#Gay #Grupal #Teen #Voyeur

No Vestiário da Escola: Brotheragem Tripla

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ALXPUTO

Entrei no vestiário e encontrei uma cena proibida. Em vez de sair, entrei na brincadeira. O que rolou ali foi brotheragem pura entre três machos.

Fala, rapaziada! Aqui é o Alex, 26 anos hoje, mas voltando praqueles 15 anos onde meu pau parecia ter vida própria e minha cabeça vivia cheia de putaria.

No conto anterior contei como fodi a garganta do Pedro no banheiro da escola. O safado, ainda tossindo minha porra, soltou que já tinha combinado de curtir com o Caio no vestiário depois da Educação Física. Eu ri na hora, mas por dentro fiquei com aquele ciúme quente misturado com um tesão do caralho. O moleque quase morreu engasgado com minha rola e já queria mais?

Ele veio com a ideia: pra não desmarcar com o Caio e ainda conseguir me satisfazer, armaria uma situação onde eu “flagraria” os dois.

— Depois da aula, você fica nas arquibancadas. Quando a galera toda sair do vestiário e ficar só eu e o Caio lá dentro, espera uns minutos e entra de fininho — propôs o safado, com um sorrisinho no rosto.

De início pensei em negar. Eu tava curtindo a putaria, mas ainda preferia coisa mais sigilosa, só entre dois. Envolver mais gente era outro nível.

— Não sei, Pedro… Eu curto mais uma parada só nós dois, onde eu posso mandar de verdade. Além disso, o Caio pode dar pra trás ou fazer alguma merda depois.

— Ele não vai fazer nada, confia. Você vai estar “flagrando” a gente, então vai ter o controle da situação — explicou Pedro. — Se não quiser, tudo bem, mas eu não posso desmarcar com ele. Senão vai ficar desconfiado.

O boquete que o Pedro tinha me dado no banheiro não me deixou satisfeito. Apesar da adrenalina, eu não curto ser apressado quando tô com tesão. Mesmo tendo gozado pouco antes, ainda tava com o cacete latejando querendo mais.

— Tá bom, eu topo. Mas já vou avisando… — falei chegando perto, apertando uma mão no pescoço dele e dando uns tapinhas leves no rosto. — Se esse teu amiguinho der com a língua nos dentes e espalhar alguma coisa, quem vai me pagar é você. Tá entendendo?

— Sim, eu entendi — respondeu Pedro, tentando parecer tranquilo, mas o olhar assustado entregava.

— Beleza então. A gente se vê mais tarde no vestiário — falei, virando as costas e saindo.

Passei o resto do dia com o pau meia-bomba, o corpo quente e a cabeça longe, só pensando na hora que a Educação Física do 9º ano ia começar. Não foi fácil convencer a professora e despistar os inspetores, mas consegui. O professor Jorge era gente boa e me deixava jogar bola com a turma. Como eu era um dos melhores da escola, ele até curtia minha presença.

Quando a aula terminou e a galera começou a sair pro banho, fiquei por último, fingindo mexer no celular. Assim que vi que só tinha uns retardatários saindo, entrei devagar no vestiário. O cheiro forte de suor misturado com sabonete barato e umidade bateu logo no nariz. As luzes fluorescentes piscavam de leve, criando aquele clima meio clandestino que deixava tudo mais gostoso. Ouvi vozes baixas vindo do fundo, perto dos chuveiros.

Me aproximei colado na parede, sem fazer barulho. Quando virei a esquina, a cena me fez abrir um sorriso de canto: Pedro de joelhos no piso molhado, mamando o pau do Caio com vontade. Caio tinha a mão na nuca dele, olhos semicerrados. O pau dele era menor que o meu, uns 15cm grossinhos. O de Pedro, 16-17cm, daqueles que engrossam na base. Pedro, negro, corpo magro mas bem definido, bundinha empinada, lábios carnudos perfeitos pra chupar. Caio, pele mais clara, forte, cheinho, sem muita definição. Fiquei uns bons minutos só observando, acariciando meu cacete por cima do short, sentindo ele endurecer cada vez mais.

Meu sangue ferveu de tesão misturado com um ciúme quente. Porra, o mesmo moleque que quase engasgou com minha rola horas atrás agora tava ali, todo dedicado, chupando outro cara. Quanto mais eu via ele se esforçando, mais eu queria tomar o lugar e mostrar quem manda de verdade. Os dois tavam tão acostumados que nem se escondiam numa cabine, estavam bem no meio, perto do banco. Perfeito pra mim.

Decidi entrar no jogo.

— Ih, caralho… que porra é essa? — soltei alto, com tom de surpresa debochada.

Pedro tirou o pau da boca com um “plop” molhado e fez cara de espanto, como combinamos. Caio surtou de verdade: pulou pra trás, quase caiu, tentando cobrir o pau com as mãos tremendo.

— Alex?! Que que cê tá fazendo aqui, porra?! Não é nada disso! A gente só… só tava… mano, por favor, não conta pra ninguém! Eu juro que não é o que parece! Foi só uma brincadeira idiota!

O moleque tava branco, voz falhando, corpo inteiro tremendo. Eu encostei na parede, braços cruzados, sorrindo bem sacana.

— Brincadeira? Com o pau inteiro na boca do Pedro? Desde quando isso é brincadeira que se faz com os manos?

— Alex, sério… eu não sou assim! Eu gosto de mina, caralho! Isso foi só… só curiosidade! Por favor, mano, não espalha isso! — implorava, voz falhando, olhando pra porta como se mais alguém fosse entrar a qualquer segundo.

Eu ri baixo, tirando a camisa devagar e jogando no banco. Meu pau já marcava forte no short, latejando.

— Curiosidade, é? Pois o Pedrinho tava mamando com bastante experiência, hein… — olhei pro Pedro, que ainda estava de joelhos, boca brilhando, cara de putinho inocente.

— Não, Alex… a gente nunca fez isso! Foi só essa vez! Fala aí, Pedro… — exclamava Caio, com a voz tremendo, pedindo que o amigo o socorresse.

Pedro mantinha a cara de assustado, mas eu via o brilho safado no olhar dele, curtindo a encenação e o desespero do amigo.

— E aí, Pedrinho? Pra mim não parece que é a primeira vez que vocês tão fazendo essa putaria, tô certo? — perguntei com um sorriso debochado, me aproximando mais dos dois.

Pedro olhou pro Caio, depois pra mim, e abaixou o rosto em silêncio, aumentando ainda mais o nervosismo do outro.

— FALA, PEDRO!! Diz que a gente não é de fazer essas coisas! — berrou Caio, implorando.

— Hahahah… já diz o ditado: “quem cala consente”. Pelo visto o Pedrinho não tá a fim de mentir, Caio. O silêncio dele confirma tudo.

Caio entrou em desespero total. Os olhos começaram a encher de lágrimas enquanto ele tentava segurar o choro.

— Nããão… Alex, eu juro! A gente nunca fez isso antes, mano! Foi só dessa vez! Não fala isso pra ninguém… por favor, Alex… por favor. O Pedro não tá falando porque tá assustado também. A gente não é gay, mano!

— Relaxa, Caio, não precisa desse desespero todo — falei sorrindo, tentando acalmar o moleque. — Quem aqui tá falando em contar o que rolou?

— Tu não vai espalhar pra geral? — perguntou Caio, surpreso, recuperando um pouco o fôlego.

— Fica tranquilo… ninguém aqui vai espalhar nada. Desde que vocês me deem um bom motivo pra ficar de boca fechada.

— Co… como assim? — gaguejou Caio.

— E aí, Pedrinho… — falei pegando no queixo do safado e fazendo ele me olhar, piscando o olho discretamente. — Você sabe do que eu tô falando, né? Sabe o que eu posso ganhar pra manter esse segredinho de vocês bem guardadinho?

Pedro sorriu safado, me olhando nos olhos. Sem dizer nada, começou a desfazer o laço do meu short e acariciar minha rola. Em menos de um minuto minha cueca e short tavam no chão, meu pau duro com um fio grosso de pré-gozo descendo enquanto ele me masturbava, deixando ele bem duro pro que vinha. Antes de começar a chupar, Pedro ainda olhou pro fundo dos olhos de Caio e deu um sorrisinho bem puto.

— Isso, Pedro. Mostra pro Caio como você mama gostoso quando quer de verdade — falei com a voz rouca.

Pedro obedeceu na hora. Abocanhou meu cacete com fome, fazendo aqueles sons molhados e obscenos ecoarem no vestiário. Caio arregalou os olhos, sem entender mais nada.

— Que delícia de boca… caralho, como tu mama gostoso, muleque — gemi, sentindo o calor molhado da língua dele enrolando na cabeça da minha pica.

— Gluck… gluck… — chupava Pedro com vontade, descendo até a metade do meu pau enquanto masturbava o resto, babando tudo.

— Olha pra mim, Pedrinho… olha pro teu macho — ordenei, inclinando o rosto dele. — Mostra pra mim o quanto você gosta de mamar um pauzão.

Ele tirou meu cacete da boca, respirou fundo e voltou ainda mais faminto, enfiando centímetro por centímetro até sentir a ponta encostando na goela.

— Aaarrghh… que delícia! — gemi alto, as pernas fraquejando um pouco. — Eu piro quando tu tenta engolir minha rola toda.

— Gluck… gluck… caralho, que pau grossão, Alex… — murmurou Pedro, finalmente largando a encenação de assustado e mostrando o puto que realmente era.

Olhei pro Caio, que continuava parado.

— E aí, Caio? Vai ficar só olhando ou vai entrar na brotheragem também? — perguntei, ainda com a mão na nuca do Pedro.

Caio ainda tava com cara de assustado, mas o pau dele já tinha voltado a ficar completamente duro, latejando enquanto assistia o amigo me mamar. Ele se aproximou devagar, inseguro.

— Caralho… eu não acredito que a gente tá fazendo isso — murmurou.

— Pedro, dá uma atenção pro teu amiguinho de novo, pra ele relaxar e curtir o momento — ordenei, tirando meu cacete da boca dele e apontando pro Caio.

— Pode deixar… — disse Pedro antes de abocanhar a rola do amigo.

— Puta que pariu! — gemeu Caio alto, segurando a nuca do Pedro e tremendo inteiro, revirando os olhos.

— Isso, Caião… tá curtindo a mamada do Pedrinho, né safado? — falei, controlando o ritmo com a mão na nuca do Pedro.

— Cara… ele nunca me chupou assim — confessou Caio, olhando pro amigo e depois pra mim. — Mas mano, promete que isso não sai daqui, né?

— Tu ainda tá nessa neurose? Por que eu iria espalhar e perder a chance de curtir uma putaria gostosa dessa? — respondi, dando uns tapinhas nas costas dele pra acalmar.

— Mas me diz uma coisa, Pedrinho… por que você nunca mamou o Caio desse jeitinho?

— Hmm… ele sempre foi mais tranquilo… sempre mais quieto e inexperiente. Ao contrário de você, que já foi logo dominando a situação e me instigando a fazer mais coisas — confessou Pedro, olhando pros nossos rostos.

Eu não sei se ele quis ser maldoso ou se foi só sincero demais. Só sei que o Caio ficou vermelho na hora, envergonhado, retraindo o corpo e evitando olhar pra gente.

— Pois que bom que você encontrou um macho pra libertar o puto que tava preso aí dentro — falei, dando um tapa leve no rosto do Pedro. — Essa boquinha merece ser fodida com gosto.

Caio, ainda vermelho, resolveu tentar tomar uma postura. Segurou a cabeça do Pedro com mais força e começou a meter na boca dele de forma bruta.

Minha rapaziada, assim como eu descobri com o Pedro que dentro de mim existia um puto safado e dominador, acredito que qualquer um, com as condições e o parceiro certo, pode acabar descobrindo lados novos da própria personalidade. Mas tem um detalhe: sacanagem todo mundo até consegue fazer, porém ser sacana de verdade… isso é dom de nascença. E o Caio, claramente, não tinha nascido pra isso.

Ele ainda tentava manter a pose de dominador. Segurava a cabeça do Pedro com força, metendo na boca dele de forma bruta e falando alto:

— Isso, chupa direito, seu puto. Engole mais fundo. Olha como você mama bem quando tem plateia…

Aquilo me irritou pra caralho. O Pedro já tinha me contado que, quando ficavam sozinhos, o Caio era todo certinho, travado, quase sem graça. Não deixava o Pedro mamar com vontade, não falava sacanagem, não dominava porra nenhuma. Agora, na minha frente, queria bancar o macho alfa só pra não ficar com cara de fraco. Falso pra porra.

— Para um pouco, Pedro — ordenei, puxando ele de leve pelo cabelo. Virei pro Caio com olhar firme. — Qual é, Caio? Tá querendo humilhar o Pedro só pra parecer mais macho na minha frente? Eu sei como vocês dois funcionam. O Pedro já me contou tudo. Você é todo travado quando tá sozinho com ele, não deixa ele mamar direito… e agora quer pagar de dominador? Para de frescura, mano.

Caio ficou vermelho, misturando vergonha e raiva.

— Tu não sabe porra nenhuma da minha vida! Eu não sou uma puta que nem ele!

Eu sorri, cheguei mais perto e pressionei meu corpo contra o dele. Meu cacete roçou na coxa dele.

— Ah, não é? Então também vai começar a dizer que tu nunca caiu de boca no pau do Pedro?

— NÃO!! Eu nunca chupei um pau, não sou puta nem viado! — gritou Caio.

Eu e Pedro caímos na gargalhada.

— Que mentiroso do caralho! — disse Pedro, rindo e se levantando pra encarar o amigo. — Desde o começo do ano a gente se mama sempre que dá, e foi você quem começou isso!

— TÁ MALUCO!!! EU NUNCA FIZ ISSO!! — berrou Caio, avançando pra cima do Pedro tentando acertar um soco.

Pedro, mais magrelo e ágil, desviou fácil. Caio perdeu o equilíbrio e caiu no chão. Eu e Pedro partimos pra cima dele na hora, imobilizando o moleque de bruços. Pedro segurou os braços, eu segurei as pernas e joguei parte do meu peso em cima dele.

— Seus filhos da puta! Me soltem ou eu vou matar vocês! — berrava Caio se debatendo.

— Tá doido, seu arrombado? Quer apanhar? — rosnou Pedro, curvando-se pra olhar na cara dele. — Vai continuar pagando de machão depois de tudo que já rolou aqui?

— Deixa de frescura, Caio! Eu já tô ligado no esquema de vocês faz tempo! E não precisa fingir nada, mano! — falei, pressionando mais o corpo dele contra o chão.

— NÃO… Não tem esquema nenhum! Eu não sei do que vocês tão falando! EU NÃO SOU VIADO! — berrava Caio ainda em negação.

— PARA DE ENROLAÇÃO, CAIO!! — gritou Pedro, dando um murro forte nas costas do amigo.

— AAAAÍÍÍ! — berrou Caio de dor, parando de se debater.

— Se liga, Caio. Não tem ninguém aqui te chamando de viado. É você que tá viajando com isso — falei, aliviando um pouco a pressão e tentando olhar no rosto dele. — Aqui só tem três manos curtindo uma boa sacanagem, sem frescura e no sigilo. Eu tô ligado que você é hétero e curte meninas, o Pedro e eu também. Por acaso cê já viu algum de nós se agarrando com viado no corredor? Não, né? Pelo contrário, sempre tô com minha mina e vejo vocês dois com as novinhas da turma.

— Eu… eu sei… — falou Caio, já mais calmo. — Mas eu não sou igual ao Pedro, não curto chupar e nem gosto muito dessas paradas!

— TÚ TÁ DE TIRAÇÃO, NÉ?! — gritou Pedro.

Ele aproveitou que o Caio tinha parado de se debater e que eu tinha relaxado um pouco a imobilização, arrastou o amigo até o banco que ficava no meio da área de banho e segurou ele pelo pescoço.

— Foi tú quem inventou da gente fazer essas paradas! Se esqueceu?! — berrou Pedro, apertando o pescoço e gritando a poucos centímetros do rosto dele. — Foi tú quem começou as brincadeirinhas de mão boba e depois sugeriu que a gente fizesse mão amiga aqui no vestiário, mesmo eu não estando a fim!

Caio olhava assustado, olhos arregalados, corpo tremendo levemente.

— TÚ NÃO É IGUAL A MIM?! — continuou Pedro, apontando o dedo na cara dele. — Tem razão, tú não é mesmo! Mas sabe por quê?! PORQUE TÚ É UM FROUXO QUE NÃO TEM CORAGEM DE ADMITIR QUE CURTE TUDO ISSO!

Eu observava a cena como quem assiste final de campeonato. O Pedro tava irreconhecível, longe do putinho que se engasgava na minha rola, agora ele tava dominando o amigo com raiva acumulada.

— E eu sempre soube disso! Tú pode até fingir que não gosta, mas eu sei que tú AMA tudo isso! Sabe por que eu nunca me soltei por completo contigo? Porque eu não curto gente fresca, sonsa e fingida!

— Pa… para com isso, mano… — pediu Caio, olhos cheios de lágrimas, segurando o choro.

— PARA O CARALHO!! Eu tô só começando… Já aguentei muito tempo essa tua marra pra cima de mim! — continuou Pedro. — Chega aqui, Alex! Eu te prometi que tú ia curtir e gozar no vestiário, certo? Pois eu cumpro minhas promessas. Mas quem vai te mamar vai ser esse arrombado aqui.

— NÃO, MANO!! EU NÃO TÔ A FIM! — implorou Caio uma última vez.

Aquela situação toda me deixou ainda mais excitado. Desde o boquete apressado que o Pedro me deu no banheiro, meu pau estava babando sem parar dentro da cueca, latejando, implorando por uma gozada de verdade, daquelas que deixam as pernas fracas. Eu não iria sair daquele vestiário sem isso. De jeito nenhum.

— Olha só como meu pau tá latejando por uma boquinha, Caio — falei, masturbando minha rola bem perto do rosto dele, espalhando o pré-gozo grosso por toda a extensão com movimentos lentos e melados. O cheiro forte de macho enchia o ar entre nós. — Você vai mesmo deixar essa oportunidade passar?

— Pensa bem, Caio! — completou Pedro, empurrando de leve a cabeça do amigo até encostar os lábios dele na cabeça inchada da minha pica. — Não é todo dia que você vai ter a chance de viver uma putaria dessa. Pode curtir junto com a gente… ou ficar sofrendo com essa vontade depois. A escolha é sua.

Caio respirava fundo, ofegante, ainda com os olhos vermelhos de vergonha. Mas o corpo traía ele todinho: o pau dele estava completamente duro, latejando no mesmo ritmo acelerado da respiração, babando uma gota transparente que escorria pela cabeça. Qualquer um que estivesse ali veria — ele tava louco de tesão.

— E então, Caio? Qual vai ser sua escolha? — questionei, balançando minha rola grossa bem na frente do rosto dele, roçando a cabeça melada nos lábios entreabertos.

Ele hesitou, respirando pesado. O tesão lutava ferozmente contra o orgulho. Segurei a nuca dele com firmeza, sem machucar, só mostrando quem mandava agora.

— Mama, Caio. Seja um bom amigo pros dois. Eu sei que você quer… tá escrito na tua cara.

Depois de longos segundos de luta interna, o corpo dele fraquejou. Caio cedeu. Ajoelhou-se devagar no piso molhado. Pedro e eu ficamos de pé na frente dele, paus duros latejando, pesados. Eu segurei o meu e encostei primeiro na boca dele.

— Abre.

Caio abriu devagar, hesitante. A boquinha quente e molhada envolveu a cabeça da minha pica. Ele chupava com medo, sem técnica, mas o calor e a língua tímida já eram uma delícia. Pedro sorriu sacana e encostou o pau dele também nos lábios do amigo. Caio começou a alternar entre nós dois, babando inteiro, olhos lacrimejando, saliva escorrendo pelo queixo.

— Isso… chupa gostoso pros dois machos — murmurei rouco, segurando o cabelo dele.

— Devagar, Caio. Sente o gosto. Não precisa fingir que é macho o tempo todo aqui dentro — murmurou Pedro, tomando mais espaço na boca do amigo.

Pedro segurou a cabeça dele com mais força e meteu um pouco mais fundo.

— Hoje você não vai me mamar como das outras vezes, só na cabecinha. Hoje você vai engolir toda minha rola, tá entendendo?! — falou Pedro, acelerando o ritmo das estocadas.

O vestiário ecoava com os sons molhados e obscenos de sucção — gluck… gluck… —, gemidos abafados e o barulho distante de água pingando. Eu olhava pro Caio ajoelhado, boca esticada ao redor da rola do Pedro, e sorria sacana, encarando seus olhos úmidos.

— Admite, Caio… você tá adorando tudo isso, né? Olha só, dois machos safados com as picas duraças só pra você — provocou Pedro.

— Aaarghhh… gluck… gluck… — gemia Caio, engasgando já passando da metade da rola do Pedro.

— Minha vez de foder essa boquinha, Pedrão. Passa ele pra cá — falei, afastando Pedro e posicionando o Caio com as costas encostadas no banco, sentado no chão, pra que a boca ficasse na altura perfeita do meu pau.

— Se prepara, Caio. Agora você vai ver como um macho de verdade trata um puto — avisou Pedro.

— Respira fundo… eu vou socar na tua garganta forte, do jeitinho que eu gosto. E é bom não encostar os dentes, hoje eu só tô a fim de prazer, tá me entendendo?! — olhei firme nos olhos dele.

— Vai com calma, Alex! Eu não tô acostumado com isso e tua rola é muito grande, mano! — pediu Caio, com um olhar pidão, quase de putinho travesso.

— Eu sei que você dá conta, muleque. Abre a boca.

Posicionei a cabeça dele na inclinação certa e fui empurrando centímetro por centímetro. Para a primeira vez mamando uma rola pra valer, ainda mais com o meu tamanho, o Caio foi surpreendentemente bem. Chegou quase no mesmo ponto que o Pedro, com dificuldade, mas aguentando firme, olhos ainda abertos.

Cumpri o que disse e logo comecei a socar forte, num ritmo frenético. Um tesão violento se espalhou pelo meu corpo em forma de arrepios e tremores. A boca do Caio babava muito mais que a do Pedro — uma baba grossa, quente, que melava meus ovos pesados e escorria pelo pescoço dele. Ele mantinha os olhos vidrados nos meus, e dava pra ver que, apesar da brutalidade, tava curtindo pra caralho. Eu sentia um prazer doentio em quebrar aquela pose de machão que ele tanto tentava manter.

Pedro, ao meu lado, se masturbava freneticamente, gemendo gostoso enquanto via o amigo engasgando na minha rola.

— PQP… que cena foda! Quem diria, hein? O “certinho” do Caio mamando gostoso — provocou Pedro, rindo baixo.

Caio gemeu ao redor da minha pica, olhos cheios d’água, mas não parava. O pau dele tava duro pra caralho, babando no chão. Segurei a cabeça dele com as duas mãos e meti um pouco mais fundo, uns 18cm, controlando o ritmo, dominando cada centímetro.

— Isso, putinho… engole mais. Mostra pro Pedro como se mama um pau de verdade. Relaxa a garganta… isso… caralho, que boquinha quente.

Pedro olhava tudo excitado, masturbando-se enquanto se aproximava e batia com o pau no rosto do Caio. Eu sorri, olhando pros dois.

— Hoje vocês estão aprendendo direitinho como se faz uma brotheragem de verdade…

Tudo tava tão bom que eu não queria sair daquele momento. Se continuasse fodendo a boca do Caio naquele ritmo, gozaria logo. Então preferi dar o lugar para Pedro mais uma vez.

— Vem, Pedrão… tua vez, moleque — puxei Pedro pro meu lugar e me posicionei ao lado dele, me masturbando, com o braço ao redor do tronco dele.

— Eu logo vou gozar, tá bom demais — falou Pedro, puxando Caio pra mamar sua pica.

O safado do Caio finalmente se permitiu dar um sorriso. Antes de abocanhar a rola do Pedro, ele olhou pra nós dois lado a lado, paus latejando, corpos suados. Enquanto mamava o Pedro, subiu devagar as mãos pelas minhas coxas, apertando os músculos, pedindo permissão silenciosa. Quando viu que eu não ia impedir, agarrou meu cacete com vontade e começou a me masturbar com força.

— Issssso, safado… é assim que eu gosto! Sem frescura, se permite curtir o momento — falei, acariciando o rosto dele enquanto ele mamava o Pedro e me punhetava gostoso.

— Ele gosta mesmo, né Alex? — riu Pedro, olhando o amigo me masturbando.

Aquela putaria tava deliciosa pra caralho e nenhum de nós queria parar. Sempre que sentíamos o gozo chegando perto, pedíamos pro Caio maneirar um pouco.

Caio agora tava mamando o Pedro com mais vontade. O que começou tímido foi ficando cada vez mais safado. Ele segurava a base da rola do amigo com uma mão enquanto descia a boca quente, fazendo barulhos molhados e obscenos ecoarem pelo vestiário.

— Isso, Caio… assim… caralho, tá mamando gostoso hoje — gemeu Pedro, segurando o cabelo dele e empurrando devagar. — Chupa mais fundo, vai… engole esse pau.

Caio gemeu ao redor da rola, olhos lacrimejando, mas não parava. A baba escorria pelo queixo e pingava no chão. Eu assistia tudo ali do lado, me masturbando devagar, curtindo a visão.

— Olha só pra ele, Alex… — Pedro riu entre gemidos. — Tá vendo como o “certinho” chupa quando quer? Engole mais, Caio… isso… porra, tá bom demais.

Ele tirou o pau da boca por um segundo, respirando pesado, fio de baba ligando os lábios à cabeça inchada da rola do Pedro.

— Tá gostoso mesmo? — perguntou, voz rouca, quase envergonhado.

— Tá uma delícia, porra — respondeu Pedro, esfregando a rola melada no rosto dele. — Continua… não para agora.

Caio voltou com mais fome, chupando mais fundo, fazendo Pedro gemer alto e jogar a cabeça pra trás. Eu me aproximei, segurei o queixo do Caio e guiei ele.

— Isso, putinho… mama o teu amigo gostoso enquanto eu assisto. Olha pra ele, Pedro. Tá vendo como ele fica lindo com uma rola na boca?

O vestiário ficava vazio depois da Educação Física, mas logo o pessoal da limpeza ia aparecer. A gente já tava ali há tempo demais. Era hora de encerrar.

Pedro já tava no limite. As pernas tremiam, os músculos da barriga contraíam. Ele então segurou a cabeça do Caio com firmeza, metendo fundo algumas vezes enquanto gemia alto.

— Caralho… vou gozar… — avisou, voz rouca. — Não tira a boca, Caio… engole tudo!

Com um gemido longo e gostoso, Pedro gozou forte na boca do amigo. Jatos grossos e quentes encheram a garganta de Caio, que tentou engolir o máximo possível, tossindo um pouco. Parte da porra branca e cremosa escorreu pelos cantos dos lábios e pingou no queixo dele. Pedro tirou o pau devagar, ainda pulsando, e espalhou o resto no rosto do Caio, lambuzando os lábios e a bochecha.

— Puta que pariu… que gozada gostosa — suspirou Pedro, ainda tremendo de prazer. Ele olhou pro amigo ajoelhado, rosto melado, e sorriu satisfeito. — Caralho, Caio… você mamou tão bem agora. Engoliu quase tudo, hein? Tá sentindo o gosto? Meu leitinho quente descendo na tua garganta…

Caio respirava pesado, limpando um pouco da porra do queixo com as costas da mão, ainda com um fio branco escorrendo pelo canto da boca.

— Porra… grossa demais — murmurou ele, voz rouca. — Você gozou muito, mano… senti pulsando tudo na minha garganta.

Pedro riu baixo, passando o polegar nos lábios do amigo e fazendo ele chupar o dedo melado.

— Gostou, né? Admite. Tá com cara de quem quer mais. Olha como teu pau tá babando no chão… safado.

Ele ficou vermelho, mas não negou. O pau dele continuava duro, latejando, pingando no piso molhado. Eu assistia tudo com o cacete latejando na mão, louco pra entrar na brincadeira de novo.

— Chega de papo, Pedro. Agora é minha vez — falei, puxando o Caio pelo cabelo e trazendo ele pra frente de mim. — Só você agora, Caio. Quero sentir essa boquinha trabalhando só no meu pau.

Caio olhou pra cima, olhos ainda úmidos, e abriu a boca. Encostei a cabeça grossa e melada nos lábios dele e fui enfiando devagar. Ele gemeu ao redor da minha rola, o calor molhado da boca me fazendo arrepiar inteiro.

— Isso… chupa gostoso, vai — murmurei rouco, segurando o cabelo dele. — Sente o gosto. Lambe toda a cabeça… isso, assim mesmo, devagar.

Caio começou a trabalhar com mais dedicação. A língua quente deslizava pela parte de baixo da minha rola, circulava a cabeça inchada, depois descia novamente. Ele chupava com um ritmo gostoso, fazendo barulhos molhados e obscenos que ecoavam pelo vestiário. Baba grossa escorria pelo meu pau, melando meus ovos pesados.

— Caralho, Caio… tá mamando tão gostoso — gemi, empurrando um pouco mais fundo. — Olha pra mim enquanto chupa… isso, putinho. Engole mais um pouco… sente como minha rola tá latejando na tua garganta.

Ele obedecia, olhos vidrados nos meus, boca esticada ao máximo ao redor do meu cacete. Quanto mais ele chupava, mais baba escorria, pingando no chão. Eu segurava o cabelo dele, guiando o ritmo, fodendo aquela boca quente com estocadas lentas e profundas.

— Tá delicioso… continua assim. Chupa com vontade, vai… faz esse pau pulsar na tua boca.

Caio gemeu alto ao redor da minha rola, vibrando gostoso. Ele segurava minhas coxas com as duas mãos, puxando-me pra si, tentando engolir mais centímetros. Eu sentia o prazer subindo rápido. Minhas bolas contraíram, o corpo inteiro formigando.

— Porra… tô quase gozando — avisei, voz rouca. — Pedro, vem aqui. Se ajoelha do lado dele. Quero gozar na boca de vocês dois.

Segurei meu cacete latejando bem na frente dos rostos deles. Que cena linda, eles lado a lado, revezando a mamada, com olhos vidrados pra cima. A visão era insana.

— Olha pra vocês dois… que visão mais safada — rosnei, masturbando minha rola grossa bem rápido. — Dois machos de joelhos, prontos pra receber minha porra.

Caio respirava pesado, olhos vidrados na minha pica.

— Vai gozar bastante? — perguntou, voz rouca.

— Vai ser muito, putinho. Abre mais essa boca e chupa bem fundo — respondi, enfiando a cabeça melada na boca dele.

Pedro sorriu, aproximando o rosto.

— Goza na gente, Alex.

O prazer subiu forte. Minhas bolas contraíram e eu comecei a gemer.

— Caralho… tô gozando… abram bem, porra!

O primeiro jato grosso acertou direto na língua do Caio.

— Isso! Toma! — gritei.

— Hmmmmm… caralho…

— Tua vez, Pedro! Toma também!

— Porra, tá vindo muito… — gemeu Pedro, tentando engolir.

Voltei pro Caio, jorrando mais.

— Engole um pouco, Caio! Não deixa cair tudo!

— Tá enchendo minha boca… hmm — murmurou ele, voz abafada, porra escorrendo pelo canto dos lábios.

No mesmo instante, Caio gemeu alto ao redor da minha rola, o corpo tremendo violentamente. O pau dele, que estava duro pra caralho, começou a pulsar sozinho. Jatos de porra dele jorraram no chão molhado do vestiário, enquanto ele recebia a minha na boca.

Quando terminei, dei um passo pra trás, admirando a bagunça linda que eu tinha feito. Os dois estavam suados, melados de porra, respirando pesado. Ficamos uns segundos em silêncio, só curtindo o momento.

— Porra… que delícia — murmurei, ainda recuperando o fôlego. — Ver vocês dois assim, ajoelhados, sujos da minha porra. Dois machos que posam de durões lá fora, agora aqui, putinhos pra mim. Foi foda demais.

Pedro riu baixo, lambendo o canto da boca.

— Foi uma das melhores, Alex. Gozei gostoso pra caralho.

Caio, ainda ajoelhado, respirava fundo. Depois de um momento, deu um sorrisinho tímido, limpando um pouco de porra do queixo com o dedo e chupando.

— Foi louco… pra caralho — confessou, voz rouca. — Achei que ia odiar… mas curti muito. Senti um tesão que eu nem sabia que tinha. Foi estranho, mas foi bom. Muito bom mesmo.

Eu sorri, acariciando o cabelo dos dois.

— Então tá decidido. A gente repete isso de novo. Sem frescura, sem drama. Quando der, a gente marca e faz uma putaria ainda melhor.

— Tô dentro — disse Pedro na hora, sorrindo.

Caio hesitou por um segundo, mas depois concordou, ainda com o sorrisinho no rosto.

— Eu também… desde que seja no sigilo.

A gente riu baixo, se limpou rápido e saiu do vestiário um de cada vez, como se nada tivesse acontecido. Mas a gente sabia: aquilo não ia ficar só nessa vez.

Foi isso, galera! Ficou enkemet, mas como demorei pra postar essa continuação, não quis dividir. Relembrar essas putarias da adolescência me deixou todo excitado de novo, com o pau latejando aqui pedindo uma gozada. Vou contar mais das nossas brotheragem, mas no próximo conto já vou direto pro ponto: como saí dos boquetes e fodi um cuzinho pela primeira vez. E o melhor? Aconteceu no mesmo dia que comi a bucetinha da Ingrid.

Me diz nos comentários: querem que eu escreva o conto hétero com a Ingrid ou só de como comi um cu de macho pela primeira vez? Votem e comentem! Até a próxima rapaziada.

⚠️ Imagens pra ilustrar a cena.

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