Minha mulher e meu pai
Sou corno. E não é um corno qualquer. Sou corno do meu próprio pai.
Meu nome é Matheus, tenho 27 anos, filho único. Sempre fui muito apegado aos meus pais. Há pouco mais de três anos conheci Tabhita, o amor da minha vida. Ela tinha 21 na época, agora tem 24. É uma mulher linda pra caralho: cabelos longos e pretos que descem até o meio das costas, olhos que parecem te desafiar, seios grandes, firmes e empinados, cintura fina e uma bundinha redonda, empinada e perfeita, daquelas que balançam gostoso quando ela anda.
Casamos rápido, apaixonados. A vida de casados era boa pra caralho no começo. Sexo todo dia, às vezes duas vezes por dia. Tabhita é safada pra porra, nunca negou nada na cama. Chupava meu pau com vontade, cavalgava gostoso, pedia pra eu meter fundo e gozar dentro. Mas os últimos meses foram difíceis. Problemas financeiros nos apertaram. A solução que encontrei foi voltar pra casa dos meus pais.
Minha mãe é professora e sai de casa às 7h, só volta depois das 18h. Eu e Tabhita trabalhamos juntos. Eu troquei pro segundo turno pra cobrir férias de um colega. Meu pai, aos 52 anos, trabalha em uma empresa de segurança: dois dias em casa, dois dias no serviço.
Isso significa que, a cada dois dias, ele e Tabhita ficavam sozinhos em casa por pelo menos cinco horas.
No começo da semana passada comecei a notar mudanças. Tabhita sempre foi louca por sexo. Nunca inventou dor de cabeça, nunca disse “não tô afim”. De repente, ela me negou. Disse que estava cansada e só me deu um boquete rápido, sem vontade, engolindo meu pau sem aquele entusiasmo de sempre. Depois virou pro lado e dormiu.
Outra coisa estranha: ela que adorava dormir só de top e calcinha, mostrando aquele corpo gostoso, começou a usar pijama fechado, mesmo com o calor do inferno.
Pensei que era cansaço, estresse do trabalho, talvez TPM. Nunca, em um milhão de anos, passou pela minha cabeça que ela podia estar comendo — ou sendo comida — pelo meu pai.
Meu pai é um homem bruto. Forte pra caralho. Mesmo com 52 anos, malha pesado, tem peitoral largo, braços grossos e veios, abdômen definido. É daqueles caras que impõem respeito só com a presença. Alto, voz grossa, olhar duro. Eu sempre tive medo dele. Apanhei muito quando era mais novo. Sei do que ele é capaz. Já vi ele dar murros que derrubavam homem grande.
Ontem o trampo ficou sem energia. A CPFL avisou que só voltaria depois das 22h. Aproveitei as horas positivas e fui pra casa mais cedo.
Cheguei por volta das 16h. A TV da sala estava no último volume. Entrei devagar. Quando me aproximei do corredor, ouvi gemidos abafados misturados com o som alto da televisão. Meu coração acelerou. A porta do banheiro estava semiaberta.
Eu deveria ter entrado. Deveria ter gritado. Mas não fiz nada. Fiquei parado, congelado, e empurrei a porta só o suficiente pra ver.
A cena me destruiu.
Tabhita estava completamente nua, molhada, encostada na parede do box do banheiro, as pernas abertas e tremendo. Meu pai, também pelado, estava atrás dela, segurando-a com força pela cintura. Seu pau enorme — grosso, venoso, bem maior que o meu — entrava e saía da buceta da minha mulher com brutalidade.
Ele metia com força, o barulho molhado de carne contra carne ecoando no banheiro. Cada estocada fazia o corpo dela balançar inteiro. Os seios grandes de Tabhita sacudiam violentamente. Ela gemia alto, sem vergonha, a boca aberta, os olhos revirados de prazer.
— Isso, sua putinha... toma essa rola grossa — rosnava meu pai, a voz rouca e dominadora, enquanto dava tapas fortes na bunda dela, deixando a pele vermelha.
Tabhita respondia gemendo como uma vadia no cio:
— Ai, sogro... me fode... mete mais fundo... sua rola é tão grande... me rasga toda...
Ele agarrou os cabelos longos dela com força, puxando a cabeça para trás, e acelerou as estocadas. O pau entrava quase inteiro, as bolas batendo contra a boceta encharcada dela. Tabhita tremia, as pernas mal aguentando o corpo. Ele metia com raiva, como se estivesse marcando território, possuindo o que era meu.
— Essa bucetinha apertada agora é minha, entendeu? — grunhiu ele, dando outro tapa forte na bunda. — Enquanto eu estiver em casa, você abre as pernas pra mim quando eu quiser.
— Sim... sou sua... me usa... me fode quando quiser... — ela respondia, quase chorando de prazer.
Ele virou o corpo dela com facilidade, levantou uma das pernas de Tabhita e voltou a meter de frente, olhando nos olhos dela enquanto socava fundo. Os seios dela pulavam contra o peito largo dele. Meu pai chupava os mamilos com força, mordendo de leve, enquanto não parava de arrombar a buceta dela.
Tabhita gozou primeiro. O corpo dela convulsionou, as unhas cravadas nas costas dele, gemendo alto, a buceta apertando o pau grosso do meu pai. Ele não parou. Continuou metendo ainda mais forte, prolongando o orgasmo dela até ela ficar mole.
Pouco depois ele rosnou como um animal, segurou a bunda dela com as duas mãos enormes e enterrou o pau até o fundo. Gozou dentro, jatos grossos enchendo a buceta da minha mulher enquanto ele gemia baixo, o corpo tenso.
Eles ficaram assim por alguns segundos, ofegantes, o pau ainda dentro dela, o sêmen dele escorrendo pelas coxas de Tabhita.
Eu continuava ali, escondido, o coração martelando no peito, o pau duro contra a minha vontade, completamente destruído e excitado ao mesmo.
Fiquei parado ali, escondido no corredor, o corpo travado enquanto via meu pai tirar o pau monstruoso de dentro da buceta inchada da Tabhita. Um fio grosso de porra branca escorreu imediatamente pela coxa dela, misturando-se com a água que ainda caía do chuveiro.
Ele deu um tapa forte na bunda dela, fazendo a carne vermelha balançar, e ordenou:
— De joelhos. Limpa o pau do sogro com essa boca safada.
Tabhita obedeceu na hora, ajoelhando-se no chão molhado do box. Segurou o cacete grosso e venoso com as duas mãos e começou a chupar com fome, lambendo da base até a cabeça grossa, tirando os restos de porra e do mel da própria buceta. Ela gemia enquanto chupava, os olhos cheios de tesão.
Meu pai segurou os cabelos longos dela com força, empurrando o pau mais fundo na garganta.
— Isso, sua putinha... chupa direito. Engole o pau que acabou de te arrombar.
Entre uma chupada molhada e outra, Tabhita tirou o pau da boca, lambendo a cabeça brilhante enquanto olhava pra cima:
— Você me fode tão bem... Seu filhote nunca me fez sentir assim. Nunca. O pau dele é pequeno, ele mete e goza rápido. Você... você me domina, me rasga, me faz gozar como uma vadia no cio. Eu amo sua rola grossa.
Meu pai riu, satisfeito, e enfiou o pau de novo na boca dela, fodendo sua garganta com estocadas curtas e brutas.
— Ótimo. Porque eu pretendo te engravidar, Tabhita. Vou continuar enchendo essa bucetinha até você carregar um filho meu na barriga. O corno do Matheus vai criar o irmão achando que é dele. Você vai parir pra mim, entendeu?
Tabhita soltou um gemido alto e excitado ao redor do pau, os olhos brilhando. Tirou a rola da boca só para responder, babando:
— Sim, sogro... me engravida. Quero carregar seu filho. Quero que você me foda todo dia até minha barriga crescer.
Ela voltou a chupar com ainda mais vontade, masturbando o que não cabia na boca, as bolas pesadas dele batendo no queixo dela. Meu pai segurava a cabeça dela com as duas mãos, usando a boca da nora como uma buceta, metendo fundo até ela engasgar e babar.
— Boa menina... vai ser uma ótima mãe pro meu filho. Enquanto isso, essa boca, essa buceta e essa bunda são minhas agora.
Eu não aguentei mais. Saí dali em silêncio, o peito apertado, saindo pela porta dos fundos. Entrei no carro e dirigi sem destino, as mãos tremendo no volante.
Estacionei num lugar vazio e fiquei ali, olhando o nada. As imagens não saíam da minha cabeça: o pau enorme do meu pai entrando e saindo da buceta da Tabhita, os tapas, os gemidos dela.
Eu me sentia destruído. Traído. Humilhado no nível mais baixo possível. Meu próprio pai, o homem que eu temia desde criança, estava comendo minha mulher no banheiro da casa dele e planejando engravidá-la.
E o pior de tudo... eu tinha ficado com o pau duro o tempo inteiro assistindo. Meu corpo tinha traído minha mente. Eu me sentia culpado pra caralho por isso. Como eu podia ter excitado vendo meu pai tratar minha esposa como uma puta? Como eu podia estar aqui agora, ainda com a rola latejando só de lembrar dos gemidos dela e das palavras sujas que ela disse?
Eu me odiava. Odiava os dois. Mas uma parte doente e pervertida de mim... queria ver mais.
Fiquei ali por um bom tempo, refletindo sobre o que fazer agora.
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Comentários (1)
Lou: Matheues,eu não queria estar no teu lugar, é muito duro ver o nosso Pai comer a nossa mulher,ainda por cima que vai fazer um filho,ou te sparas, ou fazes um acordo com tua mulher, para mim era tu arranjares casa e resolvias o assunto. Tu é que sabes amigo!!!
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