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O marido da minha mãe - meu macho - a familia toda fodendo em segredo

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O ano era 1990, eu tinha acabado de completar 14 anos.
Eramos eu, minha mãe, uma mulher comum, corpo normal, o que era comum naquela época. Suas curvas eram sensuais, peitos medios cabelos longos castanhos.
Eu não era filho único. Tinha o meu irmão Jorge, 23 anos, forte de academia, estudante de educação física numa faculdade em uma cidade distante. Sua pele era um pouco mais morena que a minha, eramos filhos de pais diferentes. Mesmo não sendo muito alto, Jorge, meu irmão, era muito bonito e atlético.
Mas, em casa moarávamos só eu, minha mãe e meu padrasto, terceiro maido da minha mãe.
Meu padrasro era um homem corpulento de uns 50 anos nessa época. Não era musculoso, mas era forte por causa do trabalho pesado, com um pouco de barriga de cerveja e um pouco acima do peso, oque também lhe dava pernas e braços grossos. Meu padrasto tinha cabelo e barba grisalhos e pelos no peiro, barriga, pernas e braços. um pelo escuro e enroladinho.
Ele já estava casado com minha mãe há uns 5 anos, então, desde os 9 anos eu convivia com ele. Conviviamos muito bem aliás.
Mas foi no ano de 1990 que minha vida mudou. Na verdade, a vida da nossa família mudou totalmente naquele ano.

Me chamo Ivan, e aos 14 anos eu era levemente gordinho, na verdade um falso magro. Mas eu era baixo, meio infantilizado e bem inocente. Enquanto os meninos da mesma idade viviam atrás de bola e já falavam de namoradinhas, eu ainda colecionava meus carrinhos e albuns de figurinhas.
Eu era um menino bonito, do tipo que chamava atenção dos homens safados. Várias ocasiões já tinham acontecido no banheiro do clube, no sítio do meu avô e até com um professor na escola.
Mas nunca chegaram ao ato em si.
Minha maior experiência sexual aos 14 anos, foram os troca-trcas com alguns primos muitos anos antes. Mas isso eu não posso contar aqui.

Eu sabia que minha mãe o Meu padrasto tinham uma vida sexual bastante ativa.
Faziam sexo praticamente todas as noites. Barulhos, gemidos e até gritos de dor faziam parte da nossa realidade.
Eles não se importavam com a minha presença na casa. Mesmo sendo uma casa de dois quartos com um único banheiro dentro de casa. E esse é um detalhe importante.
A casa tinha a entrada por uma varanda, entrando na sala, onde tinha a porta do quarto da minha mãe. da sala pra cozinha tinha um corredor, e nesse corredor o banheiro. Então, o banheiro ficava entre a sala e a cozinha. E nesse corredor, bem de frente pra porta do banheiro, ficava a porta do meu quarto. Etre os dois quartos, apenas uma parede.

A descrição da casa é importante porque foi assim que as coisas começaram.
Nos anos anteriores, minha mãe e meu padrasto eram mais discretos, menos barulhos, menos movimentação. Mas, naquele ano, coisas estranhas começaram a acontecer.
Os barulhos do sexo sempre terminavam com urros do meu padrasto. Algo que poderia ser assustador, mas era muito excitante. No meio dos urros, meu padrasto sempre anunciava que ia gozar, não se importava de falar isso cada vez mais alto. Até parecia que estava anunciando pra eu ouvir.
Muitas vezes eu ouvia ele dizendo pra minha mãe engolir tudo. E eu já entendia que ele estava gozando na boca dela.

Eu me masturbava loucamente e gozava em silencio no meu quarto.
Mas cada vez mais, minha curiosidade aumentava, a vontade de ver alguma coisa, assistir os dois, e até participar, mexiam com minha imaginação infanto-juvenil.
Eu sempre ouvia um deles indo ao banheiro.
Ficava observando cada barulho, e a mijada grossa mostrava que era meu padrasto.
Nunca ouvi ele fechar a porta do banheiro.
Mas quando ele voltava pro quarto deles, ele sempre parava na frente da minha porta, ficava um pouco e depois seguia seu caminho.
Algumas vezes ele chegava a abrir a porta do meu quarto. Eu fingia dormir e sentia ele me olhando por um tempo antes de ir pro seu quarto.

As coisas avançaram. Meu padrasto decidiu que luz do corredor deveria passar a noite acesa e sugeriu que eu dormisse de porta aberta, como eles também dormiam.
E assim foi acontecendo. E já na primeira noite, minha porta aberta, a luz do corredor acesa, a porta do banheiro aberta e minha cama numa posição que me fazia ver o vaso sanitário e o chuveiro no fundo do banheiro.
Mais uma noite de sexo barulhento entre os dois. Naquela noite eles pareciam querer chamar minha atenção, me manter acordado. E eu assim estava.
Meia hora ou mais de sexo entre os dois e eu já havia gozado na minha punheta. Mas algo estava diferente. O clima era tenso e eu estava trêmulo.

Escutei os passos indo ao banheiro. Era meu padrasto.
Apesar da luz do corredor acesa, munha cama estava na sombra, por isso, eu fiquei de olhos abertos, esperando ele chegar no banheiro enrolado na toalha ou de cueca.
Mas ele estava nu. Seu corpo nu parecia ainda maior. Homem grande, peito peludo, pernas grossas e bunda peluda.
Eu vi esse detalhe quando ele entrou no banheiro, ficando de costas pra mim.
Mas parou de frente pro vaso sanitário, de lado pra mim. Meus olhos fixaram no seu membro.
Estava meio rígido, apontando pra baixo. Cabeça grande e brilhante exposta. Era enorme. Hoje calculo uns 19 cm. Com uma grossura impressionante.

Era a primeira vez que eu via meu padrasto pelado. E ele começou a mijar. Jato forte e ele relaxando, olhava pro alto e fechava os olhos.
Quando terminou, balançou o membro e começou a mexer devagar, esvaziando toda a urina. Mas seus movimentos pareciam provocativos e me deixaram de pinto duro.
Meu padrasto mexeu nas bolas grandes dentro daquele saco enorme e começou a olhar na minha direção.
Com medo dele perceber que eu estava olhando, fechei os olhos e fingi que estava dormindo.
Escutei a descarga, os passos e senti ele entrando no meu quarto.
Eu tentei fingir que estava dormindo, mas ele ficou bem perto de mim. O cheiro da rola, porra e sexo eram viciantes.
Meu padrasto passou a mão no meu rosto nun gesto de carinho e eu suspoirei. Mas aindo fingia dormir.
Seu carinho desceu até o meu corpo, eu deitado de lado, seus dedos rodearam meur mamilos por um tempo e depois sua mão foi até o meu quadril, alisou minha bunda por cima do shorts de dormir.
De forma muito habilidosa, ele enfiou os dedos pelo elástico do shorts e levou a mão na minha bunda, acariciando com leveza, mas sem medo de me acordar.
Eu estava estático, não sabia o que fazer. Apenas acreditava que estava fingindo dormir, mas provavelmente eu nem respirava.
Numa rápida abrida de olhos eu vi sua rola. Estava dura e era enorme. Estava muito perto do meu rosto e não sei se ele percebeu que eu olhei.
Ele tirou a mão da minha bunda, se aproximou mais de mim, se abaixou um pouco e passou a cabeça da rola no meu rosto. Estava melada e com cheiro forte de gala, que eu ainda não conhecia, pois eu ainda não tinha aquela reação natural.
Ele continou passando a cabeça no meu rosto e passou na minha boca. Primeiro como se fosse um batom, depois forçando um pouco no meio dos lábios, e eu deixei entrar entre os lábios, senti o sabor forte daquele melado e conforme ele forçou mais eu deixei minha boca abrir e a cabeça grande daquela rola entrou toda na minha boca.
Mesmo eu tentando fingir que estava dormindo, acabei passando a língua na cabeça e degustando sua gala.
Pareceu uma eternidade, mas foi tudo muito rápido. Meu padrasto tirou a rola da minha boca, acariciou meu rosto, chegou o rosto perto do meu ouvido e sussurou:
- Hoje é da sua mãe, mas depois eu vou cuidar de você. Dorme bem meu anjinho!
Deu um beijo no meu rosto e foi embora pro quarto deles.
Meu coração já estava muito acelerado, meu pintinho de 14cm duro como pedra e do meu quarto eu ouvi quando ele chegou na cama deles e minhamãe perguntou:
- Deu leitinho pro nosso filhinho?
E meu padrasto respondeu que ainda não, mas ia me alimetar com muito leite.
Naquela noite eu tive dificuldade para dormir. Eu não sabia entender se aquilo era certo ou errado. Eu não sabia se era correto eu ter ficado tão excitado com o marido da minha mãe. Saber que minha mãe queria que meu padrasto me desse leite de homem também era confuso.

No dia seguinte todos acordamos cedo. Eu tinha escola e els tinham que trabalhar. Durante o café da manhã tudo parecia normal demais, como se nada tivesse acontecido na noite anterior.
Como de costume, meu padrasto me deixou na escola de carro e foi pro seu trabalho. Durante o caminho da escola ele agiu normalmente. Chegando na frente da escola ele parou o carro e antes de eu abrir a porta ele colocou a mão na minha coxa e me disse.
- Quando você chegar da escola toma um banho bem gostoso e descansa bastante.
Só isso, mais nada. E eu não consegui prestar atenção nas aulas. Meu melhor amigo, o Bruninho, percebeu que alguma coisa estava errada e ficou me enchendo o saco. Mas eu não via a hora de ir pra casa.
Fiquei de pinto duro várias vezes e precisei esconder isso.

Cheguei em casa, almocei, tomei um belo banho e claro, bati uma punheta pensando em tudo aquilo.
Nesse período, eu ficava sozinho em casa. O tempo não passava e eu não parava de pensar no que aconteceria mais tarde.
Minha mãe e meu padrasto chegavam depois das seis horas. Parecia uma eternidade.
E por volta das três horas da tarde eu ouvi o carro do meu padrasto parando na frente de casa.
Meu coração disparou na hora. Corri e sentei no sofá. Nem liguei a televisão, só fiquei ali sentado mesmo.

Ele entrou em casa, me viu no sofá e cumprimentou normalmente. Eu apenas respondi.
Meu padrasto foi até a cozinha, deixou umas sacolas, bebeu um copo de água e foi pro banheiro.
Escutei ele mijando, escutei a descarga e ele entrou no banho, ligou o chuveiro, mas deixou a porta aberta.
Meu coração ia sair pela boca. Eu queria ir até a cozinha beber água, só pora passar na frente do banheiro e ver o que ele tava fazendo.
Imaginei que ele tava batendo punheta, mas não tinha coragem de me levantar. Fiquei lutando com minha vontade e o medo da reação dele.
Acho que demorei muito pra me decidir, e fui surpreendido. Meu padrasto me chamou e pediu pra eu pegar uma toalha pra ele no quarto.

Eu me levantei pra ir até o quarto, passei pela porta do banheiro e dei uma olhada rápida e com medo na direção do chuveiro. Praticamente não vi nada, só tive a certeza que ele estava pelado.
Voltei com a toalha e feito uma criança boba, fiquei atrás da parede e estiquei o braço pra dentro do banheiro oferecendo a toalha pra ele.
Ele riu e disse que eu tinha que entrar pra entregar a toalha. Era tudo que eu queria ouvir.
Entrei no banheiro com a intensão de não olhar. Mas não deu. A primeira coisa que eu fiz foi olhar na direção da rola dele.
Estava rígida, mais dura que na noite anterior quando ele mijou. Mas não estava totalmente dura.
Uma rola de pele escura, cheia de veias, cabeça exposta e roxa, de ponta arredondada. Um saco enorme, de segurar com as duas mãos. Tudo combinando perfeitamente com seu corpo troncudo e peludo.

Meus pensamentos voaram. Me perguntei como minha mãe aguentava tudo aquilo?
Mal sabia que eu tmabém iria aguentar, ou não.
Meus pensamentos foram interrompidos com o barulho do box abrindo e ele pegando a toalha da minha mão.
Voltei a ficar tenso, mas eu ja estava com o pinto duro, e ele percebeu.
Perguntou se eu já tinha tomado banho, eu respondi que sim. Ele me olhou e questionou se eu tinha tomado banho direito. Eu apenas respondi que acho que sim, de forma meio inocente e confusa.
- Então tira a roupa e entra aqui pra tomar um banho de verdade. Eu vou te ajudar.
Quando meu padrasto disse isso eu fiquei vermelho, mas ele já estava fora do box, pelado, e foi me ajudando a tirar a camiseta e abaixou meu shorts junto com a cueca.
Eu tava morrendo de vergonha. Totalmente pelado na frente dele, com meu pinto duro. Muito menor que o dele, ainda com caracteísticas de pré adolescente.

Ele me puxou pra dentro do box e abriu o chuveiro. Eu fui pegar o sabonete, mas ele impediu. Colocou sua mão grande em cima da minhae disse pra eu deixar que ele me daria banho.
Com o sabonete ele começou a me lavar.
Os ombros, braços meu peito, passando a ponta dos dedos nos mamilos, barriga, até chegar no meu pinto.
Ele passou o sabonete delicadamente, fez bastante espuma, expôs a glande, lavou meu saco. Meu pinto e saco quase sumiam na mão grande dele.

Logo ele me virou de costas, lavou minhas costas descendo até minha bunda, lavoua as nádegas sem pressa. Era mais uma sarrada do que higiene. Foi pro meu rego, nesse momento ele suspirou, eu olhei sua rola, estava muito dura, ainda mais grossa e grande, meio curvada pra cima. Sua mão no meu rego procurou meu cuzinho apertado, muita espuma, um dedo, ele forçou até entrar a ponta. Incomodou um pouco, ele recuou, começou a forçar de novo. Eu fui relaxando e logo o dedo estava todo dentro de mim. E seu dedo era quase do tamanho e da grossura do meu pinto. Ele mexia dentro de mim e meu pau latejava.

Eu já sabia o que estava pra acontecer, não tinha volta e o tesão era demais. Coloquei minha mão na sua rola dura. Ele suspirou e disse alguma coisa. Eu nem ouvi, comecei a punhetar ele. Minha mão quase não fechava em volta daquele membro.
Ele tirou o dedo de dentro de mim e disse pra eu mamar o cacete dele. Com a mão no meu ombro ele me empurrou de vagar pra baixo. Ao ver aquela rola enorme na frente do meu rosto, eu lambi a cabeça, depois coloquei na boca, chupava meio sem jeito, tentando colocar o máximo dentro da boca, mas é claro que não cabia muito.
Ele foi carinhoso e começou a me orientar. Eu segui suas ordens e comecei a chupar sua rola do jeito que ele mandava.
Me sentia orgulhoso quando ele gemia e elogiava. Foram muito minutos chupando sua rola atpe que ele segurou minha cabeça e começou o foder minha boca, com cuido o suficiente pra não me assustar, mas com a virilidade de macho que usava com minha mãe.
Desta vez ouvi seus urros de praze, mas agora era comigo, gozando dentro da minha boca e segurando minha cabeça. Eu quase sufocado levando vários jatos de porra quente e farta. Engoli a maior parte, mas o tesão do meu padrasto foi tanto que eu não consegui segurar toda sua porra dentro da boca. Quando ele tirou sua rola, meu queixo estava todo gozado, escorria porra pelos cantos da minha boca e ele estava de olhas fechados, cabeça erguida para o teto e ainda trêmulo da gozada que tinha acabado de dar.

Ele me levantou, me virou de costas, encaixou aquela rola ainda dura no meu rego. Eu pensei que queri me penetrar, mas ele apena me encochou e começou a masturbar meu pinto, que estava até doendo de tão duro. Me punhetou enquanto beijava meu pescoço, minha orelha e até meu ombro. Fez isso até eu gozar.
Naquele momento eu me sentia um homem, iniciado no sexo pelo homem mais viril que eu conhecia.
Terminamos o banho e fomos cada um pro seu quarto. Ele vestiu a roupa de trabalho e saiu de carro. Se despediu de mim com um selinho na boca. Eu até assustei. Antes de sair, já na porta, ele colocou o dedo na frente da boca e fez sinal de silencio. Saiu e voltou para o trabalho.
Eu entendi o recado. Era nosso segredo.
Só que muito mais coisas aconteceram a partir daquele dia. E não só entre eu e meu padrasto.
Depois eu continuo.

Comentários (1)

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  • Edson: O conto é bom, mas seria importante você ter um codinome no site para acompanharmos a continuação dessa estória mais facilmente.

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