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Primeira Foda com Meu Primo

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ALXPUTO

Ainda na cama com minha namorada, recebi um convite do meu primo. O que começou com cerveja e bate papo, virou uma noite intensa de sexo na nossa primeira foda.

Fala, rapaziada! Voltei com mais um conto quente pra vocês.

No conto anterior eu contei como perdi a virgindade com a Ingrid e tava me sentindo o rei do pedaço, o fodão. Quando li a mensagem do Wendel, meu pau deu uma pulsada braba, mesmo tendo gozado fazia pouco tempo.

💬: “E aí, cuzão. Tô sozinho em casa. Comprei umas brejas geladas e não tô a fim de beber sozinho. Vem pra cá que a gente põe o papo em dia.”

Sorri feito um idiota. Mandei mensagem pros meus pais dizendo que ia passar na casa do Wendel. Eles liberaram na hora, confiavam no “primo responsável”. Saí da casa da Ingrid com o coração martelando no peito. Era a primeira vez que a gente ia se encontrar de verdade depois daquela noite em que ele me acordou com a boca engolindo meu pau.

Cheguei lá pelas oito. Wendel abriu a porta só de short de basquete e regata, aquele sorrisinho safado de quem já tá tramando.

— E aí, primo? Entra aí, porra.

No começo o clima ficou meio estranho. Eu tava nervoso, ele também parecia um pouco. Ligamos o videogame, colocamos FIFA e abrimos as primeiras latas. Era minha primeira vez bebendo de verdade. O gosto era amargo pra porra, mas depois de uns goles eu já tava achando o máximo.

— Não conta pra tia não, hein? — ele riu, batendo a lata na minha. — Se ela souber que eu te dei bebida, me mata.

— Relaxa, não sou X9 — respondi, dando um gole maior.

A gente jogou várias partidas, zoou pra caralho, falou de futebol, das mina do bairro que tavam gostosas. Bebemos bastante. Eu já tava alegrinho, cara quente, riso solto. Lá pelas onze liguei pros velhos avisando que ia dormir lá. Aprovado.

Pedimos uns hambúrgueres com fritas e mais breja. Quando a comida chegou, sentamos na mesa da sala e o papo continuou rolando solto.

— Cara, tu tá mudado, hein — Wendel comentou, mordendo o burger. — Tá mais… sei lá, mais confiante.

Dei risada, limpando a boca com o braço.

— Porra, acho que mudei mesmo. Aliás… hoje eu comi uma buceta pela primeira vez, mano.

Wendel parou de mastigar na hora, olhos arregalados.

— Caralho! Mentira! Com quem?! Quando?! Conta essa porra agora!

Eu ri, sentindo o orgulho subir junto com a cerveja.

— Com a Ingrid, cara. Hoje à tarde, na casa dela. Os pais saíram, o irmão tava no quarto… e rolou tudo. Perdi a virgindade, porra!

— Puta que pariu! — Ele bateu na mesa, rindo alto. — Meu priminho deixou de ser virgem! Caralho, Alex! E como foi? Ela é apertadinha? Gozou? Tu meteu gostoso?

Viramos dois adolescentes completamente safados. Contei tudo com aquele orgulho adolescente: como a Ingrid era branquinha, como a bucetinha dela apertava minha rola, os gemidinhos que ela soltava quando eu chupei gostoso e como eu botei ela cavalgando até gozar. Wendel tava louco, batendo na mesa, rindo alto e me parabenizando como se eu tivesse ganhado na loteria.

— Porra, tu é foda mesmo! Primeira vez e já fez a mina cavalgar? Tá aprendendo rápido, hein, seu safado! — Ele levantou a lata. — Brinde, caralho! Ao priminho que finalmente comeu uma mina!

Batemos as latas com força, rindo. A cerveja já tinha subido bastante. O papo desceu naturalmente pro sexo.

— Caralho, Alex… tu me deixou com o pau duro só de imaginar — admitiu Wendel, rindo sem graça mas sem esconder a marca grossa no short. — Que tal a gente assistir um pornô pra relaxar? Tamô sozinho em casa, ninguém vai atrapalhar.

Senti um frio gostoso na barriga. O tesão já tava voltando forte, mas ainda tinha aquela tensão no ar, aquele medo bom de estar cruzando de novo uma linha com meu primo.

— Pode ser — respondi, tentando parecer tranquilo.

Fomos pro quarto. Wendel ligou a TV, escolheu um pornô bem safado com uma loira sendo devorada por dois caras e deitou de um lado da cama. Eu me estiquei do outro. O quarto tinha um cheiro leve de colônia misturado com o suor da cerveja. Puxamos os shorts quase juntos. Meu pau pulou pra fora, já meio duro e pesado.

Cada um começou a bater uma devagar, olhos grudados na tela. O silêncio era denso. Só os gemidos exagerados da loira, o som molhado das estocadas no vídeo e nossa respiração ficando cada vez mais pesada.

Wendel quebrou o gelo, voz rouca e baixa:

— Lembra da última vez que você dormiu aqui?

— Lembro sim… — respondi, já sentindo onde ele queria chegar.

— Daquela vez você tava puto porque não rolou nada com a Ingrid. Agora tá aqui todo orgulhoso, contando que comeu ela hoje. A vida muda rápido, né? — ele disse, sorrindo enquanto a mão deslizava devagar na própria rola.

— É verdade… nem lembrava mais dessa parte — respondi, rindo nervoso, mas sem parar de me tocar.

— Mas aquela noite teve outra coisa que você não esqueceu, né, safado? — Wendel se aproximou um pouco mais na cama, o corpo virando na minha direção. — Foi a primeira vez que eu te chupei…

— Como que eu vou esquecer, porra? Acordei com tua boca quente me mamando inteiro, sem aviso nenhum — respondi, sentindo o pau pulsar forte na minha mão só de lembrar.

— Tu ficou todo assustado no começo, cara. Olhos arregalados, corpo travado… — ele riu baixinho, ainda se masturbando. — Mas depois relaxou e se entregou. Gozou tanto que quase me afogou. Lembra da sensação?

— Lembro pra caralho. Tava confuso, mas foi bom demais — admiti, rindo junto.

A gente começou a zoar um com o outro e o clima esquentou de vez. O ar do quarto ficou mais leve, carregado de tesão.

— Tá a fim de uma mão amiga? — Wendel perguntou, aquele sorrisinho malandro no rosto, olhos brilhando.

Hesitei um segundo. A única vez que tinha pegado no pau de outro cara foi com o Pedro. Mas o desejo falou mais alto.

— Borá… só não sei bem como fazer — respondi, finalmente olhando pra rola dele.

— Relaxa, Alex. Faz como você gostaria que fizessem em você. Vai com calma.

Ele se aproximou mais, nossos corpos quase colados. Nossas mãos trocaram de lugar. Quando a mão grande e quente dele envolveu minha rola grossa, soltei um gemido baixo e longo. Rapaziada, a diferença da mão dele pra minha era absurda… mais experiente, mais firme, apertando exatamente onde eu precisava.

Wendel espalhou meu pré-gozo com o polegar, massageando a cabeça sensível em círculos lentos e firmes. Depois desceu apertando toda a extensão até a base, subindo e descendo com um ritmo perfeito, torcendo levemente o pulso.

— Tá gostando, né? Olha como tá latejando na minha mão. — murmurou ele, admirado, acelerando o movimento.

— Caralho… que delícia, mano — gemi, fechando os olhos por um segundo.

— Porra, Alex… eu não me acostumo com o tamanho dessa tua rola — disse ele, balançando ela devagar, quase com respeito. — E tu ainda tem só 15 anos.

— A tua é do mesmo tamanho — respondi, timidamente segurando a dele.

De fato, eram parecidas em comprimento, uns 19-20 centímetros, mas a minha era mais grossa, mais pesada. A dele era bonita, cabeça rosada brilhando, pelos bem aparados.

— Mas a tua é bem mais grossa… — ele riu sacana. — Como foi que a Ingrid aguentou isso tudo dentro dela?

— Eu não meti tudo, te falei. Ela não aguentaria.

— É um desrespeito não meter tudo isso, caralho — falou, balançando minha rola com mais vontade.

A gente continuou assistindo o pornô enquanto se masturbava mutuamente. Ele me dava instruções baixinho de vez em quando: “Aperta mais aqui”, “Vai mais rápido”. Aos poucos fui perdendo a vergonha e retribuindo na mesma intensidade. Nossas pernas se entrelaçaram, coxas roçando, peles quentes e suadas. Nossos gemidos começaram a competir com os do vídeo.

Depois de um tempo, Wendel parou a mão e olhou bem nos meus olhos, ofegante:

— Quer que eu te dê uma mamada de novo?

O desejo venceu qualquer receio que ainda restava.

— Quero. Manda ver.

Wendel desceu beijando minha barriga, lambendo os gominhos do abdômen. Quando chegou no pau, lambeu da base até a cabeça, girando a língua quente na glande, chupando o pré-gozo com vontade. Depois abriu a boca e engoliu devagar, centímetro por centímetro, até sentir a garganta apertar.

— Aaaargh… que boca quente, caralho! Mama gostoso, safado… Isso! Chupa teu primo… porra, que delícia! — grunhi, ditando o ritmo com a mão no cabelo dele.

— Glock… glock… seu puto, tá gostando, né? — ele provocou, tirando o pau da boca por um segundo, saliva brilhando nos lábios, antes de engolir novamente com mais fome.

— Tô… eu me amarro nessa tua boca, Wendel — murmurei, delirando.

Comecei a foder a boca dele, primeiro devagar, depois com mais força. Ele gemia ao redor da minha rola, as vibrações subindo pela extensão toda. Baba escorria pelos cantos, molhando meus ovos. O som molhado da mamada enchia o quarto.

Ele tirou o pau da boca por um instante, respirando pesado:

— Alex… tu tá mandando bem hoje, hein? Tá diferente… tá me deixando excitado pra caralho.

Sorri, passando a cabeça grossa do pau no rosto dele, marcando território.

— Depois de ti eu fiquei com uns caras da escola. Algumas vezes. Descobri que gosto pra caralho de mandar, de foder boca, de dominar. E agora tô adorando foder essa tua boca.

Wendel arregalou os olhos, surpreso e visivelmente mais excitado.

— Porra… meu primo virou um safado dominante. Tá bom então… continua assim, eu gostei.

Segurei o cabelo dele com mais força e fodi sua boca com estocadas mais profundas, sentindo ele engasgar levemente e gemer.

Depois de longos minutos me levando ao limite, Wendel subiu beijando minha barriga devagar, lambendo os gominhos do abdômen com a língua quente, saboreando o suor salgado da minha pele. Ele subia com calma, quase reverente, como se quisesse gravar cada centímetro do meu corpo.

Chupou um mamilo com força, mordiscando a pontinha dura enquanto a mão dele continuava masturbando meu pau bem devagar, apertando na medida certa.

— Ahh… caralho, Wendel… — gemi, me contorcendo inteiro. Nunca imaginava que sentiria tanto tesão nos mamilos assim. Tava uma delícia da porra.

Ele riu baixinho contra minha pele, voz rouca e cheia de safadeza:

— Tá gostando, né, priminho? Olha como tu tá tremendo… ainda tem muita coisa pra eu te ensinar.

— Nossa, Wendel… que foda, mano — falei, arqueando as costas de prazer.

— Na moral… eu sempre me amarrei nesse teu peitoral. A calistenia te deixou gostoso pra caralho — murmurou ele, dando mordidas e lambidas longas.

Ele continuou subindo, lambendo entre os peitorais, mordendo de leve o pescoço, chupando com vontade. Meu corpo inteiro arrepiava. Quando chegou perto do meu rosto, tentei virar a cabeça, mas ele segurou meu queixo com firmeza.

— Alex… relaxa — murmurou, voz baixa e sensual, roçando os lábios no meu lóbulo. — Deixa eu te mostrar como pode ser bom.

— Não, Wendel… beijo não, mano… eu não curto isso — protestei, coração disparado. Naquela época, beijar outro cara, ainda mais meu primo, me dava um frio estranho na barriga. Parecia íntimo demais. Proibido demais. Errado demais. Eu conseguia foder boca, pegar num pau, me agarrar e mandar nos caras… mas beijo era outra parada.

Ele não desistiu. Continuou lambendo meu pescoço, mordiscando a orelha, enquanto a mão dele masturbava meu pau com movimentos lentos e perfeitos. Posicionou a cabeça da minha rola bem entre as bandas da bunda quente e começou a sarrar devagar, subindo e descendo, roçando o cuzinho apertado direto na glande sensível.

— Hmmm… olha como tu tá latejando… tá duro pra caralho, priminho — sussurrou no meu ouvido, voz cheia de provocação. — Confia em mim… relaxa.

— Não faz isso comigo, Wendel… hmmm… caralho que gostooooso — gemi, o corpo todo arrepiado, implorando que ele parasse enquanto meu pau traía completamente.

Wendel juntou nossas testas, olhando nos meus olhos com aquele olhar safado:

— Alex… confia em mim… deixa eu te mostrar mais uma vez como é prazeroso curtir com outro cara.

Tentei virar o rosto de novo quando ele tentou me beijar. Mas o puto era insistente pra caralho. Segurou meu queixo com mais força, pressionou os lábios contra os meus e, ao mesmo tempo, desceu o quadril, fazendo a cabeça do meu pau roçar direto na entrada quente do cu dele.

— Arrrghhh… caralho… — gemi alto, o prazer me atravessando como uma descarga.

Rapaziada, foi nesse exato momento que o safado aproveitou. No segundo em que abri a boca gemendo, ele enfiou a língua. O beijo foi bruto, molhado, dominante. Senti o gosto dele, a língua grossa invadindo minha boca, enrolando na minha. Por uns segundos fiquei estático, tenso, coração martelando. Porra, é um homem… tá errado pra caralho… Mas o tesão, a fricção do cuzinho dele roçando na cabeça do meu pau e o beijo insistente foram demais.

Eu me rendi.

Soltei um gemido abafado contra a boca dele e comecei a retribuir. Primeiro hesitante, depois com fome. Nossas línguas se enrolavam, o beijo ficando cada vez mais safado, molhado e barulhento. Wendel sorriu contra meus lábios, satisfeito:

— Isso… se entrega, Alex… caralho, como tu beija gostoso.

— Caralho… seu puto… olha o que você faz comigo — respondi entre os beijos.

— Que delícia, primo… como tu é gostoso mano — gemeu ele enquanto eu descia pra chupar e morder o pescoço dele.

— Tu também é um puto… não queria curtir com teu priminho? Então aproveita agora — falei, chupando o pescoço dele com vontade.

Ele liberou minhas mãos. Eu agarrei a bunda dele com as duas mãos, puxando ele mais contra mim. A pegação ficou bruta: mãos passeando pelos corpos suados, mordidas, quadris se esfregando sem parar. Meu pau deslizava entre as bandas da bunda dele, roçando o cuzinho quente e apertado.

— Caralho, Wendel… tu tá me deixando louco — gemi enquanto nos beijávamos.

— Ótimo… é assim que eu te quero, safado — respondeu ele, sorrindo.

Eu já não ligava mais se era com um homem. Tava entregue ao tesão, curtindo até sentir os músculos grandes e duros do meu primo contra meu corpo. Depois de uns minutos intensos, eu o virei com força, ficando por cima. Wendel soltou um gemido surpreso.

— Caralho, primo…

— Eu te falei que gosto de dominar. Agora eu fico no comando — respondi com aquele sorrisinho malandro.

— Tá bom então, primão — falou sarcástico. — Me domina.

— Tu vai se arrepender de ter pedido isso — avisei, já reiniciando a pegação.

Posicionei ele de costas, pernas abertas contra o abdômen na posição frango assado. Nessa posição eu tinha total controle. Durante os beijos molhados, puxava o cabelo dele para trás pra ter acesso ao pescoço, dava tapas firmes nas coxas e na lateral da bunda.

— Porra, Alex… tu tá foda — gemeu ele com os tapas.

— A culpa é tua, seu puto — respondi, intensificando as sarradas.

— Arrrhhggg… que gostoso, primo… Alex… eu quero que tu me coma.

Meu coração disparou.

— Tá falando sério?! Tá afim mesmo? — parei tudo pra olhar nos olhos dele.

— Tô falando sério. Mas vai devagar no começo…

Era a primeira vez que eu ia comer um homem. Wendel, o pegador das gostosas do bairro, tava ali de pernas abertas, pedindo pra eu meter nele. Porra, que visão foda.

Ele pegou o lubrificante, passou bastante no meu pau latejando e no próprio cu. Eu me posicionei, esfreguei a cabeça grossa na entradinha rosada e empurrei devagar. O cu dele era absurdamente apertado, quente pra caralho, pulsando ao redor da glande como se quisesse me espremer e me expulsar ao mesmo tempo.

— Devagar, Alex… isso não é buceta… vai com calma, caralho — gemeu Wendel, rosto contorcido de dor e prazer, mãos agarrando o lençol com força.

— Relaxa, primo… confia em mim — murmurei, voz rouca, empurrando devagar.

Rapaziada, que delícia sentir ele apertando só a cabeça… já tava louco pra meter tudo.

Centímetro por centímetro, eu fui forçando entrada. Ele fazia caretas, mordia o lábio, às vezes colocava a mão no meu abdômen pedindo pausa. Quando eu tentava recuar pra dar uma aliviada, as pernas do safado me puxavam de volta, como se o corpo dele já soubesse que queria mais.

— Alex… tá doendo, porra… vai mais devagar — pediu, voz rouca.

— Relaxa esse cu pra mim, vai… deixa eu entrar todo — murmurei, passando a mão na coxa dele. — Tu tá apertadinho pra caralho, mas vai ficar bom. Confia em mim. Deixa eu te abrir direitinho.

Continuei empurrando devagar até estar completamente enterrado, bolas encostadas na bunda macia dele. Parei ali, sentindo o cu quente pulsar ao redor da minha rola inteira.

— Aaaahh… caralho… tu é grosso pra porra — gemeu Wendel, respirando pesado. — Tá todo dentro…

— Porra, Wendel… teu cu tá me espremendo todinho… apertadinho pra caralho — gemi, sentindo aquele calor me envolvendo. — Tá gostoso assim? Tem certeza que quer isso, mano?

— Já tá tarde pra desistir, né? — ele riu, mesmo com dor. — Me come, Alex… mas vai devagar primeiro.

Comecei com estocadas curtas e lentas, saindo quase tudo e voltando devagar. Aos poucos o cu dele foi relaxando, aceitando meu tamanho. O prazer subiu rápido. Segurei firme a cintura dele e aumentei o ritmo, metendo mais fundo, o saco batendo contra a bunda.

— Tá gostoso agora? — perguntei, voz rouca.

— Tá… porra… mete mais forte… me fode direito, Alex.

Sorri malandro, diminuindo um pouco o ritmo de propósito, só pra torturar.

— Calma, safado… relaxa esse corpo. Deixa eu te comer do meu jeito. Tu vai gozar gostoso, confia em mim.

Wendel gemeu frustrado.

Eu voltei a meter, agora mais fundo e ritmado. O quarto encheu com o barulho molhado de pele contra pele, nossos gemidos e o pornô ainda rodando ao fundo.

— Isso… assim… caralho… tu tá mandando bem pra um novato — gemeu ele, masturbando o próprio pau grosso no mesmo ritmo.

— Novato? — ri, dando uma estocada mais forte. — Relaxa e aguenta, Wendel. Deixa eu te arrombar gostoso. Tu tá apertando meu pau todinho… delícia pra caralho.

Uma mão subiu pro pescoço dele, apertando de leve, a outra segurando a cintura com firmeza. Ele gemeu alto, corpo tremendo. Depois de um tempo metendo forte, Wendel gemeu mais alto, quase reclamando:

— Alex… tá muito fundo… tá doendo um pouco, vai mais devagar…

— Shhh… você não pediu pra te fuder? — respondi, diminuindo o ritmo por um segundo, mas ainda mantendo o pau bem fundo. — Respira… deixa o cu acostumar. Tu consegue, mano. Eu sei que tu quer sentir tudo. Relaxa e goza gostoso pra mim.

Ele soltou um gemido manhoso e o cu dele relaxou um pouco mais. Voltei a meter, agora controlando melhor a intensidade.

— Isso… assim tá bom… — gemeu ele.

— Tá vendo? Eu te falei. Agora aguenta firme que eu vou te foder gostoso.

Rapaziada… dominar ele assim, sentindo aquele cu quente e apertado me espremendo, era uma sensação de poder absurda. Tinha comido a Ingrid à tarde e agora tava arrombando meu primo mais velho. O tesão tava no talo.

Depois de um tempo, eu tirei o pau devagar, virei ele de lado e me deitei atrás, encaixando meu corpo no dele. Levantei uma das pernas dele e voltei a meter, agora de ladinho. Nessa posição ainda dava pra meter bem fundo e ainda ficar colado, mordendo o pescoço dele.

— Caralho, Alex… assim tá mais gostoso ainda… — gemeu Wendel, voz tremendo.

— Eu sei… e tu tá aguentando que é uma beleza — respondi, metendo com estocadas longas e ritmadas, uma mão apertando o peito dele, a outra segurando a coxa levantada.

— Sente como tu tá me engolindo todinho, primo… que cu gostoso da porra.

Aumentei o ritmo, metendo forte, o saco batendo contra ele. Wendel gemia alto, o pau dele babando pré-gozo na barriga.

— Isso… me fode primo… tá bom pra caralho… mete mais fundo, Alex!

Eu segurei ele com força e meti sem dó, estocadas brutas e profundas. O som molhado enchia o quarto inteiro.

— Tô quase, Wendel… — avisei, grunhindo no ouvido dele.

— Ah caralho… mete fundo pra gente gozar junto — pediu ele, com uma mão agarrando meu cabelo.

— A gente não tá com camisinha, porra — lembrei, ainda metendo sem parar.

— Eu não ligo, Alex… — falou, me puxando mais fundo com a outra mão. — Goza dentro… goza tudo, porra!

Com um gemido gutural e longo, eu gozei forte, enchendo o cu dele de porra quente, jato após jato fundo. Quase ao mesmo tempo Wendel gozou sem nem tocar direito no pau, o corpo tremendo violentamente, o cuzinho apertando meu pau como se quisesse tirar até a última gota.

Ficamos colados, suados, ofegantes, meu pau ainda pulsando fundo dentro dele. Nenhum dos dois queria ou tinha forças para se mexer. Depois de um tempo, ainda dentro dele, eu ri baixinho, passando a mão no corpo suado de Wendel.

— Porra, primo… que foda. Tu aguentou gostoso pra caralho.

Wendel virou o rosto, ainda respirando pesado, um sorrisinho cansado no rosto

— Porra, Alex… tu me arrombou todinho — disse ele, rindo cansado, voz rouca.

— Eu te falei pra relaxar e se entregar. Quando tu relaxou, teu cu abriu todinho pra mim. Tava apertando meu pau de um jeito que eu quase gozei antes da hora — respondi, ainda mexendo devagar dentro dele, curtindo as últimas contrações.

— Foi difícil no começo… doeu pra porra. Mas depois… nossa, mano. Tu acertava um ponto que me fazia ver estrela. Nunca gozei sem tocar no pau assim.

Eu ri, orgulhoso.

— É o famoso ponto da próstata, né? Tu gozou gostoso pra caralho, tremendo todinho. Quase me espremeu inteiro.

Wendel soltou um suspiro longo.

— Tu é foda mesmo. Comeu a Ingrid de tarde, virgem ainda, e agora me comeu como se fosse profissional. Tá virando um puto dominador, hein?

Eu ri, mordendo o ombro dele de leve.

— Eu te avisei que tinha aprendido bastante. Tu pediu pra eu te dominar… e eu dominei. Mas confessa: tu curtiu sentir o priminho te arrombando, né? — pisquei, sacana.

— Curti pra caralho — admitiu ele, ainda ofegante. — Nunca imaginei que ia deixar tu me comer assim… e ainda por cima gozar sem tocar no pau.

— E eu nunca imaginei que ia te ver pedindo pra levar pica no cu. O pegador do bairro todo entregue pra mim… gostei pra caralho dessa visão.

Ele riu, envergonhado mas satisfeito.

— Foi incrível. Tu soube dominar sem forçar. Me fez querer mais.

— Então pode se acostumar — falei, ainda mexendo o quadril devagar dentro dele. — Porque agora que eu provei esse cu… vou querer mais vezes. Tu aguenta, né?

— Aguento… Mas da próxima vai com um pouco mais de calma no começo, seu animal. Tu é grosso demais.

— Da próxima vez eu não vou com calma não — respondi, dando uma estocada lenta só pra provocar. — Vou te foder de verdade.

Wendel gemeu baixinho, apertando o cu ao redor do meu pau ainda meio duro.

— Porra… tu vai me matar, Alex.

— Só se for de prazer — pisquei, rindo. — Pode deixar que eu cuido de tu direitinho. Agora relaxa… fica sentindo minha porra dentro de você.

A gente ficou ali mais um tempo, rindo baixo, suados e colados, curtindo aquele depois gostoso pra caralho. A noite ainda tava longe de acabar. E o que rolou depois dessa foda… bom, isso eu conto no próximo.

Bom, rapaziada, foi isso. Essa foi a primeira vez que eu comi um homem, e foi uma experiência insana. No mesmo dia que eu tirei a virgindade da Ingrid, ainda tive forças pra dominar o Wendel. Quem diria que um sábado ia ser tão produtivo, né?

Até a próxima, meus putos.

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