Cheirando a calcinha da sogra
Minha sogra me pegou cheirando sua calcinha, e me obrigou a comê-la.
Eu sou somente 6 (seis) anos mais novo que minha sogra (Beth), que, diga-se de passagem, põe muitas garotas no bolso.
São 3 casas (uma em cima da outra). Moro na de baixo, minha sogra na do meio, e meu cunhado na de cima.
Beth, como sempre fazia, jogou as roupas do pilates na cama e entrou para o banho.
Não era a primeira vez que eu fazia isso. Subi a escada atrás dela, e fiquei na espreita, até escutar o chuveiro ligar.
Mal levei a calcinha ao nariz, e percebo um vulto na porta do banheiro. Era Beth – peladona - me observando. Senti meu rosto em chamas. Até tentei balbuciar alguma coisa, mas ela veio na minha direção, dizendo que não adiantava eu querer me explicar, pois ela já desconfiava. E, se eu queria sentir seu cheiro, era para ir diretamente na fonte.
Falei que não tinha entendido.
Me pegou pelo pulso, sentou-se com as pernas abertas na beirada da cama, e apontou para sua genitália, dizendo: “cheira aqui”.
Falei que não podia, que era errado – mas me mordendo de tesão -. Fiz menção de sair, mas ela me puxou, me fazendo ajoelhar entre suas pernas, e disse que sabia que eu a desejava, assim com ela a mim, e que, desde o falecimento do marido (há uns sete anos), nunca mais tinha tido uma transa.
Tentou empurrar minha cabeça para baixo, mas falei que seria do meu jeito.
Beijei seus seios carinhosamente, e mordisquei e bolinei os mamilos, fazendo-a gemer e arrepiar-se.
Daquele ponto já dava para sentir seu aroma inebriante. Um misto de fêmea no cio e suor.
Desci beijando sua barriga, e a empurrei para que deitasse.
Estremeceu ao primeiro toque em seus lábios vaginais.
Lentamente fui abrindo espaço com a língua naquela gruta quente e úmida. Calçou os pés na cama, arqueou o quadril, e segurou minha cabeça contra sua vulva, gemendo alto, enquanto rebolava, quicava, e chegava ao primeiro orgasmo, que parecia sem fim.
Aproveitei a posição, e deslizei minha língua para o anelzinho rosado. Ela tentou impedir, balbuciando qualquer coisa tipo “é sujo”. Perguntei e ela confirmou que nunca houvera recebido um beijo Grego, nem tampouco feito anal.
Investi novamente no BG, enquanto penetrava dois dedos na vagina encharcada pelo gozo. Ela não resistiu, e entregou-se por completo, dando mostras de que estava gostando.
Depois do segundo orgasmo, subi na cama, deitando sobre dela, e trocamos um beijo alucinante.
Inverti a posição, e dei-lhe outro beijo. Então fui beijando seu corpo, desde o pescoço, onde dei um leve chupão, e depois enfiei a língua na orelha, fazendo-a arrepiar-se toda. A cada arrepiada, ela gemia, e me xingava, dizendo que eu estava fazendo crueldade. Passei pelos seios, e lambi seu ventre até nos encaixarmos na meia-nove.
Ela abocanhou meu pau com tanta voracidade, que quase me fez gozar imediatamente. Consegui me conter, pois não queria desperdiçar meu líquido precioso.
Intercalei minha boca ente a vulva e o ânus. Enfiei dois dedos na frente, e um atrás, enquanto chupava e bolinava seu clitóris. Perdi a conta de quantos orgasmos ela teve.
Já quase no meu limite, me virei, levantei suas pernas para um “frango assado”, e acomodei meu pau lentamente entre os lábios maiores. No fogo, ela tentou me puxar, mas fui entrando vagarosamente, deliciando-me nas suas entranhas, até atolar por completo.
Iniciamos um frenesi de vai-e-vem e entra-e-sai, que não demorei muito a gozar fartamente, e ela junto.
Gememos e urramos, apertando nossos corpos um contra o outro, até perdermos as forças, e eu jogar meu corpo sobre o dela.
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Comentários (2)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkRita: Tão bom isso
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3a