#Traições

Evangélica gosta no cu

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Roxane

Celia , casada 41 anos, minha patroa, me deu o cu.

Meu nome é Bruno, tenho vinte e três anos e moro num apartamentozinho apertado no centro de São Paulo, onde o calor gruda na pele e o sono custa a chegar. Meu salário de faz-tudo numa empresa de contabilidade mal cobre o aluguel; quase tudo some no fim do mês, me deixando liso e com o corpo inquieto, faminto por algo que dinheiro nenhum compra.
Eu carrego documentos, faço café, limpo o escritório e resolvo o que ninguém quer mexer. Meus patrões são um casal de evangélicos, gente boa pra caralho, mas fecham a cara quando peço vale ou folga. Mesmo assim, eu sempre dava um pulo na casa deles pra fazer uns servicinhos extras e ajudar a engrossar a conta magrinha.
Seu Valdir tem sessenta e dois anos. Dona Célia, quarenta e um, é branquinha, de ascendência alemã, mas tem formas generosamente brasileiras — sobretudo aquele rabão farto, redondo e firme que a idade não conseguiu apagar.
Certa tarde de feriado, toca meu celular e era Dona Célia. A voz dela tava preocupada pra caralho, pedindo pra eu dar um pulo lá em casa pra ajudar com o marido, que tinha caído no jardim. Não era grave, mas ele ia ficar de cama uns dias.
Fui na hora. Ao chegar, Seu Valdir já tava deitado, todo combalido. Ele me olhou e falou fraco:
— Bruno, você vai trabalhar direto com minha mulher. Tenho confiança em você. Faz tudo direitinho.
Naquele dia Dona Célia usava um vestidinho caseiro fininho que grudava no corpo. Quando ela se inclinou pra ajeitar o travesseiro do marido, o vestido subiu pra caralho, mostrando as coxas grossas e quase a bunda. Meu pau reagiu imediatamente.
No espaço apertado, ela roçou aquele rabão quente e macio bem na minha rola. Porra… que delícia. Depois me pediu pra ajudar a guardar o material de jardim. Na casa de arrumos, enquanto ela se esticava, eu ficava vidrado vendo ela rebolar aquele bundão.
Ela me pegou no flagra:
— Não tem vergonha não, Bruno? Ficar olhando assim pras minhas pernas?
Gaguejei uma desculpa. Ela sorriu de canto de boca:
— Vai, Bruno… não precisa ficar nervoso assim. Você não tem namorada?
— Não tenho não.
— Caramba, menino… você tá precisando de uma namorada hein — disse ela, roçando o rabão com força contra meu pau ao passar.
No dia seguinte, no escritório só nós dois, ela me chamou pra almoçar. Bebeu bastante vinho. No meio da refeição, sussurrou:
— Bruno, hoje eu tô com uma vontade louca… Vamos voltar pro escritório que eu quero ficar sozinha com você.
Assim que tranquei a porta, ela se transformou. Me beijou com fome e falou direto:
— Hoje é dia de cu. Quero você me arrombando.
Ela mesma pegou o creme, levantou o vestido, baixou a calcinha e empinou aquele rabão branco e carnudo, abrindo bem as pernas:
— O Valdir nunca encostou aqui… Hoje eu quero sentir tudo que nunca senti. Me fode como uma puta.
Passei bastante creme no meu pau e no anelzinho rosado dela. Encostei a cabeça grossa e comecei a forçar devagar. Quando a rola começou a abrir o cuzinho virgem, Dona Célia soltou um gemido rouco e sofrido:
— Aaaaiii caralho… tá abrindo meu cuuu… devagar, Bruno…
Fui enfiando centímetro por centímetro, bem devagar. Ela respirava forte, ofegante, o peito subindo e descendo rápido. Quando meti até a metade, ela revirou os olhos, soltou um choro agudo e cravou as unhas na mesa:
— Haaaaan… meu Deus… tá me rasgando por dentro… que delíciaaa…
O corpo dela tremia violentamente. Quando enfiei até o talo, ela soltou um grito abafado, o corpo convulsionando:
— Aaaahhh… tá todo dentro… tá me enchendo o cu… hummm… aaaaiii!
Segurei firme na cintura e comecei a meter devagar, mas fundo. Cada estocada fazia ela gemer mais alto, chorando de tesão:
— Uhhhn… uhhhn… assim… vai devagar… tá abrindo tudo… aaaahh porra!
Levei ela pra mesa, empinei o rabão e aumentei o ritmo. Depois joguei no sofá de quatro e continuei socando. Por fim, deitei ela no chão, abri bem as pernas e meti como um animal. Quanto mais ela chorava, gemia e suplicava, mais eu perdia o controle:
— Me rasga… me fode mais forte… eu quero tudo que nunca tive! Aaaahhh… tô gozando no cuuu!
Ela convulsionava inteira, o cuzinho apertando meu pau em espasmos, pernas tremendo descontroladamente, olhos revirados, chorando e gritando abafado contra meu ombro enquanto eu arrombava aquele rabão pela primeira vez.
No final, dei umas estocadas bem fundas e gozei jorrando muito, enchendo o intestino dela de porra quente. Dona Célia ficou no chão, tremendo violentamente, soluçando de prazer, o cu bem aberto, vermelho e destruído, com minha porra escorrendo pelas coxas grossas. O rosto dela era de pura entrega — finalmente livre da pose de mulher certinha.

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