#Gay #Grupal #Incesto #Teen

Aprendendo a foder no acampamento com meu tio

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garoto do papai

Depois do tio Beto, tudo o que eu sabia sobre chupar um pau não me serviu de nada. Com ele, eu aprendi o que é um boquete de verdade

Depois do temporal e daquela nossa primeira e tão intensa noite acampados, no dia seguinte, eu podia ouvir o canto de passarinho do lado de fora da barraca. Era a primeira vez que acordava com aquele som, e o fato de estar completamente nu me lembrava de tudo o que fizemos a noite passada.

Era uma sensação nova, de uma liberdade que eu ainda não conhecia. Fosse pela nossa nudez, e de um adulto com a gente, ou do cheiro de sexo ainda recente.

A gente dormiu agarrados no saco de dormir do tio Beto, e enquanto ele envolvia o Fabinho, os dois dormindo de conchinha, eu tinha uma perna sobre eles.

Eu contava os sinais de nascença nas costas do meu tio, acariciando os seus ombros e sentindo os músculos do seu braço impunemente. Até que ele acorda e se vira pra mim. Ali parado por um instante, eu só queria fazer tudo o que eu sempre quis fazer com meu pai. E então tomei coragem de beijá-lo mais uma vez.

E o tio Beto não só me deixava beijá-lo, mas parecia querer me ensinar um pouco mais. Nós ficamos por um tempo naquela guerrinha de línguas, que eu nunca imaginei ter com um adulto. Mas estava mais do que disposto a aprender tudo o que ele quisesse me ensinar.

Até que de repente o Fabinho acordou e, ainda meio sonolento, e se virou pro pai, com aquela expressão da noite passada. Claro que aquele foi só um beijo de “bom dia”, depois de ter de ter dormido nos braços do pai a noite toda. Mas foi só ver a sua ereção dentro do saco de dormir, pra também querer o mesmo que eu.

Talvez agora o meu primo estivesse começando a entender o que eu sentia pelo meu pai, porque ele começava a ter o mesmo pelo seu. Primeiro, com a mão dentro do saco de dormir, ele pegou no seu pau e começou a masturbá-lo.

Acho que todo filho devia ter essa liberdade com o pai, de poder tocá-lo e de sentirem prazer juntos pela manhã. E enquanto segurava a ereção do tio Beto, o Fabinho chegou bem perto do seu rosto e depois de uma rápida troca de olhares, se achegou contra o seu corpo e atrevidamente deu nele um selinho. E, como que pra ver se o pai não ia mesmo dizer nada, ele o beijou de novo, dessa vez com a boca entreaberta.

Ele o beijava, segurando o seu pau e acariciando o seu peito. Suas mãos, que ainda percorriam o corpo adulto por baixo do saco de dormir, eram como de um garotinho querendo descobrir um mundo novo. Ele molha os lábios com a ponta da língua e se aproxima do seu rosto, numa sensação quente e doce os dois dividem, dos tempos em que não passava de um menino no seu colo, e podiam ter aquela intimidade.

O tio Beto então resolveu lhe mostrar como se faz e, segurando o seu rosto meio de lado, colava a língua na sua boca e sussurrava “Dá a sua língua, filho!“, e se deliciava, deixando que ele brincasse, até estender a sua e os dois se explorando sem medo.

Nesse instante, eu chego perto dos dois, querendo o mesmo, e de repente passamos os dois a nos revezarmos beijando o tio Beto, numa frenética dança de olhares, línguas e sorvos. Eu oferecia minha língua aos dois e tentávamos algo novo, como um beijo a três, enquanto o Fabinho passeava com suas mãos inquietas pelo meu corpo.

Então, deixando por um instante os dois, eu me debruçava sobre o peito lisinho do tio Beto, lambendo os seus mamilos, e voltava a explorar o que havia por baixo do saco de dormir. Acho que nem nos seus sonhos mais loucos o meu tio poderia ter imaginado aquilo. Aqueles dois ali à sua volta disputando o seu pau.

E, tenho que dizer, não tem nada como a liberdade de chupar um pau de manhã cedo, especialmente um pauzão como o do tio Beto. Eu deixava ele meter tudo, me fodendo até a garganta. E depois, enquanto recobrava o fôlego, ele fazia o mesmo com o Fabinho.

O meu primo chupava o seu pai como um garotinho fazendo isso pela primeira vez, e acho que agora eles iam fazer muito isso. Mas aquela manhã, enquanto mamava gostoso, ele foi surpreendido quando o pai começou a gozar na sua boca. Era a primeira vez que o Fabinho provava a sua porra, e era tão lindo de se ver, que eu tive que me juntar a ele, lambendo em volta, em busca do que sobrou na cabeça do seu pau. Mas duvido que o meu primo esperava pelo que veio a seguir.

— Minha vez! — o tio Beto começou a bater uma punheta no filho.

E se na garagem aquele dia o tio Beto nos deu uma pequena aula de masturbação, agora ele tinha uma outra coisinha pra nos ensinar: que um adulto pode sim ter o prazer de chupar um garoto... e pode ser muito bom!

E enquanto chupava o Fabinho, ele pegava no meu pau, mostrando que também gostava de um pau. Em seguida, ele vinha me chupar e ficava se revezando entre um e outro. Nós éramos dois garotos de sorte, fosse por sermos garotos que gostavam de chupar um pau, é verdade, mas também por ter um adulto disposto a se juntar ao nosso prazer.

Alguns minutos mais daquela incrível sessão de boquete, sendo chupados pelo tio Beto, o Fabinho não aguentou e começou a gozar. E enquanto provava pela primeira vez a porra do filho, ele o acariciava, fazendo o meu primo gemer enquanto se contorcia.

Depois, limpando os lábios com a ponta da língua, e tendo limpado até à última gota, o tio Beto se virou pra mim e veio me chupar, me dando o mesmo tratamento, enquanto engolia o meu pau. E não demorou e de repente foi a minha vez. O primeiro jato de porra lhe desceu direto pela garganta, mas ele continuava a me chupar, e eu continuava a gozar, enchendo a sua boca com o meu leite.

Ele se esforçava pra engolir tudo, e eu só queria que aquilo continuasse e não terminasse mais, até que ele deu um último suspiro de prazer e veio me beijar, lambendo um pouco da sua porra que lhe escorria pelo canto da boca.

No final, terminamos os três meio agarrados na barraca, dividindo um beijo a três. Depois fomos estender nossa roupa molhada e preparar o café da manhã. De repente, percebi que estava faminto.

Acho que, depois do temporal da noite passada, não sobrou mais ninguém no lugar, além de nós três ali. E, completamente nus e à vontade no mato, nós atravessamos a trilha que levava ao lugar onde estava o carro. Mas nenhum de nós se importava com a sua nudez, e continuamos assim pelo resto do dia. Acho que ainda havia muito o que aproveitar aquele dia, e não precisávamos de roupa nenhuma.

Enquanto tomávamos um banho no rio, não havia outra coisa que eu pensava a não ser ter o meu pai ali com a gente. Seria perfeito. Mas ter o tio Beto tão à vontade com tudo aquilo era um sonho. Como alguém mais velho, tentando se encaixar na geração dos filhos, ele acariciava o Fabinho dentro d´água, e logo já estava de novo de pau duro.

— Que tal a gente voltar pra barraca e continuar de onde parou? — ele nos sorria, e eu também já estava de pau duro.

Como nossa primeira experiência no meio do mato acampando, o que eu posso dizer é que passamos mais tempo na barraca que do lado de fora. Mas aproveitamos cada segundo... e o tio Beto também. Até então, eu achava que só eu tinha um desejo ardente pelo meu pai. Mas, vendo o tio Beto e o Fabinho, acho que um pai pode ter também o mesmo desejo. E pelo jeito como metia no meu primo, dava pra ver o tesão que o tio Beto tinha no cuzinho apertado dele.

Já estava começando a ficar meio enciumado, vendo os dois do meu lado. E o Fabinho tava adorando ser fodido de todas as formas e em todas as posições, fosse de quatro, de pernas pra cima, ou de ladinho. Ele gemia com aquela sua voz fininha, meio exausto, enquanto o tio Beto levantava uma perna dele, metendo por trás.

Eu me admirava diante da cena, enquanto os dois se beijavam. Não sei como seria a relação do meu primo com seu pai depois daquele acampamento, mas não dava pra voltar pra casa e esquecer aqueles momentos que passamos. Se fosse o meu pai, eu ia querer cavalgar o seu pau todo dia. E, vendo aquilo, não consegui ficar sentado, apenas assistindo. Eu tinha que me juntar a eles.

Enquanto ele metia no Fabinho eu só queria tá perto pra sentir o mesmo que o meu primo. Eu me agarrava no meu tio, sentindo os seus músculos, no movimento de vai e vem, penetrando o cuzinho do filho. E com meu pau duro, eu roçava na sua bunda, por trás. Mas, pra minha surpresa, entre uma estocada e outra, ele me puxou pela cintura, pra mais perto. E quando eu vi, eu tava com o pau na entradinha do seu cu.

Eu nem acreditava que ele tava mesmo me deixando fazer aquilo, e, mais do que isso, que era o que ele queria mesmo. Então, eu comecei a roçar um pouco mais, até que achei o lugar certo, e fui metendo meio que instintivamente. Em um certo momento, em meio aos seus gemidos, eu não sabia se o tio Beto tava gostando mais de meter no Fabinho ou que eu continuasse a meter nele.

Era a primeira vez que eu fazia aquilo, quero dizer, com um adulto. E, tão bom quanto sentir o seu pauzão dentro de mim, foi meter no tio Beto. Eu já estava todinho dentro dele, e mesmo assim ele ainda me puxava, querendo mais. Ele então soltou um gemido mais forte, e gozou dentro do Fabinho. Mas ainda assim eu não conseguia parar de meter nele, agarrado por trás. Era muito gostoso foder o meu tio, e ele parecia tá gostando também.

— Esse aqui parece gostar de meter! — ele brincou, diante do olhar de surpresa do Fabinho. — E você, filho? Também gosta?

Meu primo ainda ficou meio sem jeito, diante da cena. Mas continuava de pau duro, sem conseguir esconder o quanto o excitava me ver comendo o seu pai.

— Tive uma ideia! — ele nos sorriu. — Acho que ainda são muito novos pra isso, mas a gente podia tentar um dois em um!

Eu nem sabia o que era aquilo, mas acho que ele tava disposto a nos ensinar. E então, com o Fabinho deitado no saco de dormir, o tio Beto se levantou e, de joelhos, sentou no seu colo, segurando o seu pau e guiando entre as suas pernas.

Olhando a expressão do meu primo, ele mal podia acreditar, enquanto o pai foi descendo sobre o seu pau, se deixando penetrar. Então, ele começou a cavalgá-lo, subindo e descendo enquanto gemia e suspirava.

Era a coisa mais incrível que eu já tinha visto; um adulto que não só se mostrava disposto a nos ensinar tudo sobre ter prazer, mas também queria fazer com a gente, como se fosse um garoto entre nós.

E o tio Beto não queria apenas o Fabinho dentro dele. O tal “dois em um” na verdade era uma coisa que envolvia nós dois, algo que eu nunca tinha imaginado: uma dupla penetração.

Enquanto o meu primo metia por baixo, o tio Beto me chamou pra também meter atrás dele... e foi o que eu fiz. De joelhos em cima do saco de dormir, eu me ajeitei, guiando meu pau no seu cu, e me surpreendia que ele aguentasse dois paus ao mesmo tempo.

Eu podia sentir, nas entranhas do meu tio, a cabeça do meu pau encontrar a do meu primo, enquanto dava uma ou duas estocadas. Até que de repente estávamos os três num só ritmo, gemendo e suspirando. Eu via os dois se beijando, do jeito que eu sempre sonhei fazer; como devia ser entre pai e filho. E, já meio sem fôlego, eu continuava a meter nele.

Em seguida, o tio Beto se volta pra mim e enfia na minha boca a sua língua, me beijando entre um gemido e outro. E, não satisfeito, ele ainda sussurra no meu ouvido pra eu gozar dentro dele.

Eu cravava nele o máximo que podia, mas acho que era exatamente o que ele queria, ter dois paus todinhos dentro dele. Então, quando já não dava mais, ainda com a sua boca colada na minha, partilhando seu hálito quente, senti aquele arrepio na espinha e dei um último gemido, pra em seguida começar a gozar no seu cu, enchendo ele de porra.

Por baixo, o Fabinho de repente também começa a gozar e eu sinto na cabeça do meu pau o seu leite quentinho, que se mistura ao meu e escorre por entre as pernas do seu pai. Até que ele finalmente se deixa cair sobre o meu primo, ofegante e satisfeito.

Ele beijava o Fabinho, com a cabeça pousada no seu ombro. Nisso, eu me junto aos dois e acabamos os três ali meio agarrados, até que pegamos no sono.

O que marcou aquele fim de semana, acampando com o tio Beto, não foi apenas uma experiência incrível que tivemos meu primo e eu; foi uma grande descoberta sobre o passado do meu pai. Quando eram garotos, ainda mais novos que o Fabinho e eu, eles eram escoteiros. E, como dizem, se tem uma coisa que você aprende sendo escoteiro, mais do que dar um nó complicado, é aproveitar os prazeres da vida ao ar livre... uma vida longe dos pais e junto de outros garotos iguais a você, cheios de curiosidade sobre sexo e seus corpos.

Acho que não há lugar melhor pra se aprender os mistérios da vida adulta, que junto de outros garotos no meio do mato. E, na época deles, meu pai e meu tio aprenderam direitinho.

O tio Beto nos contava das suas aventuras com um bando de garotos numa barraca, se comendo e se chupando a noite toda. Era como um tipo de iniciação dos novatos, que tinham que chupar os veteranos. E no final, tudo acabava numa grande orgia. Mas não antes do chefe dos escoteiros comer alguns deles.
E, pra minha surpresa, dentre todos aqueles garotos, meu pai era o preferido dele. O chefe dos escoteiros adorava não só comer o meu pai, como ficar de quatro e se deixar penetrar por trás, enquanto chupava outro garoto.

— Quer dizer que o meu pai fazia de tudo quando tinha a minha idade? — eu perguntava ao tio Beto, sem esconder como descobrir aquilo me deixava admirado.

— Seu pai era o terror dos garotinhos novatos!

— Se eu soubesse disso antes teria mudado de ideia sobre ser um escoteiro, quando ele me perguntou!

— Ele teria gostado.

— Me diz uma coisa, tio, como eu faço pra ter o mesmo com meu pai?

— Pergunta pra ele sobre os nossos tempos de escoteiro. Se tem uma coisa que pode mexer com ele é isso.

O resto do dia, eu, meu primo e o tio Beto passamos na barraca; não havia muito o que fazer lá fora, e continuamos nos revezando naquela brincadeira gostosa de nos comer uns aos outros. Àquela altura, o pau do meu tio já deslizava fácil dentro do meu cu. E ao mesmo tempo em que ele me fodia por trás, eu chupava o Fabinho. Acho que depois daquele fim de semana, eu ia visitar muito o meu primo.

E por falar nele, depois da surpresa inicial, o Fabinho parecia ter se acostumado a não só ter um pauzão de adulto dentro dele, mas comer o seu pai talvez fosse tão gostoso quanto. Eu olhava pros dois e não podia sentir mais inveja do meu primo. Montado em cima do tio Beto, ele metia no seu cu sem parar, movendo os quadris numa dança entre pai e filho que me deixava de pau duro.

— Vai, filho, mete mais! Tá gostando de foder o pai?

— Ahã! — o Fabinho gemia, quase sem forças. — Acho que eu tô quase gozando!

— Isso, goza dentro do pai! Mostra que você já tem leitinho!

E o Fabinho então soltou um forte gemido, se deixando cair sobre o pai depois de gozar no seu cu. Não sei como o meu tio aguentava aquela maratona quase o dia todo, enquanto nós nos revezávamos atrás dele. Mas, uma coisa eu já tinha decidido: depois de deixar o meu pai me foder muito, eu agora tava morrendo de vontade de fazer o mesmo, e meter muito nele.

O brilho residual começava a se instalar quase imperceptivelmente enquanto meus pensamentos vagavam e retornavam ao momento que acabamos de compartilhar. Estava satisfeito por ter encontrado no meu primo um irmão com quem compartilhar o prazer da descoberta... e com meu tio, uma pista de como chegar ao meu pai. Agora era só bolar um plano pra juntar nós quatro!

Continua...

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Comentários (1)

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  • Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk

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