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Provocando os meus Irmãozinhos Gêmeos na Piscina 2

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Júlia In6

Na piscina de casa, meus irmãos acabam se empolgando na "brincadeira", começam a me apalpar na água e eu perco o controle de vez recebendo as caricias íntimas!!

Sou a Júlia, tenho 19 anos e a história que vou continuar contando aqui a sequência direta dos eventos narrados nas partes anteriores da série "Provocando os meus Irmãozinhos Gêmeos", então, se quiser ter o panorama geral de todos os acontecimentos, sugiro que leia-as antes desta.
Esse é o relato de algo que aconteceu (e ainda vem acontecendo) à algum tempinho, entre mim e os meus irmãos meia decada mais novos que eu.
Esse relato será ilustrado por vídeos e fotos reais, mas somente de mim, já que os outros dois protagonistas gêmeos das cenas mais picantes, Arthur e Miguel, ainda são menores de idade...
Agora, sem mais delongas, vamos a quarta parte do conto!

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Mediante o meu irrecusável convite, Arthur não pensou duas vezes, arrancou a regata do corpo com afobação, expondo o abdômen levemente definido de atleta juvenil, correu e se jogou comigo na piscina, apressado, só de sunga. Foi tão afoito que chegou a ser cômico. Hahaha!
Miguel também não ficou atrás na euforia. O "gordinho" rapidamente deixou o meu celular de lado, o atirando na espreguiçadeira com tamanha velocidade que eu cheguei a temer que tivesse danificado o negócio (felizmente não quebrou nada), e então tirou sua camiseta e saltou pra dentro da piscina com bermuda de banho, como uma bola de canhão, fazendo a agua espirrar em mim, no irmão gêmeo, e pra tudo que é lado!
Nós três rimos da "entrada triunfal" dele, e emendamos numa brincadeira divertida de jogar água uns nos outros a partir daí. Mas nenhum de nós estava ali na intenção de apenas se divertir como os filhos de uma família feliz... E logo as segundas intenções começaram a aparecer.

Não demorou muito pra eu sentir a primeira mão boba agarrar minha bunda por baixo d'água, dar uma bela duma apertada ligeira e então soltar!

Eu: — Ai!!! Qual de vocês dois fez isso, hein?! Rs...

Reclamei, fingindo estar brava, com uma atuação indigna de qualquer premiação.

Arthur: — Fez o quê? Rsrs...

Eu: — Apertou minha bunda!

Miguel: — Eu é que não fui! rsrs...

Arthur: — Muito menos eu! Ha ha ha...

Eu: — Sei... Agora não foi ninguém, né...? Rsrs... Pois então agora vocês vão ver só! Vem cá que eu vou acabar com a raça dos dois, seus tarados!!

E então comecei a correr atrás deles na piscina, tentando agarrá-los, jogar água em seus rostos, dar caldos ao forçar suas cabeças a submergirem as empurrando pra baixo, e desferir pescotapas ou cascudos leves.
E, por mais que fingissem tentar escapar, nenhum deles se esforçava muito para fugir, me deixando chegar perto e pegá-los... Pois ai podiam aproveitar para pegar em mim também!
Sob a superfície da piscina, os dois pares de mão corriam livres pelo meu corpinho esbelto.
Eu sentia suas palmas tocando minhas costas; escorregando pela minha cinturinha fina; deslizando pelas minhas coxas torneadas; pressionando minha bunda grande....; E até mesmo agarrando os meus peitinhos e, ocasionalmente, bulinando a minha buceta!

Era tudo muito rápido, e ainda por cima do biquíni. Eles alternavam tão depressa entre os tipos de contato e em que parte do meu corpo ocorriam, que eu nem conseguia dizer qual deles estava pegando aonde em mim a cada momento. E devo confessar que estava sendo uma loucura deliciosa sentir aquela chuva de mãos em meu corpinho excitado. Rsrs
Eu soltava uns gritinhos agudos simulando incomodo a cada "pegada" mais atrevida e incisiva, mas na verdade estava era expressando através disso a satisfação gostosa daqueles toques surpresa nas partes mais sensíveis da minha anatomia feminina!
Nós três agitavamos a água com aquela estimulante brincadeirinha entre irmãos, e riamos como bobos, por conta do tesão mal disfarçado.

Como forma de contra-atacar seus toques invasivos e oportunistas, dei início às minhas próprias "pegadas" em zonas proibidas.

Eu: — Ah, é, né...?! Rsrs... Vocês acham que podem ficar pegando em mim assim, como querem, é...? Ha ha ha! Pois então TOMEM, vocês também!!!

Exclamei, fazendo algo que já queria fazer a algum tempo... Levando uma mão em direção a virilha de cada um, e agarrando em cheio o pau de ambos, por cima da bermuda/sunga!

Arthur e Miguel: — EITA!

Gritaram de surpresa, quase em uníssono, antes de caírem no riso safado e darem prosseguimento na brincadeira como se aquilo não fosse nada demais!
Fora um contato rápido, fugaz, em que por um único instante eu pude sentir a dureza daqueles membros, antes de ter de soltá-los por conta de toda a movimentação.
Continuamos naquilo dos dois fingirem tentar fugir de mim, e na verdade ficarem aproveitando a proximidade para me apalpar, enquanto eu encenava ficar brava e querer evitar ser apalpada. Só que agora eu também era uma das que tentava pegar em seus corpos, e tinha como únicos alvos os seus cacetes duros nos calções de banho, que eles na verdade quase projetavam na minha direção, como se os oferecendo para serem tomados por minhas mãos!

Em dado momento, Arthur agarrou a base da popa da minha bunda por mais tempo que o normal, dando mesmo uma bem servida e generosa apertada descarada nela! E deixou a mão escorregar até embaixo, roçando as pontas dos dedos na parte de trás da minha xaninha, sobre o tecido tênue do biquíninho fio-dental!!

Naquela altura eu já não tava mais respondendo por mim. Curti aquele contato atrevido na minha intimidade e, ao invés de me desvencilhar ou tentar fugir com muito ímpeto, fiquei parada, arrebitando mais o bumbum e separando ligeiramente as pernas com um suspiro fino de prazer pelo toque, o deixando ir ainda mais "fundo" com aquilo.

Não tinha mesmo mais como disfarçar, era inútil tentar manter as aparências, então eu meti o foda-se e deixei isso de lado, jogando tudo pro alto e me permitindo entrar de corpo e alma naquele momento de prazer proibido!
Sem pestanejar, eu agarrei o pau do Arthur por cima da sunga, em resposta ao seu toque ousado! E, dessa vez, ele também não fez a mínima menção de tentar fingir evitar, me deixando apertar e envolver com os dedos a roliça circunferência que estava claramente demarcada na sua peça de banho.
Pude sentir com nitidez o volume, grossura, tamanho e dureza daquele órgão viril que pulsava na minha mão através do tecido, enquanto os dedos ávidos de Arthur corriam pelo pano fino do fio dental, a deslizar intensamente pela concavidade que se formava na parte que cobria a minha rachinha, me arrancando suspiros de prazer!

Miguel não levou nem um segundo para perceber o que faziamos e também se juntar a nós naquele ato explicito, deixando a brincadeira de lado e levando a mão boba direto na parte frontal da peça inferior do meu biquini!!
Agora cada um deles assediava a minha xoxota por uma extremidade! Um vindo com os dedos pela frente e o outro por trás!!

Eu gemi alto, separando mais as coxas no ato, abrindo as perninhas para receber aqueles deliciosos toques proibidos na minha intimidade! E, ao mesmo tempo, já levei a minha mão livre até o volume evidente na bermuda tactel de Miguel, agarrando o seu pintão e o dando uma boa apertada nele, para desfrutar da maravilhosa sensação tátil que era aquela dureza firme que tinha!

Ele também não tentou escapar agora, me permitindo tatear sua peça e me aproveitar da chance de apalpar cada centímetro.

Eu: — Ãihnnn... Seu safados...! Se não tão mexendo em mim com safadeza então por que tão de pinto duro, hein...? Ãhnnnnn.....

Interroguei de forma retórica, entre um gemido e outro, ao perceber os dedinhos atrevidos escorregando por cima do meu monte de vênus, descendo até o clitóris e assediando meu cuzinho e a entradinha da minha buceta por cima do tecido escasso do biquini!
Eles não responderam a minha pergunta, e nem precisavam. Suas risadinhas sacanas, carinhas de safados e olhar de tarados já diziam tudo...

Não havia mais o que esconder ali, então nós nos atiramos de cabeça naquela interação profana!

Como dois tubarões famintos, meus irmãozinhos me cercaram e encurralaram como presa na piscina, circulando ao redor de mim e se reposicionando.
Arthur se pôs bem atrás de mim, colando seu corpo atlético ao meu de uma forma que eu já não conseguia mais segurar sua ereção por sobre a sunga com a mãozinha... Mas ele logo encontrou outra parte do meu corpo que pudesse "envolver" o seu membro rijo, meio que encaixando o pau bem no meu reguinho e passando a sarrar em minha bunda, ainda vestido, enquanto suas mãos (que de bobas só tinham o nome) agarraram ambos os meus peitinhos naquele abraço por trás!!

Eu emiti um gemido alto e agudo ao levar aquela dupla apalpada nos seios, jogando a bundona pra trás de prazer, a pressionando ainda mais contra a virilha do meu irmão abusado!

Nesse mesmo momento o outro gêmeo, que se colocou a minha frente, não hesitou e, do nada, atravessando a borda superior da parte debaixo do meu biquini, enfiou o mãozão por dentro da minha calcinha sem aviso, descendo até os dedos invasores alcançarem a minha buceta, tocando-a diretamente pela primeira vez!!

Quase gritei de prazer ao sentir as falanges enrugadas pela água da piscina deslizarem pelo meu monte de vênus lisinho, sem nenhum pelo, e escorregarem por entre os meus molhadissimos lábios vaginais hiper sensibilizados!!
O mero contato dos dedos vorazes com o meu clitóris me levou ao delírio insano de satisfação instantânea! E me fez desejar por mais e mais daquilo.

Não tinha mais volta, não tinha mais retorno.
A partir daquele ponto, não teria mais como dizer ou fazer nada que desfizesse o estrago que aquele ato causou... Nossa relação familiar estava arruinada, e jamais voltaria a ser a mesma!

Acho que aquela noção me assustou e, por isso, bruscamente me desvencilhei dos dois e corri para uma das bordas da piscina, afoita, confusa, assustada com tudo que estava ocorrendo tão de repente, mas... Sobretudo, muito excitada com a situação.
Prova disso era que eu continuava sorrindo como uma cachorra dissimulada, com uma carinha de puta no cio, doida de vontade de dar a buceta pros dois machinhos ao meu redor, mas receosa do que viria disso...

Eu: Ai!! Me larguem, seus doidos!! Hahaha! Não cheguem perto, tarados malucos!! Rsrs

Exclamei aos risos, e os meus irmãos, que já deviam saber que no fundo eu queria dizer exatamente o oposto disso, não pensaram duras vezes antes de vir até mim e me encurralar contra aquela quina sem dizer nada, só rindo com cara de tesão.

Logo as quatro mãos voltaram a se impor sobre mim, tateando minha anatomia, mas dessa vez super interessados em assediar meus peitinhos, bunda e, principalmente, a buceta!
A fim de proteger ao menos duas dessas zonas erogenas, eu prontamente me pus de costas pra eles, voltando a parte da frente, e por tanto os seios e a vagina, pra borda da piscina, enquanto lhes protegia com as mãos e braços em meio a gargalhadas de excitação.

Mas essa foi uma péssima jogada, se o meu objetivo era realmente impedir aquela brincadeirinha de progredir ainda mais no quão explícita estava se tornando.
Pois logo eu senti um deles puxar a cordinha do meu biquini e desfazer o laço das costas, que prendia a peça superior ao meu corpo. Antes que me desse conta do ocorrido, o mesmo foi feito ao segundo nó, até então atado na altura da nuca. E, em seguida, senti o sutiã ser simplesmente arrancado de mim com violência e atirado pra longe!

Assustada, olhei pro lado e vi a pequena peça do do meu traje de banho boiando na superfície longínqua da água, do outro lado da piscina.
Os danadinhos tesudos me forçaram a ficar de topless na frente deles!!

Na mesma hora eu senti uma onda de calor absurda subir pelo meu corpinho seminu, mas tratei de cobrir os peitinhos ao cruzar os braços sobre eles.

Eu: – Safados!!! Quem foi que fez isso, hein? Estão malucos? Haha! Tão querendo me deixar pelada aqui, é? Rsrs... Pois podem ir agora lá buscar o meu biquini!!

Ordenei, surpresa com a audácia que tiveram, mas ainda com aquele tom descontraído por causa do desejo que inegavelmente estava sentindo por eles.
Nenhum dos dois, porém, pareceu dar a mínima pra minha ordem, desconsiderando completamente minhas palavras e continuando com aquele assédio na forma de brincadeira.

De pronto senti uma mão tentar baixar minha calcinha, mas intervi!
Deixando um braço ainda cobrindo os dois seios, agarrei a parte debaixo do meu biquini e o mantive a força no lugar, impedindo sua remoção abrupta.
Então, vendo que não pretendiam mais me obedecer ou fazer o que eu mandava, aos risos decidi ir eu mesma atras do meu sutiã no outro lado da piscina pra o vestir novamente.

Por mais que eu estivesse adorando aquilo tudo, uma parte de mim ainda lutava para não deixar as coisas extrapolarem, e se apegou ao fato imaginario de que, "enquanto eu estivesse ao menos parcialmente vestida, estaria tudo bem"!

Porém, ao longo do meu deslocamento pela água, as mãos dos meus irmãos não paravam de me assediar, agarrando minha bunda, dedilhando minha vagina por cima do biquíni que eu batalhava para manter no lugar e, inevitavelmente, em dado momento os gêmeos reuniram esforços na tarefa de terminar de me despir.
Senti ambos agarrarem os cordõeszinhos finos que eram as bordas da minha calcinha de banho e forçarem com tudo pra baixo. Tentei segurar a peça intima ali, mas eles faziam tanta força que tive medo de acabarem rasgando, rompendo e estragando de vez a roupa que eu tanto gostava... Então acabei afrouxando a minha pegada e o biquini veio abaixo!

Gritei um gemidinho agudo a perceber que estava nua, com a última pecinha de roupa enrolada agora no meio das minhas coxas entreabertas...!

Arthur então mergulhou na água e terminou de remover a calcinha, descendo-a até meus calcanhares.

Vendo que não tinha mais o que fazer, aceitei o destino e parei de lutar contra, erguendo um pé após o outro pra permitir que retirasse a peça de mim por completo. Me deixando mesmo peladinha.

Arthur emergiu vitorioso, com o pequeno pedaço de tecido em mãos, o levando ao nariz para dar uma fungada com cara de tarado, antes de jogar a peça pra fora da água.
O modo como ele e Miguel me olhavam era mais intenso, obsessivo e cobiçoso do que nunca. Com aqueles mal intencionados sorrisinhos safados de tesão, pareciam dois animais selvagens loucos para devorar uma presa acoada e desprotegida...
Não diziam nada, nem uma palavra, pois acho que não sabiam mesmo o que dizer naquela situação por conta da inexperiência... Apenas sabiam o que sentiam e o que queriam de mim...

Eu: — Aff, seus tarados!! Pronto! Era isso que queriam? Me deixaram pelada! Hahaha! Mas e daí? Nem dá pra vocês verem nada mesmo na água! Rsrs...

Falei rindo, e atirando água neles.
De fato, sob a superfície da piscina, a água turva disfarçava a minha nudez abaixo da altura do peito.
Mesmo assim eu me sentia mais "quente" do que nunca, tendo a noção de que estava peladinha na frente dos dois na piscina.

Eles nem ligaram muito pro que eu disse e só continuaram chegando perto, até poderem voltar a tocar em mim. Me tomaram pelo dorso, envolvendo minha cinturinha e agarrando minha bunda.
E eu passei a usar as duas mãos para jogar agua na cara deles, dizendo fazer isso pra ver se assim apagava aquele "fogo" dos dois hahaha. E, assim, deixei de tentar cobrir os seios expostos... Afinal, os gêmeos já tinham visto "eles" de manhã cedo lá no quarto mesmo, né? Então que diferença fazia poder vê-los ali, agora...?

Seus olhinhos desejosos encaravam meus peitinhos com avido interesse, e eles chegavam a morder e lamber os labios ao os encararem e apalparem meu corpinho, me puxando aos poucos pra si.

E eu queria mesmo aquilo. Queria muito. Então deixei de impor resistência, e só impus uma condição...

Eu: — Tá bom... Vocês me deixaram pelada, mas eu não vou ficar pelada sozinha... Podem ir tirando as roupas também, seus sem-vergonha..!!

Estabeleci, já levando as mãos até os laços que prendiam suas sungas e bermudas de banho estufadas de tesão, puxando os fiozinhos e desfazendo os nós das peças enquanto já sentia mãos agarrando meus seios, bunda e buceta ao mesmo tempo!!

Os dedos ávidos deles iam e vinham, por trás e pela frente, ao longo da fenda da minha rachinha molhada não pela água da piscina, mas sim pela minha própria lubrificação natural! Acho que não sabiam aonde ficava o meu clitóris (ou para o que servia) por conta da pouca idade que tinham, mas ainda assim suas falanges esbarravam "nele" com muita frequência, me fazendo suspirar e gemer de prazer.
De igual modo, podia sentir a ponta de um ou outro dedinho acediando ocasionalmente a minha grutinha e o meu botãozinho, sem ainda exercer nenhuma pressão mais insistente ali.
Tudo isso a medida em que eu ia, ao poucos e gradativamente, livrando eles de suas últimas peças de roupa.

Logo puxei a borda superior da sunga de Arthur pra baixo e seu pau duro saltou pra fora, ainda dentro da água!
O mesmo ocorreu quando eu, de uma vez só, empurrei o cós da bermuda e cueca de Miguel, fazendo seu pinto ereto se catapultar sob o véu turvo da superfície da piscina!

Assim como eles não podiam ver bem minha xota por conta disso, eu também não podia contemplar todos os detalhes dos seus pênis, mas isso era o de menos na hora. Pois só a mera noção de que estavam com os paus pra fora na minha frente já era bem excitante, e eu tratei de agarrar os dois membros pulsantes de uma vez só com as mãozinhas desejosas do contato com a carne quente e dura!!

Os próprios gêmeos terminaram de retirar as roupinhas, que ficaram boiando na piscina, sem parar de me bolinar e assediar minha bunda, peitinhos e buceta!

De repente Miguel foi além e, do nada, abocanhou um dos meus mamilos duros!!

Eu: — Ãhnnnn...!! Safado!!!

Gemi alto e agudo, desfrutando da sensação abrupta de ter o biquinho entumecido lambido, sugado e chupado com tamanha gana! Aquela era uma parte muito sensível do meu corpo, que não podia ser tocada sem disparar ondas de prazer por mim inteirinha!!
Não demorou para o Arthur se juntar ao irmão, levando o outro seio a boca, também!!

Os dois mamavam em mim como bebês famintos, buscando fazer brotar da minhas tetinhas um leite que jamais viria, mas que estavam mais do que dispostos a continuar tentando fazer surgir!!
Aquilo estava insanamente delicioso!!

Eu suspirava e ria de prazer, dando início a uma punheta lenta e atrapalhada no pau dos dois, que foi ganhando ritmo a medida que eles também intensificavam as chupadas em meus seios. Como se estivéssemos disputando pra fazer quem iria ordenhar e fazer o outro pôr "leite" pra fora mais rapido!!!

Eu: — Safados...! Pauzudos...!! Gostosos...!!!

Resmungava entredentes, baixinho, delírando de prazer devido as suas sugadas, mas também por conta das mãos que apertavam a minha raba e dos dedinhos curiosos que exploravam minha xana.

Em dado momento um deles finalmente cruzou o limiar e eu pude sentir, enfim, que me penetrava com umas das falanges, que foi afundando sem dificuldade na cavidade úmida e quente que era a entrada apertadinha da minha buceta sedenta!!
Ele havia localizado a minha grutinha e se enterrado nela sem dó!

Eu gemi mais alto e longamente do que nunca, com a respiração pesada e vacilante, ao ser preenchida pelo dedinho invasor!
Separei mais as coxas, abrindo as perninhas para facilitar a inserção e, antes que me desse conta, um segundo dedo se juntou ao primeiro ali dentro!!

Acho que era um de cada irmão, pois passaram a entrar e sair de mim em velocidades diferentes e ritmos alternados, indo um mais fundo que o outro!!
Eles eram atrapalhados, inexperientes, não sabiam bem o que estavam fazendo, mas ainda assim estavam me levando a loucura...!!!

O estímulo combinado de ter suas rolas duras nas minhas mãos, estar sendo chupadas nos peitos por eles e recebendo aquelas dedadas incisivas na xoxota estava sendo demais pra minha cabecinha...!

Eu precisava gozar!! Tinha de gozar!! Aquela sensação mista de ser abusada pelos meus dois irmãozinhos adolescentes gêmeos safados na piscina de casa fez meu tesão crescer até o limite... Porém não tava me levando ao orgasmo rápido o suficiente.
Eu queria gozar! E tinha que ser agora!!

Eu: — Vocês querem mesmo me deixar maluca, né?! Pois conseguiram, seus safados...!! Venham aqui que agora a irmã mais velha de vocês vai ensinar os dois a chupar buceta!!!

Falei, os fazendo parar de sugar meus mamilos e os puxando pelo pau pra lateral da piscina comigo, ainda levando dedadas na periquita ao longo do caminho.
Uma vez que cheguei lá com eles usei os braços para me retirar da água, e os dois, animados com a ideia de poderem não só me ver nua fora da piscina, mas principalmente em saber que iram poder provar o sabor de uma buceta pela primeira vez, trataram de me ajudar a me pôr sentada na borda da piscina.
Os gêmeos permaneciam na água, e eu abri as pernas diante dos seus olhos, me escancarando inteirinha diante deles!

Da posição em que estavam, ambos tiveram uma visão privilegiada da minha xaninha rosa lisinha, sem nenhum sinal de pelinhos por conta das inúmeras sessões de depilação a laser que fiz no passado... Podiam ver os labios pequenos entreabertos, avermelhadinhos por conta de toda a fricção dos seus dedos contra eles, brilhando de tão molhados que estavam...!
Encaravam minha buceta sem nem piscar, com o olhar curioso de quem via essa parte de uma mulher pela primeira vez. De boca aberta, como se estivessem diante do seu prato predileto após uma semana inteira de jejum no deserto... Quase babando de vontade de saborear aquelas carnes suculentas.
Minha perereca é pequenininha e, modestia a parte, uma das mais lindas que eu mesma já vi...! E, ter aqueles dois a fitando com aquelas caras de cães famintos, só me deixou ainda mais doida e excitada...!! Minha xota tava literalmente piscando de tesão!

Eu: — Gostaram da minha buceta, é...? Safados...! Então vem cá dar uns beijinhos nela...!!!

Falei, com o tesão transbordando na voz de puta no cio, já puxando um dos meus irmãos, o Arthur, pela nuca e forçando seu rostinho de encontro ao meu sexo!

Num primeiro momento ele hesitou, era muito jovem e não devia saber o que fazer ou como agir naquela situação inédita.
Mas só de sentir a cara do meu irmão adolescente tarado entrar em contato direto com a minha xota, eu já suspirei de prazer, passando a rebolar e me esfregar no seu nariz e lábios carnudos!!
Diante disso não demorou muito para o rapaz entender o que eu queria, abrir a boca e começar a fazer o que ele também instintivamente já desejava: me lamber a buceta todinha!!

Sua linguinha ia e vinha ao longo da minha rachinha exposta, sorvendo os líquidos da minha lubrificação natural, e parecendo se deleitar muito com o sabor, já que me lambia com uma gana e vontade cada vez maior!!
Suas linguadas eram avulsas e desencontradas, porém deliciosas por si só, fazendo a minha xana pulsar tanto que parecia que ia derreter de prazer!!
Aquela língua quente e larga conseguia lamber a minha pepequinha quase toda de uma vez!
E eu, aos poucos, morrendo de tesao, fui dando dicas e ensinando o Arthur a como chupar uma buceta direito...!

Eu: — Isso!! Me chupa, safado!!! Ai mesmo!! Foca ai!! Continua assim! Põe mais força na ponta da língua!! Lambe esse ponto ai mesmo!! Lambe o grelinho da sua irmã, cachorro!!!

Orientei, parecendo mais uma louca desvairada, por causa de toda a excitação e libido que inundavam meu ser!
E, assim, Arthur foi conseguindo encontrar meu clitóris e aprendendo que aquele era o local ideal para concentrar os seus esforços e pra onde deveria direcionar as línguadas!!

Agora sim eu estava a caminho do clímax, sendo levada ao êxtase pela forma como meu próprio irmão me chupava! Tava quase gozando ali mesmo...
Mas então olhei pro lado e vi Miguel assistindo a tudo com atenção e interesse, me lembrando de que tinha mais um ali que precisava de umas aulinhas práticas de sexo oral!

Interrompi a chupada de Arthur o empurrando de leve pra trás, o impedindo se continuar e, assim, atrasando a chegada do meu próprio orgasmo vindouro.
Ele não entendeu o motivo de o ter afastado, me encarando com olhinhos de filhote pidão, que imploravam para poder continuar me lambendo...
Mas eu tive que respirar fundo e ser firme na minha decisão...

Eu: — Agora é a vez do seu irmão...! Vem cá, Miguel...!!

Expliquei, já fazendo um tomar o lugar do outro, e o direcionando pra minha xoxota hiper sensibilizada.
Pensei que talvez o Miguel fosse ter nojinho de me chupar depois do Arthur, já que o mesmo havia me babado inteira com sua saliva, mas me surpreendi ao ver o ímpeto com que voou com tudo pra cima de mim, enterrando o rosto na minha xana sem pestanejar!!

Do nada, Miguel agarrou minhas coxas e, com a fome de mil bestas selvagens, afundou a cara na minha xereca com gosto!
Eu cheguei a soltar um gritinho de prazer e incômodo ao sentir o tamanho da gana com quem ele me chupava! Parecia faminto por buceta! Ávido! Sedento por aquilo!!

Chupava com força. Um lábio. Depois o outro. E então ambos, deixando a linguona transitar livre e com pressa por entre eles, se deliciando com o gosto da tão cobiçada perereca da irmã mais velha!!
Eu fui ao delírio com aquele oral selvagem e intenso...!
Nem precisei guiá-lo, pois ele ou já sabia bem como chupar uma buceta na teoria, ou havia prestado atenção nas orientações que dei ao irmão dele e aprendido junto ali mesmo, só de ouvir e observar...!!
Enterrava a língua no meu canal vaginal, depois subia de volta pro clitóris e lambia rapido, forte, sem errar a mira nem uma vez! Tinha um talento nato pra chupar buceta!!
E eu, que já estava no meu limite, não me aguentei mais!

Eu: — Isso!! Vai!! Continuava assim!!! Isso!!! Isso!!! Isssoooooo!!!!!!! Aaaaaaaaaah!!! Gostoso......!!!!

Urrei, agarrando seus cabelos, o puxando pra mim e projetando minha virilha contra sua cara, me esfregando forte nele enquanto minha buceta explodia num orgasmo incontrolável!!
Eu estava gozando na boca do meu irmão adolescente!!!

Comecei a convulsionar de leve e a ter espasmos por todo o corpo, sendo arrebatada por aquele prazer avassalador que foi se construindo aos poucos ao longo daquela manhã, até irromper poderosamente nesse oral magnífico!

Miguel deve ter se assustado com a minha reação abrupta e inesperada, já que devido a sua inexperiência, nunca deve ter visto uma mulher gozar de verdade nem mesmo nos vídeos pornos que certamente já consumia em segredo.
Quis se desvencilhar e afastar de mim, sem saber o que tava acontecendo, mas eu o mantive seguro bem firme com a cara enfiada na minha genitalia, e acabei lambuzando todo o rostinho rendondo do meu irmãozinho caçula, me esfregando nele, que ficou avermelhadinho pelo atrito e coberto do meu gozo abundante pelo tesão acumulado!

Acho que foi um dos meus orgasmos mais poderosos até hoje, e quando enfim terminou, senti meu corpinho amolecer e soltei o Miguel, que se distanciou um pouco de mim atordoado, querendo entender o que tinha acabado de ocorrer. Acho que temeu ter me machucado ou algo assim hahaha

Eu: — Caramba... Isso... Isso foi... Tão bom...!!!

Expliquei, entre um suspiro profundo e outro, recuperando o fôlego e as forças ao me deixar cair lentamente deitada no chão da beira da piscina, curtindo a grafiticante sensação de alívio que vem logo após um gozo avassalador como esse...

Olhava pro céu azul ensolarado, quase sem nuvens, tentando recobrar os sentidos e desanuviar também a mente, absorvendo os últimos acontecimentos e pensando na loucura que havia sido aquilo tudo.
Só agora, com o tesão começando a se abrandar, é que a minha noção de bom senso voltou e eu me dei conta da merda que fiz e deixei acontecer...!

"PUTA QUE PARIU!! EU DEIXEI MEUS IRMÃOS ME DESPIREM, ME DEDAREM E CHUPAREM!?!!?"

Pensei, começando a entrar em desespero e já me arrependendo daquilo na mesma hora.
O remorso, a culpa e o medo me acometeram com tudo. Eu era a "adulta responsável" ali, deveria ter sido eu aquela a manter a sanidade e evitar aquilo tudo... Mas me deixei levar pelo tesão e pelo momento, agindo de forma tão lascíva e imprudente quanto aqueles dois adolescentes no auge da puberdade. Ou até mais...!
O que tinha de errado comigo?!
Qual era o meu problema?!
Como pude deixar as coisas chegarem naquele ponto?!
E se eles contassem algo pra alguém?
E se os nossos pais descobrissem?! Iriam me deserdar! Me por pra fora de casa! Me expulsar da família! Nunca mais falariam comigo, pois eu fui a adulta safada que acabou "estuprando" os próprios irmãos menores de idade...!!

Ainda estava com tudo aquilo explodindo na minha mente quando notei que, tanto Arthur quanto Miguel já estavam fora da água, de pé ao redor de mim, com os paus ainda em riste, apontando pro céu, muito duros.
E, vendo os assim, frente a frente, eu pude reparar nas suas características fundamentais.
Eram grandes, pelo menos maiores do que eu esperava que fossem naquela idade, com uns 13 ou 15cm, sei la... Nunca tive a chance de medir com uma fita ou régua pra ter certeza. Mas eram grossos, e pareciam ainda não ter terminado de crescer até a sua totalidade, que viria em alguns anos ao atingirem a fase adulta.
Seus pintos eram bem parecidos, quase idênticos, assim como os sacos enrrugadinhos e cheios de pelinhos despontando aqui e ali.

Não posso negar que, mesmo toda preocupada, a visão das duas rolas juvenis latejantes expostas diante de mim ao mesmo tempo me despertou algum desejo. Senti minha boca, seca por conta do orgasmo, encher d'água no mesmo instante, ao ponto de eu ter de engolir a saliva que se acumulou antes que eu me desse conta.
Ainda assim, eu já estava a um segundo de por um ponto final naquilo, encerrar aquela situação e sair dali sem olhar pra trás, dizendo que havia sido um erro, pra nunca mais tocar no assunto...
Quando, de repente, minhas palavras foram detidas antes mesmo de começarem a sair da boca, assim que os meus irmãos se ajoelharam ao meu redor e agarraram cada um em um seio meu e levaram os dedinhos da outra mão até minha xana sensível.

Eles ainda queriam mais!!

Gemi baixinho fechando os olhos com pesar e culpa pelo o quando eu tava gostando daquilo!
Apalparam meus peitinhos, dando genoras apertadas, enquanto os dedos iam e vinham pela minha racha...
Eu tinha de fazê-los parar...
Tinha de dizer que bastava...
Que não dava para continuarmos com aquilo...
Que não era nem pra termos começado...
Que era errado fazer isso...
Que não deveríamos ter feito nada daquilo...
Era meu dever como irmã mais velha recuperar as rédeas da situação e acabar com toda aquela história ali mesmo, de uma vez por todas!!

Mas então eles me disseram algo que me quebrou de vez.

Miguel: — Agora a gente também quer...

Arthur: — É... É a sua vez de chupar a gente, Juh...!

Disseram, não em tom de exigência, nem como se me dando uma ordem ou demandando que eu cumprisse com alguma obrigação. Não.
Falaram aquilo de uma forma infantil, de quem pede pra lhe passarem o controle do video game após uma partida, com um tom quase inocente, que simplesmente me dizia quais eram as suas expectativas a cerca do que deveria ser feito por mim a seguir... O tom de quem apenas esperava que a situação levasse a isso, de quem esperava por reciprocidade... Pedindo isso como se fosse a coisa mais natural e justa do mundo.
E eu, naquele momento, não consegui lhes negar isso.

De fato, toda aquela situação meio que era culpa minha, eu havia provocado aquilo, os levado até aquele ponto... Me aproveitado a fragilidade e vulnerabilidade que vinha junto da sua puberdade... Abusado disso até chegarem no limite.
E só eu tinha gozado. Os dois continuavam ali, com os paus duros, a ponto de rachar e explodir de tanto tesão acumulado por minha causa...

Os trazer pelo menos algum alívio através do gozo era o mínimo que eu podia fazer... Era algo que eu os devia após tudo isso...

Eu: — Tá... Tá bem... Sentem aqui onde eu tava...

Orientei, aceitando que precisava fazer aquilo e escorregando pra dentro da água mais uma vez.
Eles então, obedecendo, se sentaram na borda da piscina, pondo só os pés pra dentro da água. E eu me vi diante daquele belíssimo par de cacetes duros como pedra na minha frente.
Eu faria isso por que era o "justo", sim, mas também por que queria muito provar aqueles paus!!

Tomei ambos nas mãos e, olhando pra eles, iniciei uma punheta lenta e ritmada, preparando-os para serem chupadas, e preparando a mim mesma para realizar aquele oral duplo em sequência!

Quando nenhum de nós conseguia mais aguardar, fui com o rosto em direção ao meio das pernas de um deles. O escolhido da vez pra ser o primeiro foi Miguel. Queria lhe retribuir o orgasmo que me proporcionou.
Estiquei a línguinha e, sem parar de masturbar o pau do irmão, lambi seu cacete do saco até a ponta de onde já brotava aquele caldo salgadinho do pré gozo.
Sua pica estava limpinha, tinha um gosto viril, puro, virginal, mas misturado com o da água da piscina... E eu cai de boca sem hesitar!!

Abocanhei a glande numa tacada só, girando a língua ao redor da cabeça rosada enquanto sugava todo o suculento liqui pré-seminal, já descendo os lábios ao longo do restante da peça que, apesar de grossa e relativamente grande, coube quase que inteira na boquinha gulosa da irmã com fome de pica!!
Com isso, dei início a um oral lento que logo foi ganhando ritmo. Era uma delícia sentir aquela piroca quente latejar na minha boca... Tatear o contorno e experimentar a saliência daquelas veias que pulsavam de prazer e desejo a cada vai e vem da mamada...!

Miguel suspirava e gemia alto, segurando a parte detrás da minha cabeça e entrelaçando os dedos no meu cabelo, enquanto recebia o primeiro boquete da sua vida!
Ele era jovem, inexperiente e estava muito, muito excitado... Por isso eu sabia que não demoraria a gozar.
Não quis também adiar aquilo e o fazer ter de esperar mais tempo antes de experimentar o orgasmo que só um bom oral é capaz de proporcionar. Então não fiquei me contendo, soltei a coleira da putinha sedenta que havia em mim e deixei-a assumir o controle daquela chupeta...!

Mamei na sua pica com vontade, afundando o rosto na sua virilha até meu narizinho se ver cercado de pentelhos, realizando uma garganta profunda digna de uma puta profissional!
O Miguelzinho não aguentou.
Urrando de prazer, contraiu o corpinho, projetou o quadril contra mim, afundando ainda mais o pau na minha goela e então ejaculou bem lá no fundo!!!

Eu quase me engasguei com os jatos fortes de porra abundante que me invadiam a garganta, enquanto Miguel despejava todo o seu leite em mim!
Bebi tudo com vontade, sem deixar escapar nenhuma gota. Eu queria aquilo. Estava curiosa. Ansiosa, na verdade, para provar o semen dos meus irmãos!
Como foi quase tudo direto pro meu estômago, eu não pude experimentar tanto quanto gostaria... Mas deu pra sentir que aquele caldo grosso tinha um sabor forte, pungente, capaz de ativar a libido de qualquer mulher apenas pelo gosto viril que possuía!

Quando Miguel terminou de lançar o último pingo de esperma na minha boca, soltou minha cabeça e eu me afastei dele, tossindo um pouco por causa da inserção profunda da pica e pelo resto de porra que ainda escorria pela minha laringe.
Olhando em seu rostinho, vi ali o semblante de mais pura satisfação estampando-o... E fiquei muito feliz em saber que fui capaz de proporcionar tamanho prazer a ele.
Sorriu pra mim agradecido, e eu retribui com um sorriso radiante.

Mas meu trabalho ainda estava pela metade. Tinha mais um irmão que eu precisava fazer gozar.
Então fui me direcionando com um sorriso para o meio das suas pernas.

Arthur estava mesmo muito ansioso por aquilo, pois assistiu toda a cena do seu gêmeo sendo chupado e gozando horrores em mim... Enquanto eu ainda estava lhe masturbando o pau devagar, pra que já estivesse no ponto quando chegasse a sua vez.
E a sua vez havia chegado!
Ávido por isso, Arthur me puxou pela nuca em direção ao seu pau com impeto e eu, no susto, precisei abrir logo a boca para acolher aquele membro ereto!

De uma vez só, o tarado tesudo já enterrou o pau todinho na minha boca, sem nem ao menos me dar a chance de preparar-me bem pra isso!
Lutei para não me engasgar quando a jeba alcançou o fundo da minha goela do nada, e ele começou a mover o quadril sozinho pra meter o pau na minha boca com velocidade crescente logo de cara!

Fiquei até assustada com a animosidade com que ele partiu pra cima de mim e começou a, literalmente, foder o meu rosto!
Queria reclamar, e até tentei protestar, mas os únicos sons que conseguia produzir naquela situação eram os desesperados grunhidos incomprreenssiveis por conta da boca cheia, intercalados pelos ruidos de engasgo cada vez que a cabeçona no pau de Arthur ia até a minha gargantinha indefesa!!

No susto, temendo que me machucasse com tanta afobação, tentei me desvencilhar, empurrar sua virilha pra longe, me afastar... Só que Arthur era forte, mais forte do que eu, mesmo sendo mais novo. E eu não consegui escapar dele, que pareceu nem se dar conta da seriedade dos meus protestos, e seguiu penetrando a minha boca como se fosse a buceta de uma prostituta!

Vendo que não tinha como resistir, e me recuperando do choque inicial, decidi que era melhor só aceitar e fazer o meu melhor para me ajustar e suportar aquela foda oral forçada, já imaginando que naquele ritmo o rapazinho não demoraria muito pra gozar.

E foi isso mesmo que aconteceu.
Após só alguns segundos e poucas metidas vorazes na minha boquinha quente, o adolescente virgem começou a arfar, resmungando uns palavrões enquanto forçava o pau contra mim, inundando meu estômago de porra familiar pela segunda vez naquela manhã!

A genitalia do meu irmão convulsionava como uma cobra na minha boca, despejando o gozo farto em potentes jorros que pareciam não ter fim.
Por um momento achei que fosse me "afogar" em todo aquele esperma, mas dei um jeito de beber todo seu sêmen assim como fiz com o outro gêmeo!

A gala desse tinha um gosto diferente, mais docinho... Talvez devido a sua boa alimentação de atleta. E eu, apesar de tudo, adorei o sabor tanto quanto curti a experiência de ter a minha boca "estuprada" pelo jovem afoito que nem se deu conta do que fez.

Quando finalmente me largou e libertou da sua pegada, tossi muito e respirei aliviada. Mesmo tendo gostado, estava pronta pra dar uma bronca nele por ter feito aquilo assim, com tanta violência, sem me avisar, obedecer ou respeitar.
Mas, quando vi aquela carinha de satisfeito dele resfolegando de prazer, meu coração de irmã mais velha se derreteu em saber que estava assim por minha causa... E eu resolvi deixar passar dessa vez.

Instintivamente, levei a mão até minha buceta por debaixo da água e, a dedilhando, senti meus dedinhos se lambuzarem novamente. Eu já tava cheia de tesão de novo!!

E eu não era a única.
Miguel havia gozado a poucos minutinhos, mas já tava com a pica dura novamente, enquanto que a de Arthur nem chegou a amolecer...

É, aquele dia estava longe de terminar pra nós três...
E, nesse ritmo, eu ia acabar dando a buceta pra eles!!

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Comentem pra eu saber o que estão achando, pois em breve postarei a próxima (e talvez ultima) parte desse relato s2

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Comentários (9)

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  • Pk: Acompanhando desde o primeiro e gozando muito desde então, que história boa, vc é muito gostosa

    Responder↴ • uid:gsuanut0b
  • Yg: Espero que foi penetrada pelo dois

    Responder↴ • uid:1d03ov4nccrk
  • Berass: Esse conto tá maravilhoso! Termina nem tão cedo 😢

    Responder↴ • uid:8d5f702k09
  • Njvfe: Não sei oq é pior, a coragem dos irmãos, ou essa progressão toda em menos de 2 semanas

    Responder↴ • uid:1ctvhzlfmgw6
    • Júlia In6: Já leu todo esse texto de +7000 palavras que foi postado só o a uns 20mins atrás em relação a esse seu comentário? @_@

      • uid:1eg0vmf1zynn
    • Júlia In6: Se ler com atenção vai ver que eu explico que eles na verdade sempre foram "pra frente" e abusados desde antes, só não nesse sentido... estavam meio que sem saber como agir comigo, pela mudança de paradigma, mas só precisou de eles verem como eu estava aberta a ceder e lhes dar parte daquilo que queriam que já voltaram a ser os pirralhos atrevidos e sem limites de outrora.

      • uid:1eg0vmf1zynn
  • John: Tô maratonando e com muito tesão nessa história.Queria uma irmã assim

    Responder↴ • uid:1eb8ojqsxpb2
    • Júlia In6: Amei saber que tá com tesão na minha historia, John s2 Tenho pra mim que toda família tem uma assim que nem eu hahaha se não for irmã, é uma prima ou tia, é só ir atrás que acha rsrsrs

      • uid:1eg0vmf1zynn
    • John: Já comi umas priminhas safadas,sonho mesmo seria uma irmã dessa

      • uid:1eb8ojqsxpb2