#Grupal #Incesto #Teen

Náufragos, eu e meus filhos, e virei amante deles

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Mae das Astúrias

Aos poucos, o que era um terrível desastre, eu e meus filhos perdidos numa ilha deserta, virou uma grande orgia

Ter naufragado numa ilha deserta com meus filhos foi uma sorte, eu repetia a mim mesma. Sorte que o resto da tripulação do navio talvez não teve. Mas essa sorte começava a me testar, de forma cada vez mais intensa. E não apenas minha castidade, minha fé, meus desejos e até meu papel como mãe dos meus filhos de repente pareciam confundir os meus sentidos.

Estava decidida a ter uma conversa séria com eles depois do que tinha visto aquela manhã. Mas é claro que na hora simplesmente emudeci por completo, assim que voltei à caverna.

Os três já estavam lá, à minha espera. E, como se a própria Inquisição, eles me olhavam de lado, se indagando se eu os tinha visto. Apenas disse que ao acordar e não vê-los na caverna, saí para um asseio matinal pela praia.

Minhas desculpas foram bem aceitas pelos dois menores. Mas ao saírem, me deixando as sós com meu filho mais velho na a caverna, ele parecia não totalmente convencido.

— Mãe... estava nos espionando hoje cedo? — ele finalmente me indagou.

— Mas que besteira, filho... Não posso mais dar um passeio a sós que ficam todos sobressaltados? — eu lhe disse, o mais calmamente possível.

No fundo, havia um conflito em mim. Por um lado, minha castidade católica me impelia a confrontá-los e dizer que não iria tolerar que se entregassem à sodomia daquele jeito. Mas, por outro, ainda havia em mim o desejo que me acossava. Queria não apenas senti-lo novamente, mas me entregar a ele... e quem sabe tomar parte na próxima orgia dos três. Mas esses pensamentos eram silenciados em meu peito.

No entanto, havia uma terceira opção. Ali na caverna, sozinha com meu filho Ângelo, notei como ele estava ainda desconfiado. E, de alguma forma, isso parecia mais excitá-lo, querendo saber o que eu escondia. Talvez ele começasse a notar que sua mãe não era assim tão casta quanto parecia ser, na civilização. E agora, numa ilha deserta, um lado seu inteiramente novo começava a se revelar.

Nos dias seguintes, eu o flagrei olhando para os meus seios algumas vezes. Não pude deixar de sentir algo formigar entre as pernas, só de imaginar o que pensava. Imaginava o nível de frustração sexual que devia estar sentindo. E ter às voltas uma mulher em trajes sumários, quase nua, no meio da selva, só devia piorar as coisas. Afinal, mesmo sendo para ele sua mãe, ele ainda era um homem... não muito diferente de todos os homens.

Por minha vez, eu não conseguia deixar de pensar em tudo o que tinha visto aquela manhã. Ver meus filhos praticando sodomia num garoto de repente parecia ter desatado todos os nós. E, secretamente, desejava experimentar de novo aquele prazer intenso que aquilo me proporcionou, por mais errado que fosse.

Aos poucos, quase que não intencionalmente, comecei com meu filho mais velho um pequeno jogo de sedução. Eu notava a sua crescente inquietação a meu respeito e queria fazer o possível para encorajá-lo a dar um passo adiante, já que eu mesma não tinha coragem de fazê-lo.

Comecei a me descuidar quanto aos farrapos do meu vestido, cada vez mais flagrantes e indecentes. Minhas pernas de fora, não muito diferente do meu busto e meus ombros, estavam bronzeados do sol. E ele não perdia a chance de admirar o meu corpo, sempre que eu estava distraída.

Pensei em deixar os seios à mostra ao me banhar, esperando que ele estivesse me espionando. Isto certamente o deixaria louco. Ver os seios nus de qualquer mulher deixaria qualquer homem louco... imagine um garoto com os hormônios à flor da pele.

Talvez eu só precisasse deixar claro para ele que não havia problema em termos alguma intimidade. E acho que os seios eram a melhor coisa para começar, se queria seduzir meu filho.

Um certo dia, especialmente quente, peguei um pano com que me enxugar e fui à cachoeira me banhar. Me despi por completo e deixei a água fresca deslizar pelo meu corpo, numa sensação relaxante, apesar da excitação de toda a expectativa de atrair meu filho para minha armadilha.

Estava distraída por um instante, apoiada nas pedras em volta. Mas, ao me virar, um súbito tremor me fez paralisar, diante da visão daquela silhueta nos arbustos. Era o Ângelo me espionando, não muito bem escondido aos meus olhos atentos.

E, meu Deus! Ele estava se tocando enquanto me observava. No instante em que o vi, quase que num reflexo, eu me abaixei atrás de um arbusto, o que apenas serviu para atrair a sua atenção, agora que ele fora descoberto.

Levantei-me dos arbustos, com o Ângelo observando meus seios livres balançarem com o movimento. Eles certamente o atormentaram, e a situação parecia que iria se desdobrar em algo mais. Será que estava pronta a me entregar ao meu filho no meio da selva? Será que ele teria coragem de me tomar como mulher, me jogando ao chão e me possuindo ali mesmo, como eu tanto desejava?

Sobre o meu vestido, que se pendia em meus ombros, a única coisa que tinha para cobrir meus seios era o meu xale vermelho de cachemira. Mas o tecido fino mal podia conter o relevo saliente dos meus mamilos. Eles pareciam tão à mostra quanto antes, debaixo da água.

— Você tem belos seios, mãe... — ele os elogiou, enquanto eu tentava cobri-los.

Como que entregue ao profundo dos seus olhos me devorando ali, eu não resisti mais e abri o xale que cobria o meu busto, revelando meus seios de mamilos eriçados. Eu o desejava; queria que ele ousasse, que deixasse de lado os modos e a compostura de cavalheiro, e me tocasse... e então, foi o que ele finalmente fez.

Com mãos trêmulas, pela primeira vez diante do corpo de uma mulher, meu filho tocava os meus seios e me fazia eriçar não apenas os mamilos, mas todos os pêlos do corpo. Podia senti-lo em cada fibra, em cada pequeno recôndito que se abria em flor, entumescida entre as pernas e me sentindo molhada... e não da água com que me banhara.

Mas não era justo que apenas ele tivesse acesso ao meu corpo. Eu então estendi a mão e toquei o seu peito ofegante, sentindo o quanto ele estava excitado. A silhueta dos seus contornos descia perfeita, sob o tecido rasgado da camisa, até a protuberância que revelava uma enorme ereção, escondida em suas calças.

Meio sem acreditar em seus olhos, ele se deixava tocar, como tantas vezes eu toquei meu filho. Mas dessa vez não era sua mãe o tocando; era o que de mim havia restado, uma mulher que há anos não tinha um homem em sua cama, que numa ilha deserta via-se às voltas com um bando de garotos copulando no mato, e já não podia mais conter as premências do seu desejo.

Meus dedos deslizaram pelo relevo saliente do sexo pulsante do meu filho, que quase não podia conter-se em sua excitação juvenil. Ele me permitia tocá-lo e olhava impassivo enquanto eu abria o seu cinto, para ter acesso ao que ele guardava ali.

Mas, assim que finalmente o liberto, aquele seu pênis que ainda poucas vezes viu a luz do sol, não há entre nós mais qualquer ligação que relembre o fato de sermos mãe e filho. Somos dois náufragos, que se afogam e lutam para se salvar um no outro.

Ainda me custa acreditar que tenho em minhas mãos o sexo quente e ereto do meu filho mais velho. E, apesar de não circuncidado, ele prontamente revela sua glande em forma de cogumelo, assim que começo a manuseá-lo. Já faz algum tempo, mas ainda sei bem como lidar com ele. O carinho necessário, o jeito certo de fazê-lo gozar, no áuge do prazer.

Bem diante de mim, o seu membro se erguia, ficando mais duro. Me ajeitei para melhor manuseá-lo. Pude ver gotículas de líquido pré-seminal brilhando na ponta, de tanto que ele se excitara. E ao envolvê-lo entre os dedos, quase me perdi em meu fôlego. Estava tão quente... e grande. Da última vez que o vi, quando lhe dava um banho, ele ainda era apenas um menino. Imagino que herdou toda a disposição do pai.

Com a mão espalmada, explorando o contorno do meu seio, ficamos por um instante trocando carícias um no outro. Ele pareceu hesitante quando segurei o seu membro, mas não me impediu, assim como eu deixava que ele brincasse com o meu mamilo.

Podia sentir o seu sexo ficar ainda mais duro na minha mão enquanto ele massageava os meus seios. Era isso que ele queria. Todos aqueles dias olhando para os meus seios sem poder tocá-los. Uma mãe sabe.

Minha mão começou a subir e descer pelo membro dele, sentindo cada centímetro entre meus dedos, que pareciam pequenos demais diante do seu tamanho. Meus seios formigavam, enquanto minha mão se movia rapidamente. Ele apertava e puxava meus mamilos, fazendo-me morder o lábio e prender a respiração para conter os gemidos.

Mas meu filho é um jovem ainda, com a impulsividade de um garoto e a pressa de sua mocidade. Ele então se precipita em sua ereção sobre mim, tomando ele mesmo seu sexo em sua mão e querendo me possuir de uma vez.

— Ainda não... — eu tento contê-lo. — Deixe comigo.

E mais uma vez tomei seu sexo duro nas mãos, friccionando entre os dedos e fazendo pulsar mais ainda. Até que me ocorreu algo de que já tinha ouvido falar. Ao que disseram, era a maneira como as moças preferiam manter-se castas e intocadas, em meio ao fogo do seu desejo.

Mulheres espanholas faziam aquilo com a mesma graça de um bordado. Bastava apenas saber fazer do jeito certo, sem o risco de perder a castidade, ou o pior: uma gravidez indesejada.

Então, fiz do jeito que me disseram as comadres. Você segura aquilo firme e o mantém ali, apertado, um seio contra o outro, num doce ninho que se forma para acolhê-lo. Por um instante, pensei que em sua pouca idade, meu filho não saberia o que fazer. Mas, novamente, estava enganada a seu respeito.

Apoiado em meus ombros, ele parecia seguir seus instintos naturais, e começou a mover os quadris, num vai e vem que fazia o seu sexo em riste surgir diante de mim, cada vez que baixava os olhos. E era a coisa mais louca que jamais sonhei experimentar na vida. Eu tinha as mãos na cintura dele, conduzindo seus movimentos como numa dança, os dois no mesmo ritmo.

E lá estava eu, no calor da manhã, sob o respingo da queda d’água que nos envolvia. Meu filho continuava a me penetrar entre os seios, me fazendo cravar as unhas na sua carne, enquanto suspirava. Não fosse aquilo, e teria me deixado possuir de vez, como uma das mulheres do porto.

Pra um garoto que eu presumia ser ainda virgem, devo dizer que ele se saía muito bem nos primeiros passos. Imagino que ele queria muito aquilo, e não sei quantas vezes ficou me espionando enquanto me banhava, provavelmente se tocando diante do meu corpo nu.

Não sei até onde aquilo ia, mas estava pronta a lhe dar o que ele queria. Só não esperava que um garoto, em sua primeira “espanhola”, não fosse aguentar por muito tempo.

De repente, num gemido incontido, ele deu uma estocada mais forte entre os meus seios, e no instante seguinte eu estava quase toda coberta do seu gozo. E depois do primeiro, ele continuou a lançar um segundo e um terceiro jato de esperma entre os meus seios. Por fim, um pouco me acertou no rosto, deixando ele meio constrangido.

— Parece que estava mesmo precisando disso! — eu disse, com um sorriso e um tanto mais à vontade.

— Desculpe, mãe... eu... não sei o que aconteceu... — ele tentava explicar-se, meio embaraçado.

— Tudo bem, querido. Não tem de se envergonhar de seu primeiro gozo diante de uma mulher.

— Então foi o que aconteceu?

A sua ingenuidade era tão adorável quanto admirável o seu ímpeto de me penetrar entre os seios... para sua primeira vez.

— Acho melhor você ir agora... eu vou em seguida, depois de me lavar — e voltei para a cachoeira, para limpar os vestígios do meu pecado.

Estava um pouco envergonhada com o desfecho daquele nosso primeiro intercurso. Meu queixo e meus seios estavam cobertos do gozo do meu filho; era uma certeza de que ele já podia não apenas me ter como mulher, como encher o meu ventre da sua semente.

E enquanto passava os dedos por entre os seios, não pude resistir à curiosidade de provar daquilo. Era espesso e viscoso o seu gozo, como que represado e guardado só pra mim. E quanto mais o provava, levando os dedos à boca e lambendo, mais forte era o desejo de prová-lo ainda fresco, do lugar de onde saía. Deus, a simples ideia de deixá-lo fazer aquilo na minha boca me estremecia todo o corpo.

Depois de me limpar, arrumei como pude meu vestido em farrapos e tomei a trilha de volta à caverna. No caminho, tentava pensar em tudo o que aconteceu, imaginando dar à minha mente confusa uma explicação convincente, para tentar aquietar minha alma em conflito. Mas, por sorte, os outros dois de nada desconfiaram.

No fundo, um regozijo de êxtase tomava o lugar da culpa inicial, pelo que fizemos, meu filho e eu. Agora, tudo parecia mais fácil... e o que estava por vir era o que mais me excitava. Imagino que ele quisesse mais... e eu também queria. No entanto, logo acabaria tornando a situação ainda mais complicada... e que acabaria envolvendo todos nós.

Continua...

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Comentários (1)

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  • R_M: Adoro como escreves...como descreves a tesão, o prazer. Continua...quero ler mais textos escritos por ti Beijo

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