#Incesto

O banho da tia e o pau duro do sobrinho

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Luh

Ela só queria ajudar e dar banho no sobrinho engessado, mas encarar o pau duro do dele a deixou louquinha

Oiê, eu sou a Luh. 🙂

Essa história não é minha. Foi a Josilaine quem me contou, num desabafo carregado de vergonha e excitação, a maior aventura sexual da vida dela. Uma mulher comum, de 48 anos, que de repente se viu cuidando do sobrinho de 23 anos, com os dois braços imobilizados. O que começou como um banho necessário virou algo muito mais intenso, sujo e delicioso.

Eu ouvi tudo. Cada detalhe. Com atenção e tesão. Depois, dei o meu toque: transformei o relato em um conto voraz, molhado e sem pudor.

Agora tá aqui, bem servida pra você.

Tira a roupa, coloca a mãozinha onde está latejando e fica à vontade.

Esse conto não quer te convencer de nada… só te fazer sentir. E se te fizer gozar, melhor ainda.

(Nomes e lugares alterados para proteger o anonimato)

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Josilaine tinha 48 anos e carregava nas costas a vida inteira de Cuiabá: o divórcio que a deixou mais leve do que imaginava, o apartamento pequeno na rua de baixo, o salário apertado de auxiliar administrativa.

Quando o sobrinho sofreu o acidente de moto, ela não pensou duas vezes. Lucas, 23 anos, sempre fora o menino quieto e independente que morava sozinho no prédio da frente. Braços quebrados, ligamentos rompidos, duas cirurgias. Os médicos diziam que o direito talvez nunca voltasse ao normal. A mãe dele, irmã de Josilaine, mandava dinheiro quando conseguia da Europa, mas não podia voltar. Era ela ou ninguém.

As primeiras semanas foram de pura exaustão e carinho. Josilaine dava comida na boca, limpava a bunda dele, vestia as camisetas largas. O pior, e ao mesmo tempo o mais íntimo, era o banho. O banheiro pequeno, o chuveiro quente, o corpo jovem e musculoso do sobrinho nu, imóvel, dependente.

No primeiro dia, assim que a cueca boxer desceu pelas coxas, o pau dele subiu. Grosso, pesado, veias marcadas, a cabeça rosada inchando devagar até ficar completamente ereto, latejando no ar úmido. Lucas ficou vermelho até as orelhas.

— Tia... desculpa... eu não consigo controlar — murmurou, voz rouca de vergonha.

— Shhh. Tá tudo bem, filho. É natural. Você é jovem — ela respondeu, tentando soar calma enquanto o coração martelava.

Mas não era tão simples. Todo santo dia, o mesmo ritual. Ela ensaboava o peito largo, as costas definidas, descia pelas pernas. Quando chegava na virilha, o pau já estava duro como pedra, babando um fio transparente que escorria pela glande. Josilaine tentava ser profissional: pegava o sabonete, envolvia a carne quente com a mão cheia de espuma e lavava. Mas o movimento natural de subir e descer, a forma como o pau pulsava na palma dela, o jeito como Lucas respirava pesado, boca entreaberta... aquilo mexia com ela.

No começo era só constrangimento. Depois, algo mudou. Ela começou a demorar mais. Os dedos deslizavam devagar pela extensão grossa, apertando levemente a base, subindo até o prepúcio cobrir e descobrir a cabeça sensível. Lucas gemia baixinho, os quadris tentando se mexer sem conseguir. Os braços engessados pendiam inúteis.

Uma tarde quente de Cuiabá, o ar estava abafado. Josilaine estava de regata fina, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido úmido. Ela segurou o pau do sobrinho com as duas mãos — uma na base, outra massageando as bolas pesadas e cheias. Ele estava mais inchado que nunca, a glande brilhando, roxa de tanto tesão acumulado.

— Lucas... você deve tá doendo de tanto segurar, né? — a voz dela saiu mais baixa do que pretendia.Ele assentiu, olhos semicerrados.

— Todo dia, tia. Eu... eu sonho com isso. Sonho com sua mão.

A confissão bateu direto entre as pernas dela. Josilaine sentiu a calcinha molhar. Ela olhou para o pau latejando na sua mão, para o fio grosso de pré-gozo que escorria. Perdeu a cabeça.

— Quer gozar, meu bem? Deixa a tia cuidar de você.

Não esperou resposta. Apertou mais firme e começou a bombear de verdade. Devagar no início, sentindo cada veia, cada contração. Depois mais rápido, o som molhado da pele deslizando ecoando no banheiro pequeno. Lucas gemia alto agora, sem vergonha.

— Porra, tia... assim... sua mão é tão quente...

Josilaine sentia o próprio corpo reagir. Os seios pesados, a buceta latejando, um calor subindo pela barriga. Ela se ajoelhou um pouco melhor para ter ângulo, os joelhos no chão frio. Usou as duas mãos: uma masturbando o eixo grosso, o polegar roçando a cabeça sensível a cada subida, a outra apertando as bolas.

O orgasmo dele veio forte. Lucas arqueou o corpo como conseguiu, soltou um gemido gutural e gozou. Jatos grossos, brancos, quentes, acertando o ventre dela, a regata, o chão. Muita porra acumulada de semanas. Josilaine continuou masturbando devagar, ordenhando até a última gota, fascinada com a quantidade e a força dos jatos.Depois veio o silêncio. Só o barulho da água e as respirações ofegantes.

Naquela noite, deitada na cama, Josilaine não conseguiu dormir. A culpa chegava em ondas: "Sou uma pervertida.", "Ele é meu sobrinho.". Mas a buceta molhada e o tesão que sentia ao lembrar do pau pulsando na sua mão contavam outra história. Ela se masturbou pensando nele, gozando com o nome do sobrinho na

No dia seguinte, o banho foi diferente. Não houve mais fingimento. Assim que o pau dele endureceu, Josilaine olhou nos olhos dele.

— Quer de novo?

— Quero. Todo dia, tia. Por favor.

Dessa vez ela não se contentou só com as mãos. Depois de ensaboar bem, se inclinou e lambeu a glande devagar, sentindo o gosto salgado do pré-gozo. Lucas soltou um palavrão baixo. Ela abriu a boca e desceu, engolindo o máximo que conseguia. Chupou com fome, as bochechas afundando, a língua trabalhando na parte de baixo da cabeça enquanto a mão masturbava a base grossa que não cabia toda. O som obsceno de sucção enchia o banheiro. Quando ele avisou que ia gozar, ela não tirou. Engoliu tudo, gole após gole, sentindo o sobrinho tremer.

Com o passar dos dias, o ritual evoluiu. Josilaine começou a se tocar enquanto cuidava dele. Tirava a blusa, deixava os seios grandes e maduros à mostra. Esfregava a buceta molhada na coxa dele enquanto masturbava o pau grosso. Uma vez, sentou no colo dele na cadeira do banheiro, roçando a entrada da buceta na cabeça do pau sem deixar entrar — ainda. Só friccionando, sentindo ele latejar contra os lábios inchados.

— Tia... me deixa sentir você de verdade um dia — ele implorava, voz rouca.

— Calma, meu menino. A gente tem tempo. Três meses ainda.

A culpa ainda vinha, mas mais fraca. Josilaine se convenceu que era cuidado. Que ele precisava daquilo. Que ela também precisava. O corpo jovem e forte dele, o pau grosso e sempre pronto, o cheiro de homem jovem misturado ao sabonete. Ela descobriu um prazer que não sentia há anos.

Nas noites, depois do banho, Lucas dormia exausto e aliviado. Josilaine ficava na sala, às vezes com a mão dentro da calcinha, revivendo o dia. Sabia que quando os braços dele melhorassem, as coisas mudariam. Mas por enquanto, naquele apartamento quente de Cuiabá, o sobrinho dependente e a tia dedicada tinham criado um segredo sujo, quente e necessário. E amanhã teria outro banho.

Josilaine acordou com o corpo ainda latejando da noite anterior. Tinha gozado duas vezes se masturbando, os dedos encharcados lembrando da sensação pesada do pau do sobrinho na boca. A culpa ainda chegava, mas agora vinha mais lenta, quase preguiçosa, como se o desejo tivesse aprendido a empurrá-la para o canto.

Os dias se transformaram em uma rotina perigosa e deliciosa. De manhã, banho. À tarde, “higiene extra”. À noite, às vezes, uma terceira vez quando ele acordava duro e reclamando de dor nos testículos inchados. Lucas já não pedia mais desculpas. Pedia com a voz rouca:

— Tia, chupa ele hoje... quero sentir sua garganta.

Josilaine obedecia. Ajoelhava no chão do banheiro, os seios grandes balançando livres, e engolia o pau grosso até engasgar, baba escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando de esforço. Adorava o jeito como ele gemia “porra, tia Josi...” quando ela apertava as bolas cheias enquanto chupava. Gozava na boca dela quase sempre, e ela engolia tudo, lambendo depois para limpar cada gota.

Mas o desejo dela crescia. A buceta madura, que há meses só recebia os próprios dedos, doía de tanto tesão. Uma tarde, depois de um banho especialmente demorado, ela não aguentou mais.Tirou a saia e a calcinha molhada na frente dele. Lucas arregalou os olhos quando viu a buceta depilada, os lábios inchados brilhando de tesão.

— Tia...

— Quieto. A tia também precisa, meu bem.

Ela subiu com cuidado no colo dele, na cadeira larga do quarto. Segurou o pau grosso pela base e esfregou a cabeça quente entre os lábios da buceta, molhando toda a glande. Desceu devagar. Centímetro por centímetro. Sentiu a carne grossa abrindo ela, esticando as paredes internas que há tanto tempo não eram usadas. Quando sentou completamente, o pau enterrado até o fundo, os dois gemeram juntos.

— Meu Deus... você é tão grande dentro de mim — sussurrou ela, testa colada na dele.

Começou a cavalgar. Devagar no início, sentindo cada veia roçando dentro dela. Depois mais rápido, os seios pulando contra o peito dele, os gemidos enchendo o quarto pequeno. Lucas não conseguia abraçá-la, mas empurrava os quadris para cima como dava, fodendo de baixo. O som molhado e obsceno da buceta dela engolindo o pau ecoava.

Josilaine gozou primeiro, forte, apertando o pau dentro dela em espasmos. Gritou o nome dele. Lucas não aguentou e gozou logo depois, enchendo a buceta da tia com jatos quentes e grossos, tanto que escorreu pelas coxas dela.

A partir daquele dia, o sexo se tornou parte do cuidado. De manhã ele recebia boquete ou punheta. À tarde, quando o calor estava insuportável, ela montava nele e cavalgava até os dois gozarem. Às vezes ela virava de costas, empinando a bunda madura e sentando de novo, deixando ele ver o pau desaparecendo na buceta encharcada. Outras vezes deitava de lado, uma perna levantada, e deixava ele meter devagar, longo, profundo.

Ela falava coisas que nunca imaginou dizer:

— Goza dentro da tia, Lucas. Enche essa buceta de porra, meu sobrinho safado.

Ele respondia gemendo:

— Quero foder você todo dia quando eu melhorar... quero te comer de quatro, tia.

As semanas passaram. A culpa de Josilaine foi diminuindo. Ela se convenceu de que era afeto, era alívio, era necessidade mútua. Lucas, por sua vez, se apaixonou de um jeito perigoso. Olhava para ela com fome e carinho ao mesmo tempo.

Numa noite, quase no final do segundo mês, ele conseguiu mexer um pouco os dedos da mão esquerda. Os médicos comemoraram. Josilaine sentiu um aperto no peito. Em breve ele não precisaria mais dela daquele jeito.

Na última semana antes da retirada completa dos gessos, ela decidiu dar algo especial. Preparou o quarto com lençóis limpos. Deitou Lucas na cama, subiu nele e cavalgou devagar, sensual, olhando nos olhos dele o tempo todo. Os seios balançando pesados, a buceta molhada engolindo o pau inteiro.

— Goza bem fundo hoje — pediu ela. — Quero sentir você me enchendo.

Quando ele gozou, Josilaine gozou junto, tremendo, beijando a boca dele com desespero. Ficou parada em cima, sentindo o pau amolecer devagar dentro dela, a porra

No dia seguinte, os gessos saíram. Lucas ainda estava fraco, mas conseguia mover os braços. O fisioterapeuta viria em casa. A rotina sexual diminuiu naturalmente. Ele ainda pedia, e ela ainda dava — boquetes rápidos no banheiro, uma rapidinha quando a mãe ligava de vídeo e eles fingiam que estava tudo normal.

Meses depois, Lucas já caminhava sozinho. Conseguia se masturbar, mas nunca era a mesma coisa. Às vezes, tarde da noite, ele batia na porta do quarto da tia.

— Só hoje, tia Josi... tô com saudade.

E ela abria. Deixava ele chupar seus seios maduros, deixava ele foder ela de lado, devagar, sentindo o pau grosso entrar e sair. Depois ele gozava dentro, gemendo baixinho no ouvido dela.

O segredo nunca foi contado. A mãe de Lucas nunca soube. Josilaine carregava a culpa misturada com um calor secreto toda vez que via o sobrinho. Lucas, por sua vez, nunca mais olhou para outra mulher do mesmo jeito.

Em Cuiabá, no apartamento simples da rua de baixo, tia e sobrinho mantinham um pacto silencioso: o que aconteceu no tempo da dependência total ficou entre eles. Um cuidado que virou desejo. Um desejo que virou laço proibido e profundo.

E, de vez em quando, quando o calor apertava e a casa estava vazia, ainda havia banho juntos. Só que agora, sem gesso. Com as mãos livres dele apertando a bunda dela enquanto a fodia contra a parede do banheiro, água escorrendo pelos corpos suados e satisfeitos.

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Essa história é real. Não minha — da Josilane, que confiou em mim pra colocar no papel e contar isso para o mundo.

Estou experimentando uma nova forma de escrita, explorando opções narrativas. Comenta aqui o que achou.

Se você tem uma história quente, real, inventada, um segredo, um desejo, um caos que merece virar conto... me manda. Eu escrevo pra você também. (t.me/LuziCE) (Mas se comportem, a Luh não é bagunça, se não desativo de novo)

Porque todo tesão que é vivido merece ser contado. E bem contado. 🔥✍️

P.S.: Tô sabendo que tem outra Luh na área!! Mas quem me conhece sabe meu estilo de escrita, conto com vocês!!! 😘

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Luh #Incesto

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