase imediatamente. Primeiro silenciosas, depois ela começou a soluçar, cobrindo a boca com as mãos.
— Não… por favor… — a voz dela saiu embargada, tremendo. — Como você tem isso? Eu… eu apago tudo, eu juro… por favor, não mostra pra ninguém. Pra minha mãe… pros meus amigos… eu faço qualquer coisa. Qualquer coisa que você quiser.
Ela chorava de verdade agora, ombros sacudindo, lágrimas escorrendo pelo rosto. Tentava olhar para mim, mas baixava os olhos o tempo todo, envergonhada e apavorada.
— Eu não posso deixar … isso vai destruir tudo… por favor, eu imploro.
Deixei ela chorar por um bom tempo, sem pressa. Só depois falei, com a voz calma:
— Eu quero ver ao vivo. Quero que você faça com o Thor… e comigo junto. Hoje.
Lais ficou em silêncio por quase um minuto inteiro, soluçando baixo. Depois, com a voz quase inaudível e quebrada, sussurrou:
— …Tudo bem.
Fomos para o quarto dela. Thor já estava lá. Lais tirou a roupa devagar, mãos tremendo, ainda com o rosto molhado de lágrimas. Ficou completamente nua e pegou o pote de pasta de amendoim. Posicionou-se de quatro na cama, empinando a bunda para mim.
Espalhou uma boa quantidade na boceta e no cuzinho, respirando rápido e nervoso. Assim que terminou, Thor aproximou o focinho grande e começou a lamber.
A língua larga e quente do pastor alemão passou devagar no começo, explorando o cheiro doce. Depois ficou mais ávido, lambendo a boceta inchada com lambidas longas e pesadas, subindo até o cu e voltando. Lais gemia baixo, uma mistura de vergonha e prazer involuntário, o corpo ainda tremendo do choro.
Eu me posicionei atrás dela, segurei os quadris com firmeza e encostei a cabeça do pau na entrada molhada da boceta. Enquanto Thor continuava lambendo tudo ao redor, empurrei devagar e entrei nela.
Lais soltou um gemido mais alto, apertando os lençóis. Eu comecei a foder sua boceta com estocadas firmes e profundas. O cachorro não parava — a língua grossa passava insistentemente pela buceta, roçando na base do meu pau toda vez que eu entrava, lambendo os sucos que escorriam, subindo até o cu dela. Às vezes o focinho pressionava forte contra nós dois, quente e úmido, tornando a sensação ainda mais intensa.
Eu metia devagar no começo, sentindo cada contração dela e cada lambida de Thor ao mesmo tempo. Lais choramingava, o corpo balançando entre minhas estocadas e a língua incansável do cachorro. Aos poucos os gemidos dela ficaram mais roucos, o choro misturando com prazer.
Eu continuei metendo devagar na boceta dela por um tempo, aproveitando cada lambida quente de Thor. Depois puxei o pau e ordenei:
— Passa bastante pasta no cu.
Lais obedeceu, soluçando baixo, e espalhou a pasta generosamente. Thor subiu nas costas dela imediatamente, patas da frente agarrando firme a cintura. Ele deu várias estocadas rápidas e desajeitadas até acertar o cuzinho.
Quando o nó inchado do pastor alemão forçou a entrada no cu dela, Lais berrou alto — um grito rouco e desesperado que ecoou no quarto:
— Aaaahhh! Nãooo… tá doendo! — o corpo inteiro dela tremeu violentamente enquanto o nó entrava, esticando o cu ao limite.
Thor empurrou mais uma vez e ficou engatado. O nó estava completamente travado dentro do cuzinho dela. Agora eles estavam presos, o cachorro montado nas costas de Lais, sem conseguir sair.
Eu não dei tempo para ela se recuperar. Segurei o cabelo dela com força, puxei a cabeça para cima e enfiei meu pau fundo na garganta. Comecei a foder sua boca sem piedade, batendo no fundo da garganta a cada estocada. Lais engasgava, babava e chorava, o corpo preso pelo nó do cachorro no cu.
Empurrei ainda mais fundo. O pau entrava até o limite, bloqueando a respiração dela. De repente, Lais teve um espasmo forte — o estômago contraiu e ela vomitou no meu pau, um jorro quente de saliva e bile escorrendo pelos cantos da boca e pelo meu pau enquanto eu continuava metendo.
— Isso… engole de volta, vadia — rosnei, sem tirar.
Continuei fodendo a boca suja dela, usando o vômito como lubrificante, enquanto Thor permanecia engatado no cu, dando pequenos impulsos presos. Lais estava um desastre: berrando abafado, vomitando, lágrimas escorrendo, corpo sacudindo entre o nó do cachorro no cu e meu pau destruindo a garganta.
Eu gozei com força, segurando a cabeça dela bem fundo, descarregando direto no esôfago. Só depois puxei o pau, deixando ela tossir e vomitar o resto no lençol, ofegante e destruída.
Thor ficou engatado por longos minutos, o nó inchado travado no cu dela, até finalmente murchar o suficiente para sair, liberando um jorro de porra canina que escorreu pela bunda de Lais.
Ela desabou na cama, soluçando, corpo tremendo, cu arrombado e rosto coberto de lágrimas, saliva e vômito.
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Comentários (1)
Taradoporcalcinhas: Muito bom, ja cumi muitas cabras e ovelhas
Responder↴ • uid:w73hdl9z