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As Aventuras de Becca e Lui - Capítulo 11

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Becca e Lui

Era domingo, e meu novo encontro com Carlinhos soltou faíscas que incendiaram nossas vidas. Minha vida sexual começava a melhorar…

Havia chegado mais um domingo. Mais um domingo onde eu iria satisfazer meus fetiches, embora ainda não soubesse o que era isso.

Após um semana tensa onde tive minha primeira experiência bissexual com Gabi, quando também comecei a escrever meu diário secreto com minhas aventuras sexuais recém vivenciadas, era a hora de mais uma vez poder ficar nua na frente de Carlinhos. Eu ansiava por esse momento.

Ainda estava começando a explorar meu lado exibicionista, que aflorava cada dia mais. Eu contava os segundos para que o domingo não demorasse, só para que eu pudesse tirar minha roupa e ficar completamente nua na frente de meu primo.

Claro que eu também queria vê-lo de novo, ver seu piru duro, poder chupá-lo novamente, sentir aquele falo intumescido dentro de minha boca salivante. Mas, eu mal podia esperar para ficar completamente pelada na frente dele. Eu não cabia em mim de tanta felicidade por ter chegado o momento de, mais uma vez, ter mais uma relação sexual.

Não era o momento de trazer à tona o que aconteceu com Gabi. Carlinhos também a conhecia, mesmo não sendo tão próximo dela quanto eu. E eu sei que ele achava a Gabi a menina mais linda que já tinha visto pessoalmente. E eu não poderia jamais discordar dessa opinião porque eu compartilhava da mesma visão sobre ela.

Ao chegar na chácara de meus avós, enquanto minha mãe estacionava o carro, eu olhava pela janela tentando ver se Carlinhos já estava lá. E foi então que, para minha plena felicidade, vi que o carro de minha tia já estava parado lá.

Saltei do carro usando apenas um infantil biquíni esverdeado, com detalhes em rosa. Era um biquíni que cobria praticamente todo meu corpo. Era um número grande, e estava largo em mim. Fui correndo para a área da piscina, à procura do Carlinhos. Ao me ver, o sorriso estampou-se automaticamente em seus lábios.

Carlinhos estava próximo à beira da piscina, junto às demais crianças que se jogavam na água pelo escorregador. Mas, diferente de todos os demais, ele estava seco, como se realmente aguardasse por aquele momento tanto quanto eu.

Desta vez ele vestia uma sunga preta, o que disfarçaria um pouco suas ereções. Parecia que tudo estava programado, mas não. Nós não nos falávamos desde o último domingo, mas aquela troca de olhares transmitiu tantas informações que nenhuma palavra precisava ser dita.

Fui direto para o escritório do vovô, e fiquei lá alguns minutos enquanto aguardava Carlinhos que, propositalmente, demorou para entrar, numa tentativa de ludibriar nossos primos mais novos que brincavam na piscina.

Foi o tempo perfeito para que eu tirasse meu biquíni, e sentasse na velha poltrona empoeirada e puída de vovô, completamente nua. Eu amava a sensação de ficar pelada e poder ser vista, e assim eu estava lá, aguardando por Carlinhos.

E, enquanto aguardava, fiquei lá de pernas abertas, acariciando e dedilhando o miolo de meu sexo, ficando extremamente excitada, e começando a escorrer. Não demorou muito para que ele me visse com a vagina escancara, com tudo à mostra.

E ele automaticamente trancou a porta do escritório, sem perder tempo de olhar sorrindo para mim, num misto de nervosismo e felicidade. Ele nem sabia o que falar nem por onde começar. Então, eu mesma tomei a iniciativa enquanto me tocava:

- Tira logo a sunga.
- Você já tá pelada, Becca… - respondeu, enquanto se aproximava e lentamente ia baixando sua única peça de roupa.
- Eu não gosto de roupa. - respondi. - Prefiro ficar assim, pra você poder ver minha xereca.

E ao terminar de falar eu abri ainda mais os grandes lábios, escancarando o interior de minha pequena vagina rosada e molhada. Os olhos de Carlinhos brilhavam tanto quanto sua glande, dura, de tão excitado que estava. E eu também estava tomada pelo tesão em me exibir e ser totalmente vista por ele.

- Você gosta que eu veja sua xereca? - perguntou enquanto caminhava até a poltrona onde eu estava.
- Vem ver mais de perto. - respondi.

Ele se aproximou, e se ajoelhou em frente à poltrona, cada vez deixando seu rosto mais próximo de minha bucetinha. E a cada centímetro que ele se abeirava, mais excitada eu ficava. A cada arfada quente de sua respiração que eu sentia em minha vagina, mais eu exalava meu mel sexual.

E o primeiro beijo de Carlinhos bem no meio do meu clitóris, inesperado, foi como um choque. Me segurei para não gritar de prazer, não gemer, mas era quase inevitável. Conforme sua língua passeava em minha infantil bucetinha, eu sentia me lubrificar mais e mais, e o prazer crescia.

Carlinhos não tinha experiência, não sabia exatamente o que fazia. Não era uma época em que tínhamos fácil acesso a filmes e vídeos pornôs. Pelo menos, para Carlinhos, não era um acesso tão simples quanto para mim, que consumia por tabela os vídeos que minha mãe alugava.

E por mais inexperiente que Carlinhos fosse, para mim era o paraíso. Ver aquele menino loiro, com o pênis ereto quase estourando de tão duro, ajoelhado no meio de minhas pernas, lambendo com desejo minha xoxotinha, era uma conquista que eu queria para o resto de minha vida. Os olhos fechados e a concentração de meu primo ao se entregar ao ato de me proporcionar tanto prazer me excitava ainda mais, me fazia perder a noção do tempo, de quem eu era. Eu só queria curtir aquele prazer, torcendo para nunca acabar, e ao mesmo tempo desejando explodir num orgasmo que me arrancasse a alma do corpo.

Infelizmente, não demorou muito, e eu gozei. Gozei como nunca até então. Muito mais intensamente que qualquer masturbação das pouquíssimas que havia praticado. Talvez fosse a excitação, o tesão. Talvez fosse o acúmulo de desejo ao longo daquela semana. Podia ser tudo junto. Ou, quem sabe, fosse somente aquele momento mesmo? Não importa. Sei que fiquei sem forças e quase desfalecida sobre a poltrona, com a respiração ofegante, após um grito agudo que anunciou meu clímax.

Carlinhos se assustou e parou de me chupar na hora, e não sabia o que fazer ao me ver largada sem forças sobre a velha poltrona. Mas, certamente, o sorriso singelo estampado em meu rosto, única reação que tive ao alívio daquelas tensões que me tomavam, o acalmou.

- Becca, você tá bem? - questionou.
- Estou maravilhosa. - respondi, com a voz trêmula, sussurrante, e ofegante, ainda tentando recuperar o ar. - Você chupa muito bem.

Carlinhos deu uma tímida risada, sem jeito, e tentou se aconchegar comigo na poltrona. Nos abraçamos, e eu podia sentir seu delicioso piru roçando em mim. Eu puxei o rosto do meu primo até mim e, sem nem pensar, o beijei. Era meu primeiro beijo.

Nos entregamos intensamente um ao outro, nossas línguas se roçando, nossas salivas se trocando, E foi ali que percebi que eu havia iniciado minha vida sexual antes mesmo de beijar. Eu já havia chupado a xereca de Gabi, e naquele momento eu esperava que ela tivesse gozado tanto quanto eu acabara de gozar. Já havia chupado o pau do Carlinhos, engolido seu sêmen, e era meu primeiro beijo de verdade. Minha primeira entrega emotiva física a alguém, lábios com lábios, língua com língua.

- Você não sente nojo de me beijar? - perguntou Carlinhos logo depois de soltarmos nossos lábios.
- Por que teria? - respondi com outra pergunta.
- Porque eu acabei de colocar minha boca na sua xereca, te chupei até você gozar. - respondeu.

Eu sorri, afaguei os cabelos loiros dele, me aconcheguei ainda mais em seu abraço, e continuei falando, olhando diretamente em seus olhos.

- Eu não tenho nojo de mim mesma. Nem de xereca, é gostoso.
- Gostoso? - perguntou, confuso.
- Eu gosto de chupar xereca também. - Respondi, como se eu tivesse muita experiência, dona de mim e de minhas convicções.

Carlinhos me olhou incrédulo, sem entender do que eu falava.

- Essa semana eu chupei a xereca da Gabi. - confessei.

Ele arregalou os olhos, completamente assustado, contrastando com o meu sorriso safado e relaxado. Nenhuma palavra saiu de sua boca, de tão atônito que estava.

- A xereca dela é uma delícia. - Provoquei. - Não tão gostosa quanto seu piru. Mas é muito gostosa.

Carlinhos riu e segurou a base de seu pau duro apontando para mim.

- Você gostou de me chupar na semana passada? - perguntou.
- Gostei tanto que estava contando os segundos para poder chupar de novo. - respondi e segurei seu membro com vontade, puxando a pele para baixo e deixando a linda cabecinha vermelha exposta, minando as primeiras gotinhas transparentes em sua pontinha.
- Me chupa, Becca?
- Nem precisa pedir.

Saí de nosso ninho na poltrona, e me coloquei na posição que Carlinhos estava há poucos minutos, ajoelhada em frente aquele pau que eu tanto queria. E eu o admirava. Sem saber muito ainda como lidar com tal situação, era minha segunda experiência real com Carlinhos, eu acariciava aquele pau, com a outras mão deslizava por entre seus pelos pubianos castanhos aloirados, e ficava subindo e descendo a pele, ora revelando, ora ocultando aquela cabecinha linda.

Carlinhos se deixava levar, fechava os olhos, olhava para mim… Eu esfregava o pau por todo meu rosto, cheirava profundamente, queria que aquele aroma ficasse entranhado eternamente em meu nariz.

- Eu amo seu piru. - Falei.
- De verdade? - perguntou Carlinhos.
- Muito. - falei enquanto lambia o pré-gozo que brotava na ponta de seu óstio - Eu vou sempre chupar muito. É muito gostoso.
- Eu vou querer sempre.
- Eu vou chupar sempre. E, algum dia, eu vou transar com você pra sentir ele todinho dentro da minha xereca.

Logo em seguida abocanhei seu pau juvenil com vontade, de forma bem molhada e gulosa, o que arrancou um gemido descontrolado de Carlinhos. Eu ri da reação dele, e voltei a chupar, com os movimentos de vai e vem. Ele praticamente transava com minha boca.

Eu salivava, lambia, chupava… Eu estava me transformando na insaciável boqueteira que sou hoje. Mas ainda tinha muito a aprender, ainda tinha muito a me desenvolver. Tanto em técnicas, práticas, e no meu próprio corpo esquálido e ainda sem formas femininas.

Com uma das mãos eu segurava a base de seu pau, para que não fugisse da direção de minha boca. Com a outra acariciava seu saco com poucos pelos. Eu estava amando aquilo, e estava verdadeiramente apaixonada por aquela pica. Ainda era muito pequena, mas um dia iria crescer mais. Eu só precisava ser paciente e acompanhar cada momento até que ficasse como a piroca dos atores pornôes que eu via nas revistas e vídeos.
A respiração de Carlinhos ia ficando cada vez mais ofegante e acelerada, e eu, percebendo o que vinha pela frente, intensificava meu boquete.

- Becca… Eu vou gozar… - murmurou Carlinhos com a voz trêmula;
- Então goza na minha boca. - Respondi com um tom bem safado, e logo voltei a mamar com vontade.

Ele não se aguentou e jorrou muitos jatos na minha boca. Eu tentava engolir no mesmo ritmo que ele ejaculava, mas era muita porra. E quase me engasguei e acabei deixando uma boa parte escorrer pela minha boca, lambuzando meus lábios, queixo, pescoço e até parte do meio peito reto cujos seios nem sonhavam ainda em protuberar.

Carlinhos estava ofegante e sem forças, e eu aproveitava o fim de sua gozada para, com ajuda de seu pau, levar boa parte da porra para minha boca, mas acabei mais lambuzada ainda. Sem experiència, eu mais espalhei a porra em meu rosto do que consegui engolir. O sabor não era, ainda, a minha maior preferência. Mas, só o fato de ser esperma, de sair de dentro do pau, e de eu ser a motivadora daquela gozada, já me despertava muito desejo de querer mais e mais.

Me aconcheguei de novo em Carlinhos, na poltrona, enquanto ele se recuperava daquele intenso orgasmo, e fiquei abraçada de um jeito que sentia, propositalmente, seu piru repousado em meu corpo.

- Becca, foi a melhor gozada da minha vida. - falou Carlinhos ainda ofegante.
- Que bom que gostou. - respondi sorrindo. - Eu tô amando chupar seu pau.
- Você não tem nojo mesmo, né?
- Nem um pouco, eu acho delicioso. - Não achava, ainda, o sabor do esperma agradável, mas estava extasiada pelo ato de engolir. - Por mim eu faria isso contigo todo dia.
- Sério?
- Sim, de verdade. Ficaria pelada o dia todo só pra te deixar de pau duro pra eu ver.

Carlinhos riu.

- Você já tá falando “pau duro”... “Gozar”...
- Tive um bom professor. - respondi rindo.

Carlinhos também riu e ficou olhando pro meu corpo, e pra pequena rachadinha que era minha xereca.

- Você não fica mesmo com vergonha de ficar pelada na minha frente, né? - perguntou.
- Pelo contrário. Eu adoro. E você?
- Eu ficava com vergonha, mas agora tô gostando de ficar assim com você.
- Mas você ficava com vergonha só de mim?
- De qualquer menina. Acho que ainda fico, mas não de você.
- Só de meninas? Não fica com vergonha de outros meninos verem você pelado não?
- Não… - Ele parou, pensou, respirou, refletiu, e me fez uma revelação bombástica. - Na verdade, eu e os meninos lá do prédio, a gente tem um Clube da Punheta.
- Clube da Punheta?! - Fiquei curiosa.
- Assim, a gente se reúne nas escada do prédio, no salão de festas à noite, ou na casa de alguém quando os pais não estão em casa, e fica vendo revistas de mulher pelada, vídeo de sacanagem.

Meus olhos brilhavam enquanto ele contava, e instintivamente, pousei minha mão sobre seu pau já flácido.

- Aí, a gente fica tocando punheta. - continuou, Carlinhos. - Daí a gente criou o “Clube da Punheta”, só entre a gente.
- O que é tocar punheta? - perguntei.
- A gente fica brincando com nossos paus, vendo as revistas e as fitas, até gozar. - falou enquanto segurava seu pau junto à minha mão.
- E como é isso?
- Assim…

E Carlinhos foi me mostrando, guiando minhas mãos sobre seu pau, num movimento de subir e descer, cobrir e descobrir a cabeça, me ensinando como era tocar uma punheta. Eu estava amando aquilo, e estava aprendendo mais uma novidade. E conforme ele ia me ensinando, eu ia sentindo o pau dele ficando duro novamente, bem na minha mão…

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