#Corno #Grupal #Lésbica #Voyeur

Sem medo de ser arrombada

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Cláudia

Nós já estávamos casados a cinco anos, tempo suficiente para fazermos tudo que eu casal pode fazer na cama e de a muito eu não perdia oportunidade, estava sempre na horizontal sendo penetrada das formas mais incríveis, Arthur meu marido já tinha descoberto que o modo de me fazer ter verdadeiras convulsões de prazer era enfiar e tirar a cabeça de seu pau do meu cuzinho sem enfiar o restante e nem deixar meu esfíncter se contrair completamente enquanto eu mesmo esfregava meu grelo no meu ritmo, para tanto, usávamos dois travesseiros embaixo do meu quadril e ele ficava ajoelhado na cama enfiando e puxando, quando durante a chupeta que eu adorava fazer eu cobria os travesseiros com um plástico que recortei para esse fim, ele já sabia, eu queria tomar no rabinho daquela forma. Em uma dessas ocasiões, Arthur filmou meu gozo, onde meu corpo inteiro tremia como se eu estivesse tendo um ataque epilético e que terminei como sempre na posição fetal só que com as mãos no meio da perna e guardou a filmagem sem me falar nada. Em uma sexta feira, Arthur me comunicou que tinha convidado seu ex-colega de república, o Sergio que tinha apelido de jegue (apelido muito apropriado) e sua esposa Lucy para um churrasco em casa. Na época morávamos em um sobradinho com um pequeno quintal com uma churrasqueira, naquele dia estava um sol de rachar, durante o churrasco enquanto os dois estavam afastados Lucy me disse que tinha assistido à gravação que eu nem sabia que existia, mas ela descreveu a cena que vira com tantos detalhes com uma cara de tarada que além de me deixar envergonhada, deixou-me também com medo de ser agarrada por aquela mulata de corpo malhado muito sensual e disfarcei e enquanto os dois tomavam banho de mangueira subi para meu quarto para pensar no que minha visita acabara de me revelar. Ao chegar na janela do quarto e olhar para baixo, vi que os dois machos não só estavam tomando banho de mangueira mas também estavam nus, ao ver o mangueirão do Jegue, fiquei hipnotizada, não conseguia admitir que um homem tivesse uma rola tão grande e grossa como aquela e imediatamente imaginei aquela cabeçorra arregaçando meu cuzinho, entrando e saindo me deixando toda arrombada e por puro tesão enfiei a mão dentro da minha calça de biquini e encontrei meu grelo duro super sensível e mal comecei a massageá-lo, quando senti os braços fortes de Lucy cruzarem-se em minha frente e cada uma de suas mãos segurar um de meus seios enquanto seus lábios se grudavam em meu pescoço, até então, nenhuma outra mulher tinha me tocado ou beijado qualquer parte do meu corpo como ela estaca fazendo. Já muito excitada com a piroca gigante que estava vendo a poucos metros e com aquela língua percorrendo meu pescoço e meu ombro com meus dedos massageando meu grelo no meu ritmo, me entreguei disposta para o que desse e viesse e Lucy em um gesto rápido sacou meus seios do sutiã do biquini, girou o corpo de forma a não impedir minha visão daquele caralhão e mamou de forma esplendida em mim, fazendo-me entrar em êxtase, sem no entanto convulsionar mas fazendo meu liquido escorrer por minhas coxas. Lucy muito habilidosa baixou minha calça de biquini já ajoelhada em minha frente, levantou minha perna esquerda, apoiando minha coxa em seu ombro, passou a devorar com sua boca faminta minha buceta encharcada. A boca de Lucy estava tão gostosa que nem percebi que meu marido e seu amigo podiam ver que eu estava massageando meus seios ali com a janela aberta, isso se nenhum vizinho também não estivesse assistindo, quando me dei conta de que poderia estar dando um espetáculo público, levantei minha comedora e nos jogamos juntas na cama, Lucy voltou a me chupar como uma louca enquanto eu só queria aproveitar aquele momento com olhos fechados e já quase para gozar novamente senti algo sendo esfregado no meu rosto, abri os olhos e vi aquele cacetão descomunal pertinho de minha boca e a abri ao máximo, enchendo minha boca com aquela cabeçorra vendo meu marido esfregar seu pau no rego de Lucy que gemia desesperadamente e gozei, atingindo o estágio da convulsão. Todos pararam para assistir meu gozo e enquanto eu me recuperava os dois machos armaram uma dupla penetração em Lucy que recebeu seu marido na frente e Arthur atrás, eu nunca tinha visto uma DP e maravilha assisti meu marido encher o cuzinho da mulata com seu leitinho enquanto ela gozava forte. Percebendo que Sergio não tinha gozado, empilhei os travesseiros, coloquei o plástico sobre eles e puxei o Jegue, colocando aquela cobra enorme na direção do meu buraquinho e quando tentei explicar o que queria, ele me interrompeu dizendo que tinha visto o filme e eu levantei os joelhos para deixar o anelzinho que só conhecia o cacete do meu marido em condições de receber aquela monstruosidade e na primeira entocada, tive a sensação de estar dando o cu pela primeira vez, tal a alargada que meu cuzinho estava experimentando, aquela dor inesperada fez com que eu olhasse para os dois que assistiam ao arrombamento em busca de auxilio, mas o que vi foram duas caras de tarados hipnotizados com o anal e o Jegue fez certinho tirou após a entrada da cabeça ele empurrou um pouquinho e puxou para fora. Nossa uma delícia em poucos movimentos eu explodi e enquanto de debatia, o Jegue excelente fodedor fez o que meu marido nunca tinha conseguido fazer, usou seu peso e arrebentando as paredes de meu ânus, introduzindo até o talo aquela cobra em mim. Achei que ia morrer de tanto gozar com aquela penetração e tive minhas espasmos musculares ali mesmo embaixo daquele corpo de macho. Tive que usar pomadas cicatrizante por uma semana, mas no sábado seguinte, estávamos os quatro na cama novamente.

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