O vizinho depressivo arrombou minha esposa
Para ajudar um amigo em depressão, ofereci minha esposa, e ele aceitou, acabei virando corno.
Minha esposa e eu nos casamos muito novos, sabe aquela vida "perfeita"? Nos conhecemos na igreja, começamos a namorar aos 16 anos, noivamos aos 17, e com 18 nos casamos.
Conseguimos um apartamente em uma cidade próxima de onde vivíamos, e encaramos essa mudança com muita positividade, tudo estava dando muito certo, financiamos um apartamento pronto, então não tivemos aquela espera de chaves, mas claro que queríamos reformar do nosso jeito, eu sempre morei em casa, então os primeiros meses no apartamento para mim era como se fosse uma vida de luxo, eu desfrutava de tudo que eu podia no condomínio, como se fosse algo fora da minha realidade, conhecíamos poucos vizinhos, geralmente só de ver no elevador, foi quando minha esposa e eu em uma conversa informal comentamos sobre nossas impressões sobre os vizinhos, mas um deles nos instigava, o vizinho da frente, nunca o vimos, não sabíamos quem era, nunca vimos a porta aberta, nunca ouvimos barulho, será que morava gente ali?
A curiosidade aumentava a cada dia, até que um certo dia, Thaís e eu estávamos chegando em nosso apartamento e ouvimos um latido vindo desse apartamento, agora sabíamos que morava alguém ali, mas quem?
Ah, já ia esquecendo de nos apresentar.
Eu me chamo Lucas, tenho 19 anos agora, sou branco, braço direito tatuado, bigode fino, cabelo curto preto... minha esposa se chama Thaís, uma morena de pele clara, cabelo longo preto, baixinha, muito gostosa, bundinha empinadinha bem redondinha, peitos durinhos, barriga chapada, perfeita!
Bom... entramos em nosso apartamento e discutíamos sobre as possibilidades.
- Acho que deve ser uma idosa
- Eu acho que o dono não fica aí, deve vir só 1x por mês
- Não, porque tem cachorro
- Então não saí de casa pra nada
- Ou saí muito cedo e volta tarde
...
passou alguns dias, eu estava chegando do trabalho e peguei o elevador com um cara alto, roupa de academia, músculos bem definidos sem exagero, o cara era Bruno, 25 anos, cabelo preto curtinho.
Nós nos cumprimentamos com um "boa noite" e subimos em silêncio, pra minha surpresa o andar que estava selecionado era o mesmo que o meu, saímos juntos do elevador em total silêncio, e ele caminhou praticamente do meu lado, e entrou no apartamento da frente.
Assim que entrei, contei pra Thaís que descobri quem morava lá, ela ficou surpresa tanto quanto eu, mas a vida dele não era da nossa conta, mas ficou aquele pensamento: "O que esse cara faz da vida que nunca vemos ele?"
Procurei no whatsapp, no grupo do condomínio e não o encontrei, provavelmente ele estava sem foto no perfil, ou visível apenas para seus contatos, então a curiosidade acabou nos perseguindo ainda mais.
Passaram meses sem ver esse cara, apenas ouvíamos de vez em nunca um ruído vindo de seu apartamento, até que eu precisei sair para comprar um leite condensado que Thaís precisava para uma receita, quando abri a porta vi que sua porta estava aberta, antes mesmo de sair chamei a Thaís pra vir junto comigo até o elevador e espiarmos para dentro do apto., não me julgue, mas a curiosidade estava muito grande, passamos devagar no corredor, olhando disfarçadamente, vimos pouco, mas o apartamento era muito bonito, Thaís veria melhor voltando, e eu desci, quando voltei ela me descreveu o que viu, parecia que o cara era "enjoado" com as coisas dele, e começamos a conversar sobre ele, jovem, sarado, aparência muito bem cuidada, morando sozinho, cachorro de pequeno porte... Thaís estalou os dedos e disse:
- Ele é gay
- Não parecia
- Gay hoje em dia não tem cara, certeza que ele é gay
- Será?
No mesmo dia, chegaram algumas visitas no apartamento dele, um casal com um bebê de colo, eu só vi que chegaram porque eu fui trocar o capacho da porta, Thaís e eu combinamos de tentar ouvir quando esse casal fosse embora, para podermos sair sem pretensão e descobrir mais sobre ele, nós ríamos da nossa própria investigação, não sabíamos nome, não sabíamos nada, então Thaís disse:
- Eu duvido você perguntar se ele tem um liquidificador pra nos emprestar, fala que a gente já devolve
- Tá louca? O cara tá com visita, eu nunca falei com ele e vou lá pedir liquidificador emprestado?
- É uma boa desculpa né? Nem vamos usar, só pra ver se ele dá pinta
- Tá, eu vou
O caminho parecia que tinha dobrado de tamanho, eu estava tímido, mas toquei a campainha dele, quem abriu foi o rapaz que estava o visitando.
- Opa, tudo bem? Eu vim ver se vocês tem um liquidificador pra me emprestar, já devolvo
- Peraí, vou chamar meu irmão - respondeu o rapaz, se virando e chamando: Oooo Bruno, tem um rapaz pedindo um liquidificador emprestado
Bruno nem foi ver quem era, eu não sei onde ele estava, ele só gritou de volta:
- Pega aí na cozinha
A voz dele era grossa, máscula, nada gay, o irmão dele foi buscar e eu fiquei parado na porta olhando todo o apartamente, era muito lindo, tudo brilhando, cores combinando, embora nossos apartamentos fossem parecidos, o dele parecia estar cuidado nos mínimos detalhes, o rapaz me entregou o liquidificador, eu agradeci e saí.
Contei para Thaís que ele nem fez caso de ver quem era, porra, que cara misterioso.
Passou cerca de duas horas, a Thaís e eu resolvemos dar uma volta, tomar um açaí, então decidimos entregar o liquidificador, tocamos novamente a campainha, e ninguém atendida, tocamos 3x, até ele perguntar de dentro:
- Quem é?
- Opa, sou eu, seu vizinho, vim devolver o liquidificador
Ele abriu a porta, sem camisa, só de bermuda tactel, cabelos molhados, caraaaalho, que músculo o cara tinha, Thaís deu uma engolida seca vendo aquilo, ele pegou o liquidificador e foi super gentil:
- Desculpa estar sem camisa, eu saí do banho agora, se eu soubesse que sua mulher tava junto tinha pedido pra esperar um pouco
- Sem problemas, obrigado pelo liquidificador
- De boa, o que precisar pode chamar aí
Saímos... ainda respirando pausadamente, ele não tinha nada gay, não to insistindo nisso por preconceito, mas sim pra que você entenda que nossas suspeitas estavam erradas.
Pois bem, decidimos deixar o rapaz em paz, não fazia sentido ficar procurando saber da vida dele.
Passaram mais algumas semanas, e caiu uma chuva pesada, muito forte mesmo, Thaís e eu não temos carro, era um fim de semana, nós tínhamos saído para visitar minha mãe, e na volta descemos do ônibus perto do condomínio e ficamos lá, sem guarda chuva, esperando a chuva dar uma trégua para podermos andar até lá, foi quando um carro parou e buzinou pra gente, era um Trailblazer, uma nave, eu não reconheci, então ignorei achando que não era com a gente, mas buzinou uma segunda vez e abaixou o vidro do carona, era Bruno, ele disse:
- Entra aí, saí dessa chuva
- Não pô, meus pés tão molhados, vai sujar o carro
- Tem problema não, depois eu limpo o carro, vambora antes que vocês peguem um resfriado
Entramos, sabe aquela sensação de carro cheirando a novo? Ele fechou os vidros, ar quente, entramos no condomínio, ele estacionou e descemos.
- Valeu mano, essa chuva pegou a gente no meio do caminho
- Nem parecia que ia chover
- Cara, que nave é essa hein?!
- Da hora, né? Peguei tem uns dois meses
- Um sonho de consumo, você tinha outro antes desse?
- Tinha um onix, aí passei pra frente e peguei esse
- Top! Carro grande pra quem tem família
- É, não deixa de ser, mas eu ando sozinho mesmo
- Oshe, achei que morava mais gente com você (Joguei verde enquanto caminhávamos pro elevador)
- Não, mora só eu e o meu cachorro aqui, minha família é toda de Jundiaí
- E o que te trouxe pra cá?
- Meu trabalho, morar em São Paulo facilita muito de chegar nos lugares
- Isso é, mas você trabalha com o que? Desculpa perguntar
- Eu sou controlador de tráfego aéreo
- Caralho, que foda! Nunca ouvi ninguém falar que trabalha com isso.
Thaís também estava admirada e começou a interagir:
- Isso explica vc nunca estar em casa
- Que nada, eu to sempre em casa, trabalho 12x36
- Nossa, mas a gente nunca te vê
- É que eu sou bem na minha
Chegamos no corredor e agradecemos pela pequena carona, ele entrou e Thais e eu não tinhamos outro assunto a não ser falar da vida perfeita de Bruno, bom emprego, bom salário, bom carro, bom apartamento, solteiro, até Thaís soltar uma frase, eu falei assim:
- Pessoas q tem a vida muito perfeitinha é estranho, tem alguma coisa errada, principalmente nele ser solteiro, pq se ele tem td isso já era pra alguem ter se interessado
- Às vezes ele só quer transar casualmente, homem assim não se apega fácil
- Oq vc quis dizer com "homem assim"?
- Homem q tem grana, sarado... eles só ligam pra comer e tchau
Eu fiquei em silêncio, entendi o que ela quis dizer, mas percebi q Thaís estava elogiando em excesso, e o ciumes começava a queimar por dentro.
Voltamos para aquela fase de nunca mais o ver, e eu já nem me importava, até que passei a notar que todos os dias que eu chegava do trabalho sua vaga no estacionamento estava vazia, não sei a quanto tempo estava assim, mas eu notei uns 4 dias seguidos, então nasceu uma preocupação, nem o latido do cachorro ouvi mais, foi aí que toquei a campainha várias vezes, sem sucesso, ninguém me recebeu, comentei com Thaís e ela me incentivou a mandar mensagem para ele pra saber se tinha acontecido alguma coisa, e foi o que eu fiz, demorou horas para me responder e quase meia noite ele respondeu tranquilamente:
- Não aconteceu nada, estou bem, só estou viajando, entrei de férias e vim passar uns tempos em Minas, volto semana que vem
Conversamos por poucas mensagens e a foto dele apareceu, Bruno tinha acabado de salvar meu contato, isso era bom, no meio de toda essa mudança de vida que Thaís e eu tivemos, talvez eu tivesse um amigo agora.
Aos poucos, seus storys foram aparecendo pra mim, e ao contrário do que eu pensava, Bruno não era um cara isolado, ele estava em tipo uma fazenda, postava foto de boi, queijo, café, vídeos zoando um rapaz que aparentemente era familiar dele, era realmente interessante, Thaís e eu víamos quase sempre juntos, no seu último dia de viagem ele postou um story andando a cavalo, sem camisa, e chapéu de cowboy, a Thaís olhou desconcertada, eu passei rápido a foto, não brigamos, fiquei na minha, afinal, eu até entendo q uma mulher se encante com um cara definido, Bruno não era um monstro de academia, e eu embora magro, tenha aquela "pancinha".
Fui na cozinha pegar um suco, e quando voltei, peguei Thaís no flagra olhando novamente a foto de Bruno sem camisa, aí discutimos... foi nossa primeira briga depois de casados, ela argumentou nada com nada, que estava vendo o cavalo e enfim, dormimos brigados.
No dia seguinte, um sábado, bem no finalzinho da tarde, Thaís e eu fizemos as pazes, transamos, e estávamos no sofá assistindo uma série, quando chega notificação no meu celular, era mensagem de Bruno.
- O mano, você tá em casa? Conseguiria me encontrar na garagem pra me ajudar a subir umas coisas? Trouxe uns queijos pra vc
- Não precisava mano, vou descer sim, vc já chegou?
- Estou chegando uns 20 minutos to aí
Thaís e eu descemos juntos, somos aquele casal meio q grudados, mas ela foi com a intenção de me ajudar com as sacolas, Bruno estacionou, desceu nos cumprimentando de longe, e abrindo a porta para seu cachorro descer, Thaís segurou o cachorro pela guia, enquanto eu fui até o porta malas ajudá-lo a retirar as coisas, tinha muita sacola, muita sacola mesmo, subimos pelo elevador de carga e no corredor ele colocou as sacolas no chão para poder abrir a porta, eu já ia fazer o mesmo quando ele me repreendeu:
- Não mano, entra aí, já vou te dar suas coisas
Entramos no apartamento dele e colocamos as coisas na mesa, era tudo realmente mais bonito ainda por dentro, elogiei, ele agradeceu, e começou a mexer nas sacolas, me deu uns queijos coloridos q eu confesso q nunca tinha visto e comido, a Thaís ficou toda boba pq ela ama uma geléia, e ele trouxe algumas pra gente, não vou exagerar, mas ele me deu uns 8 tipos de queijo, umas 3 geléias, um salame, um café chamado Pitangui, uns 3 biscoitinhos, e uma cachaça pequena, uma garrafinha, era cachaça vale da canastra, essa eu recusei todo formal
- Obrigado mano, mas a gente não bebe
- Ah sim, tranquilo
- Mano, de coração, não precisava se preocupar em trazer td isso pra gente
- Relaxa man, trouxe pq gostei de vcs, meus irmãos vão vir aqui mais tarde buscar umas coisas tbm, vou fazer um churrasco, aparece aqui umas 19h
- Combinado, a gnt faz a maionese
Thaís e eu voltamos pro nosso apartamento se sentindo queridos, ninguém havia feito isso por nós, parece coisa de outro mundo, mas nossas famílias não tem o hábito de viajar pra outro estado, no máximo vão pra praia de Santos, e não trazem nenhuma lembrancinha.
Naquela noite, chegamos pro churrasco, conheci a família de Bruno (seus dois irmãos, duas cunhadas, e quatro sobrinhos), todos respeitavam muito ele e o admiravam, dava pra ver que ele era o tio preferido, de repente, entraram em assuntos familiares, e descobri que fazia 1 ano que ele perdeu a mãe, ele se culpava muito por estar longe e não poder ter ajudado a socorrer (ela sofreu um infarto), foi aí q Thaís e eu entendemos q o isolamento dele não era estilo de vida, era uma luta contra depressão, ele se ocupava na academia, se ocupava no trabalho, saía pra caminhar, só pra não ficar em casa com a mente vagando, e embora isso fosse uma boa saída, uma hora ele ficava sozinho, descobri tbm q o cachorro era da mãe dele, q ele trouxe pra ter algo q lembrasse dela, Thaís e eu sentíamos q precisavamos ajudar antes q Bruno caísse nessa depressão, ele era forte, mas esse assunto enchia seus olhos de lágrimas.
Nessa noite, descobri como ele comprou esse apartamento, e a história era tão triste quando a perca de sua mãe, primeiro q pra começar, a família dele morava em uma região periférica de Jundiaí, então o fato dele estar ali era como se tivesse vencido na vida para seus irmãos, Bruno era o caçula, o mais velho pagava aluguel e acabou ficando com a casa da mãe deles, o outro tinha construído uma casa no mesmo terreno, Bruno tinha uma noiva, eles compraram o apartamento no lançamento, mobiliaram pra casar, e ela faleceu num acidente da rodovia Tamoios a dois anos, desde então, Bruno não havia se relacionado com mais ninguém, seu irmão abortou o assunto com muita serenidade, confesso q isso acabou estragando o clima do churrasco, mas eles precisavam falar isso com Bruno, a conversa era mais ou menos essa:
- Vc precisa viver cara, para com essa loucura de academia, trabalho, academia, trabalho, vc precisa conhecer gente, transar, faz um tinder, vai foder, de coração, vc precisa disso
Bruno ouvia calado, parecia não estar ali, deu um certo horário e o pessoal foi embora, Thaís e eu ficamos pra ajudar a arrumar o apartamento dele, ele falava calmamente:
- Desculpa pelos assuntos dos meus irmãos, eles querer só o meu bem, mas eu to legal assim
- Cara, eu concordo com eles, vc precisa sair mais
- Eu saio bastante, é q meus irmãos tem mentalidade de porra de tinder, balada, bebida, isso não é pra mim, minha vida é cuidar de mim, ter saúde físical e mental, eles estão preocupados comigo cair em depressão mas eu to firme, claro q eu sinto o peso de td q eu vivi nos últimos anos, mas eu optei não me relacionar com ngm por enquanto, eu amava mt minha noiva
- Eu entendo mano, mas seria bom vc ficar com alguém, conhecer gente nova, pegar uma menininha do trabalho
- Eu to de boa, de verdade, obrigado
Não insisti, mas visivelmente ele não estava bem, Thais e eu fomos pra casa, e pensávamos em como podíamos ajudar, mas eu me sentia impotente pq realmente a realidade dele era mt diferente da minha, eu não treinava para poder ir com ele pra academia, não sei dirigir, fora q ele deveria ganhar uns 15k por mês e eu ganhando 3k, então a unica coisa q eu podia oferecer era a amizade, e ele parecia não se importar mt pra isso, foi quando no dia seguinte, acordei cedo, e fui na padaria buscar o café da manhã, encontrei o Bruno lá, sentado sozinho em uma mesa no canto, tomando seu café isolado de td mundo, e entendi q a última coisa q ele precisava era de alguém falando pra ele sair desse estado, não falei com ele, fingi q não vi, voltei pra casa e contei pra Thaís, a nossa preocupação só aumentava, então decidimos ser gentis sem parecer desesperados, naquele dia, Thaís preparou umas panquecas pro almoço e fui chamar o Bruno pra almoçar com a gente, ele aceitou de primeira, a presença dele era muito boa, era aquele tipo de pessoa q não te inveja, q não te critica, q te ouve, e sempre te impulsiona pra melhor, passamos a nos reunir mais vezes, hora na casa dele, hora na minha (eu falo casa, mas vc entendeu q são apartamentos né?), até q certo dia, Bruno nos convidou para ir pra Minas, ele já tinha voltado de suas férias, mas teria q ir pra lá por 2 dias, e nos convidou para um fim de semana, Thaís e eu recusamos, mas a oportunidade de conhecer outro estado nos encantava, principalmente q o gasto seria pouco, conversamos com calma e então aceitamos, fomos para essa tal fazendo das fotos, o caminho até lá foi tranquilo, vou correr nos detalhes pro conto não ficar desinteressante, descobri q essa fazenda era do ex sogro dele, e eles ainda se reuniam de vez em quando, Bruno ia lá matar a saudade da família, e não sei de q modo, mas sua ex-noiva era mineira, acabou q Bruno era mt "mais masculino do que eu", ele pegava galinha com a mão, mexia com os bichos, pegava fruta no pé e comia sem lavar, aquele lugar era o paraíso pra ele, mas a cena q mais nos contrastou foi a maldita cena do cavalo, eu nunca tinha andado a cavalo, o máximo q já vi foi cavalo comendo lixo na rua, Bruno me chamou a andar a cavalo, eu tive medo de levar um coice, ele me ajudou a subir e ele foi guiando o cavalo andando, porra que cena patética, o cara andando com o cavalo e eu montado feito uma donzela, Thaís ria, tirou foto do momento, dps disso Bruno a chamou pra andar, Thaís tbm teve medo, mas foi, nessa hora, me sentei ao lado de seu sogro, e comentei o quanto Bruno era livre ali, mas o velho me respondeu:
- Ele não é livre, pelo contrário, aqui ele é preso, esse cavalo era da minha filha, ele não consegue ir em frente
Minha garganta deu um nó, encerramos aquela viagem e essa frase martelou meus pensamentos a semana inteira, até q eu decidi falar com Thaís sobre nós mentirmos pro Bruno, não era maldade, era tentando salvar sua vida desse ciclo de viver sempre no luto, o que fizemos? Criamos um whatsapp fake, pegamos uma foto de uma garota sarada e o chamamos fingindo q pegamos seu número no grupo do condomínio, q sempre víamos ele no elevador... Bruno desconfiou, e muito, pediu áudio para provar q não era fake, e ficou ligando por vídeo, a ideia foi pro ralo abaixo logo no começo, passou mais algumas semanas e eu falei para a Thais:
- Amor, posso te pedir uma coisa estranha?
- Claro, amor
- Dá em cima dele... ele sabe q vc é real, não vai achar fake, se pedir áudio é só mandar, a gente precisa fazer ele se sentir desejado, pra ver se ele sai dessa
- Não, ele vai me xingar, contar pra vc, com q cara eu vou olhar pra ele?
- Dá em cima de forma sutil, se ele estranhar vc para numa boa
- Não Lucas, eu não vou fazer isso
- Por favor, é nossa última alternativa, se não der certo a gente não se mete mais nisso
- Tá...
Thaís ficou esperando a oportunidade perfeita, ela é tímida, então quando Lucas postou um storys sem camisa, ela respondeu com um simples: "Nossa nossa hein"
Lucas só riu, não deu espaço, não deu abertura, Thaís estava travando com vergonha, então peguei seu celular e comecei a me passar por ela:
- Bruno, vc é mt bonito, deveria sair mais de casa, as meninas devem te secar mto!
- Obrigado, Thais
- Dnd, quem me dera ver melhor essa barriga
- Oq vc quis dizer com isso?
- Vc entendeu
- Respeita seu marido
Porra... q soco na nossa dignidade, Thaís chorou de vergonha, eu estava me formigando, mas respondi:
- To só elogiando como amiga
Ele não respondia mais, de repente ligou por vídeo, rejeitamos 2x seguidas, e ele disse:
- Atende aí, acho q te hackearam, não é possível
Ligou de novo e Thaís atendeu, eu saí do alcance de câmera, ela atendeu em silêncio, tímida, e ele dise:
- Sério q é vc mesma me falando essas coisas?
- Sim, mas não to falando com maldade, desculpa
- Cadê seu marido?
- No banho
- Vigia menina, vigia, não quero problema não, mulher casada tem gosto de morte
- Credo Bruno, para de falar essas coisas, falei só pra elevar sua autoestima
- Para com essas conversas, de repente o Lucas vê e acha q eu to olhando pras coisas dele, to de boa
- Não posso nem elogiar?
- Mulher casada não elogia homem solteiro não, hein? - falou brincando, mas sério
- Tá bommm
Thaís desligou querendo me matar pela minha ideia, ela ficou com vergonha de olhar pro Bruno por alguns dias, até q ela postou um storys, nada fora do comum, uma foto no espelho, e ele respondeu:
- Que casada linda!
Thaís devolveu:
- Não é bom homem solteiro ficar elogiando mulher casada
Ele só riu, não continuou o assunto, ela me mostrou a mensagem e eu tive ciumes, não senti como um desrespeito, mas não gostei dele ter elogiado ela, porém "ela quem deu a liberdade".
Passaram dias, Bruno não falava nada, não mandava mensagem, e eu ainda desconfortável com isso, mas decidi esquecer, Thaís fez um bolo e eu o chamei pra comer, mas ele me respondeu com um:
- To ocupado com umas coisas aqui, traz uns pedaços aqui
Eu sabia q ele tava evitando ver a Thaís, então levei, mais tarde, Thais e eu resolvemos ir conversar sobre oq rolou, falar a verdade, q eu quem dei a ideia por conta da depressão, mas precisava ser uma conversa madura, tocamos a campainha e ele atendeu, tinha uma garota no sofá, ele a apresentou como uma "amiga", mas sabíamos q não era, e não íamos empatar a foda, saímos e falamos q voltávamos mais tarde.
Algumas horas depois ele me mandou mensagem para irmos lá, fomos, e a primeira coisa q perguntamos foi da garota, ele riu com deboche:
- Eu sei oq vcs tão pensando
- Ah para! E aí, como foi?
- Ela é realmente só uma amiga
- Porra, vc ficou sozinho com uma novinha e vai me dizer q não rolou nada
- Não rolou, ela é casada, e eu respeito mulher casada (disse olhando pra Thaís)
Houve um silêncio de alguns segundos, mas eu perguntei:
- Oxe, e o q uma mulher casada estaria fazendo aqui sozinha com vc?
- Ela é minha psicóloga, na verdade é uma amiga minha a alguns anos, e não queria me atender pq diz q não podem atender pessoas conhecidas, mas eu insisti e ela vai me ajudar com a questão do luto, ela só veio pq mora perto, mas o ideal é as consultas serem no escritório dela
- Tá falando sério?
- Sim, preciso de ajuda com isso, e to começando a aceitar q não vou conseguir sozinho
- Poxa, fico feliz por vc
- Mas oq vcs queriam conversar mais cedo?
- Então... é sobre isso, eu te devo desculpas, eu fiz aquele fake q te chamou e tbm incentivei a Thaís a te mandar msg pra vc se sentir desejado, sair dessa inércia
Ele me olhou, ficou com aquele silêncio ensurdecedor e respondeu:
- Porra, vc é cuckold?
- Oq é cuckold? (eu realmente não sabia)
- Nada não, esquece, tá tranquilo man, obrigado por se importarem cmg
Ficamos conversando por mais alguns minutos e fomos embora, em casa, eu pesquisei por cuckold junto com Thais, e quando vimos q era o cara q gostava de ser corno, Thais se desesperou:
- Não, não, vc tem q falar pra ele q não gosta disso não
Mandei mensagem pra ele na mesma hora:
- Cara, pesquisei por cuckold aqui, não curto essas coisas não kkk só pra deixar claro
- De boa kkk
Mas nasceu uma dúvida em mim... se eu fosse, Bruno foderia a Thaís? Não me perguntava por desejo, e sim por curiosidade de saber se ele era capaz de transar com a esposa de um amigo.
Thaís e eu conversamos sobre exatamente isso, inocentemente, mas Thaís ficou molhada com a conversa, que porra era aquela? Eu estava prestes a brigar por isso novamente, mas Thais era inocente, ela alegou q estava molhada pelo assunto sexo, e não pelo Bruno, pois eu quis tirar a prova, comecei a foder ela, e quando ela estava de quatro pra mim, eu metia forte e gemia dizendo:
- Não quer mesmo sentir o Bruno?
Ela não respondeu, abaixou a cabeça, talvez assustada com o que eu disse, mas meti mais forte:
- Responde porra, mente agora q não quer dar pra ele, sua buceta tá até mais melada
- Para com isso - ela gemeu
- Não paro enquanto vc não confessar
- Eu quero só vc!
- Mentirosa
- Pq tá fazendo isso?
- Fala a verdade
- Tá... aiii, hmmm, ele só, só é bonito, eu nunca pensei em dar, mas eu admiro a aparência dele
Eu soquei mais forte, nesse dia transamos como nunca, num tesão absurdo, quando terminamos, fomos pro banho como de costume, Thais e eu conversamos abertamente sobre isso, ela me disse q já tinha olhando pra ele sim com desejo, mas sempre com respeito, aquele desejo tolerável, de quem admirava, mas q não tinha coragem de se envolver com outro homem, nem de se oferecer (eu tinha sido o único na sua vida).
Fomos dormir... mas o tesão do q eu falei e como ela reagiu mexeu comigo, eu fui trabalhar no dia seguinte e a minha mente explodia de ideias malucas, então mandei msg pro Bruno, bem direto:
- Cara, posso fazer uma pergunta?
- Pode man
- Vc transaria com a Thais?
- Q porra de pergunta é essa? Eu respeito sua mulher
- Falando sério mano, ontem eu transei com ela falando de vc e to aberto a deixar acontecer
(Expliquei pra ele detalhadamente)
- Mano, eu não vou aceitar pq isso vai estragar nossa amizade
- Cara, por favor, fode ela
- Mano, de coração, não vou fazer isso
Eu apaguei a conversa, sentia meu rosto queimando de vergonha, nem tinha falado nada com a Thaís, e ela não me perdoaria por isso, quando cheguei em casa fingi naturalidade, mas as coisas estavam para desmoronar, ela preparou um carne de panela deliciosa e disse:
- Oferece pro Bruno, acho q ele ainda não jantou
- Não amor, não vou ficar oferecendo comida toda hora não
- O q tem? As vezes ele nem deve fazer comida
- Tá bom...
Mandei mensagem pra ele oferecendo, e ele me respondeu normalmente:
- Não mano, obrigado, nem to em casa, to na academia
As horas foram passando e eu tinha ficado mais tranquilo com a atitude que eu tive mais cedo, até q Bruno me manda a seguinte msg:
- Espero q esteja td bem entre a gente, para com essas ideias aí, não vou perder sua amizade por coisa de momento
Só q meu celular estava carregando, eu não tinha visto, quem viu a notificação foi a Thaís, e você já deve imaginar como ela ficou.
Eu tentei mentir, dizendo q o que ele queria dizer era que eu falei pra ele comer a psicóloga, mas a verdade estava estampada, Thaís não me reconhecia nessas atitudes, e eu tbm me culpei muito, principalmente pq minha mente foi criada na igreja, então nem eu sabia q porra eu tinha feito, Thais me deu uma bela duma lição de moral, ficamos com muita vergonha, muita vergonha mesmo, e já sentíamos q jogamos a amizade dele no lixo, eu ia responder por mensagem, mas Thaís desejava deixar claro q ela não tinha nada haver com isso, então com o rabo entre as pernas fomos falar com ele pessoalmente, ele nos atendeu sereno como sempre, entramos, sentamos no sofá e eu comecei pedindo desculpas, me explicando e dizendo q foi um delírio de momento, Thaís reforçou dizendo q ela não sabia, e q se soubesse não ia aceitar uma coisa dessas, pq temos princípios, q ela não é puta. Bruno ouvia apenas concordando, ele nos cortou no meio de tantas desculpas:
- Olha, esse mundo é novo pra vocês que tiveram um namoro cristão, mas todo ser humano tem vontades, fetiches, e se isso foi algo q passou pela cabeça de vcs, eu não julgo, oq eu não quero é ser motivo de briga pra casal, ou dps se separarem por minha causa, pensem noq vcs querem, e se estão prontos pra isso, se quiserem, eu aceito com a maior tranquilidade, mas pensem mto bem antes.
- Não, a gente não quer nada não - A Thaís respondeu atropelando
Nos despedimos depressa, e fomos pra casa
Passaram alguns dias, e eu não perdia o desejo de ser corno, comecei a ver mais desse universo, e alguns relatos de caras q na primeira vez q levavam a mulher pra outro comer, ficavam tristes, choravam, se arrependiam no meio da foda, e esse era meu maior medo, a Thaís sempre foi muito "inocente", e eu sempre a vi assim, o fato de um homem a ter era como se alguém estivesse roubando um tesouro meu, mas ao msm tempo, isso era excitante.
Chamei a Thais, e fui direto no assunto:
- Amor, eu pensei mt, e eu to pronto pra vc fazer isso
- Eu não quero fazer isso
- Tá bom, mas eu gostaria de ser corno
Thais me olhava julgando aquilo, processando toda nossa história, ela realmente não aceitava a traição, mesmo q consensual, me sugeriu até q eu buscasse tratamentos psicológicos, eu desisti, não queria deixar um clima merda no meu casamento por besteira, Lucas ainda falava comigo mas sempre por mensagens, paramos de nos ver, e a amizade deu aquela esfriada, até o dia em q ele postou um storys dele pertinho de um avião enorme, era parte do trabalho q ele só falava mas q eu nunca tinha visto, e respondi:
- Caralho mano, seu emprego é o melhor do mundo
Conversamos mt naquele dia e Bruno disse q sentia nossa falta como amigos, foi uma conversa mt sadia, combinamos de a noite sairmos pra comer em um barzinho, Thaís topou quando expliquei q ele quem estava convidando e sentindo nossa falta.
Nos arrumamos e esperamos ele chegar, quando ele chegou, tomou um banho, se trocou e fomos, era um ambiente diferente do q eu estava acostumado... música ao vivo, lotado, mta gente bebendo, comendo, rindo, mas era muito agradável, mt mesmo, Bruno estava nos ensinando a viver.
Estava tudo muito bom, até Thaís vacilar, ela mencionou sobre seu story do avião, e disse q a vida dele era mt interessante pra ele não comer ngm. Bruno respondeu:
- E quem disse q eu não como?
- Duvido, nunca vi vc chegar acompanhado
- Vc nem me vê chegar
- Isso é, mas nunca vi nada de nada, vc nem pega ngm
Bruno riu, desbloqueou o celular e mostrou umas conversa recente com uma garota, a conversa era pura putaria, "nossa, vc é muito gostoso, foi uma delicia, que pauzudo, quero de novo"
Thaís debochou:
- Ah para! Essa menina aí deve ser uma prima sua pra estar apaixonadinha assim
- É uma garota do trabalho
- Bem emocionada pra chamar qualquer pau de pauzudo
Embora a conversa fosse putaria, o tom era respeitoso, mas Thaís q não tem o costume de falar essas coisas, não percebe quando passa do limite, então ela soltou essa:
- Vc tem cara de ser aqueles caras sarados q tem piroquinha
Bruno não respondeu de imediato, só levantou a sombrancelha, rindo, eu resmunguei:
- Olha o respeito, Thaís
- Desculpa, mas é oq eu acho
Bruno ainda sem responder, mantinha a postura confiante, enquanto Thais se inclinava na cadeira como quem tinha vencido a discussão:
- Viu?! Ficou até calado, sinal q eu to certa
- Tá bom, vc tá certa, eu tenho 8cm - ele respondeu bem debochado
O clima q começou como brincadeira, estava virando provocação, mas não passou disso, fomos embora e no carro, Thaís continuou brincando, tentando irritar o Bruno.
- Nossa, tem gente q se contenta com tão pouco
- Quem?
- A menina q te chamou de pauzudo
- Mano, vc tá perdendo a mão, para com essas brincadeiras q depois vc não vai aguentar a apelação
Lembra q eu disse q ela não sabe a hora de parar? Então, ela disse:
- Ainda bem q não aceitei as loucuras do Lucas, quem gosta de minhoca é peixe
Bruno respondeu sem dó:
- Cê perdeu foi uma tora de 23cm te arregaçando
O silêncio foi constrangedor, mas ele não se desculpou, manteve a postura, meu peito acelerou, não sei se por ciumes, pelo desrespeito, ou pelo q ele disse, só sei q o clima ficou muito pesado, então ele continuou:
- Agora vc não tá mais zoando? Oq aconteceu?
- Menino, vc tem noção do absurdo q vc acabou de falar?
- Oq? Q minha rola tem 23cm?
- Não, q eu perdi vc me arregaçando, isso não é coisa q se fale, nossa
- Foi mal, perdi a linha
Agradecemos pela noite e fomos pro nosso apto, assim que deitamos, Thaís me pergunta:
- Será q ele tem mesmo 23cm?
- E se tiver, oq vc tem haver?
- Ah, agora vc não quer mais né? Ainda bem q eu não aceitei, tá vendo?
- Não disse nada, agora mais ainda tenho certeza q vc não aguentaria
- Será?
- Tenho certeza
Thais pegou o celular, mandou msg pro Bruno.
- Bruno?
- Oi
- Me prova q tem 23cm
Ele demorou para responder, de repente uma foto em visualização única, ela abriu do meu lado, era uma rola enorme, imponente, grossa, cheia de veias, cabeça vermelhinha, e uma fita métrica em cima batendo exatamente os 23cm, ficamos nos olhando sem reação
Thais continuou:
- Vc pegou na internet, não é possível
- Atende aí pra vc ver se é mentira
Ele ligou por vídeo, como da primeira vez eu sai do alcance da câmera, enquanto ele exibia a rola pra Thais q olhava tudo sorrindo, ele falou no fundo do vídeo:
- Teu marido tá aí né? Desliga tua câmera pra ele ver sem vergonha tbm
Ela obedeceu e eu fui olhar, caralho, q rola era aquela, eu tinha um pau bonito, uns 16cm, grosso, cabeça roxa, mas aquilo ali era papo de arrombar a mulher, eu fiquei excitado, e na mesma hra comecei a acariciar a calcinha de Thaís q estava ensopada, puxei pro lado e metia o dedo indicador enquanto assistíamos Bruno exibindo a rola, Thaís comandava feito uma puta:
- Bate uma aí
Ele obedecia
- Mostra o rosto pra eu ver se não é zoeira
Ele virava a câmera pra cara
Até Bruno falar:
- Cês vão ficar olhando por vídeo ou vão vir pra cá?
Thaís me olhou esperando uma aprovação, e disse:
- Vou desligar, já falo com vc
Thais e eu nos olhávamos incrédulos, eu sentia ciumes, mas muito desejo, mas queria mto ir, então aceitei, Thais foi colocar uma lingerie e nesse tempo o nervosismo me dominava, eu estava com mto ciumes, então pra eu não surtar com algo q eu quem procurei, tentei lembrar dos conselhos q li nesse site em outro conto, respirei fundo e fui, assim q tocamos a campainha, Bruno nos atendeu sem camisa, de bermuda, e com o volume visivelmente excitado, entramos, e ele já nos guiou pro quarto, acendeu um led e disse para relaxarmos, para fazermos entre nós q ele entraria quando estivessemos à vontade, eu chupava a buceta da Thaís enquanto ele olhava em pé ao lado da cama, a presença dele me incomodava, nunca transei na cama de ninguém, ainda mais com alguém olhando, mas estava tentando relaxar, fechei os olhos e me concentrei, quando relaxei um pouco, Bruno desceu a bermuda e a cueca, e ficou se punhetando enquanto nos assistia, eu estava extremamente desconfortável, meu desejo era parar e sair dali o mais rápido possível, mas quando olhei para o lado e vi o tamanho da rola q ele tinha nas mãos, minha espinha tremeu, eu ergui os olhos e Thaís olhava admirada, com a boca cheia d'agua, disfarcei e continuei a chupando por alguns minutos.
Quando finalmente parei de chupá-la, eu me deitei, tímido, Thaís se ajoelhou na cama e começou a me mamar, deixando o corpo inclinado, e o Bruno foi para trás da cama para admirar toda sua buceta, ele não havia encostado um dedo nela ainda, com poucas mamadas a Thaís me olhou preocupada, ela percebeu q meu pau estava meia bomba, enquanto ela tentava me animar, Bruno subiu pra cama atrás dela, começou a acariciar sua bunda e passar o polegar em sua buceta, ainda calado, eu via perfeitamente ele olhando obcecado para ela, e só de perceber q seu dedo já entrava na minha mulher e ela arfava de tesão, meus olhos encheram de lágrima.
O Bruno continuou com as carícias, mas quando me olhou, imediatamente ele tirou as mãos do corpo de Thaís, sorriu gentilmente e disse:
- Vão terminar isso em casa, outro dia eu participo
Thaís assentiu, com muita vontade de foder com ele, mas eles viram q eu não aguentaria ser corno, eu respirei fundo e insisti:
- Podem ficar tranquilos, eu só não to acostumado, por isso to assim
Bruno insistiu para que fossemos embora, gentilmente, então fomos, Thaís quase chorou, mas dessa vez não por vergonha, e sim de tristeza, ela queria ter experimentado aquela pica enorme, já em casa, deitamos, eu expliquei pra ela minha sensação e dps ela me contou a sensação de ter um homem diferente tocando em sua buceta, meu pau endureceu feito pedra, mas que porra! Acabamos fodendo, e eu prometendo q criaria coragem no dia seguinte.
No dia seguinte, mandei msg pro Bruno me explicando e me desculpando, e Thaís mandou uma msg provocativa dizendo o quanto estava com vontade, ele recebeu nossas msgs mas não nos respondeu, tocamos sua campainha dps de algumas horas e ele não atendeu, pelas minhas contas não era dia dele trabalhar, ele simplesmente sumiu, claro q a gente se culpou, cheguei a achar q ele estava em casa mas nos evitando, ele passou o dia inteiro sem nos responder, quando foi a noite, perto das 22h, ele respondeu:
- Opa, foi mal, eu precisei trabalhar hj de última hora e esqueci o celular em casa, demorei pra chegar q hoje foi num horário diferente, tá de boa, preocupa com nada disso, nossa amizade continua firme
- Vc deve estar cansado né man? A Thaís e eu íamos dar um pulo aí
- Podem vir, to cansado não
- Ok
Thaís me questionou umas 50x se eu estava certo disso, e eu estava em modo automático, só queria ser corno finalmente.
Fomos até o apartamento de Bruno, ele abriu a porta, sentamos no sofá, ele estava assistindo um jogo aleatório de futebol, ele nos tratou normalmente, como se nada tivesse acontecido, ofereceu um vinho que estava bebendo e aceitamos, foi a primeira vez que bebemos vinho, tanto eu quanto a Thaís, estavámos ansiosos, mas tudo começou com uma conversa casual, quando abordei o assunto mencionei q ele parecia experiente nessa área pela maneira q agiu ontem, ele riu e respondeu q já tinha saído com um casal da academia, mas q isso estragou a amizade pq o cara não se aguentou de ciumes e q por isso entendia oq aconteceu na minha mente.
Terminei de beber o vinho num gole só, criando toda a coragem q precisava e falei q estava pronto pra isso, ele não perguntou mais nada, só se assentou mais perto da Thaís, beijou seu pescoço e pegou em suas pernas, enquanto eu já acaricía seus peitos, nos levantamos e fomos pro quarto, dessa vez Bruno estava mais dominante, assim q Thais se deitou na cama, ele quem se encaixou em suas pernas puxando a calcinha pro lado e a chupando, ele lambia com muita vontade, eu estava duro, mas evitava olhar com medo de broxar, fiquei pelado e guiei meu pau até a boca da Thaís, ela mamava com muita vontade enquanto segurava os cabelos de Bruno, quando ele parou de chupá-la, veio guiando o pau do outro lado do rosto dela para ela chupar também, a insegurança foi forte, o pau dele era bem maior q o meu, mas Thaís virou o rosto de uma vez, abocanhando com muita vontade, ela não conseguia nem colocar até a metade, ela revezou a boca entre nossos paus, e a sensação dela me chupar dps de chupar o dele me deixava louco, fooi quando Bruno me disse para começar metendo nela, pois bem... ela deitada de barriga pra cima, eu com o corpo inclinado em cima dela enquanto metia, claro q deixei minha cabeça para cima, mas via perfeitamente Thaís se acabando de tanto mamar, Bruno segurava o rosto dela com carinho, hora ela chupava, hora ela deixava escapar e rodava a língua na cabeça, eu estava ainda desconsertado, mas era uma visão maravilhosa, meti firme na buceta dela q estava tão ensopada q meu pau escorregava pra dentro, até q me desencaixei pra Bruno poder fodê-la, ele pediu pra ela ficar de quatro, e na primeira entrada, ela agarrou os lençóis pelo tamanho da pica dele, eu inesperiente, perguntei pra ela se estava machucando, ela gemia com cara de sofrimento dizendo q não.
- Então oq vc tem q tá com essa cara de sofrimento?
Ela só me olhou com as sobrancelhas levantadas e expressão de sofrimento e gemeu: - Mmmmmmm
Aí eu entendi que era prazer, ela estava sofrendo, sendo q ele mal tinha começado, a insegurança começou a bater forte a cada estocada, o pau dele estava todo dentro dela e arregaçando a bucetinha da garota q estava comigo desde a adolescência, eu fui conferir... era tão grosso que os lábios dela acompanhavam o movimento, Bruno estava até devagar, enquanto eu olhava ele destruir a bucetinha de Thaís, ele me olhou nos olhos, e sussurrou:
- Relaxa mano, só aproveita o momento, vem cá foder sua mulher
Ele tirou o pau, extremamente babado, balançando de tão duro, eu tomei seu lugar e me encaixei na buceta de Thaís que agora parecia estar mais larga do que eu estava acostumado, estava muito molhada, eu sentia meu corpo tremer, mas não queria ser um babaca, comecei a foder, fui gostando da sensação de estar comendo ela dps da rola dele, mas ouvi um barulho molhado vindo de sua boca, quando olhei, Bruno estava ajoelhado na frente dela com ela chupando, e isso me deu uma vontade de chorar, pode parecer besteira, mas Thaís sempre teve nojo de chupar depois q metia em sua buceta, o sexo oral só acontecia antes da penetração, agora ela tava ali, mamando a piroca do Bruno sem falar nada, continuei metendo angustiado, aí falei tentando não falhar a voz:
- Vem cá mano, aproveita mais
Ele foi, eu fui com meu pau até a boca de Thaís para ver se ela faria o mesmo, e ela abocanhou sem pensar duas vezes, Bruno dessa vez metia mais forte, a Thaís precisava tirar meu pau da boca pra gemer de tão intenso q eram as bombadas, e isso me deixava cada vez mais puto, estava gostoso, mas pq ela estava se comportando assim?
Dps de alguns minutos, Bruno falou pra ela sentar em mim, eu me deitei, ela veio cavalgar, encaixou minha rola q estava já amolecendo, e me olhou preocupada, rebolava me encarando como quem dizia para eu reagir, mas meu semblante já era de tristeza, até q Bruno veio por detrás dela e disse:
- Será q cabem dois nessa bucetinha?
Thaís se assustou:
- Não, não tem nem como
Bruno só encaixou o pau dele na bct de Thaís, com uma certa dificuldade a cabeça dele entrou na bucetinha dela, e eu senti tudo com meu pau lá dentro, porra, q sensação estranhamente gostosa, mas o pau dele era muito grosso, estava dificil de se acomodar e a pressão começou a me machucar, então ele se deitou e disse:
- Vem cá, senta aqui, aí quando o meu tiver todo dentro o Lucas encaixa o dele
Obedecemos, e entrou até q mais fácil, os dois paus eram apertados pela buceta dela q deixava claro que não comportava tudo aquilo, mas a pressão era gostosa, o Bruno tinha poucos movimentos, por eu estar em cima conseguia dar umas estocadas melhor, mas metíamos quase q compassados, e isso salvou o menage.
Depois de um tempo metendo assim, me veio a vontade de gozar, e antes q eu explodisse ali, tirei, e fiquei só olhando ela sentando como uma puta naquela rolona, ela sentava com ódio, com muito tesão, enquanto só a mão de Bruno colhia toda sua nádega, ele era "o homem que ela precisava", depois de longos minutos fodendo, Bruno a pos novamente de quatro, voltamos para a posição em q Bruno metia e Thaís me chupava, eu não ia aguentar muito tempo e quando fui gozar Thaís recebeu tudo no rosto (ela não engole, mas deixa gozar na cara), agora ela ficava lá, dando pra ele com a cara melada de porra, não demorou muito e Bruno avisou:
- Eu vou gozar!
Eu sem nem pensar noq eu tava falando disse:
- Termina na cara dela tbm
Thaís se virou, ajoelhando na frente daquela picona, ele se punhetou rapidamente, e soltou o maior jato de porra q eu já vi na vida, deu um banho no rosto da Thaís, eram jatadas fortes, com um leite espesso, grosso, caralho... que cena pornográfica.
Thaís estava acabada, lavada de porra, Bruno insistiu pra ela tomar um banho, mas pela timidez ela só lavou o rosto, enquanto ela se limpava nós nos vestíamos, e me veio o sentimento de satisfação, Bruno nos acompanhou até a porta e Thais foi se despedir com um beijo na bochecha, ele a pegou num beijo na boca, foi só um selinho, bem demorado, mas foi na minha frente, claro que eu fiquei puto com isso, mas paciência...
em casa, Thaís estava acabado, dormimos sem conversar direito, no dia seguinte ela ria até do vento, e me contava com detalhes o quanto tinha amado ficar com o Bruno.
Nossas próximas aventuras eu conto na parte 2.
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Comentários (2)
King: Toma que seja real, pois foi uma história muito boa e bem contada, adorei! Seus sentimentos, muito humano, mas de quem sabe o que quer e não vai passar pela vida sem viver os prazeres possíveis, espero que tenham outras fodas maravilhosas como essa e que ela saiba recompensar você trazendo uma amiga numa próxima oportunidade para mais um ménage com muito tesão.
Responder↴ • uid:7lxwjxs6ziLucas: Que delicia de conto. Parabéns. Podem fazer muitas coisas ainda.
Responder↴ • uid:1cmb7o4lzzac