#Assédio #Gay #Teen

As tardes que eu e meu primo passamos nas mãos dos meninos 6

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Daavizin077

Meu cu se abre e eu atolo na rola num movimento conduzido de cima a baixo...

Depois da trepa inicial com os garotos, meu priminho ficou todo saliente pensando em como seria a próxima quando fossemos no campinho de novo. Por estarmos de férias da escola, praticamente vivíamos na rua até o horário que desse. Isso ocasionou em mais momentos únicos com o grupinho que nem sempre tava completo como queríamos, mas ainda preservava aquele desejo incontrolável de se satisfazer. Eu não via problema. Na verdade eu facilitava. Elias era quem mais aproveitava a sacanagem. Seu pau latejava na boca do meu primo que agora andava menos retraído quando os meninos faziam ele chupar. Às vezes ele esboçava uma careta ou outra devido ao gostinho mas no final sempre dava conta além de pedir mais. Já Murilo e Gael gostavam de nos fuder sem dó revezando os nossos cuzinhos. Heitor era o que menos participava. Só que quando ele surgia, meu primo o deixava apenas roçar o pinto no seu rego por medo de não aguentar aquela rola graúda como eu. Mesmo assim Heitor gozava farto na entrada do cuzinho. Por um tempo as coisas figuraram assim: casa do Murilo (quando seus pais não estavam) e casa do Gael (sem seus pais nem qualquer outra figura). Na minha casa também era frequente, mas não dava pra levar os 4 numa vez só então tinha que ser em dupla o que não chateava os meninos já que entendíamos que alguém podia achar estranho e nos dedurar. Todo esse esquema de relação com os meninos me dava muito fogo na hora da trepa. Eu nem fingia mais. Sempre que terminava combinavamos de ser ver no outro dia. Meu primo tava virando o xodó deles. Gael até brigava com o Elias na hora de meter pau na bundinha do moleque. Na hora meu primo intervinha dizendo que tinha pros dois. Bastava isso pra ficarem loucos de tesão. Eu até andava reparando mais no meu primo. Quando íamos no mercado, ele ganhava doces do Yuri, o filho de 17 anos do Seu Antônio que era o dono do comércio. Yuri reforçava para Eduardo dividir os doces comigo, mas eu sabia que era só pra não ficar mal interpretado. É claro que havia interesse no meu primo. O seu Antônio, porém, era mais descarado. Vivia me bolinando como dava num barzinho que alugava como ponto. Naquela ausência de carência, eu acabava deixando. Entre uma passada de mão no meu bumbum ou uma sentadinha na sua coxa eu sentia levemente ele grunhir em meu ouvido. Não passava dessa troca de interação. Certo dia, o avistei carregando suas sacolas meio pesadas. Corri para o ajudar. Só me dei conta de que era longe, no instante que descemos uma lomba e pegamos a direita indo reto até o final da rua onde ele morava na penúltima casa. Não era tão fácil o acesso. E o tempo desabou pouco antes de chegarmos. Minhas roupas ficaram encharcadas, se eu pegasse gripe minha mãe iria me matar. Larguei as sacolas no sofá e estava me virando pra sair quando Seu Antônio se fez hospitaleiro me mandando tomar banho que ele iria catar umas roupas usadas do neto.

_Seu Antonio: Benicio tem mais ou menos o seu tamanho. Vá tomar banho; roupa não é problema.

Não desacatei. Durei no máximo 15min no banho. Quando sai, apanhei uma toalha e a muda de roupa que Seu Antônio viu pra mim. Fiz tudo bem rápido; eu sentia que talvez pudesse estar me abusando demais. Seu Antônio, entretanto, saia da cozinha equilibrando um prato com duas torrada e um copo de mingau. Ao por na mesa de centro, suas mãos bagunçaram meu cabelo. Logo ele foi se atrevendo alisando minhas coxas enquanto puxava assunto. De aparência era um homem afeiçoado de barba curta, aparada, os ombros bem largos e postura confiante pra alguém na casa dos 53 anos. Branco, 1,78 em altura. Ele realmente me conquistava. E meu tesão triplicou quando ele passou a massagear os meus pés.

_Seu Antônio: Sabe, eu aprontava muito quando tinha o seu tamanho...

_Eu: Jura?

_Seu Antônio: Claro. Hum. Eu fazia o mesmo que aqueles meninos de hoje em dia fazem com você e seu primo...

_Eu: Não sei do que o senhor tá falando...

_Seu Antônio: Não precisa ficar encabulado. Eu imagino o que aqueles moleques fazem e admiro. Só que eu aposto que você tá doidinho pra experimentar algo melhor...

Meu coração gelou. Calmamente Seu Antônio me fez largar o lanche na mesinha e me puxa para o seu colo ali mesmo no sofá. Por estar de frente, instintivamente sua boca cola em meu pescoço deslizando pelo meu peito. Ao tirar nossas camisas, ele me deita de frango assado e arranca minha bermuda exibindo meu pinto duro. Seus lábios fazem pressão estimulando minha piroca na sua boca. Era a primeira vez que eu recebia um boquete. Pressiono mais fundo. Insaciável, solto um gemido mais alto quando Seu Antônio soca um dedo no meu cuzinho. Depois de me chupar bastante, ambos perdemos o controle da coisa. De joelhos no sofá, fiquei aguardando Seu Antônio aplicar um gel lubrificante. Ele já tinha tudo preparado para qualquer ocasião. Não demora e algo mais grosso invade meu buraquinho. Ao me agarrar pela cintura, Seu Antônio se desespera e atola a rola numa estocada brusca me fazendo choramingar. Dado um momento de alívio ele volta a bombar. Não entrava tudo. Eu gemia constante mais pela dorzinha em si do que puro prazer. Até que fui me acostumando. Seu Antônio percebeu. Ao ficar muito alegre saquei que havia arrebentado as últimas preguinhas do meu cu.

_Eu: Aiiii...aiiii...Seu Antônio...

_Seu Antônio: Ahhhhhh...que bundinha gostosa tu tem, garoto...ahhhhh... meu neto nem sempre aguenta. Isso que a gaiolinha é mais folgada...

_Eu: Seu...neto??

_Seu Antônio: Não achou que fosse meu primeiro, né? Rsrsrs. Eu também não fui o primeiro do meu neto. Descobri no acaso...

A rola de Seu Antônio estremece. Meu cuzinho ardia com o entre e sai embora eu não negasse que estava gostando. Um pouco exaustos, mudamos de posição. Seu Antônio fica sentado e me põe de frente sob seu colo forçando minha bundinha a descer. Com as mãos firmes em cada bandinha, meu cu se abre e eu atolo na rola num movimento conduzido de cima a baixo. A pressão fazia meu cuzinho piscar sugando aquela rola ainda mais pra dentro. Ao se por de pé, minhas pernas se enlaçam na sua cintura. Com o barulho das batidas esqueço do tempo nublado lá fora em meio aos trovão enquanto Seu Antônio bomba a rola calibrada no meu rabinho. Eu não parava de gemer. Isso serviu de prazer dobrado já que logo ele anunciou que iria gozar. Meus pés balançam; sua rola agita e eu passo a ofegar meio desnorteado. Não dá outra. Mais uma cravada e o meu bumbum esmaga na rola recebendo os primeiros jatos de leitinho de gozo. Me descendo de seu colo, encaro o pau envergado de Antônio murchando enquanto ele volta a se sentar no sofá escorando a cabeça pra trás. Devido a ardência meu rabinho pega fogo além de vazar bastante porra o que me faz sair mancando em direção ao banheiro. Quase sem nenhuma força nas pernas entro debaixo do chuveiro. Seu Antônio vem logo em seguida e esfrega suavemente meu cuzinho com sabonete líquido. Limpo e recuperado ele aplica uma pomadinha para aliviar a queimação. Já faziam quase três horas que eu estava na sua casa então o melhor foi me despedir. Mesmo caminhando meio manco.

_Seu Antônio: Hoje você sai daqui um putinho formado...quero ver esse cuzinho bem melhor na próxima...

Dou sorriso. Estou saindo pela porta quando ele cochicha:

_Seu Antônio: Convença aquele outro menino...diga que meu pau não vai machucar...

_Eu: Meu primo? Vai ser difícil...

_Seu Antônio: Rsrsrs. Estou falando de outro...um amiguinho seu que comeu o meu neto...

Galera, me desculpem o sumiço! Mas eu quero esclarecer que esse vai até o FINAL mesmo que possa vir a demorar mais tempo do que espero. Eu sempre vou vir postar pq vcs me deram o incentivo de terminar e não só deixar pela metade como já fiz outras vezes. Muito obrigado pelos votos e se perdeu alguma coisa, entre no perfil para reler outros capítulos. Também como pedido de desculpas (mais uma vez pelo sumiço), vou um deixou um conto que escrevi há 2/3 anos que nunca terminei, mas foi por onde comecei. Então procure assim:

— Projeto entre Adolescentes...
Evan Nicolas

Esse é meu presente, até para vcs nunca ficarem sem ter o que consumir quando eu estiver ausente. Por enquanto é isso, eu volto e deixem comentários!!

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