#Gay #Teen

Um aluno muito especial

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Francisco F.

Sou professor de matemática em uma escola pública aqui na minha cidade, tenho 36 anos, casado e um casal de filhos pequenos. Leciono o 9º ano do ensino fundamental com alunos entre 14 e 15 anos. Me identifico bem com eles, mas tem um garoto que me preocupa muito, os colegas zombam dele por ser diferente, isto é, muito quieto e praticamente não se enturma com os demais e não está indo bem na minha matéria, como o final do ano se aproxima me preocupa que não possa ter aprovação. Por isso me propus a dar aulas particulares para ele sem cobrar nada por ser de origem humilde. Conversei com os pais do garoto que acharam uma boa ideia já que ele estava precisando de reforço. No dia e hora combinados ele chega em minha casa por volta das 14 hs com o material de aula. Como dou aulas na escola somente pela manhã, reservo as tardes para aulas particulares para aumentar a minha renda. Ele estava sem o uniforme da escola, vestia uma bermuda, camiseta simples e um chinelinho de dedos. Fomos direto para meu escritório onde teríamos mais privacidade. Minha mulher estava na sala vendo TV e as crianças na escola. Devido ao calor eu estava também de bermuda e camiseta. Depois de uma meia hora de aula, como estávamos lado a lado na mesa de estudos noto que ele começa a olhar com insistência para meu colo, achei estranho e me fiz de desentendido, mas ele estendeu o braço e colocou a mão no meu pau e perguntou: Posso Profe? Fiquei na verdade sem saber o que dizer, mas meu pau começou a dar sinal de vida, deixei para ver até onde a coisa iria. Ele coloca meu pau para fora da bermuda, se abaixa e começa a chupar, preocupado levanto e fecho a chave a porta do escritório com medo que minha mulher entrasse de repente. Volto a sentar na cadeira para ele continuar a chupar, notei que ele chupava com maestria, deveria estar acostumado pensei. Depois se levantou, baixou a bermuda e a cueca, colocou os dois cotovelos na mesa me mostrando a bundinha e disse: Vem profe. Vendo aquela bundinha redondinha, durinha, lisinha e sem nenhum pelinho parecia uma bundinha de menina, meu pau endureceu ainda mais. Quando encostei meu pau no cuzinho forçando a penetração, ele disse: Devagar profe, teu pau é grande né. Ele deveria estar acostumado com os paus dos coleguinhas que eram menores pensei. Disse então para ele conduzir a penetração, ele encostava o cu no meu pau e mexia com o quadril lentamente tentando penetrar, quando entrou a cabeça, excitado, coloquei as duas mãos no quadril dele e puxei penetrando até a metade, ele deu um gritinho que fiquei preocupado da minha mulher ter ouvido. Ficamos parados por um tempo para ele se acostumar, depois lentamente ele começou a mexer o quadril para entrar mais, quando entrou o resto comecei a fazer um vai e vem. Notei que ele estava também de pau duro se masturbando. Ele pegou umas das minhas mãos que estava segurando-o pelo quadril levou até o pau dele para eu continuar a masturbação, colocou as duas mãos na mesa para ficar com a bunda bem levantada engolindo todo meu pau. Nunca tinha pego num pau de homem, mas na hora não pensei nisso e continuei a masturba-lo enquanto comia aquele cuzinho delicioso. Pela idade dele até que tinha um pau bem desenvolvido, na verdade um belo pau, mas menor do que o meu. Poderia ser a alegria de muitas meninas na escola Rsss. Fazia tempo que não comia um cu tão gostoso. Minha mulher as vezes me dava, mas reclamava do desconforto e com dificuldade eu até conseguia gozar dentro. A foda no cu dela não era nem perto igual ao do cu do garoto. Meu saco batia na bunda dele quando penetrava até o fundo. Mordiscava meu pau com o cu, gemia baixo e balbuciava delicia para minha mulher não ouvir. Quando eu disse que iria gozar ele também disse que iria. Quando estava gozando, ele também gozou melando minha mão de porra respingando no chão. Sorte que tinha um lavabo dentro do meu escritório e fomos lá se limpar. Ele pegou um pedaço de papel higiênico como se fosse um absorvente colocou dentro da cueca pois estava vazando porra. Na saída perguntou quando seria a próxima aula e me pediu segredo. Programei para daqui a dois dias onde reservaria um horário somente para ele. Ele sorriu aprovando e saiu. Depois minha esposa perguntou como foi a aula. Muito proveitosa eu disse.

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