O exame admissional
Eu me chamo Mariana, tenho 25 anos e sou médica. Trabalho em uma clínica que faz exames admissionais para grandes empresas, então meu dia a dia é uma rotina de formulários, estetoscópio e perguntas protocolares. É um trabalho mecânico, até que a porta se abre e o protocolo vai para o lixo.
Eram quase cinco da tarde quando ele entrou. Nome: Ricardo, 30 anos, candidato a uma vaga de supervisor de logística. Quando levantei os olhos do computador, senti um choque térmico. Ele era alto, tinha os ombros largos que quase preenchiam a largura da porta e usava uma camiseta branca básica que marcava cada músculo do peito. Ele tinha uma barba rala bem feita e um olhar penetrante, de quem não se intimida fácil.
— Boa tarde, doutora — ele disse, com uma voz grave que ecoou na sala pequena.
— Boa tarde, Ricardo. Sente-se, por favor — respondi, tentando manter a voz firme enquanto meu corpo já começava a reagir à presença dele.
Comecei com as perguntas de praxe: histórico de doenças, cirurgias, alergias. Ele respondia tudo com calma, mantendo contato visual o tempo todo. Eu sentia que ele estava me analisando tanto quanto eu o examinava. Chegou a hora do exame físico.
— Pode tirar a camisa e sentar na maca, por favor? Preciso auscultar seus pulmões e coração.
Ele se levantou e, com um movimento lento, puxou a camiseta pela gola. Eu tentei manter a cara de profissional, mas foi difícil não encarar. O abdômen dele era definido, com aquela linha baixa que sumia para dentro da calça jeans, e o peito era largo, levemente peludo. Quando me aproximei com o estetoscópio, minhas mãos estavam levemente frias, mas o corpo dele emanava um calor absurdo.
Encostei a campânula de metal no peito dele.
— Inspire fundo... — sussurrei.
Enquanto ele respirava, eu sentia o cheiro do perfume dele misturado com o cheiro da própria pele. O batimento cardíaco dele estava acelerado, assim como o meu. Eu sabia que ele percebia o meu nervosismo. Quando passei para as costas, ele se virou, e eu deslizei o estetoscópio pela pele quente dele. De repente, ele se virou para mim, a centímetros do meu rosto.
— Algum problema, doutora? Meu coração parece estar batendo um pouco rápido, não acha? — ele perguntou com um sorriso de canto, sabendo exatamente o que estava fazendo.
— É normal o nervosismo em exames, Ricardo — tentei desconversar, mas minha mão acabou pousando no ombro dele. A pele era firme e macia.
— Eu não estou nervoso — ele retrucou, baixando a voz e dando um passo para frente, me prensando levemente contra a mesa de exames. — Acho que o problema é o efeito que a senhora está causando em mim.
O clima na sala mudou instantaneamente. A luz branca do consultório parecia ter ficado mais quente. Eu olhei para a porta — estava trancada, como sempre faço para garantir a privacidade dos pacientes. Voltei a olhar para ele, descendo o olhar para os lábios dele e depois para o volume que começava a se destacar na calça jeans.
— O exame ainda não acabou — eu disse, com um sorriso desafiador, guardando o estetoscópio e dando um passo para mais perto dele. — Ainda preciso verificar se todos os seus reflexos estão... funcionando.
Ele não esperou uma segunda resposta. Com uma das mãos, ele segurou minha nuca, e a outra foi direto para a minha cintura, me puxando contra aquele corpo rígido. O beijo foi imediato e faminto, sem nada daquela delicadeza de consultório. Eu senti o gosto dele enquanto minhas mãos exploravam aqueles músculos das costas que eu estava doida para tocar.
Eu o empurrei levemente em direção à maca e ele sentou, me puxando para ficar entre suas pernas. Com um movimento ágil, ele abriu os botões do meu jaleco branco, um por um, sem desviar o olhar do meu. Quando o jaleco caiu no chão, eu estava apenas de camisa e saia lápis. Ele deslizou as mãos pelas minhas pernas, subindo a saia até encontrar a minha calcinha de renda, que já denunciava o quanto eu estava ansiosa por aquilo.
— Você é muito mais do que eu esperava dessa consulta, Mariana — ele sussurrou, a voz ainda mais rouca.
Eu me ajoelhei entre as pernas dele e levei minhas mãos ao cinto da sua calça. O volume ali estava rígido, pulsando contra o tecido. Abri o botão e desci o zíper devagar, vendo o pau dele saltar para fora, imponente e latejante. Era maior do que eu tinha imaginado; a pele era quente e as veias saltadas mostravam o quanto ele estava excitado. Não hesitei. Envolvi aquela pele com a minha boca, sentindo o calor e a firmeza dele. Ricardo jogou a cabeça para trás, soltando um rosnado de prazer e enterrando os dedos no meu cabelo, me guiando no ritmo dele.
Depois de alguns minutos que pareceram uma eternidade de prazer, ele me levantou com uma facilidade impressionante e me colocou sentada na borda da maca. Ele se posicionou na minha frente, afastando minha calcinha para o lado e, sem aviso, deu uma linguada firme e certeira no meu clitóris. Eu soltei um gemido alto, esquecendo completamente que estava no meio de uma clínica. Ele explorava cada canto meu com uma voracidade que me deixava bamba, alternando entre a língua e os dedos, até eu sentir que ia perder os sentidos.
— Agora, doutora... — ele disse, se levantando e pegando um preservativo que ele mesmo já tinha no bolso. — Vamos ver se você aguenta o resto do exame.
Ele me virou de costas na maca, apoiando meus braços na mesa de instrumentos. Senti a ponta dele encostar na minha entrada e, com um impulso firme, ele me preencheu por completo. O impacto foi tão profundo que eu soltei um grito abafado contra o estofado da maca. Ele começou a estocar com força, um ritmo constante e pesado que fazia a maca ranger contra o chão. A cada batida, eu sentia o preenchimento total, uma sensação de que ele estava chegando onde nenhum outro tinha chegado.
Segurei firme nas bordas de metal da maca enquanto ele me puxava pela cintura, aumentando a velocidade. O suor dele pingava nas minhas costas e o som da carne batendo se misturava aos nossos gemidos pesados. Eu estava chegando no meu limite, sentindo as ondas de prazer começando a explodir. Ricardo percebeu, acelerou ainda mais as últimas estocadas e, com um rosnado vitorioso, se derramou enquanto eu desabava em um orgasmo que fez minha visão escurecer por alguns segundos.
Ficamos ali, ofegantes, o silêncio da sala voltando aos poucos enquanto o ar-condicionado tentava resfriar nossos corpos. Ele se limpou, vestiu a calça e a camiseta com a mesma calma que entrou. Eu me recompus, ajeitando a saia e vestindo o jaleco, sentindo o rosto quente.
Ele caminhou até a porta, parou com a mão na maçaneta e se virou para mim com aquele sorriso de canto.
— E então, doutora? Eu passei no exame?
Eu sorri, ainda recuperando o fôlego, e assinei o papel do admissional com a mão levemente trêmula.
— Apto para qualquer função, Ricardo. Pode começar amanhã.
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Comentários (5)
ZE GRANDÃO: ISTO ACONTECEU COMIGO EM UMA CIDADE DO INTERIOR DO MATO GROSSO DO SUL, TINHA NA ÉPOCA 28 ANOS,E SOU UM HOMEM DE 1.80 DE ALTURA UMA PICA DURA E GROSSA DE 23 CM MEDIDA NA RÉGUA,,FIZ UMA MEDICA DE 27 ANOS GOZAR NA MINHA PICA COMO ELA NUNCA GOZOU NA VIDA, ATÉ HOJE SOMOS AMIGOS E DE VEZ EM QUANDO ELA RECORDA NOSSA TREPADA FENOMENAL... HOJE ELA ESTÁ COM 45 ANOS,,SOMOS BONS AMIGOS... FICA SÓ AS BOAS LEMBRANÇAS....
Responder↴ • uid:1cnj1wv2zy0oGabriele RJ: Gostei do conto, achei que podia ter tido mais alguns detalhes mas me fez ficar com as mãos dentro da calcinha...
Responder↴ • uid:on96158d9bAvôeNeta: Se você fosse minha neta eu queria vê como é essa calcinha
• uid:1daibs6rhjGabriele RJ: Se vc visse ia até querer usar a minha calcinha
• uid:on96158d9bZE GRANDÃO: 😂😂😂😂😂😂😂😂
• uid:1cnj1wv2zy0o