#Incesto #Lésbica #Teen

Duas bucetinhas novinhas pra um só pai

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Paivertido

Aquele fim de semana prometia, quando a porta abriu e lá estava a loirinha de peitinhos salientes. E dessa vez ela veio sem o pai

Você cria uma filha a vida inteira, e por melhor que seja a relação de vocês, em algum momento você acaba descobrindo algo que lhe passou despercebido esse tempo todo. Inevitavelmente, toda relação pai e filhos acaba reservando alguma surpresa, quase sempre na fase da adolescência, quando os hormônios entram em ebulição e afloram os primeiros desejos.

O meu primeiro grande susto foi no dia em que flagrei a Clarinha se masturbando no celular. Aquilo mudou tudo entre nós para sempre. Mas eu continuei a me surpreender com a minha filha, ao passo em que conhecia melhor aquela menina que aos poucos se revelava menos inocente do que eu imaginava.

E a sua melhor amiga teve um papel decisivo na redescoberta que eu fui fazendo daquela garotinha que eu vi nascer. Além de sua confidente, a Bia foi quem iniciou a Clarinha no mundo dos prazeres da masturbação. E acho que por pouco minha filha não se tornou uma pequena lésbica em seus primeiros passos na descoberta do prazer.

Ela me contou que quando ainda estudavam na mesma escola, costumavam desaparecer na hora do recreio. Na verdade, as duas estavam trancadas no banheiro da escola se pegando e chupando uma à outra. Mas a mãe da Bia teve que se mudar causa do trabalho e acabou mudando a filha de escola.

Então, restou às duas apenas a opção de se encontrarem quando a Bia passava os fins de semana com o pai. E as duas aproveitavam a sua pequena festa do pijama e se chupavam muito no meio da noite.

Só que a amiga da minha filha guardava um grande segredo, até mesmo dela. O que a Clarinha não sabia era que a Bia e seu pai eram mais íntimos do que aparentavam ser. A loirinha de seios grandes parecia ter um apetite precoce e quase insaciável por sexo. E não satisfeita em seduzir o pai, aprendendo bem cedo a chupar e cavalgar um pau, ainda tinha um prazer peculiar pela bucetinha da amiga.

Até que um dia ela acabou contando pra minha filha o que fazia em casa, e as duas passaram a se exibir uma pra outra pelo celular. Foi apenas uma questão de tempo até que o pai se juntasse à filha naquela pequena brincadeira pervertida.

Minha filha jura que nunca fez nada com o pai da sua amiga, e que ele também nunca tentou nada. O que rolava era apenas o que faziam pai e filha no celular, e partilhavam com a Clarinha. Ela dizia que o seu grande sonho era se entregar ao pai e ter a mesma relação que os dois.

"Tenho uma surpresa pra você, pai!", a Clarinha subiu no meu colo, fazendo aquela voz sussurrante de quando queria me convencer de uma coisa que eu sabia que ia dizer não... até ela me convencer do contrário.

"Já vi que aí vem coisa!", eu brincava.

"Na verdade, não sou eu exatamente... é a Bia... quero dizer, a gente!", e ela entregou o que as duas andaram tramando.

A Clarinha me conhecia, e sabia que eu sou todo certinho e não sou de me aventurar. Mas aos poucos foi soltando o que ela e sua amiga estavam aprontando pro fim de semana. A Bia tinha dito pra mãe que iria viajar com uma amiga e passar com a família dela o fim de semana numa casa de praia. E pra se certificar que a mãe não descobriria, ela combinou com uma garota da escola, que confirmaria tudo no telefone que deu à mãe.

Aquilo parecia um sonho, ter a loirinha com a gente o fim de semana inteiro. Mas nem a mãe dela sabia, nem o pai, e isso me acendeu o sinal de alerta, imaginando qual seria a reação do Beto, se descobrisse.

"Não tem problema, pai, a gente já fez isso antes!", a Clarinha confessou, entregando seus podres.

"Ah é? E quantas vezes já enganou seu pai?"

"Ah, pai toda filha faz isso o tempo todo, né?", a safadinha não parava de me surpreender.

O final da tarde chegou e, aquela sexta-feira prometia, quando lá pelas seis e pouca a campainha toca. E quando abri a porta, lá estava uma adolescente de blusinha apertada e shortinho cavado, com uma mochila nas costas, na realização de todo pai pervertido. E foi só me ver pra loirinha pular no meu pescoço e começar a me beijar ali mesmo no corredor. Tive de fechar a porta logo, antes que algum vizinho testemunhasse a cena e presumisse a orgia que seria aquele fim de semana.

"Tem certeza que sua mãe não vai descobrir?"

"A essa gora ela já deve ter ligado pra Ju, que confirmou tudo. Ela não vai nem desconfiar!", e ela voltou a colar a boquinha com batom forte contra os meus lábios, me mostrando tudo o que sabia de beijo de língua.

Então, quando a Clarinha apareceu na sala, as duas colaram uma na outra e não se desgrudaram até que tivessem tirado toda a roupa uma da outra. Então, com toda naturalidade do mundo, sem se importar com mais nada, começaram a se atracar, se beijando e se esfregando. Até que se viraram, ainda uma sobre a outra, e começaram um lindo meia-nove.

Minhas pernas tremiam de tesão diante daquilo, e tive de me sentar. Eu observava e não conseguia tirar os olhos delas enquanto estavam deitadas no tapete, lambendo e chupando a bucetinha uma da outra e, ao mesmo tempo, se esfregando juntas, como se estivessem transando uma com a outra... sem precisar de um pau.

Por um instante, parece que fui transportado no tempo, e me lembrei de quando a Clarinha e a filha da vizinha corriam pelo quintal no verão só de calcinha, esguichando água uma na outra com a mangueira do jardim. Ela já estava naquela idade em que seu corpo franzino começava a tomar formas salientes em sua silhueta de pouca idade.

Lembro-me de notar as pernas firmes e retas da minha filha. Sua bundinha começava a ganhar um formato firme e arredondado, e os peitinhos pareciam uma promessa tentadora. Mas, pensando bem — falando a verdade agora! — que pai nunca notou esse tipo de coisa? Mesmo que ele jamais, em hipótese alguma, fosse fazer qualquer coisa, um cara não consegue evitar notar, certo?

Naquela época eu sequer admitiria tocar na Clarinha. Mas hoje, depois de ter provado a sua bucetinha, confesso que uma parte de mim, lá no fundo, se arrepende.

Eu viajava nas lembranças da minha filha ainda pequena enquanto acariciava o volume da minha calca. Meu pau estava duro como pedra, enquanto começava a me masturbar diante daquelas duas meninas viciadas em sexo, curtindo uma à outra.

"Ok, meninas, estou pronto pra vocês duas!", e elas se viraram pra mim.

A Clarinha e a Bia se levantaram e vieram até o sofá, as duas dando risadinha e disputando o meu pau, pra ver quem o tirava pra fora primeiro. Acho que nisso a Bia tinha mais experiência, de fazer a coisa toda há mais tempo. A Clarinha olhou pra mim, sorriu e deu um último selinho na Bia; então segurou o meu pau pela base e foi conduzindo à boca da sua amiga, deixando que ela se divertisse com seu pai.

Ela envolveu o meu pau com os lábios, logo abaixo da glande, e começou a mover a cabeça pra cima e pra baixo, como se estivesse tentando masturbar a cabeça do meu pau com a boca. A sensação era incrível. Mesmo aplicada em me chupar, minha filha ainda não tinha a mesma pratica. E eu me perguntava onde uma menina aprende isso.

Então, com um último movimento, tirando o cabelo que atrapalhava o seu boquete, a Bia levantou a cabeça e olhou pro meu pau. Então pôs a língua pra fora e tentou enfiá-la no buraquinho da uretra. Ela continuou fazendo isso: cutucando o pequeno orifício, girando a ponta da língua ali dentro o máximo que podia e sugando qualquer fluido que conseguisse extrair, antes de repetir tudo de novo. Aquilo simplesmente me deixou louco de tesão.

De repente, sem nenhum aviso, ela parou de lamber e chupar a ponta, abriu a boca e colocou meu pau inteiro dentro dela. E não vou dizer que tenho um pau tão gigantesco a ponto de uma menina não conseguir colocar tudo na boca. Provavelmente sou bem mediano, e a Bia conseguiu colocar meu pau inteiro na boca logo de primeira — embora, mais uma vez, eu tenha a impressão de que ela já devia ter praticado esse tipo de coisa com o pai.

E, pra dizer a verdade, sentir a sua boquinha deslizando por toda a extensão do meu pau não era tão incrível quanto quando ela usava a ponta dele como se fosse uma casquinha de sorvete. Por outro lado, era muito excitante ver aquele seu cabelo loiro e ondulado deslizando pra cima e pra baixo no meu pau.

E enquanto a loirinha me chupava, minha filha começou a desabotoar minha camisa, passando os dedos por entre os pêlos do meu peito. A essa altura, a Bia já tinha manejado puxar a minha calça, sem tirar os olhos da minha ereção diante dela.

Eu estava completamente à mercê de duas garotas ávidas pelo meu corpo, e estava adorando aquilo. Então, tendo me despido, as duas voltaram a colar as boquinhas em mim, a Bia no meu pau e a Clarinha de joelhos no sofá, lambendo e chupando os meus mamilos. Até que voltou a se juntar à amiga entre as minhas pernas.

As duas agora se revezam, me chupando e brincando com as minhas bolas. E por vezes eu tinha a boquinha das duas, cada uma de um lado, envolvendo a cabeça do meu pau. Elas meio que se beijavam e me chupavam ao mesmo tempo. Era lindo de se ver!

Depois de algum tempo daquela tortura deliciosa, elas pareciam ter entrado em algum acordo sobre o que queriam fazer... e eu era apenas um passageiro daquele barco rumo à Terra Encantada dos pais pervertidos.

"Primeiro eu", a Bia disse ao se levantar. "Você tem o seu pai todo dia!", ela ponderou, naquela lógica de adolescentes ninfomaníacas.

De pé à minha frente, com seus peitinhos adoráveis, praticamente implorando pela minha atenção, ela se sentou no meu colo. Com as mãos apoiadas nos meus ombros, ela foi se ajeitando sobre o meu pau. E no instante em que sinto o contato úmido da sua bucetinha molhada eu solto um suspiro.

Enquanto ela se deixa penetrar, eu coloco minhas duas mãos sobre os seios dela — que são simplesmente lindos. Como eu disse, ela tem uma pele branquinha onde o sol não toca, e os mamilos pontudos têm as aréolas cor de rosa, quase da cor da pele de um bebê. Começo a acariciar aqueles seios lindos, passando os dedos sobre eles de várias formas: deslizando as pontas dos dedos até as pontinhas duras dos mamilos, depois envolvendo-os com a palma da minha mão.

E agora que sei que ela está curtindo aquele nosso contato, pela expressão no seu rosto, com os olhos brilhantes pousados em mim. Então, inclinando a cabeça, me abaixo e coloco meus lábios sobre o mamilo esquerdo dela. Começo apenas acariciando-o, prendendo-o entre os lábios, e depois aumento um pouco a pressão, e depois começo a usar a língua.

Primeiro, faço movimentos circulares ao redor do mamilo excitado; depois, uso a língua para dar leves toques nele — uma, duas vezes. E então passo para o seio esquerdo, para o mamilo esquerdo. E, enquanto faço isso, ela envolve a minha cabeça gentilmente com as mãos, me mantendo ali com a boca colada no seu mamilo eriçado.

"Ai, tio Carlos, continua chupando os meus peitos! Tá gostoso!"

E, pro meu deleite, percebo que agora sou o "tio Carlos", não mais o pai da sua amiga.

"Você pensava nos meus peitos, tio Carlos? Quando vê no celular meu pai chupando eles?", ela tinha uma voz dengosa. "Eu tento fazer você olhar pra eles, sempre que você tá assistindo."

"Eles são lindos, meu bem!", e eu volto a chupá-los.

Não consigo acreditar no jeito que ela fala. Quer dizer, sou o pai da sua melhor amiga; eu nem deveria estar olhando pros seios das amigas da minha filha. Mas, em questão de poucos minutos, a Bia faz com que eu continue mamando nos seus peitinhos, quase devorando os seus mamilos.

Ela me empurra para trás até eu ficar encostado no sofá e depois começa a intensificar a sua cavalgada no meu pau. Ela se inclina para a frente e encosta um mamilo na minha boca, até que a ponta endurecida roça nos meus lábios; por reflexo, abro a boca e acolho aquele mamilo rosado, lambendo, chupando e mordiscando, enquanto a loirinha força o seio mais para dentro da minha boca.

"Ai, me chupa, tio Carlos!", e eu repito o mesmo no outro mamilo.

Então, quando já chupei os peitos dela o suficiente, ela se afasta e aproxima o rosto do meu. Pelo jeito que estamos, acho que ela quer que eu a beije, mas, antes que eu possa fazer qualquer coisa, ela começa a roçar os lábios — aqueles lábios carnudos e cor de fruta — nos meus.

Eu abro a boca, só um pouquinho, e ela prende o meu lábio inferior com os dela, e ficamos ali nos beijando, mordiscando e explorando a boca um do outro por um tempo. No fundo, sinto que ela está me testando, pra ver o que eu e a Clarinha fazemos que ela possa me surpreender e fazer diferente.

Eu adoro a boquinha da minha filha, mas esse é o beijo mais quente que já dei na vida — melhor do que qualquer coisa que fiz com a Clarinha. Espero que elas continuem se pegando e se chupando... e que ela ensine bem a minha filha! Esse pensamento me enche de tesão, de imaginar as duas se beijando daquele jeito no banheiro da escola há não sei quanto tempo.

Por falar na Clarinha, ela espera paciente a sua vez de subir no meu pau. Enquanto isso, acaricia sua amiga. Até que a Bia se vira, ficando de costas pra mim e de frente pra amiga. Então, depois de se encaixar facilmente no meu pau, ela convida a Clarinha pra chupar o seu grelo, com meu pau todo cravado na sua rachinha molhada.

Mesmo tão novinha, com aquela carinha de anjo, ela tem a bucetinha bem fácil de penetrar, bem diferente da Clarinha, com sua xaninha apertadinha. E está tão molhada que meu pau desliza facilmente. O interior do seu canal vaginal é maravilhoso — parece veludo morno ou seda quente e molhada. É fantástico, e uma delícia de foder. Mas, antes que eu possa dizer qualquer coisa, ela move os quadris para frente e para trás num movimento de vai e vem, e então começa a rebolar para cima e para baixo no meu pau intensamente.

E, enquanto minha fogosa amazona adolescente sentia prazer, eu estendia as mãos e brincava um pouco com os peitos dela. No começo, apenas os segurei, mas depois comecei a brincar com eles — não como antes, mas mexendo naqueles mamilos rosados, apertando-os um pouco, rolando-os entre os dedos.

Até que a minha filha se impacientou e, com ciúmes, subiu no sofá, ficando de joelhos e me oferecendo os peitinhos dela. Num tom de criança querendo atenção, ela disse:

"Agora eu!"

Então, eu e sua amiga nos juntamos pra chupar os peitinhos da Clarinha. Cada um com a boca em um mamilo, nós fazíamos a minha filha gemer e suspirar, ao nosso lado. Acho que era o que faltava pra Bia chegar naquele ponto em que os sentidos estão todos preenchidos de um prazer intenso. E então ela gozou, não apenas uma gozada de siririca, como no tapete; ela gozou com intensidade, isso eu senti enquanto o se canal vaginal se contraía e apertava o meu pau.

A Bia jogou a cabeça para trás, e o quadril dela deu solavancos — uma, duas, três vezes, quase perdendo o controle sobre o seu corpo.

"Ai, tio Carlos, você fode tão gostoso!"

Quando o corpo dela parou de se agitar, ela sorriu, me deu um beijo no nariz e puxou a Clarinha pra um beijo demorado e cheio de línguas entre a boquinha de uma e de outra. Então eu me juntei a elas num beijo a três... isso eu já estava começando a gostar.

No final do seu clímax, ela encostou a cabeça no meu ombro e ficou ali, com meu pau ainda enterrado dentro dela, toda molinha. E foi bom — muito bom a primeira foda da noite. Eu só precisava de um tempinho pra me recompor e dar o mesmo tratamento à Clarinha, que já não aguentava mais esperar a sua vez.

E diante daquelas duas meninas fogosas, eu fiquei pensando: qual de nós é o adolescente ingênuo e qual é o adulto maduro e experiente?

Aí acho que a Bia recuperou o fôlego, porque ela levantou a cabeça do meu ombro e olhava nos meus olhos com lascívia — e é como se estivesse me desafiando, como se quisesse mais uma rodada.

"Agora é a minha vez!", disse a minha filha, subindo em cima de mim e nem esperando que o meu pau estivesse de novo totalmente duro.

"Esse fim de semana promete ser longo!", pensei, me preparando pra foder a Clarinha dessa vez.

E era apenas a noite de sexta. Ainda tinha pela frente todo o sábado e o domingo. Depois eu conto tudo o que rolou... e vocês nem imaginam!

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