#Coroa #Trans #Voyeur

Descobrindo como as travestis são gostosas- segunda parte

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Cláudia

Na primeira parte, relatei como foi minha primeira relação com uma travesti, não mencionei ter sido no começo do atual mês, logo no inicio e para nosso deleite, protelamos nossa segunda aventura para dois dias atrás, uma noite de sábado, mas durante as duas últimas semanas, tivemos um período muito intenso, assistindo a gravação que Arthur fez, e deve dia que fizemos sexo três vezes, até que no sábado a tarde já com meu marido tendo rejuvenescido muitos anos praticamos o que já não fazíamos a anos e que sinceramente eu não me permitia sentir prazer, mas dessa vez foi diferente, mesmo sentindo as dores da penetração anal me masturbei descaradamente e gozei com meu marido dentro do meu reto. Bom, nesse sábado não nos demos ao trabalho de irmos para o Litoral e rodamos por vários lugares onde os travestis são encontráveis até que encontramos a Maia, moreninha baixinha, corpinho certinho, com seios de silicone proporcional a seu corpo, delicada, voz bem feminina e lábios bem carnudos. Paramos em uma travessa de uma grande avenida e ela estava encostada em um muro, fiz sinal e ela encostou no nosso carro e eu lhe perguntei se ela fazia programa com mulheres, o brilho de seus olhos dispensaram a resposta, mesmo assim ela disse: "Adoro e acho que você também vai adorar". Nem consultei meu marido, como da vez anterior sentei no banco de trás com Maia e sem perda de tempo já passamos a nos acariciar observados por Arthur que não descolou por um segundo seus olhos do retrovisor, em um instante enquanto rodávamos, estiquei a mão entre os banco e constatei que a ereção de meu marido, em seguida coloquei a mão por baixo da mini saia de Maia e conferi seu ferro duro também. Ao entrarmos na suíte, já com a experiencia adquirida e sabendo que meu marido estava vibrando como eu, já agarrei a travesti e nos despimos como da vez anterior e lembrando da posição que tinha levado aquelas lambadas de rola na minha racha apoiei minhas duas mãos na cama com as pernas separadas, mas fui surpreendida com a atitude de Maia. A travesti ajoelhou atrás de mim e fez o que ninguém tinha feito comigo, lambeu meu rego. Nossa, foi como me eletrocutar gritei de surpresa e tesão e ele enfiou a língua em cuzinho, fazendo-me perder o ar de tão forte que foi o prazer, enquanto meu corpo se contorceu e eu choraminguei vendo meu marido mais uma vez lançar esperma sobre oi lençol da cama. A safada da traveco me abraçou por trás, encostando a piroca no meu rego fazendo-me entender e desejar o próximo passa e ajoelhei na beira da cama já com o cuzinho piscando aceitei a sugestão do meu marido de me posicionar no meio da cama. Maia ficou de pé atrás de mim e flexionou o joelho com o caceta já devidamente encapado e eu medi com os olhos aquela piroca era do tamanho da outra trava, maior que a do meu marido, portanto a maior rola que meu cuzinho ia experimentar e já levei uma das mãos ao meio das pernas. Maia perguntou se eu queria que ela usasse gel, nervosa para engolir a piroca com o cu disse que não e senti a cabeça encostar no meu anel. Maia provou que sabe comer um cu, pressionou sem empurrar e senti meu anel dilatar, fechei os punhos e aguentei firme, mesmo com uma piroca maior forçando minha entradinha pouco usada, a dor foi bem menor que as sentidas com Arthur, provavelmente porque os travesti sabem o quando nossos rabinhos são sensíveis aprimoram o jeito e assim foi até que ele começou os movimentos, não sei se por fazer parte de sua fantasia ou pelo clima, Arthur entrou embaixo de mim e abocanhou meu grelo, não deixei por menos, engoli sua piroca e a sensação de um sessenta e nove com um pau no cu é incomparável. Senti o leite na minha boca no mesmo instante que a travesti anunciou o gozo e o acompanhei gemendo como uma doente. Como da vez anterior, após nos recuperarmos corremos eu e Arthur para o banheiro e quando voltamos para a suíte fomos surpreendidos com a ereção do travesti, pedi para tomar banho, o que ele fez rapidamente e pelo segunda vez coloquei uma camisinha em um pinto, ajoelhei sobre ele e engoli o caralho todinho com minha buceta e quando já estava no ritmo senti o peso de Arthur na minhas costa e o que já não foi mais surpresa com ereção suficiente para me penetrar o cuzinho e agora sei o que é gozar com duas pirocas em uma DP, delícia incomparável que não pode ser filmada, por isso, a pouco combinamos sairmos com duas travesti na semana que vem para os devidos registros.

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