#Assédio #Incesto #Teen #Virgem

Meu pai me dedou na frente da minha mãe (sem ela perceber)

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@JapinhaSafadinha69

Eu sou a Daniele. Tudo começou naquela sexta à noite, quando eu tinha 17 anos…
Mamãe deitada no colchão no chão, meu irmão apagado no sofá grande. Eu, de baby doll curtíssimo sem calcinha, com as pernas no colo do papai. No começo ele só deslizava a mão pela minha coxa, mas eu estava com tanto tesão que abri as pernas mais e empurrei a mão dele contra minha bocetinha molhada.
Ele entendeu o recado imediatamente.
Os dedos grossos dele começaram a esfregar minha buceta encharcada, abrindo os lábios e massageando meu clitóris inchado. Logo depois, a outra mão subiu por baixo do baby doll e agarrou meu seio esquerdo, apertando com força, beliscando o mamilo duro. Eu quase gemi alto.
— Que safada… sem calcinha e com as tetas duras pra mim — ele sussurrou no meu ouvido.
Eu estava louca. Desci a mão discretamente e agarrei o pau dele por cima da calça. Estava duro pra caralho, latejando, bem maior do que eu imaginava. Comecei a esfregar a palma da mão nele, sentindo o volume grosso enquanto ele metia dois dedos fundo na minha boceta.
Papai gemeu baixinho e apertou meu seio com mais força, torcendo o bico. Depois desceu a mão e agarrou minha bunda, abrindo minha nádega e roçando o dedo no meu cuzinho enquanto continuava a foder minha boceta com os outros dedos.
Eu estava encharcando tudo. O som molhado dos dedos dele entrando e saindo da minha buceta era obsceno. Quando ele tirou os dedos brilhando, eu segurei o pulso dele e levei até minha boca. Chupei os dois dedos com vontade, olhando nos olhos dele, passando a língua entre eles, saboreando meu próprio mel safado.
— Porra, Daniele… que putinha gulosa — ele murmurou, quase perdendo o controle.
Ele voltou a enfiar três dedos na minha boceta, esticando bem, metendo fundo enquanto o polegar martelava meu clitóris. A outra mão não parava de apertar minhas tetas e beliscar meus mamilos. Eu rebolava na mão dele como uma vadia, o pau dele latejando na minha palma.
O orgasmo me acertou como um soco. Minha bocetinha apertou os dedos dele com força, pulsando, jorrando mel. Mordi meu braço com tanta força que deixou marca, tremendo inteira enquanto gozava na mão do meu pai, com minha mãe a menos de dois metros de distância.
Quando finalmente parei de tremer, papai tirou os dedos e limpou na minha boca. Eu chupei tudo, obediente, lambendo cada gota.
— Vai pro seu quarto agora — ele sussurrou. — E pensa no papai.
Eu levantei com as pernas bambas, o baby doll molhado e colado no corpo, boceta escorrendo. Fui pro meu quarto, fechei a porta e me joguei na cama.
Não aguentei nem um minuto. Abri as pernas bem abertas, enfiei três dedos na buceta ainda sensível e comecei a me foder com força, imitando o que papai tinha feito. Com a outra mão apertava meus seios e beliscava os mamilos, exatamente como ele fez.
Eu não parava de gemer baixinho:
— Papai… me fode… me usa… eu sou sua putinha…
Imaginava o pau grosso dele me arrombando, imaginava ele me comendo enquanto mamãe dormia. Meu clitóris estava inchado demais. Eu esfregava ele rapidinho com a palma da mão enquanto os dedos entravam e saíam da minha boceta encharcada.
O segundo orgasmo veio ainda mais forte. Meu corpo inteiro convulsionou. Senti um jorro quente saindo de mim — um squirting forte, molhando o lençol inteiro enquanto eu tremia e gemia o nome dele:
— Papai… porra… papaiiii!
Fiquei ali, ofegante, boceta pulsando, lençol encharcado, o gosto da minha própria buceta ainda na boca… desejando que o próximo toque não viesse só dos meus dedos.
Eu queria o pau do meu pai. Queria ele me usando de verdade.
E sabia que não ia demorar muito.

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