A parceira de dança
Sou um homem que adora mulheres e onde elas estão, ali estarei. Foi assim, que fui parar numa escola de dança e arrumei uma parceira.
Tenho quase cinquenta anos, me considero uma pessoa carismática, comunicativa, portador de um bom físico, me cuido, sou vivido, divorciado e tive vários casos com outras mulheres.
Minha ex-mulher pediu a separação a uns dez anos e fiquei sabendo que estava saindo com um amante. A gente não espera que isso aconteça conosco, mas pensando bem, eu mereci. Acabei vivendo um período de raiva e todo o final de semana, para descarregar, saía com meninas do Job.
Claro que você vai amadurecendo e vai percebendo que isso, embora seja ótimo do ponto de vista sexual, não é tão benéfico do ponto de vista emocional e psicológico. O difícil é que quando você se torna corno, sua vida muda. Você deixa de confiar nas pessoas.
Mais uma vez, claro que tenho culpa no cartório também, mas o que quero dizer é que fica um vazio enorme. Tentei preencher com alguns relacionamentos, mas não consigo mais me firmar. Acho que gostei da liberdade.
Foi assim que decidi não me envolver com mais ninguém, mesmo que isso me fizesse ficar na punheta. Porém, a vida tem me mostrado que existe muita gente carente, mesmo que seja só sexualmente. Assim como eu, acredito que existem muitas pessoas que querem sexo e não querem se envolver.
Desde pequeno, minha mãe me ensinou a dançar e tenho isso como hobby e embora faça bem, decidi aprimorar e me inscrevi numa escola de dança de salão. Sempre sou convidado para festas, eventos e toda a vez que tem música e dança, as mulheres ficam mais receptivas e assim, você cria oportunidades.
Comecei a frequentar e inicialmente nada havia me chamado a atenção, até que uma mulher aparece com sua filha adolescente. A menina era bonita, mas a mãe me encantou. Aos poucos fomos nos conhecendo na dança, até que o professor me colocou com ela para dançar rock, que é algo que faço bem e ela também.
Às vezes é ruim você dançar com quem não está no seu nível, porque você não aproveita, não sente o prazer com sua parceira. Porém, quando esta corresponde, a dança fica alegre e prazerosa.
Claro que no fundo eu queria “pegar” alguma mulher, mas dentro da aula o respeito tem que prevalecer. E assim, fomos nos entrosando em outros ritmos, nos conhecendo após as aulas, na lanchonete da escola.
Já haviam se passado uns quatro meses quando o meu gerente me chama dizendo que teremos uma reunião em uma empresa no dia seguinte. Fomos para a reunião e chegando lá sou apresentado à gerente financeira.
Como a sua atitude foi de que não nos conhecíamos, percebi e fiquei na minha. A reunião transcorreu normalmente e ficou decidido que ela me acompanharia, numa viagem para a fábrica, no nordeste do país, onde veríamos a capacidade e os processos de produção.
Pediram o meu contato e disseram que logo me passariam os dados da passagem, hospedagem, etc..... Embarcaríamos numa quarta-feira e voltaríamos no sábado à tarde. Dois dias era mais do que suficiente para esta tarefa.
O embarque era cedo e quando cheguei ela já estava lá. Cerca de pouco mais do que três horas de voo. Ela comentou comigo que não gostava de viajar de avião, principalmente à noite, por isso tinha escolhido ir logo cedo e voltar no sábado no final da tarde.
Os dias transcorreram normalmente, dentro do profissionalismo, embora estivéssemos juntos no café da manhã, no almoço e no jantar. Praticamente na sexta-feira, na parte da manhã, havíamos concluído o levantamento e voltamos para o hotel e almoçamos.
Como não havia necessidade de voltarmos à fábrica, eu voltei para o meu quarto enquanto ela me disse que iria sair, fazer umas compras. Por volta das cinco horas da tarde, uma mensagem dela chega ao meu celular:
- “Esta noite, se você quiser, poderíamos ir a uma casa de forró, dançar um pouco. O que acha?”
Respondi que sim, marcamos um horário e nos encontraríamos no saguão do hotel. Até então não me passava pela cabeça nada sexual, afinal havia negócios envolvidos, a mulher era séria, casada, enfim, obstáculos que não me incentivavam, mas dançar seria um ótimo divertimento.
Quando desci ela já estava me esperando e que maravilhosa surpresa. Ela estava com um vestido que realçava a sua cintura e era bem mais solto nas pernas. Fiquei encantado e a parabenizei pela beleza.
Chegamos ao local e havia muita gente. Tomamos uma cerveja e ficamos um tempo observando, mas logo veio a vontade de dançar e fomos para a pista. Nós temos uma boa conexão por causa da escola de dança, porém ela estava diferente, mais solta e pensei que talvez fosse devido a ausência da filha.
E a coisa foi esquentando entre nós porque ela começou a se encostar, rebolar e eu fiquei meio tenso, pois estava ficando de pau duro e era diferente como ela dançava na escola. Claro que ela devia estar sentindo, pois cada vez mais ela me provocava.
Existe um passo que fazíamos na escola em que eu dobrava meu joelho e ela sentava em cima. Na realidade ela fingia que sentava e logo saía. Quando fizemos isso no forró, ela sentou literalmente e se esfregou no meu joelho e foi aí que comecei a perceber que algo iria acontecer.
Porém, estava numa situação difícil, afinal eu poderia estar interpretando de forma errada e haviam os negócios entre a empresa dela e a minha. Embora estivesse com tesão, decidi não tomar a iniciativa.
Dançamos uma meia hora e como estava muito calor fomos tomar outra cerveja. Enquanto bebíamos ela me diz:
- Está muito barulho aqui, muita gente. Vamos voltar para o hotel e fazer uma coisa bem melhor a sós?
Sabe quando você fica alguns segundos processando tudo o que está acontecendo. Os papéis estavam invertidos, uma mulher casada, séria, me convidando para ficar a sós com ela. Claro que concordei porque isso não acontece sempre.
Saímos dali de mãos dadas, pois ela segurou a minha mão. Enquanto esperávamos o Uber ela me disse que era a primeira vez que estava fazendo isso, que faz tempo que existe um vazio enorme dentro dela que não sabe explicar. O casamento virou uma rotina e ela não tem mais prazer e nem está mais fazendo sexo com o marido e complementou dizendo:
- Eu procurei a escola de dança para preencher este vazio e na primeira vez que te vi algo despertou dentro de mim.
Como já escrevi, estava tendo um pouco de dificuldade de processar o que estava acontecendo e praticamente só fiquei ouvindo e me tranquilizei quando ela disse que era apenas um caso, que não iria se separar do marido. Nas palavras dela: “sou uma mulher procurando um pouco de diversão”.
Chegamos no hotel e fomos direto para o quarto dela. A mulher parecia possuída pelo tesão e num instante ficou pelada. Era uma delícia. O tesão era tanto que nem houve preliminares. Deitamos na cama e ela quis cavalgar. Cheguei a falar em camisinha e ela disse para não se preocupar porque não ficaria grávida.
Fazia com vontade, subindo e descendo e eu nem precisava fazer nada, só observar aqueles lindos peitos balançando. Depois de algum tempo a segurei e coordenamos os movimentos para que eu a socasse. Ela mordia os lábios até que anunciou:
- Ai.... Vou Gozar..... Vou Gozar.... Aiiiiiii.... Aiiiii.... Que tesão..... Caralho.....
Ficou meio paralisada, em cima de mim, espetada, até que resolveu descer e deitou-se ao meu lado. Deu uma breve descansada e veio beijar a minha barriga, descendo até a minha pica. Ali começou uma chupeta gostosa, babada, daquelas que quando te sugam a cabecinha e você se arrepia dos pés à cabeça.
- Me dá leitinho.... – Pediu ela com carinho.
Acertei na loteria, pensei e que safada. Como estava gostoso, segurei o máximo que pude, até que a ejaculação veio, dentro da boca dela, que continuava a se divertir chupando meu pau.
- Agora descansa um pouco querido – Disse ela – Daqui a pouco quero mais.
Foi ao banheiro e escovou os dentes, voltando e deitando-se ao meu lado. Começamos a conversar e ela me disse que não transava a mais de dois anos.
- Estou com quarenta e dois anos e com fogo no rabo. – Disse ela – Meu marido é vinte anos mais velho e o pau dele só fica meia bomba e por pouco tempo, coitado.
Me contou que conheceu o marido que se apaixonou por ela, oferecendo muitas vantagens. Na época, disse que pensou na diferença de idade, mas decidiu aceitar, pois gostava dele, mas acha que não pode dizer que o ama.
- Ele sempre foi gentil, carinhoso comigo. Sempre preocupado em dar o melhor para a família.
Depois de uma pausa, ela me disse que eu o conhecia. Era um dos diretores que estavam presentes na reunião. Lembrei-me dele. Era um senhor com aparência de velho, mesmo. Tudo bem que eu também não era novinho, mas a nossa diferença de idade era de seis anos, aproximadamente.
Também me disse que neste período sem sexo, recorreu a brinquedos, mas isso não a satisfez. Ela queria um contato humano e ficou este tempo todo esperando e escolhendo, como uma loba atrás de uma caça.
Fiquei feliz em ter sido escolhido e queria dar a ela o melhor, afinal ela é muito gostosa. Já refeito e de pau duro, disse a ela:
- Fica de quatro que quero te comer.
Ela se ajeitou e eu enfiei meu pau, de uma vez, ela só gemeu. Comecei a socar aquela buceta com vontade. Nossos corpos se chocavam produzindo aquele barulho característico. Ela gemia e pedia:
- Me come..... Me fode inteira.... Enfia a rola dentro de mim.... Quero sentir você gozando dentro de mim.... Isso.... Vai.... Me come.... Me come....
Eu nunca havia transado com uma mulher que falasse tanto durante o ato e achei super legal. Dava para ver que ela estava gostando.
Eu não tenho ideia de quantos minutos fiquei comendo aquela mulher. Lembro que não queria gozar e por isso parava de vez em quando. Acho que ela percebia, pois começava a rebolar, mantendo meu tesão em alta.
Lembro que eu alternava, ora segurando seus peitos, ora a puxando pelos longos cabelos, mas chegou uma hora que meu tesão chegou ao máximo. Não dava mais para segurar e por isso a puxei pela cintura, enterrando tudo.
Senti a buceta dela se contrair e abraçar meu pau e meu gozo veio, me fazendo urrar de prazer. Acho que isso mexeu com ela, porque imediatamente ela começou a gozar também. Desengatei, deitei, ficamos em silêncio, apenas nos olhando e acabei apagando.
Acordei no dia seguinte, olhando para aquela bela mulher. Fomos tomar um banho juntos e eu a peguei debaixo do chuveiro. Mais uma vez enfiei a rola nela, e desta vez, com as mãos, massageava aquela bucetinha. Ela vibrava e rebolava pedindo pica.
Mais uma vez ela chegou ao orgasmo, mas desta vez, ela empurrava o corpo para trás, como pedindo mais e mais. Eu enterrava tudo o que podia e ela se contorcia de tesão. Quando passou, olhou para mim com um sorriso contagiante. Sabe aquela felicidade que fica estampada no rosto.
Terminado o banho, me troquei e fomos tomar o café da manhã juntos, como sempre fazíamos. Ali ela confessou que estava muito satisfeita com o que fizemos e aproveitei e pedi a sua bundinha.
- Você é safado.... – Disse ela – Tá.... Eu dou, mas você precisa comprar camisinha e lubrificante.
Nem terminei o café direito e saí em busca de uma farmácia. De posse das coisas, bati em seu quarto e ela já me esperava, peladinha. E eu é que era o safado. Ainda me disse que era para ter cuidado porque fazia muito, mas muito tempo que não dava a bunda.
Cuzinho lubrificado eu a peguei de ladinho, para começar. Mordia levemente seu pescoço. Massageava o seu clitóris e seus seios, alternadamente. Tudo isso a fazia jogar a bunda para trás e se arrepiar, respirando fundo.
Depois de um tempo, resolvi trocar de posição e a deitei de bruços. Encaixei a pica e desci em cima dela, abraçando-a. Suas mãos seguraram os lençóis apertando-os. Ela gemia e eu fazia os movimentos devagar.
Entrelacei meus braços nela e aquele pescoço ficou a minha disposição. Beijava, lambia, mordia e ela gemia. Sentia meu pau apertado dentro daquela bunda e de vez em quando eu tirava, colocava mais lubrificante e deitava novamente em cima dela.
Os seus gemidos e sussurros eram gostosos de serem ouvidos, até que que gozei dentro daquele rabo delicioso. Olhei para as suas mãos e ela já não apertava mais os lençóis, estava serena, havia aguentado a pica no cú.
Fiz um movimento para sair e ela pediu para que eu ficasse em cima dela, mesmo de pau mole.
- Está gostoso. – Disse ela.
Fiquei por uns minutos até que ela pediu que eu saísse. Olhou para mim dizendo que era melhor a gente arrumar as malas que logo teríamos que ir embora. Concordei e fui para o meu quarto e imagine a minha felicidade.
Na volta, já no avião, ela me pediu um pouco de sigilo. Disse a ela que não precisava se preocupar com isso, mas que eu queria mais. Ela riu, dizendo você vai ter, mas preciso dizer que estou com dor na bunda.
Ao chegar no aeroporto, sua filha e seu marido estavam a esperando. Depois desse encontro, saímos mais algumas vezes, mas apenas para ir a motel. Um dia fiz o seguinte comentário:
- Sabe, estou pensando em escrever o que aconteceu conosco num site de contos eróticos. Posso?
Ela respondeu que não se importava, porque achava que as pessoas iriam pensar que tudo era invenção. Depois me desafiou, dizendo:
- Estou curiosa e quero ver como você enxerga o que aconteceu entre nós.
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Comentários (1)
R_M: Tesão de conto!
Responder↴ • uid:1e7713m86q9v