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A Primeira Vez que Vi Minha Esposa com Meu Irmão PARTE 11 a 15

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Dom

Na manhã seguinte acordei com ela me abraçando por trás e alisando minha perna carinhosamente. Quando percebeu que eu tinha acordado, Cinthia me deu bom dia com a voz manhosa e beijou meu pescoço. Ser acordado daquela maneira era bom demais. Meu pau já começava a ficar duro quando ela passou a mão nele levemente, como se estivesse brincando e ao mesmo tempo me provocando.
Ainda me abraçando por trás, ela perguntou baixinho:
— Gostou da noite anterior?
Quando respondi que sim, ela apertou minha bunda e disse:
— Eu também gostei… quero fazer de novo outro dia.
Respondi que iria pensar e ela sorriu safada. Então lembrei da conversa com meu irmão e falei que ele viria para cá. Ela respondeu sorrindo:
— Certo…
Apertou meu pau por cima da cueca e levantou da cama dizendo que era melhor a gente se levantar logo para arrumar as coisas antes que ele chegasse. Em seguida completou:
— Vou tomar banho. Pode ir fazendo o café, amor?
Desci e enquanto preparava as coisas na cozinha, minha cabeça não parava de pensar no que tinha rolado. Subi rapidamente para pegar meu celular e, ao chegar no quarto, ela ainda estava no banho. Fui até a porta entreaberta e a vi se depilando com cuidado. Ela sempre estava lisa, mas daquela vez eu sabia que não era por minha causa. Foi a primeira vez que a vi depilando o cuzinho também. Em alguns momentos ela até colocava a ponta do dedo bem na entrada enquanto passava a lâmina.
Voltei para a cozinha e, pouco depois, ela desceu vestindo uma das minhas camisas de botão. Dava para notar que não estava de sutiã — os bicos dos seios marcavam o tecido. Enquanto tomávamos café e conversávamos, ela se esticou para pegar as torradas no armário de cima. A camisa subiu e eu tive uma visão perfeita da sua bucetinha apertadinha, completamente lisa.
Ela se virou, viu que eu estava olhando e perguntou, sorrindo:
— O que foi que você estava olhando?
Falei a verdade. Ela riu. Então eu perguntei de forma descontraída:
— E se o Tarcísio chegasse agora, o que você faria?
Ela riu novamente e respondeu:
— Nada, continuaria tomando meu café.
Eu brinquei:
— Eu tamparia os olhos dele.
Ela riu mais ainda e falou:
— Até parece que ele nunca viu uma mulher nua.
Respondi:
— Uma bucetinha igual a sua aposto que não.
Ela voltou a rir com vontade e disse:
— Deixa de besteira, amor. Buceta é tudo igual. E vamos mudar de assunto… Tarcísio é seu irmão e não vai ver minha bonequinha rsrsrs.
Ri junto com ela, mas por dentro meu pau já começava a ficar duro com aquela conversa. Logo depois ela terminou o café e subiu para trocar de roupa. Eu fui tomar banho. Enquanto depilava o saco, lembrei de tudo e, pela primeira vez, passei o barbeador atrás também.
Depois do banho, fiquei na sala. Não demorou muito para a portaria do condomínio avisar que meu irmão tinha chegado.

Parte 12

Quando Tarcísio chegou, Cinthia ainda não tinha voltado do mercado. Ficamos na sala conversando sobre trabalho, futebol e amenidades. Ele perguntou por ela e eu disse que tinha saído para comprar algumas coisas.
Não demorou muito e ela chegou. Colocou as sacolas na cozinha e veio falar com ele. O abraço entre os dois foi apertado. Ver eles assim, colados, me fez voltar imediatamente a pensar neles fodendo e no que Tarcísio tinha dito que queria fazer com ela.
Cinthia me chamou para ajudar a arrumar as coisas do mercado. Enquanto colocávamos os itens na geladeira, ela agachou na minha frente para guardar algo na parte de baixo. A visão foi direta: ela estava sem calcinha. A bucetinha linda, lisinha, apareceu por alguns segundos. Logo ela levantou sem perceber que eu tinha visto.
Tarcísio apareceu na porta da cozinha e já veio falando que queria fazer um churrasco. Cinthia achou ótima a ideia na hora. Concordei com os dois. Passamos a tarde e o início da noite conversando e bebendo, agindo com naturalidade.
Por volta das 19h o churrasco começou. Até ali já tínhamos bebido um pouco e as risadas eram constantes. Eu já imaginava o que poderia acontecer mais tarde.
Lá pelas 22h a portaria do condomínio interfonou. Atendi e me informaram que um rapaz chamado Elvis queria falar com Tarcísio. Perguntei ao meu irmão se ele conhecia. Ele disse que sim, que era um amigo e que tinha chamado de última hora. Fiquei curioso, pois nunca tinha ouvido falar desse nome. Autorizei a entrada.
Enquanto Elvis não chegava, Tarcísio começou a falar dele: um amigo que morava na nossa cidade. Cinthia me olhava com cara de confusa — parecia que ela também não sabia de nada.
Assim que Elvis tocou a campainha, Tarcísio foi recebê-lo. Cinthia levantou nesse momento, me abraçou e deu um selinho. Dava para notar que ela já estava ficando alegrinha com a bebida. Ela falou baixinho no meu ouvido:
— Quero você hoje…
Apertou minha bunda e sorriu com carinha de safada.
Logo depois eles chegaram na sala. Tarcísio apresentou o amigo. Elvis era um cara alto, forte, com um jeito descontraído. No início falou pouco, mas não tirava os olhos de Cinthia. Não demorou para ele se soltar e conversar mais. Eu percebia os olhares entre Tarcísio e Cinthia. Devido à bebida, eles já não estavam conseguindo se controlar direito.
Tarcísio então me pediu para pegar o uísque, mas disse que tinha acabado. Cinthia falou que tinha uma garrafa na dispensa. Fui buscar.
Não demorei para encontrar. Quando cheguei na frente da pia da cozinha, olhei pela janela e vi os três rindo. Tarcísio segurava Cinthia pela cintura, mantendo ela bem perto dele. Elvis estava na frente, com uma mão segurando o rosto dela e a outra tentando puxar a blusa para ver os seios. Ela ria e tentava impedir, mas Tarcísio abraçou ela por trás e baixou um lado da blusa, deixando um peito à mostra.
Elvis não perdeu tempo e segurou o seio. A feição de Cinthia mudou — como se tivesse se entregado. Ele olhou para o lado (provavelmente para ver se eu não estava voltando) e chupou o peito dela. Cinthia olhou para Tarcísio, passou a língua na boca dele, apertando a perna do meu irmão com uma mão e segurando a cabeça de Elvis com a outra.
Ali entendi perfeitamente por que Tarcísio tinha chamado o amigo.
Logo depois eles se afastaram e voltaram a conversar como se nada tivesse acontecido. Voltei com o uísque.
O tempo foi passando e, depois do que eu tinha visto, eu queria mais do que nunca acompanhar o que ia rolar.

Parte 13

Enquanto a conversa e as risadas rolavam, eu ficava pensando no que tinha visto pela janela e no que poderia acontecer naquela noite. Sabia que enquanto eu estivesse ali, não rolaria nada demais — no máximo o que já tinha acontecido mais cedo. Então sugeri fazer uma brincadeira de virar o copo. Eles aceitaram na hora e começamos.
Em certo ponto comecei a errar de propósito, mas sabia que se bebesse demais não conseguiria ver nada. Em um momento fui ao banheiro e, quando saí, dei de frente com Elvis, que já estava bem alterado. Ele falou:
— Cara, Tarcísio nunca me falou que tinha um amigo que morava aqui. Coincidência da porra, rsrsrs.
Ali eu me dei conta: o safado do meu irmão não tinha falado para Elvis que eu era irmão dele, e que a mulher que eles estavam prestes a comer era cunhada dele. Ele não queria que o cara soubesse o quanto era sacana de foder a própria cunhada e ainda levar outro junto.
Quando voltei para a sala, vi Tarcísio disfarçando e tirando a mão da bunda de Cinthia, que já estava bem mais alegre. Joguei mais uma rodada e falei que não estava mais aguentando. Cinthia me abraçou e disse:
— Vai deitar, amor. Eu também não vou demorar.
Eu sabia que ela iria demorar. Me despedi e subi. Antes de entrar no quarto, ainda ouvi ela falar:
— Já já tô subindo, amor.
Entrei na cozinha por um instante e olhei para trás. Vi Elvis com a mão nas costas dela, descendo lentamente.
Subi, tomei um banho rápido e, depois de uns 10 minutos, saí do quarto sem fazer barulho. Desci as escadas devagar e fui até a cozinha. De lá, tinha uma visão perfeita da sala.
Cinthia estava sentada no sofá com os seios de bico rosado para fora, chupando os dois em pé na frente dela. Aquilo fez meu pau endurecer na hora. Ela mamava alternando entre os dois, olhando para cima com cara de safada.
Depois Tarcísio sentou e puxou ela para cima dele, deixando ela empinada para Elvis. Ele já foi pincelando a bucetinha dela. O pau de Elvis não era maior que o de Tarcísio, mas era bem grosso. Ele foi colocando devagar. A bucetinha dela foi abrindo aos poucos e Cinthia chegou a parar de mamar só para sentir ele entrando. Depois de três empurradas leves, ele aumentou o ritmo e ela gemeu gostoso. Elvis dava tapas na bunda dela enquanto socava.
Em seguida foi a vez de Tarcísio. Ele puxou ela para cima e Cinthia começou a cavalgar ele com força, enquanto chupava Elvis. Ela já estava totalmente entregue — uma puta completa.
Eles trocaram de lugar novamente. Agora ela estava em cima de Elvis, cavalgando, enquanto Tarcísio tentava colocar no cuzinho dela. Cinthia estava totalmente à mercê dos dois. Não demorou para as estocadas ficarem mais fortes e rápidas. Ela só gemia alto, sem controle.
Depois de várias posições, Tarcísio gozou enquanto ela mamava ele. Elvis nem tirou de dentro — gozou fundo na buceta dela. Cinthia tentou impedir no final, mas Tarcísio segurou ela no lugar.
Depois começaram a se vestir. Foi quando aproveitei e voltei silenciosamente para o quarto

Parte 14

Voltei para o quarto com a cueca toda melada da gozada que dei só apertando o pau. Deitei e fiquei repassando a cena dos três na sala. Acabei pegando no sono.
Acordei com Cinthia dormindo ao meu lado, de camisola, tranquila como um anjo. Parecia que nada tinha acontecido na noite anterior. Tomei banho e desci. Tarcísio ainda estava dormindo no quarto de hóspedes e Elvis já tinha ido embora. Fiz café pensando em tudo que tinha visto. Meu tesão não sumia.
Depois de um tempo todos já tinham acordado e o dia seguia aparentemente normal. Quase chegando ao meio-dia voltamos a beber e resenhar. Em um momento que fui à cozinha vi o celular dela na mesa e peguei. Fui para o banheiro e comecei a ler as mensagens deles daquela manhã.
Falavam sobre a noite anterior com detalhes. Ela reclamava que ele era louco de ter levado o amigo e ter feito o que fez. Ele respondia que sabia que ela ia gostar e que o amigo não fazia ideia de que ela era cunhada dele. Elvis tinha falado que gostou muito de ter comido ela, e Cinthia respondia de forma dengosa que também tinha gostado.
Ela então pediu que à tarde, depois do almoço, ele saísse e nos deixasse a sós, pois precisava de um momento comigo. Disse que se ele ficasse em casa ela não ia querer ter esse momento. Ele riu e disse que tudo bem, mas que só iria depois que a gente bebesse um pouco mais.
Voltei e coloquei o celular no lugar. Continuamos bebendo e conversando. Falávamos sobre a resenha da noite passada. Cinthia comentou que Elvis era gente boa, mas meio bruto. Ali entendi exatamente o que ela estava se referindo.
As horas passaram e por volta das 16h meu irmão disse que ia sair. Nesse momento Cinthia já estava bem alegrinha. Ela havia me mandado mensagens provocantes durante a tarde e eu adorava, mas mantinha a postura enquanto Tarcísio estava conosco.
Assim que ele saiu, eu estava na cozinha e ela veio por trás, me abraçando. Senti os seios dela nas minhas costas. Começou a sussurrar safadezas no meu ouvido e segurou meu pau, que estava mole.
Falei ofegante:
— Espera um pouco, amor… Tarcísio pode voltar.
Ela respondeu no meu ouvido:
— Não ligo…
Virei para ela e vi que estava só de saia, sem blusa. Abaixou e começou a lamber meu pau de forma provocativa. Falei que ela estava muito safada e pedi para irmos pro quarto, pois Tarcísio poderia aparecer. Ela olhou para mim com aquele sorriso safado e disse:
— Por mim ele olha.
Aquilo me deixou ainda mais excitado. Ela se levantou segurando meu pau já duro e perguntou várias vezes, batendo punheta:
— Você deixaria ele ver a bonequinha dela?
Segurei o rosto dela, beijei com força e fomos para o quarto. Ela sentou na quina da cama, abriu as pernas e pediu:
— Chupa mim, amor.
Obedeci. Enquanto chupava aquela buceta, não conseguia parar de lembrar deles comendo ela na noite anterior. Cinthia me puxou pelo cabelo, me beijou e sussurrou:
— Você deixaria o Elvis ver minha bucetinha também?
Guiou meu pau até a entrada e, assim que respondi, puxou meu quadril. Senti meu pau deslizar para dentro daquela buceta quente e molhada. Comecei a meter rápido e forte. Ela gemia pedindo mais. Pela segunda vez senti o dedo dela na entrada do meu cuzinho. Aquilo me deixou louco.
Ela percebeu e começou a perguntar:
— Tá bom, amor? Goza pra mim…
Ainda metendo nela, deitei por cima. Senti mais dedo entrar enquanto ela gemia no meu ouvido:
— Isso, amor… mete… vai… Vai, Elvis, goza na minha bucetinha que meu amor deixa… não deixa, amor?
Gozei feito um cavalo, dizendo que sim. Senti ela cravando as unhas nas minhas costas e urrou de prazer. Tinha gozado junto.
Ficamos imóveis por alguns minutos. Fui tomar banho e ela ficou deitada. Quando voltei, ela foi tomar banho, passou por mim e deu aquele sorriso safado:
— Você tá muito assanhadinho hoje…
Desci e, quando ela chegou, resolvemos pedir uma pizza.

Parte 15

Tempo depois meu irmão voltou e ficamos conversando na sala. Aquela noite foi mais tranquila. Tarcísio saiu novamente e ficamos só eu e Cinthia em casa.
Em certo momento, enquanto assistíamos a um filme, ela começou a tocar uma punheta lenta em mim. Depois abaixou e começou a chupar. Enquanto ela fazia isso, pude ver que ela também estava com a mão entre as pernas, se tocando. Pedi para foder ela. Ela então sentou ao meu lado, ainda segurando meu pau, e disse com um sorriso:
— Não… hoje eu quero te fazer gozar gostoso.
Sorri para ela e relaxei. Ela continuou o que estava fazendo de forma carinhosa e provocante. Eu queria muito foder ela, meu pau estava duro como pedra.
Ela então começou a falar baixinho no meu ouvido, perguntando:
— Tá gostoso, amor?
Respondi que sim. Senti sua mão descer e o dedo tocar meu cu. Ela perguntou novamente:
— Você gosta disso?
Demorei a responder. Ela repetiu a pergunta bem perto do meu ouvido, quase sussurrando. Respondi que sim. Ela apertou meu pau com mais força.
Nesse momento tentei segurar o peito dela, mas ela mandou:
— Solta… coloca as mãos na cama.
Obedeci. Ela disse com voz manhosa:
— Isso, amor… relaxa…
Abri os olhos e vi ela segurando meu pau enquanto passava os seios nele. A carinha de safada mostrava que ela estava gostando daquilo. Cada vez mais sentia seu dedo entrar lentamente. Ela sempre no controle, perguntando se estava bom.
Foi numa dessas que veio a fala que acho que definiu o momento:
— Adorei nossa foda de hoje à tarde…
Disse que também. Ela então completou:
— Imaginei que era o Elvis me comendo e não você.
Aquilo me deixou louco. Ela veio com outra pergunta:
— Você deixaria outro sentir ela por dentro?
Antes que eu pudesse responder, ela colocou mais o dedo e chupou meu pau com vontade. Fiquei olhando para ela até que ela levantou o olhar e perguntou novamente:
— Deixa, amor?
Não consegui segurar. Gozei forte na boca dela. Cinthia só falava:
— Isso… goza na minha boquinha… goza…
Quando terminei, estava morto. Senti ela tirando o dedo devagar e deitando no meu peito. Fiquei ali acabado, enquanto ela alisava meu pau já sem vida. Para minha surpresa, ela subiu e me beijou. Senti o gosto da minha própria porra. O cheiro era forte.
Ela sorriu, levantou e foi para o banheiro. Fiz o mesmo e fomos dormir.

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