#Gay #Teen

Arrombado pelo pedreiro

3.2k palavras | 2 | 4.85 | 👁️
Léo-sp

Empinei a bundinha, e a pressão foi contínua. Senti meu buraquinho se abrindo, e me agarrei nos sacos empilhados.

Meu pai tinha comprado um terreno há alguns anos, ele juntou dinheiro, e resolveu sair do aluguel, decidiu construir nossa casa.
A idéia era construir um sobradinho no fundo do quintal, e depois construir um sobrado maior na frente. O terreno já estava pronto, assim como o alicerce do sobradinho.
Um amigo do meu pai, indicou um pedreiro bom, e na negociação de preços, meu pai ofereceu fornecer o almoço para conseguir um desconto.
Acordo feito, e eu fiquei com a tarefa de levar o almoço para o pedreiro.
Bom gente, me chamo Leonardo, sou branco, e nessa época, tinha acabado de completar 14 anos. Por ser baixinho, me chamavam de Leozinho.
Nossa casa seria construída há seis quarteirões de distância, de onde estávamos morando. Eu chegava da escola, almoçava, e logo em seguida, levava o almoço para o pedreiro. Carlos era o nome dele.
Carlos era moreno, pernambucano, tinha 40 anos, grandão, forte, devia ter 1,80m.
Enquanto ele almoçava, eu ficava por ali, esperando, para levar as coisas de volta. Carlos era bom de papo, sempre rolava um assunto.
Bem, já estava há umas três semanas nessa rotina, aí, teve um dia que o pessoal da vila marcou um jogo contra, e esse jogo era no horário que eu levava o almoço.
_Mãe....o pessoal marcou um jogo hoje, vou levar o almoço, e não vou esperar, vou voltar, jogar, e mais tarde volto lá para pegar as coisa tá bom?
_Tá..filho...só não esquece de voltar lá...aqui em casa não tem outro potinho, e não quero mandar no prato...
Deixei o almoço com o Carlos, expliquei a situação, e saí, fui jogar bola.
Ao chegar no campinho, fiquei feliz ao ver o Daniel.
_Caramba...quanto tempo...saiu do serviço? Perguntei.
_Não...não...estou bem lá....é que os caras não pagam hora extras, é banco de horas, fiz tanta hora extra esses dias, que já tenho um dia de folga.
Bem, Daniel jogou para o nosso time, e depois do jogo, ficamos conversando, ainda ali no campinho.
Um tempinho depois, Daniel me fala:
_Leozinho...tô sozinho em casa, o que você acha da gente ir lá agora?
Acabei rindo, e topando na hora. Nos despedimos dos outros garotos, e fomos para a casa dele.
Aqui, vou abrir um parênteses, pra explicar rapidamente minha relação com o Daniel.
"Há pouco mais de um ano, tinha feito meu primeiro troca-troca, e como gostei da brincadeira, sempre dava um jeito de chamar o Valdir para a gente repetir. Valdir era moreno, e tinha a mesma idade que eu. Pena que logo ele se mudou da vila.
Um tempo depois, numa brincadeira na vila, Daniel me deu uma encoxada, e eu ri. Pronto, ele passou a tarde toda falando que queria me comer. Eu ria, achando que ele estivesse brincando, mas Daniel disse que era sério. De tanto insistir, acabei topando, mas disse que só se fosse um troca-troca. Daniel topou, e fomos para a casa dele.
Daniel era um ano mais velho que eu, era mulato, e tinha o pau maior que o do Valdir.
Confesso que adorei quando senti o pau dele alargando meu canal, eu gemia bastante.
Daniel já gozava, e fiquei sem palavras quando ele encheu meu cuzinho de porra...nossa, foi sensacional. Enquanto a porra escorria, ele elogia minha bundinha.
Marcamos de repetir no outro dia, depois no outro, e quando nos demos conta, estávamos fazendo quase todos os dias da semana. Aos poucos, fomos nos posicionando em nossos devidos lugares. Eu fui passando a ficar mais tempo de quatro, com a bundinha empinada...e logo, já não era mais troca-troca, eu tinha me transformado na putinha do Daniel. Aprendi a chupar sua rola, a beber seu leitinho, virei uma putinha completa. Chegava em casa com o anelzinho ardendo e a bundinha vermelha de tanto tapa que ele me dava...mas eu adorava.
Antes do final do ano, Daniel arrumou um emprego, mudou de horário na escola, e nos distanciamos.
Sem confiança em nenhum outro garoto da vila, meus desejos foram adormecendo."
Por isso, quando ele me chamou para ir à sua casa, não titubiei, aceitei na hora...e seis meses depois, voltava a levar rola no rabo...foi bom demais, ele me fodeu muito naquela tarde, gozamos bastante.
Na saída, prometemos que assim que possível, repetiríamos.
Mais leve, caminhei para casa.
_Puta que pariu...a marmita do Carlos...
Já estava escurecendo, e sai correndo para buscá-la.
O portão ainda estava aberto, acho que o Carlos ainda estava por lá. Pensei.
Fui caminhando, e ouvi barulho de água, achei estranho, passei a imaginar que tivesse alguém no quintal. Me aproximei com cautela, e em seguida o susto.
Carlos estava pelado, embaixo de uma engenhoca armada entre a casinha de ferramentas e a casa em construção, tomando banho.
Uma mangueira jogava água numa lata grande, que furada embaixo, a derramava sobre o corpo nú do pedreiro. Fiquei boquiaberto, o pau dele era enorme.
Foram segundos em transe, quebrado pelo movimento do pedreiro, que acabou notando minha presença ali.
_Eu...eu...só vim pegar as coisas tá? Falei todo desconcertado.
_Tudo bem...aproveita e fecha a torneira no tanque...eu já acabei. Disse Carlos, deixando a água cair para tirar o sabão da sua rolona.
Saí apressado, sem nem olhar para trás.
Até o final daquela noite, a imagem da rolona do Carlos não saiu da minha cabeça.
Durante a aula no dia seguinte, fiquei imaginando com que cara eu iria aparecer lá na construção.
Todo envergonhado, cheguei com o almoço do Carlos, meu rosto queimava.
_Aconteceu alguma coisa? Seu rosto tá vermelhinho. Disse Carlos ao me ver.
_Não é nada...às vezes fico assim.
Carlos conversava normalmente, como se nada tivesse acontecido. Me perguntou se tínhamos ganhado o jogo, e falamos um pouco de futebol. Fui relaxando, e aos poucos fui falando mais também.
Quando faltavam algumas garfadas, ele virou e falou:
_Você gosta de ver homens tomando banho?
Meu rosto ficou vermelho novamente.
_Não...não...é que eu ouvi o barulho e não sabia o que era...pensei que alguém tivesse entrado aqui. Falei gaguejando.
Carlos sorriu...deu mais duas garfadas e perguntou:
_Já tinha visto uma "jeba" desse tamanho?
Deu nó na minha garganta. Gaguejei, e quase não respondi:
_Não...quer dizer...nem vi...estava escuro, não reparei nisso....
Carlos terminou, eu peguei os potinhos, e fui colocar as coisas na sacola, queria sair logo dali, estava morrendo de vergonha.
Afoito, juntava tudo, doido para sair dali, quando Carlos falou:
_Vem cá...vem ver agora... de pertinho...
_Ver o....que....nossa...
Carlos tinha colocado a rola para fora. Estava dura, e maior e mais grossa que o dia anterior.
Paralisei, olhando fixamente para a rolona.
_Vem cá...chega aqui pertinho. Disse ele.
Me sentindo atraído, me aproximei, e sentei ao seu lado.
_Dá uma pegadinha...ela não morde não...
Hesitei, e ele pegou minha mão, e a levou até o seu pau.
Nossa...era bem grossa, quente, e pulsava na minha mão. Não resisti, e comecei a acariciá-la, e logo em seguida, eu já estava masturbando.
Carlos abriu o botão, e abaixou a calça, até sua coxa. Nossa...o saco era enorme também.
Meus olhos brilharam, parecia uma criança quando ganha um brinquedo novo.
Enquanto manipulava o seu pau, Carlos começou a me fazer um cafuné. Minutos depois, notei que sua mão pressionava levemente minha cabeça para baixo...acho que entendi o que ele queria, e deixei que me guiasse.
Tal como imaginei, ele foi direcionando minha boca para o seu pau. Tive um pouco de dificuldade, mas consegui abocanhar, e passei a mamar aquela rolona.
_Uhhhh...que gostosinho...ahhh...pelo jeito o safadinho já sabe fazer né??
Por uns dez minutos eu me deliciei, subindo e descendo a boca na sua rola, e mesmo enfiando menos da metade na boca, levei o homem ao orgasmo.
_Uhhhh....ahhhh...deliciaaaahhhh...tá na hora do seu leitinho...ahhh...
O pintão tremeu na minha boca, e soltou um jato muito farto, e quente. Eu não esperava tanto, acabou vazando. Dei conta dos outros jatos, depois desci a boca até seu saco, para recuperar o que tinha escapado. Limpei tudinho.
_Uhhh...caralho...você com essa cara de santinho...mas no fundo no fundo é uma putinha bem safada...volta mais tarde para a gente continuar a brincadeira. Disse ele.
_Não sei...às vezes minha mãe pede para fazer alguma coisa. Falei, sem soltar sua rolona que ainda estava dura.
_Ah vai...dá um jeitinho...volta aqui...
_Tá...vou ver...só não fala nada para o meu pai tá?
_E porquê eu iria fazer isso?
_É...tem razão...deixa eu ir...tchau...
Nunca imaginei que fosse sentir atração por um homem, mas aquele pintão não saiu mais da minha cabeça, cheguei em casa, e me acabei na punheta.
Ansioso, para brincar novamente com o pintão, até pensei em nem ir para a rua, e ficar esperando até mais tarde, mas aí, minha mãe poderia desconfiar. Fui para a rua.
Fiquei desatento em todas as brincadeiras, os meninos chegaram a chamar a minha atenção, até que arrumei uma desculpa, e saí. Fiquei um tempo sentado, vendo eles brincarem, e então, me levantei, e fui ver o pedreiro.
_Já? Disse ele ao me ver chegar.
_É...acabou a brincadeira, e se eu voltasse para casa, acho que minha mãe não ia me deixar sair de novo...
Ele riu, e falou:
_É..ia começar a fazer uma massa...mas acho que ela pode esperar...
Todo sorridente, Carlos caminha até uma pilha de sacos de cimento, se escora nela, abre a calça, e a deixa cair, até os tornozelos.
_Vem cá. Pediu.
Atraído pelo seu pêndulo, me aproximo, e me ajoelho à sua frente.
Delícia, peguei, chupei, babei, fiquei esfregando no rosto, até que ele pediu para que eu me levantasse.
Ele me virou de costas, arrancou meu calção, e me abraçou, prensando seu pintão na minha bunda.
Em meio ao esfrega esfrega, Carlos me posiciona na pilha de sacos de cimento, coloca suas mãos por baixo da minha camiseta, e roça suas mãos ásperas nos meus mamilos. Meus gemidos aumentam, e meu coração bate acelerado.
Suas mão puxam minha camiseta, na intenção de tirar de mim.
_Vai me deixar pelado aqui? E se aparecer alguém?
_Relaxa...não vem ninguém aqui...
A parede da frente da casa, já estava um pouco levantada, não estávamos à vista, mesmo assim estava com medo que aparecesse alguém.
Esse medo passou, quando suas mãos passaram a desfilar pelo corpo, quando sua boca passou a tocar meu pescoço...eu estava entregue.
Beijos, carícias, e lentamente minhas pernas vão se abrindo, até que a cabeça da sua rola penetra meu reguinho, e encosta no meu cuzinho, que piscava sem parar. Carlos dá duas cutucadinhas, e eu falo:
_É muito grosso...
_Eu sei...eu sei...sabia que você voltaria, e fui ali na farmácia comprar um negocinho para ajudar.
Carlos se abaixou, e pegou no bolso da sua calça, uma bisnaguinha, era um gel lubrificante. Ele lambuzou o dedo, e enfiou no meu cuzinho. Eu estava com tanto fogo, que nessa dedada, acabei gozando.
Já com o pau lambuzado, ele volta a encaixar a cabeça no meu cuzinho.
Um misto de ansiedade e aflição toma conta de mim. Queria aquela rolona dentro de mim, mas era muito grossa.
Empinei a bundinha, e a pressão foi contínua. Senti meu buraquinho se abrindo, e me agarrei nos sacos empilhados.
_Aiiiiii...
_Calma...calma...relaxa...
A cabeça já estava alojada, minhas pernas tremiam, e ele se segurava firme, apenas dizendo que o pior já tinha passado, só tinha que relaxar.
Imóveis por um breve periodo, ele pergunta:
_Ainda está doendo?
_Não...não...mas não mexe por favor...
Carlos soltou minha cintura, e suas mãos voltam a deslizar pelo meu corpo. Apertões na bunda, tapas, carícias, e elas se deslocam até meus mamilos. Mais apertões e carícias, e meu corpo vai relaxando.
Enquanto aperta meus peitinhos, Carlos mordisca minha orelha, e "suga" meu pescoço. Nesse momento, sinto pau entrando, lentamente.
Relaxado, cheio de tesão, com o pau estourando de duro e sem sentir dor, fui sentindo cada milímetro entrando. Demorou, mas as bolas colaram na bunda.
_Uhhhh...caralho...puta que pariu...ahhh... entrou tudinho...21cm garoto...21cm...tá tudo enterrado...que cuzinho gostoso..apertadinho, quentinho..ahhhh. Comemorava Carlos.
_Nossa...nem acredito. Falei gemendo, agarrado aos sacos de cimento.
Carlos me abraça forte, e força, como se quisesse enfiar as bolas também. Ficamos assim por vários segundos, bem agarradinhos, até que ele tira um pouquinho a rola, e enfia de novo, bem devagar. Sem ouvir reclamação da minha parte, ele foi aumentando o ritmo. Não demorou muito, e ele já tirava quase que a rola toda, e socava novamente. Impossível não gemer alto, mas não estava doendo, era tesão mesmo. Estava me sentindo todo aberto.
Carlos meteu por alguns minutos, e anunciou o gozo. Nesse momento, ele passou a socar mais forte, as bolas estralavam na minha bunda, ele deu alguns tapas fortes nas minhas bandinhas, e cravou a rola de um jeito, que pensei que fosse me atravessar. Os jatos vieram muito fortes, pareciam estar sendo depositados no meu estômago. Prensado entre ele e os sacos de cimento, acabei gozando também. Minhas pernas ficaram bambas.
_Ahhhh...essa foi só a primeira...ahhh... aguenta que tem mais. Disse ele ao meu ouvido.
O pau ainda estava duro, e o vai e vem recomeça.
A porra que escorria, queimava minha beiradinhas.
_Passa mais daquele "negócio" tá queimando tudo. Pedi.
Carlos passou mais lubrificante, e voltou a socar.
Aquele homem maltratou meu cuzinho com sua rola gigante, foram mais 20...25 minutos levando surra, sem pausa. Só aí, ele gozou novamente.
Exaustos, corpos suados, ficamos engatados recuperando o fôlego.
Quando ele tirou a rola do meu cú, quase não consigo ficar em pé. Minhas pernas bambas, estavam lavadas de porra que escorria sem parar.
Passei a mão no meu cuzinho, e fiquei assustado com o buraco aberto.
_Calma...ele fecha depois. Disse.
_Tô só o pó. Falei.
_Cansei também...vamos ali tomar um banho...
_O quê? Banho gelado? Naquele negócio?
_É...tá calor, e ajuda a recuperar as energias... vamos lá...
Ele acabou me convencendo. Abriu a torneira, e caminhamos pelados para a parte de fora da casa.
Estava calor, mas a água gelada, quando caiu no corpo, despertou por completo. Carlos pega o seu sabonete, e fica passando pelo meu corpo, dando uma atenção especial ao meu cuzinho.
_E aí? Não melhorou?
_Nossa, na hora que a água cai, é muito gelada, agora já está legal...
Cuzinho lavado, e ele fica apalpando, apertando minha bundinha. Seus dedões abrem minha bandinhas, e fiquei assustado, achando que ele fosse enfiar a rola, sem o lubrificante, mas ele fez algo muito louco, ele se agachou, e meteu a lingua no meu cuzinho, chegou a me penetrar. Meu pau ficou duro na hora, e eu fiquei doidinho. Na pontinha dos pés, estava quase derrubando a parede do quartinho de ferramentas de tanto tesão que fiquei. O homem me fez gozar com a língua no meu cú.
Carlos se levanta, e me abraça, sinto seu pau meia bomba colado na bunda. Ele, então, me vira de frente, e me dá o sabonete.
_Sua vez. Disse.
Passo o sabonete no seu peitoral, vou descendo, e logo, estou ensaboando o seu pau, que fica duro. Ele geme e fala:
_Agora, passa a linguinha aqui(ele apontou para os seus mamilos) bem devagarinho....
Deixei o sabonete de lado, e fiz como ele falou, e o homem passou a soltar os gemidinhos.
Mamei seus mamilos, por um tempo, e ele pediu para ir descendo bem devagar.
Novamente obedeci, e fui descendo, até chegar no seu pau. Aí, ele não precisou dizer mais nada. Abocanhei, e passei a mamar.
Já nem me incomodava com a água fria que caía, mamava sua rolona com gosto.
Carlos segura minha cabeça, e suavemente, fode minha boca, até que...
_Ahhh...ahhhh...vou gozar....
Em seguida, minha boca é inundada pelo seu líquido esbranquiçado. Dessa vez não foi tão volumoso, dei conta com facilidade.
Terminamos o banho, e fomos nos arrumar.
Antes de colocarmos as roupas, Carlos me puxou, e me fez cair sentado no seu colo.
_Adorei viu...se quiser voltar amanhã...eu vou estar por aqui...tá bom? Disse ele, acariciando meu rosto.
_Não vou atrapalhar?
_Claro que não...
O que posso dizer é que não voltei só no outro dia...até terminar a obra, que durou quase dez meses, fui várias vezes lá.
Aquele nordestino era muito porreta, mesmo casado, ele passou a me foder quase todos os dias de serviço.
Chegava em casa todo feliz, com a bundinha todo avermelhada de tantos tapas que levava, e o cuzinho ainda cheio de porra.
Em meados de novembro daquele mesmo ano, o sobradinho foi entregue, Carlos se foi, e nunca mais o vi...

Comentários (2)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Mato Grosso 7: Meu adorei ficou muito bom conta mais

    Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y
  • T. amnonico: Delicia de obra. Com certeza aprendeu muito com o Pedreiro,

    Responder↴ • uid:1e9edkpyhxw6