O Xerife do meu bairro.
Hoje minha filha tem a mesma idade que eu, na ocasião dos fatos. E temo, aparecer um Xerifão novo e fazer ela passar pelo mesmo que eu passei!!!
Sou a Michelle, branquinha, 41 anos, casada e tenho uma filha linda, a Heloísa de 16 anos.
Num sábado após o almoço, estava com meu marido preguiçosamente deitados no sofá vendo o jornal na televisão.
Quando começou a passar uma notícia um poco mais pesada, daquelas que é desagradável de se ver, especialmente junto com o marido da gente.
Era sobre o estupro de uma moça que foi numa balada, e colocaram alguma coisa na bebida dela, a levaram desacordada para um lugar ermo e a estupraram.
Na hora meu olhar se fixou na tela, e uma confusão de pensamentos enevoaram minha mente.
Voltei lá no passado, quando eu tinha 16 anos e fazia pouco tempo que tinha perdido a virgindade com meu namorado da escola. A gente só tinha feito umas quatro ou cinco vezes na casa dele e é claro que eu não conhecia outro pau. Meu namorado, apesar de ter a minha idade, soube fazer com carinho, calma e paciência e ainda estávamos na faze das descobertas.
Mas no nosso bairro, tinha um cara meio que da pesada, que vivia rondando a escola com uma camionete grandona, sempre de chapéu e óculos escuros. Ele era grandalhão e diziam que mexia com coisas ilícitas e até a polícia não dava as caras com ele. O nome eu não sabia, porque ele era sempre chamado de Xerife!! Muitas vezes, ele passava devagarinho na rua encarando as estudantes que andavam a pé. E estando com meu namorado ou sozinha, sempre percebia aquele cara de olho em mim também.
Era sábado à tarde, eu voltava da casa de uma amiga da escola, depois de fazermos um trabalho juntas. O tal sujeito me alcançou com sua camionete e abrindo os vidros, chamou pelo meu nome. Perguntou se eu não tava vindo da casa da Flávia, minha amiga, e se eu não queria carona?
Confirmei que vinha da casa dela sim, mas falei que não precisava da carona, que eram só algumas quadras até chegar em casa e uma caminhadinha me faria bem.
Mas ele disse saber onde eu morava e que me deixaria lá, e ele insistiu tanto que em um minuto de bobeira, acabei entrando na camionete.
Ele tinha uns 35/36 anos, era grande, imponente e seu corpo exalava masculinidade por todos os poros. Penso que eu tremia um pouco de medo, mas ainda estava crente que ele me levaria pra casa.
Mas não foi isso que aconteceu, ele começou a andar numa velocidade alta para aquelas ruas do bairro, já me deixando apreensiva e imaginando que coisas boas não iam me acontecer. O safado foi direto pra casa dele, acionou o portão eletrônico e entrou escondendo a camionete lá dentro. Eu muito nervosa, só pedia pra ele me levar pra casa, mas uma risada de deboche foi sua resposta. Me puxando pelos braços, em pouco tempo eu estava sendo amassada por aquele bruta montes, que me beijava à força e dedilhava minha buceta com a mão por dentro da minha calça de agasalho.
Pára, eu pedia sem ser atendida!
E ele usando a força bruta, tirou minha calça junto com os meus tênis, me deixando só de calcinha branca no meio da sala da sua casa. Minha camiseta, nem me lembro quando ele tirou!!!
Num instante ele também se despiu, e todo seu corpo era bem mais avantajado do que do meu namorado, Inclusive o cacete que era escuro, grande e grosso.
Implorei pra ele me levar embora, mas seu pau duro deixava claro suas intenções.
Mesmo estando em pé, ele começou a esfregar a cabeça gorda do seu pau na entrada da minha buceta.
Não conseguindo me penetrar e com muita truculência, ele me arrastou para uma cama grande no seu quarto.
Já deitada e com as pernas abertas ele começou a entrar em mim. Minha buceta se abria e parecia sendo cortado por um facão, eu não estava lubrificada mas ele não quis nem saber, e enterrou aquelo pau colossal na minha vagina. Meu grito foi imediato e falei pára Xerife, pára, você tá me machucando, pára....
Mas quanto mais eu falava, mais o Xerife estocava minha buceta com raiva, o pau parecia que ia me atravessar.
Eu já chorava, mas o Xerife metia com toda força, minha buceta parecia que tava na carne viva.
Ele começou a falar que sempre me via no colégio, que sabia que eu dava pro meu namorado e que chegou a hora de sentir um pau de verdade na buceta.
Meus soluços não o comoviam e o Xerife me castigava com muita fúria, parece que me punindo por eu ser jovem, bonita e ter namorado.
Minha curra parecia não ter mais fim, eu sentia aquele homem pesado em cima de mim, quando o Xerife gritou que ia gozar....
Ele esporreou que nem um cavalo, eu sentia as contrações da minha buceta toda alargada e molhada de gozo dele.
— Isso gata, fode com um macho de verdade, você já aguenta um garanhão na sua bucetinha. É hora de ganhar experiência sua putinha safada!!! Chega só de dar praquele moleque.
Minha humilhação tava completa, ainda mais vendo o pau dele melado de sangue da minha buceta que agora tava escangalhada.
Deixa eu ir embora Xerife? Falei pra ele!!
— Não gatinha, ainda não, ainda não terminei!!!
Ele começou a me beijar de novo, montado em cima de mim. Seu pau já tava duro espetando minha barriga.
O Xerife me virou de costas, me fazendo ficar de quatro e num instante, senti seu pau me atravessar de novo. Ele agarrou meus cabelos compridos e me puxava com força para trás, me fazendo gritar no pau dele que me estocava lá no fundo.
— Assim que se fode uma putinha igual a você, sua vadia, adoro novinhas, adoro comer as estudantes do colégio. Você tá gostando de ser fudida? Você gosta que eu te pego assim? Você já tomou rola desse jeito?
Eu chorando, mas agora pelo emocional da situação respondia: não eu nunca tomei rola assim, eu tô adorando ser fudida por você Xerife, me come, acaba comigo, castiga minha buceta, acaba com ela....me fodeeeeee Xerife.....
pode parecer estranho, mas meu corpo tremeu e se contoceu todo, eu gozei de molhar a cama dele, e toda a dor e sofrimento agora eram coisas prazerosas.
Eu tô gozando Xerife, me fode mais, me fode gostoso...aaaaiiiiii Xerife seu puto safado!!!
O Xerife era experiente e com certeza já tinha fudido outras tantas meninas do colégio e do nosso bairro. Pra ele, eu só era mais uma, mas pra mim, ele era o macho que me abria fronteiras.
O Xerife gozou mais uma vez, a mesma quantidade enorme de porra, me fazendo ter cólicas.
— Safada, é assim que te quero Michelle, sempre abrindo essa buceta pro seu macho entrar. Vou te comer outras vezes, viu!! Tendo namorado ou não, vou comer sempre sua bucetinha!!
Com rosto todo banhado em lágrimas, eu só balançava a cabeça concordando. Eu sentia o pau dele ir murchando até escapar da minha buceta, que escorria muita porra do Xerife.
Nos arrumamos, ele já tinha na casa e me fez tomar, uma pílula do dia seguinte, pra não ter o risco de uma gravidez indesejada.
Ele me botou na camionete e me levou pra casa, já eram passados das sete horas da noite, e pelos meus cálculos, eu fiquei mais ou menos 1h30 nas mãos e na rola dele.
Tomei um banho demorado e me comportei como se nada tivesse acontecido. Por telefone, dispensei meu namorado naquela noite, alegando indisposição e dor de cabeça pra não sair com ele.
Dormi um sono profundo depois do jantar, só acordei no meio da madrugada, com minha buceta latejando e escorrendo de tesão!
Castiguei ela mais uma vez numa frenética siririca, falando baixinho: Me come Xerife, me faz mulher, me arregaça seu safado, come minha bucetinha de novo!!!
Eu gozei fantasiando o Xerife na minha cabeça e no meio das minhas pernas, e voltei a dormir até às 10h da manhã.
O relacionamento com meu namorado esfriou, e acabamos nos separando. O Xerife continuava rondando as saídas das aulas da escola. Quando nossos olhares se cruzavam , um sorrisinho sempre brotava, tanto de mim, quanto dele.
Voltei na casa dele mais de uma dúzia de vezes, e sempre fui bem comida, até que ele abriu e me fez berrar atolando aquele cacetão no meu cuzinho apertado. Ví estrelas, implorei por todos os santos tamanha era a dor, mas tava dando e me sacrificando para um homem que eu estava apaixonada!!!!
E pedi pra ele abrir meu cú também....
Lógico que nunca rolou nada de sério entre mim e ele, o Xerife só queria comer as novinhas mesmo.
Com o meu amadurecimento, acabei me afastando dele e na faculdade, depois de ter alguns casos esporádicos, conheci meu atual marido.
Hoje vejo minha filha sair de casa sozinha ou com as amigas, de bermudinhas, shortinhos, vestido ou mini-saia, e fico imaginando se não tem nenhum Xerife espreitando ela em alguma esquina!!!
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Comentários (9)
Maryninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:1dy0a2lpoqibLord Luiz: MACHO GOSTA DE BUCETAS E QTO MAIS NOVINHA MELHOR.
Responder↴ • uid:1cmqpt6ps3exFutchamp122: Caralho que delícia , vcs amam isso , tanto q nunca esquecem do comedor , T futchamp122 pessoal com relatos
Responder↴ • uid:1dvzjii88xz4Eletricista: Entrou gostoso na rola do comedor, te marcou tanto que você ainda não esqueceu o cara.
Responder↴ • uid:e2429lzriTIO NICO: Parabéns Michelle de dividir essa incrível história com a gente. Delícia de conto. Imagino que sua filha também já tá entrando na vara?!!!
Responder↴ • uid:1dt5eu9ehyn2Careca safado: Que Delícia de conto, certamente você adoraria que acontecesse com sua princesa linda tbm né. Pegou gosto e te excita lembrar né.
Responder↴ • uid:40vojj5oxijPriscila Mitie: Sempre teve esse tipo de gente rondando as escolas atrás das meninas. E muitas caem na lábia e na vara deles.
Responder↴ • uid:1e8fzu4scc1rTIO NICO: É verdade Priscila Mitie, na minha escola era um tal de Ricardo Careca, que vivia com um Santana pra cima e pra baixo. Mas ele andava com mais uns tres caras juntos.
• uid:1dt5eu9ehyn2TESUDO POR CONTOS: É "amor de pica onde bate fica", já dizia o ditado.
Responder↴ • uid:bf9qpbw20k