#Gay #Teen #Traições

A noite na balada

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Winterboy

Murilo recebe um convite de seu melhor amigo para a balada, sem nem saber que acabaria levando um chifre do seu próprio amigo.

Oioi, meus putos!

Venho contando mais um episódio das minhas aventuras sexuais.

Disclaimer: o conto tem como tema TRAIÇÃO, então se não te agrada ou isso te ofende em alguma medida, peço evite estresse desnecessário e não leia. Obrigado!

Vamos ao conto.

Era um fim de semana tranquilo. Estávamos eu e Murilo sentados juntos no sofá assistindo um filme na Netflix quando de repente, meu namorado recebe uma mensagem.

Era o amigo dele, Henrique, colega dele da época da faculdade e que ainda mantém contato frequente.

Não consegui ler muito bem a mensagem, mas tinha a ver com a namorada ter terminado com ele.

Murilo trocou algumas mensagens com ele.

— Vamos sair — ele propôs de repente, virando-se para mim — Henrique acabou de convidar a gente pra uma balada. Ele terminou com a Carolina e precisa beber. Vamos encontrar ele lá.

Eu concordei, e fomos nos arrumar.

Murilo já estava no banho há uns dez minutos. Deixei as roupas que usamos arrumadas em cima da cama e caminhei até o banheiro, a porta entreaberta deixava escapar nuvens de vapor quente e úmido pelo quarto.

Empurrei a porta devagar e entrei.

Meu namorado estava de costas para mim, a água quente escorrendo pelos ombros largos, seguindo o contorno dos músculos das costas até a curva perfeita da sua bunda. Fiquei parado por um instante, apenas observando.

A pele branca dele contrastava com o bronzeado leve que adquirira nas últimas semanas, criando linhas definidas onde o sol havia batido.

O cabelo preto, agora molhado e colado na nuca, caía em mechas escuras sobre os ombros. A barba bem-feita estava encharcada, gotas d’água escorrendo pelo queixo.

Meu olhar percorreu seu corpo atlético, os abdominais marcados que apareciam quando ele se virava ligeiramente, o peito liso sem pelos, apenas aquele rasteiro que descia do umbigo em direção à pica.

E que pica. Mesmo flácida, era grossa, mostrando a cabeça rosada. Dura ela tinha 18cm, grossa e lisa, curvada ligeiramente para cima como se apontasse para o céu. O caminho do paraíso que descia do abdômen encontrava a base daquela obra-prima, criando uma linha perfeita que meu dedo traçava mentalmente.

Ele deve ter sentido meu olhar porque se virou lentamente, um sorriso maroto nos lábios.

– Vai ficar só olhando ou vem entrar? – Disse com a voz rouca, quase um sussurro sobre o barulho da água.

Não precisei de segundo convite. Tirei a roupa rapidamente, deixando-a amontoada no chão, e abri a porta do boxe. O vapor quente me envolveu assim que entrei, a água batendo no meu peito. Murilo me puxou para perto, nossos corpos se encontrando sob o jato d’água.

Seus lábios encontraram os meus num beijo profundo, a língua dele explorando cada centímetro da minha boca enquanto suas mãos deslizavam pelas minhas costas. Uma das mãos dele desceu até meu rabo, apertando com força, fazendo eu gemer contra a boca dele.

Eu comecei a masturbar lentamente a pica dele, sentindo-a engrossar e endurecer na minha mão. A pele macia deslizava, cada movimento fazendo Murilo suspirar mais fundo. Ele estava completamente duro agora, os 18cm apontando diretamente para mim.

Ajoelhei-me devagar, a água quente batendo nas minhas costas. Olhei para cima, encontrando o olhar dele. Sem dizer nada, levei a cabeça da pica dele à minha boca, sentindo o sabor de macho. Engoli a cabeça rosada e eu comecei a descer até onde conseguia.

— “Porra que delícia, amor, — Murilo sussurrou, a mão dele entrelaçada no meu cabelo, guiando meu ritmo. — É assim, meu putinho, engole toda essa rola.

Eu obedeci, trabalhando com a língua enquanto descia e subia, sentindo a espessura dele esticar minha garganta. As veias salientes deslizavam sob minha língua, e eu podia sentir o pulso dele acelerar.

Murilo começou a mover os quadris, fodendo minha boca com movimentos lentos mas profundos.

Depois de alguns minutos, ele me puxou pelos cabelos, fazendo eu ficar de pé e então me virou, pressionando meu peito contra o azulejo frio do boxe. A água continuava a cair sobre nós enquanto ele se posicionava atrás de mim. Senti a cabeça da pica dele roçando minha entrada, e meu corpo tremeu de tesão.

— Quer essa rola no seu cuzinho, hein? — Murilo murmurou no meu ouvido, a voz rouca de desejo. — Quer que eu foda seu cuzinho apertado?

Eu só conseguia gemer em resposta, empurrando a bunda para trás, pedindo sem palavras.

Ele não fez esperar. Com um movimento firme, sentia aquela pica gostosa me invadir. A cabeça alargando meu anel enquanto eu prendia o ar.

A dor inicial rapidamente deu lugar ao prazer intenso enquanto ele continuava a entrar, centímetro por centímetro, até que estivesse completamente dentro de mim.

— Caralho, que cuzinho apertado, — Murilo gemeu, começando os movimentos de vai-e-vem. — Meu putinho tão gostoso.

Ele começou a foder com força, cada golpe batendo fundo, fazendo meu corpo deslizar contra o azulejo molhado. Uma das mãos dele segurava meu quadril com força enquanto a outra alcançava minha frente, pegando minha própria pica já dura.

O som do quadril dele contra meu rabo ecoava pelo banheiro, rápido e abafado pela água que ainda caía.

— Goza pra mim, seu putinho, — Murilo ordenou, o ritmo dele aumentando. — Goza enquanto eu fodo seu cuzinho.

Senti o orgasmo se aproximando, uma onda de calor subindo pelas minhas pernas. Murilo pareceu sentir também porque começou a foder ainda mais rápido, mais fundo.

E assim, meu leite jorrou, lambuzando toda a parede. Minhas pernas bambearam, meu cuzinho piscou loucamente, apertando o pau do meu namorado, fazendo ele gemer mais forte.

— Vou gozar na sua boca, — ele anunciou, puxando-se de mim repentinamente. —Ajoelha!”

Eu caí de joelhos imediatamente, a boca aberta, esperando.

Murilo se masturbou rapidamente sobre meu rosto, e depois de alguns segundos, vi o primeiro jato de porra branca escapar da cabeça rosada da pica dele, atingindo meu queixo.

O segundo e o terceiro jatos foram direto na minha boca, quentes e salgados. Continuei com a boca aberta enquanto ele terminava, depois engoli tudo, sentindo o gosto dele permanecer.

Murilo apoiou-se na parede, ofegante, enquanto eu permanecia de joelhos, a água do chuveiro lavando o resto da porra do meu rosto. Ele me ajudou a levantar, puxando-me para um beijo lento e profundo.

— Pronto para a balada agora? — ele perguntou com um sorriso.

Eu apenas ri enquanto continuávamos nosso banho.

Chegando lá, a balada estava apertada, uma massa de corpos suados movendo-se ao ritmo de um eletrônico pesado que fazia o chão vibrar.

Henrique nos esperava perto do bar. Ele era impossível de não notar: alto, com seus 1,86m, loiro com uma barba bem aparada que dava um ar de homem maduro apesar dos 26 anos. Ele usava uma camisa social aberta no peito, revelando pelos dourados que desciam pelo estômago definido, sem ser exageradamente musculoso, mas forte.

O abraço dele foi firme, e quando ele se afastou, os olhos azuis cravaram em mim, me olhando de cima a baixo, com uma intensidade que me fez arrepiar.

— Cara, precisava disso — gritou Henrique tentando superar a música, com um sorriso cansado mas malicioso. — A Carolina me deixou, mas o mundo não para, né?

Murilo puxou-me para a pista de dança, colando as costas no meu peito, possessivo como sempre. Dançamos, nossos corpos se atritando, as mãos de Murilo segurando minha cintura.

De tempos em tempos, eu olhava por cima do ombro de Murilo, capturando o olhar de Henrique. Ele não tirava os olhos de nós, ou melhor, de mim.

Quando Murilo virava-se para pegar um gole no copo que segurava, Henrique sorria para mim, um sorriso cúmplice, lambendo os lábios devagar.

Eu sabia daquele olhar. Na faculdade, diziam que ele era hétero, mas os boatos de confraternizações no vestiário contavam outra história.

Em dado momento, senti vontade de ir ao banheiro, então, me afastei dos braços de Murilo.

— Vou ao banheiro — gritei no ouvido dele.

— Vou te esperar aqui — respondeu ele, ocupando meu espaço na pista.

Caminhei pelo corredor escuro, afastando-me do barulho ensurdecedor. O banheiro estava relativamente vazio, apenas o som de torneiras escorrendo e o eco de passos e estranhamente limpo para um banheiro de balada. Por sorte, era relativamente cedo.

Fiz minhas necessidades dentro de umas das cabines e quando saí, Henrique estava lá, encostado na pia, os braços cruzados, aumentando a largura dos ombros.

— E aí? — ele disse, a voz mais grave do que parecia. — Tudo bem?

Ele se aproximou. O cheiro dele era uma mistura de perfume amadeirado e álcool, o que fazia despertar meu tesão

— Vi vocês dançando — continuou, baixando o tom para um sussurro rouco. — O Murilo te dá atenção, hein? Mas parece que você gosta de mais.

Senti meu rosto queimar, mas não neguei. A adrenalina tomava conta de mim naquele momento. Henrique estava ali, a oportunidade de aproveitar um macho, ainda mais um dos melhores amigos do meu namorado, que estava a poucos metros de nós.

Eu olhei para a porta do banheiro, torci para que ninguém entrasse naquele momento.

— E se eu gostar? — desafiei, dando um passo à frente, de modo que nosso peitos quase se tocavam.

Henrique riu, um som curto e seco. Sua mão subiu, tocando levemente meu pescoço, o polegar roçando meu rosto.

— Então vamos parar de perder tempo.

Não pensei duas vezes. Agarrei o pulso dele e puxei Henrique para a última cabine, trancando a porta com um clique seco que ecoou no pequeno espaço. O ambiente era apertado, cheirando a desinfetante.

Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, Henrique me empurrou contra a porta, pressionando o corpo contra o meu. Sua boca veio violenta, faminta, mordendo meus lábios e invadindo minha boca com a língua. Era um beijo desesperado, sem delicadeza.

Senti o volume dele contra minha coxa. Duro, enorme. Meus dedos tremiam enquanto desabotoava a calça dele. Puxei ela junto da boxer para baixo. O pau de Henrique saltou livre, batendo na minha barriga.

Era impressionante. Chuto que tinha 20cm, grossa, com pelos aparados na base e bolas pesadas que pendiam, cheias e quentes. A visão daquela pica fazendo minha boca água.

— Chupa essa rola, putinho! — ordenou ele, colocando a mão atrás da minha cabeça e empurrando-me para baixo.

Eu me agachei, os joelhos batendo no chão frio do banheiro. Segurei a base daquela rola, abri a boca e abocanhei a cabeça, sentindo o gosto amargo daquela pica. Henrique soltou um gemido abafado, a cabeça batendo na porta da cabine.

— Sim... caralho, que boca gostosa...

Eu trabalhei a língua, envolvendo a cabeça do pau dele, lambendo bastante antes de engolir o máximo que pude.

Ele era grosso demais para eu engolir tudo, mas eu forcei, sentindo a garganta abrir, lágrimas escorrendo pelo rosto. Ele exalava cheiro de macho.

Ele começou a foder minha boca, segurando meu cabelo e movendo o quadril, empurrando o pau fundo até eu engasgar. As bolas dele batiam no meu queixo a cada golpe, pesadas e cheias de porra.

— Libera esse rabo pra mim, puta! — ele grunhiu, puxando-me de volta para cima.

Eu me levantei, tremendo, e desci a minha calça e a cueca até os tornozelos em um movimento desajeitado. Henrique virou-me de costas, fazendo eu apoiar as mãos na parede fria.

Ouvi o som de cuspe e logo senti o dedo dele úmido roçando minha entrada, que ainda estava sensível da foda com Murilo.

— Que cuzinho macio. Caralho. — ele comentou. — Vai dizer que o Murilo já te usou mais cedo?

Eu concordei com a cabeça, mordendo o lábio para segurar o gemido. Em seguida, empurrei o rabo para trás, pedindo mais.

Henrique riu e meteu até o fundo.

— Caralho. A buceta da minha ex nunca ganha disso.

Então, começou a bombear duro, rápido, sem piedade. Seu quadril batia contra meu rabo em sons abafados. Henrique mordia minha orelha, me fazendo gemer involuntariamente.

— Que cuzinho macio. Feito pra levar rola — Henrique sussurrava no meu ouvido. — O Murilo não te deu o que você precisa, né? Por isso que tá aqui comigo.

Cada frase dele era uma nova injeção de adrenalina. A imagem de Murilo lá fora, me procurando enquanto eu era arrombado pelo melhor amigo dele no banheiro da balada me deixava louco de tesão. Meu pau pingava sem nem ser tocado.

Henrique me virou, pegou minhas pernas e as levantou, fazendo eu envolvê-las na cintura dele.

O novo ângulo permitiu que ele entrasse ainda mais fundo, batendo na minha próstata com precisão cirúrgica.

Eu tentava abafar os gemidos, sem sucesso, misturando-os num barulho úmido de pele batendo em pele. Enterrei meu rosto em seu pescoço, mordendo e saboreando aquela pele de macho suado.

— Vai gozar, sua vadia? Vai levar porra do amigo do seu namorado? — ele sussurrou no meu ouvido, acelerando o ritmo.

— Sim! Enche meu cu! Goza dentro de mim! — confessei baixinho, apenas para ele.

Ele deu três golpes profundos, enterrando-se até a base, e travou o corpo. Senti o pau dele pulsar dentro de mim, dilatando ainda mais meu anterior, e depois a explosão quente.

Ele gozou muito, jatos grossos e longos que pareciam não ter fim, pintando minhas entranhas com o leite dele.

A sensação era indescritível, de ser usado como um deposito de porra por aquele macho. Meu pau se contraiu e jorrou meu leite, lambuzando o peito dele, sem nem me tocar, num gemido rouco.

O pau dele escapou do cuzinho e ele me soltou. Ficamos ali por uns momentos, ele ofegante e eu com as pernas bambas. Senti parte do leite dele escorrer pelas minhas pernas, então peguei um papel para secar.

Ele ajeitou a roupa, olhando para mim com um sorriso satisfeito.

— Isso fica entre nós — ele disse, dando um tapinha na minha bunda ainda nua. — O Murilo não precisa saber que ele namora o melhor cuzinho da festa.

Saí da cabine depois dele, as pernas tremendo, sentindo parte da porra dele ainda escorrendo e manchando a minha roupa.

Ao lavar o rosto no espelho, vi meus olhos vidrados, o rosto vermelho. Eu estava destruído, usado. Tentei ao máximo me recompor e voltei para a pista de dança, onde Murilo ainda estava, esperando.

Quando ele me viu, sorriu. Colou seu corpo no meu e me beijou, um beijo quente e profundo, sem saber que acabara de beijar o gosto do melhor amigo dele.

Eu abracei e continuamos ali, curtindo a festa como se nada tivesse acontecido.

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