Vi meu amigo hétero tomando banho, fiquei com tesão e acabei fodendo ele
Meu amigo Eduardo estava tomando banho, vi ele, fiquei excitado, e comecei a bater uma ali mesmo, ele me viu, tentou correr e fodi ele a força.
Meu nome é Jhon. Hoje tenho 20 anos, 1,70m de altura, corpo definido de quem treina pesado na academia e um pau grosso de 18cm. Essa história rolou quando eu tinha 19 anos, pouco depois da experiência intensa que tive com o Victor. Aquilo me deixou mais dominante, com uma fome que eu não conseguia controlar direito quando a oportunidade aparecia.
Eu e o Eduardo temos uma intimidade bem grande, construída devagar ao longo dos anos. A gente se conheceu há uns 4 anos no cursinho pré-vestibular no centro de São Paulo. Eu cheguei atrasado num dia de chuva forte, roupa encharcada, e a única cadeira livre era ao lado dele. Eduardo era um cara branco, magro, de óculos de armação preta fina, cabelo castanho-claro bagunçado e tatuagens discretas no pulso e antebraço — uma rosa dos ventos e uns desenhos que ele mesmo criava. Ele era super tímido, quase não falava com ninguém. Eu fiz uma piada sobre o professor e ele riu baixinho. Foi o começo.
A amizade virou algo profundo rápido. Morávamos perto, pegávamos o mesmo ônibus, jogávamos online toda noite. Ele tinha 15 anos na época, eu 16. Eduardo sempre foi 100% virgem. Confessava pra mim com vergonha: “Jhon, eu travo total com garotas, mano. Nunca nem beijei”. Eu era o irmão mais velho que dava conselho, zoava ele de leve e ajudava nas matérias difíceis. Com o tempo a gente começou a dormir na casa um do outro, dividir a cama nos dias quentes, tomar banho no mesmo banheiro quando estava atrasado. Eu trocava de roupa na frente dele sem problema, ele fazia o mesmo. Via as tatuagens novas que ele fazia — um dragão estilizado nas costelas, kanjis no peito, um lobo no ombro. O corpo branquinho dele com aquelas tintas pretas me chamava atenção cada vez mais.
Quando fizemos 18 e 19 anos, alugamos um apê pequeno juntos. Por fora éramos os brothers héteros inseparáveis: jogávamos futebol, íamos pra lan house, falávamos de bunda de mina. Dentro de casa a intimidade era outra. Andávamos de cueca, dormíamos juntinho quando o calor apertava, nos abraçávamos quando um ganhava no jogo. Eu sentia que ele confiava totalmente em mim.
Uma tarde, depois de um treino pesado, eu cheguei em casa suado e exausto. Eduardo tinha chegado antes e estava no banheiro. Notei que ele deixou a porta entreaberta — algo que acontecia às vezes por descuido no apê pequeno. Eu ia passar direto, mas parei quando ouvi o chuveiro ligado e vi o reflexo no espelho.
Eduardo estava de costas debaixo da água, pelado. A bunda branquinha, redonda, marcada pelas tatuagens que desciam pelas costelas. O dragão parecia vivo com a água escorrendo. Ele passava sabonete devagar, sem imaginar que eu estava ali. Meu pau reagiu na hora. Começou a inchar dentro do short de academia. Fiquei parado, olhando aquele cuzinho virgem, as tatuagens molhadas, o corpo magro mas definido. A vontade que eu sentia desde o Victor voltou com tudo.
Não consegui me controlar. Entrei no quarto ao lado, mas deixei a porta do corredor aberta o suficiente. Baixei o short e comecei a bater uma devagar, olhando ele no banheiro. Meu pau de 18cm estava latejando, cabeça inchada. Eu imaginava como seria enfiar tudo ali, dominar ele como fiz com o Victor.
De repente Eduardo virou um pouco o corpo pra pegar o shampoo e me viu. Seus olhos arregalaram atrás dos óculos embaçados.
— Jhon?! Que porra você tá fazendo?! — ele gritou, fechando a torneira rápido, tentando cobrir o pau com as mãos.
Eu não parei de bater punheta. Estava excitado demais.
— Porra, Edu… você deixou a porta aberta… essa bunda com tatuagem… eu não aguentei, mano.
Ele saiu do box enrolando a toalha na cintura às pressas, rosto vermelho de vergonha e raiva.
— Eu sou hétero, caralho! Para com isso! A gente é amigo, não faz isso!
Ele tentou passar por mim correndo em direção ao quarto. Eu fui mais rápido. Segurei o braço dele com força e puxei de volta contra a parede do corredor. A toalha caiu no chão. O pau dele, rosadinho, estava meio duro apesar do susto.
— Jhon, solta! Eu não quero! Eu sou virgem, porra! Para!
— Eu vou fazer com você igual fiz com o Victor — falei baixo, voz rouca de tesão.
Eduardo ficou desesperado, se debatendo.
— Não! Eu não sou viado! Me solta, Jhon! Por favor, mano!
Segurei a nuca dele e forcei ele a ficar de joelhos no chão do corredor. Meu pau duro de 18cm bateu no rosto dele. Ele virou a cabeça, apertando os lábios, lágrimas nos olhos.
— Abre a boca, Edu.
Ele negou com força, virando o rosto para o lado, respirando rápido. Eu segurei o queixo dele com uma mão e bati meu pau pesado várias vezes contra os lábios fechados, espalhando pré-gozo na pele branquinha. Ele mantinha a boca bem apertada, gemendo de protesto.
— Eu não vou chupar porra nenhuma… eu sou hétero… — murmurou entre dentes.
Apertei o nariz dele com os dedos. Ele resistiu o máximo que pôde, ficando vermelho, até que precisou abrir a boca pra respirar. No momento exato enfiei a cabeça grossa do meu pau entre os lábios dele. Eduardo arregalou os olhos, engasgando imediatamente. O calor molhado da boca dele era incrível.
Segurei a cabeça dele com as duas mãos e comecei a mover devagar, só a cabeça entrando e saindo. Ele tentava empurrar minhas coxas, fazia sons abafados de “mmmf… nnn…”, saliva já escorrendo pelos cantos da boca. Os óculos dele embaçavam cada vez mais.
— Chupa direito, Edu… usa a língua…
Ele negava com a cabeça, mas eu empurrei mais um pouco, uns 8cm agora. O cuzinho dele apertava quando eu forçava. Ele engasgava, lágrimas descendo pelo rosto, mas eu não tirava. Ficava parado um pouco fundo, deixando ele se acostumar com o gosto e o tamanho, depois puxava devagar até quase sair e enfiava de novo.
Aos poucos o pau dele começou a endurecer completamente, traidor, batendo contra a minha perna. Eduardo percebeu e ficou ainda mais envergonhado, gemendo de humilhação. Eu aumentei o ritmo devagar, fodendo a boca dele com mais profundidade, batendo no fundo da garganta. Ele babava muito agora, saliva pingando no peito tatuado, fazendo barulho molhado a cada estocada.
— Tá vendo? Sua boca tá quente pra caralho… você tá chupando gostoso mesmo sem querer…
Ele ainda tentava resistir, empurrando minhas coxas com as mãos fracas, mas o corpo traía. O pau dele babava pré-gozo no chão do corredor. Eu segurei os cabelos castanhos dele e fodi a boca com mais vontade, entrando bem fundo, fazendo ele engasgar e lacrimejar. Os gemidos dele mudavam de tom aos poucos — menos de puro protesto e mais de algo confuso, misturado.
Depois de uns longos minutos assim, com a boca dele completamente babada e inchada, eu tirei o pau de dentro, todo molhado de saliva. Eduardo tossiu, respirando pesado, fios de saliva ligando os lábios dele na cabeça do meu pau.
— Por favor, Jhon… já chega… eu não aguento mais… — pediu rouco, voz falhada.
Mas eu não tinha terminado. Levantei ele do chão, ainda tremendo, e arrastei pro sofá. Joguei ele de bruços, subi por cima prendendo os braços acima da cabeça. Cuspi bastante na mão e comecei a mexer no cuzinho virgem dele com o dedo, massageando devagar enquanto ele se contorcia.
— Ai! Não! Tira o dedo! Dói, Jhon! Eu imploro!
Forcei um dedo, depois dois, abrindo ele com calma, sentindo o aperto absurdo. Ele choramingava, repetindo “eu sou hétero… eu sou hétero…” mas o cuzinho relaxava aos poucos. Quando senti que estava mais macio, posicionei meu 18cm e empurrei devagar.
— Aaaahhh! Nãooo! Tá rasgando! Tira, por favor!
Segurei firme os quadris tatuados dele e empurrei devagar até enterrar os 18cm inteiros no cuzinho virgem. O aperto era absurdo, quente e pulsante. Comecei a socar bem devagar, sentindo cada centímetro dele me apertando. Eduardo gemia alto de dor, o corpo inteiro tremendo, unhas cravadas no sofá.
— Dói… Jhon… para… eu não aguento… ahh!
Mas eu continuei no ritmo lento, tirando quase tudo e enfiando de novo, fundo. Aos poucos os gemidos de dor foram mudando. O corpo dele relaxou um pouco, as pernas abriram mais sem ele perceber. O cuzinho começou a pulsar diferente em volta do meu pau, mais macio, mais receptivo.
— Ahh… caralho… que porra é essa… — murmurou rouco, voz falhada.
Aumentei o ritmo aos poucos, metendo mais fundo e forte. Toda vez que eu batia na próstata dele, Eduardo soltava um gemido mais agudo, quase involuntário. O pau dele, completamente duro, babava sem parar no sofá, deixando uma mancha molhada.
— Para… isso é errado… eu sou hétero… ahhh! — ele ainda tentava dizer, mas a voz saía misturada com gemidos de prazer.
Segurei a cintura fina dele com mais força e comecei a socar de verdade. O som de pele batendo contra pele enchia o corredor e a sala. Eduardo agora rebolava de leve contra minhas estocadas, o corpo traindo ele completamente.
— Ai… Jhon… que delícia… não… ahh… fode mais fundo… porra… — gemia, as palavras saindo confusas, misturadas de vergonha e tesão.
Virei ele de lado no sofá, levantei uma perna dele e meti ainda mais fundo, olhando o rosto dele. Os óculos estavam tortos, os olhos semicerrados, boca aberta soltando gemidos sem controle. As tatuagens no peito e nas costelas estavam brilhando de suor.
— Tá gostando né, seu hétero? Fala…
— Não… eu não… ahhh! Sim… aí… caralho… bate aí de novo… — ele confessou entre gemidos, o rosto vermelho de vergonha.
Metendo cada vez mais forte, segurei o pau dele e bati uma punheta rápida enquanto socava o cuzinho. Eduardo não aguentou. O corpo inteiro tremeu violentamente, ele deu um gemido alto e gozou forte sem quase tocar no pau, jorrando porra quente no próprio peito tatuado, na barriga e no sofá. O cuzinho apertava meu pau em espasmos, ordenhando ele.
Eu não parei. Virei ele de quatro, segurei os cabelos castanhos e meti com tudo, rápido e fundo. Eduardo agora gemia feito uma puta, empinando a bunda pra trás, rebolando gostoso:
— Isso… fode… me fode gostoso… Jhon… não para… eu vou gozar de novo… ahhh!
Ele gozou pela segunda vez, tremendo inteiro, voz rouca. Eu não aguentei mais. Dei umas últimas estocadas bem fundas e gozei forte dentro dele, enchendo o cuzinho virgem de porra quente, jatos grossos e longos bem no fundo.
Ficamos os dois ofegantes no sofá, suados e exaustos. Meu pau ainda pulsava dentro dele enquanto porra grossa escorria devagar do cuzinho virgem, escorrendo pelas tatuagens nas coxas dele. Eduardo estava deitado de lado, óculos jogados no chão, respiração pesada, o corpo tremendo levemente. Ele não conseguia me olhar nos olhos, o rosto completamente vermelho de vergonha.
Eu passei a mão devagar pelas costas tatuadas dele, sentindo o suor, e falei baixinho perto da orelha:
— Agora você não é mais virgem, Edu. E pelo jeito que você gemeu, rebolou e gozou no meu pau… seu corpo gostou pra caralho, mesmo você dizendo que é hétero.
Ele fechou os olhos com força, voz fraca e rouca:
— Jhon… isso foi um erro… eu sou hétero… a gente não pode… por favor…
Eu sorri, ainda com o pau meio duro encostado nele, e respondi:
— Relaxa, irmão. A gente conversa depois.
O silêncio que ficou no apê foi pesado. Nenhum de nós sabia direito o que ia acontecer a partir dali… mas uma coisa era certa: algo tinha mudado para sempre entre nós.
Continua?
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Comentários (1)
José Carlos: Agora ele vai querer todos os dias
Responder↴ • uid:46kphpcet0b