#Incesto #Traições #Voyeur

Meu sogro parte 6 a 9 Final

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Maquik

Acordei com o corpo deliciosamente dolorido. Fernando ainda dormia pesado ao meu lado. Saí da cama bem devagar, peguei meu vestido e voltei pro meu quarto. Felipe continuava apagado — graças a Deus. Fui pro banheiro, tomei um banho demorado, relembrando cada detalhe da noite anterior. Eu me sentia viva, safada, satisfeita de um jeito que o Felipe nunca tinha conseguido me deixar.
Saí do banheiro e Felipe ainda dormia. Fui pra cozinha preparar o café. Pouco depois Fernando apareceu, só de bermuda, com aquele sorrisinho safado no rosto.
— Bom dia… — disse baixinho, olhando pro meu corpo.
Perguntou do Felipe. Respondi que ele ainda estava dormindo. Ele se aproximou, me abraçou por trás e deu um beijo demorado na minha bochecha, sussurrando no meu ouvido:
— Não vejo a hora de repetir.
Arrepiou tudo. Ele sentou na mesa como se nada tivesse acontecido.
De repente escutamos alguém chamando na frente da casa. Fui abrir e era o André, meu cunhado, que tinha acabado de chegar. Fernando veio falar com ele, depois o Felipe apareceu. Todos sentamos pra tomar café juntos.
Depois fomos pra praia. A conversa rolava solta, mas Fernando não tirava os olhos de mim — um olhar faminto, discreto, que me deixava molhada só de sentir. Em certo momento André chamou o Felipe pra caminhar na areia (um milagre ele ter aceitado). Assim que eles se afastaram, Fernando sorriu:
— Não vai passar bronzeador hoje não?
Sorri de volta e deitei de barriga pra baixo. Ele começou a passar o creme. As mãos dele eram tão boas… Deslizavam pelas minhas costas, cintura, descendo pras coxas. Ele perguntou baixinho por que eu não tinha acordado ele de manhã. Expliquei que tive medo do Felipe já estar acordado.
A conversa fluía enquanto as mãos dele exploravam meu corpo. De repente senti os dedos dele tocando minha buceta por cima do biquíni. Fiquei sem ar. Ele massageou devagar, depois enfiou a mão por baixo do tecido e deslizou um dedo pra dentro. Mordi meu braço pra não gemer. Olhei pra ele, que me encarava com tesão enquanto fingia que estava só passando bronzeador. Ali, ao ar livre, com gente passando longe… era perigoso e delicioso.
Ele tirou a mão devagar e avisou:
— Eles estão voltando.
Dei um gole grande na caipirinha pra me recompor. Fernando se afastou e abriu uma cerveja naturalmente.
Eles chegaram e continuamos conversando como se nada tivesse rolado.
À noite saímos de novo pra beber. Eu estava com um vestido folgadinho e decotado, daqueles que Fernando gostava — mostrava bem as marquinhas do biquíni. Peguei ele me olhando várias vezes quando Felipe e André estavam distraídos.
No caminho de volta, Fernando e Felipe começaram a tirar sarro do André, chamando ele de nerd, dizendo que só via xvideos e quadrinhos de mulher pelada. André tentava se defender, mas ficava vermelho. Chegaram até a perguntar se ele ainda era virgem. Eu defendi ele, falando pra não dar bola pros dois bêbados.
Chegando em casa, André foi direto pro quarto dele, dizendo que ia dormir. Fernando ficou na sala. Felipe e eu fomos pro nosso quarto. Ele já veio me agarrando, bêbado e excitado. Deixei rolar. Enquanto ele me comia, não conseguia parar de comparar: o pau menor, a pegada fraca… Fernando dava 10 a 0 fácil. Quando ele gozou nos meus peitos, fui tomar banho. Ele apagou logo em seguida.
Depois do banho, fui pra cozinha pegar água. Fernando não estava mais na sala. Deitei no sofá mexendo no celular. Foi quando vi uma luzinha de notebook saindo do quarto do André — a porta estava entreaberta.
Cheguei devagar e olhei. Ele estava deitado, notebook na barriga, lençol se mexendo claramente. Estava batendo uma. Quando ele inclinou um pouco o notebook, consegui ver a tela: era uma foto minha, deitada de lado na praia, de manhã. Ele tinha várias fotos minhas. Caralho, o safadinho…
Logo depois ele respirou fundo, acelerou e gozou. Quando levantou o lençol pra se limpar, eu vi. Que piroca linda ele tinha. Mesmo depois de gozar, continuava meia dura, grossa, cabeça rosada. André tinha puxado um pouco do pai, pelo visto.
Ele colocou o short e deitou. Voltei pro quarto molhada, com a cabeça cheia. O nerd do meu cunhado tinha tesão em mim… e tinha uma bela piroca.

Parte 7

Na manhã seguinte, enquanto tomávamos café e conversávamos, eu não conseguia parar de olhar pro André. Toda vez que ele falava alguma coisa, eu lembrava da cena dele batendo punheta pra minhas fotos. O safadinho nerd…
Terminamos o café e fomos nos arrumar pra praia. Peguei o biquíni branco que ainda não tinha usado — bem cavado, menor na parte de baixo. Como eu já estava bem queimadinha, ficava ótimo. Felipe adorava esse biquíni quando viajávamos sozinhos, então ele não iria reclamar. Coloquei uma saída de praia por cima, pra eles só verem na areia.
Quando chegamos e ajeitamos as coisas, André e Fernando foram jogar bola. Felipe ficou comigo embaixo do guarda-sol. Assim que tirei a saída, ele olhou e soltou:
— Hummm… adoro você com esse biquíni.
Dei risada:
— Você é muito safado, não tem nada demais.
Ele riu e foi jogar bola com os outros. Enquanto eles jogavam, aproveitei pra passar protetor e dar uma ajeitadinha no biquíni. De óculos escuros, consegui ver tanto o Fernando quanto o André disfarçando pra olhar. Como Felipe estava de costas, virei de bruços de propósito, empinando um pouco a bunda pra provocar.
Quando eles voltaram, a bebedeira começou. Fernando me mandava mensagens no Instagram: “Tá gostosa demais”, “Tô me segurando pra caralho”. Eu ria e mandei uma ou duas fotos discretas pra ele. André, por sua vez, vivia com o celular na mão, claramente tentando tirar fotos minhas sem ninguém notar.
Depois de um tempo, fui pra casa colocar o celular pra carregar. Estava no quarto quando Fernando entrou e encostou a porta. O safado só estava esperando uma brecha. Ele me puxou, me beijou com fome. Perguntei se ele tinha perdido o juízo, mas já estava retribuindo o beijo. A mão dele apertou minha bunda, puxou a parte de cima do biquíni e caiu de boca nos meus peitos, chupando com vontade. Ficamos ali alguns minutos, bem safados.
— Volta pra praia agora — falei, ofegante. — Hoje você me pega de novo.
Ele saiu prometendo que ia cumprir.
Respirei fundo e fui me ajeitar no banheiro. Quando olhei pro espelho, vi pelo reflexo o André me olhando escondido na porta. Será que ele me viu com o pai? Aquilo me deu um calor absurdo, ainda mais depois do que o Fernando tinha acabado de fazer.
Coloquei os dois cotovelos no balcão da pia, empinando a bunda na direção dele. Acho que ele teve uma visão e tanto. Depois comecei a mexer na parte de cima do biquíni, deixando o bico do peito aparecer algumas vezes de propósito. Só de fazer aquilo eu já estava molhada.
Quando pensei em me exibir mais, escutei Felipe me chamando:
— Amor!
Olhei pro espelho: André tinha sumido. Felipe entrou perguntando por que eu estava demorando. Disse que não era nada. Ele já veio me beijando, me empurrou na cama. Caí sentada.
— Para, Felipe… alguém pode chegar, a porta tá aberta!
Ele não ligou muito. Apertou e chupou meus peitos (parecia até o pai por alguns segundos), depois desceu, puxou o biquíni de lado e começou a me chupar. Não sei o que tinha dado nele, mas estava bom. Minha buceta já estava melada por causa do Fernando e da provocação pro André.
Enquanto ele me chupava, olhei pra porta e vi André espiando pela fresta. Fingi que não vi e gemi um pouco mais alto, apertando meus próprios peitos. Olhava de canto de olho — ele continuava lá. Aquilo me deixou com um tesão absurdo.
Infelizmente Felipe parou, dizendo que estava bom, mas que tínhamos que voltar. Quando olhei de novo, André já não estava mais lá.
Voltamos pra praia. André estava do lado do pai. Cheguei falando qualquer coisa pra disfarçar e eles começaram a rir. André ficava com um sorrisinho sonso, me olhando de canto de olho.

Parte 8

Naquele dia voltamos bem mais tarde pra casa. Saímos da praia e fomos andando pela areia no finalzinho da tarde. Vimos um bar com um palco e música ao vivo, cheio de gente, e ficamos por lá. Só voltamos por volta das 20h30, e nosso estado alcoólico era preocupante. Felipe tinha passado dos limites — mal conseguia ficar em pé. André ajudava segurando ele, enquanto Fernando estava alegrinho, brincando com todo mundo que passava.
Chegando em casa, André levou Felipe pro quarto e colocou ele na cama. Ajudei ajeitando os lençóis. André saiu logo depois dizendo que ia tomar banho. Fernando já tinha ido pro banho assim que chegamos.
Tentei fazer o Felipe deitar direito. Ele tentou me beijar, mas eu desviei. Ele virou de lado e apagou. Fui tomar meu banho, coloquei um babydoll curto e olhei o celular. Tinha mensagem do Fernando: “Tô te esperando. Sem desculpas hoje.”
Claro que eu queria. Respondi que iria, mas que teríamos que fazer silêncio por causa do André. Ele concordou e disse que deixaria a porta encostada.
Saí do quarto devagar. Olhei pro quarto do André — porta fechada. Fui pro quarto do Fernando. Assim que entrei, ele já estava atrás da porta, completamente nu. Me puxou, me beijou com força e encaixou o pau meio duro entre minhas pernas.
Me levou pra cama, abriu minhas pernas e me chupou com muita vontade. Começamos outro sexo cheio de tesão. Eu me segurava pra não gemer alto toda vez que ele socava fundo.
Em certo momento ele estava por cima de mim, metendo devagar, perguntando no meu ouvido se eu gostava de sentir ele entrando. Foi aí que percebi que a porta não tinha ficado bem fechada. Quando ele me agarrou na entrada, não deu tempo de fechar direito. Vi uma sombra nos observando. Deu um frio na barriga — pensei que poderia ser o Felipe, mas pelo tamanho não era. Só podia ser o André.
Ele abriu um pouco mais a porta e confirmei. Estava ali, se masturbando enquanto o pai me fodia. Em vez de medo, senti um tesão absurdo.
Voltei minha atenção pro Fernando, que aumentou o ritmo e colocou o dedo no meu cuzinho. Delícia. Comecei a gemer baixinho no ouvido dele:
— Mais forte…
Ele obedeceu. Eu queria que o André visse mais. Pedi pra sentar nele. Fernando tirou o pau e mandou eu chupar primeiro. Chupei olhando pra porta — André continuava lá. Subi em cima do Fernando e sentei devagar, de costas pra André, pra ele ver tudo. Comecei a cavalgar, primeiro devagar, depois mais rápido. Fernando apertava meus seios com força.
Ele pediu pra eu virar de frente pra ele. Fiquei de frente pro André, cavalgando. Dava pra ver perfeitamente o pau do pai entrando e saindo de mim. André estava ali, punhetando, olhando tudo. Aquela situação me deixou louca.
Não aguentei. Gozei tremendo inteira em cima do Fernando. Caí do lado dele. Ele não perdeu tempo: me colocou de barriga pra baixo e enfiou de novo. Tentei empurrar um pouco, mas não adiantou — ele começou a socar forte. Sentir aquele pau indo até o fundo era impressionante. O melhor veio logo depois: o jato quente enchendo minha buceta. Gozei de novo, em êxtase. Foi melhor que da primeira vez.
Ele desabou por cima de mim, o pau ainda pulsando dentro. Quando saiu, olhei discretamente pra porta. André ainda estava lá, se masturbando.
Desci um pouco na cama, coloquei os pés no chão e deixei minha buceta melada bem à vista. Vi ele gozando. Sorri discretamente pra ele. A porta se fechou devagar.
Dormi ali mesmo com meu sogro, satisfeita e ainda sentindo a porra dele escorrendo.

Parte 9 Final

Acordei assustada na manhã seguinte, achando que o Felipe poderia ter acordado e notado minha ausência. Olhei pro lado e o Fernando já não estava mais na cama. Levantei rápido, abri a porta devagar — ninguém no corredor. Fui pro nosso quarto. Quando abri a porta, Felipe estava começando a despertar.
Entrei e fechei a porta. Ele me olhou e sorriu:
— Bom dia, amor.
Respondi e ele perguntou se eu estava acordada há muito tempo. Disse que não, que tinha ido beber água. Ele comentou que parecia que tinha dormido sozinho. Ri e falei que era porque ele tinha bebido demais. Ele riu, me chamou pra deitar um pouco.
Eu ainda não tinha tomado banho desde a noite anterior, mas acabei deitando. Ele me deu um beijo normal e me abraçou. Ficamos assim até ele começar a passar a mão na minha perna. Eu sabia que ele queria. Ele sempre acordava com tesão.
— Baixa o fogo, vou tomar banho — falei.
Ele não obedeceu. Rapidamente enfiou a mão na minha buceta enquanto me abraçava forte. Começou a beijar meu pescoço, dedos entrando em mim.
— Hummm… tá meladinha, safada. Gosto assim…
Mal sabia ele o motivo. Pedi pra ele parar. Ele ficou chateado. Dei um beijo, apertei o pau dele por cima da cueca e prometi que mais tarde rolaria. Ele continuou com cara amarrada.
Fui pro banheiro. Quando saí e cheguei na cozinha, André já estava na mesa e Felipe fritando ovos. Dei bom dia. O clima estava estranho, mas não pesado. Pouco trocávamos palavras. De repente André me entregou o celular dele. Estava aberto no bloco de notas:
“Precisamos conversar.”
Gelei. Será que ele vai contar pro Felipe?
Respondi com o polegar que sim. Fernando chegou logo depois e tomamos café normalmente. Só eu não conseguia parar de pensar na conversa que teria com o André.
Fomos pra praia — era nosso último dia. Tudo ia normal até que apareceram dois amigos do Felipe, que chamaram a gente pra ir pra casa deles. Fernando disse que não ia, tinha marcado futvolei. Eu dei uma olhada pro Felipe que entendeu que eu não estava afim. André foi direto: também não ia. Felipe disse que ia, mas não demoraria. Meu sogro também saiu. Acabei ficando só com o André.
Pra minha surpresa, ele disse que ia voltar pra casa. Fiquei sozinha um tempo, pensando no que ele queria falar. Acabei voltando também.
Encontrei ele na sala. Coloquei as coisas no quarto e voltei. Ele começou a falar sobre o que tinha visto na noite anterior. Eu disse que tinha errado, que ia parar. Ele me interrompeu:
— Não tô aqui pra você parar. Quero ver mais vezes. Não me importo se você continuar com ele… só quero ver quando acontecer. Quero que realize algumas fantasias minhas.
Fiquei sem chão. Ele não ligava pro irmão nem pro pai. Só pensava nos fetiches dele. Não posso negar que na noite anterior, enquanto ele me olhava, eu senti um tesão enorme. Descobri que me exibir me excitava muito.
Concordei, mas avisei que ninguém mais poderia saber e que não sabia quando ia rolar. Ele disse que tudo bem.
Então, lentamente, levantou a mão e baixou a parte de cima do meu biquíni. Era estranho… mas me deixava molhada. Ele deslizou a mão pelo meu peito, apertou o bico devagar. Depois subiu o dedo até minha boca. Chupei devagar. Estava gostando daquela dominância sutil.
Ele puxou o pau pra fora. Era ainda melhor do que eu imaginava: liso, veias marcadas, grosso, cabeça pequena e brilhante. Fui segurar, mas ele disse “não”. Mandou eu ir pro quarto.
Entrei no meu quarto. Ele sentou do meu lado, me tocou, desceu até a buceta e mandou tirar o biquíni.
— Quero ver você se tocando.
Fiz. Me toquei aberta na frente dele enquanto ele se masturbava devagar. Fomos aumentando o ritmo. Coloquei dois dedos na buceta, depois desci o outro dedo pro cuzinho. Ele acelerou a punheta. Gozei gemendo, tremendo.
Ainda ofegante, vi que ele não tinha gozado. Fui pra cima dele e coloquei o pau na boca. Ele segurou minha cabeça e gozou na minha garganta — porra grossa, muito. Quando levantei, tinha porra no colchão também.
Segurei o pau dele e comecei uma punheta, alternando com mamadas rápidas e assopros na cabeça. Ele gozou de novo nos meus peitos. Terminei lambendo a cabecinha.
Ele levantou e saiu. Fiquei ali deitada, melada, buceta latejando de vontade.
Só vi o André de novo quando Felipe e Fernando chegaram. À noite não saímos. O sexo rolou só com meu namorado.

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