O pôquer virou grupo de masturbação e deu num boquete entre amigos
Era pra ser mais uma reunião da noite do pôquer, mas tudo mudou depois daquele boquete entre amigos.
Nossa, onde eu fui me meter? Bem, o Leo me pegou desprevenido na última reunião dos amigos na sexta de pôquer. E tudo o que aconteceu me trouxe à memória lembranças da minha juventude, acampando com um bando de garotos, nos masturbando no mato na frente uns dos outros, rindo e sendo garotos.
Eu tinha o pau mais bonito naquela época e me orgulhava disso, sem vergonha nenhuma de mostrá-lo. Tirando o pau agora bem ereto do Leo, eu que tinha o maior e mais duro do grupo, então não havia constrangimento nenhum, já que era bom me masturbar na frente dos amigos.
Mas aquela última noite de pôquer foi o começo de tudo. E na hora em que o Leo bateu uma inesperada punheta e gozou, eu fiquei observando o belo pau dele jorrar jatos de esperma no seu abdômen malhado enquanto ele relaxava depois de algo inusitado.
Quando eu gozei, ouvi alguns comentários do tipo "Boa, garoto!" e "É isso aí, Beto!" Confesso que foi meio erótico ficar de pau duro, me masturbar e gozar na frente de outros caras. Em termos de masturbação, é sempre diferente ver outro cara se masturbando. Quando você mesmo se masturba, sabe o que se passa na sua mente enquanto fantasia e ejacula.
Mas observar outros caras se masturbando é quase terapêutico. Vê-los se masturbando e as expressões que fazem é como descobrir o que escondemos uns dos outros, e que escapa por um segundo num momento de prazer.
Era a noite de pôquer, como sempre. Mas não sei o que deu no Leo. Ao final, depois de ganhar, ele ficou tão empolgado que tava com uma enorme ereção. E não teve jeito; precisava se aliviar um pouco pra relaxar.
Então, pra surpresa dos caras, ele não se importou em fazer ali mesmo, na frente de todos. Aquilo de repente foi como um incêndio, que se alastrou por todos os outros. Depois de umas piadinhas e risinhos típicos de quinta série, cada um de nós botou o pau pra fora e começamos a bater uma, só de gozação. E gozar foi o que fizemos!
Então, com a perda natural da libido depois de ejacular, somada à novidade e estranheza de estar ali, no meio de outros caras me masturbando, me limpei, botei meu pau pra dentro e fui embora.
Não vou mentir, me senti muito estranho dirigindo pra casa depois daquela nossa noite de pôquer. Havia um pouco de insegurança e vergonha por ter feito o que fiz, principalmente quando vi a Kelly ao chegar em casa. Disse a mim mesmo que provavelmente não participaria de mais nenhuma reunião com os caras. Tentei esquecer e encarar como coisa de garotos de quinta série.
Mas algo dentro de mim me fez querer me masturbar de novo naquela noite, depois que a minha mulher foi dormir; então eu fui pro banheiro e me masturbei. Foi uma masturbação bem comum; considerando que a Kelly e eu não transávamos com tanta freqüência. Não me considerava um masturbador compulsivo, apenas fazia pra relaxar, quando tava um tempo sem transar. Mas aquela noite foi diferente; não conseguia tirar da cabeça a imagem dos cara na casa do Leo batendo uma e se divertindo.
Resolvi me masturbar de novo pensando em tirar isso da minha cabeça, assim eu poderia seguir em frente e tentar esquecer o que fiz na casa do Leo. Mas o efeito foi o contrário, e eu não parei de pensar nisso a noite toda.
Com o passar dos dias, e a próxima reunião se aproximando, uma angústia e ansiedade cresciam dentro de mim enquanto eu pensava em não ir. Mesmo assim, não me sentia tão mal em ir de novo agora que alguns dias haviam se passado.
Sexo com a Kelly? A gente tinha transado uma vez desde a última reunião; foi uma daquelas transas do tipo "se a gente tiver que fazer, vamos acabar logo com isso". Na verdade, fiquei excitado algumas vezes só de pensar em ir à reunião, esperando que rolasse o mesmo da última, ou seja, masturbação em grupo com os caras.
E, pra minha surpresa, havia o mesmo número de nós: seis amigos das noites de pôquer. Mas o Raul não estava lá, outro cara, um quarentão amigo do Leo.
Começamos a jogar e havia uma expectativa silenciosa entre nós. Até que uma a uma as cartas foram colocadas na mesa e, ao final quem ganhou ganhou, e quem perdeu pouco importava. Até que nos olhamos uns aos outros e finalmente alguém perguntou: "E aí, quem tá a fim?"
Não foi preciso mais nada, um segundo depois estávamos todos de pau de fora nos masturbando. E, como se já estivesse preparado, o Leo colocou um filminho pornô pra animar dessa vez, e a coisa rolou mais naturalmente.
"Quem quiser ficar mais à vontade, pode tirar a roupa", o Leo disse, abrindo a calça e começando a se despir. Claro que depois que ele foi seguido pelo primeiro, o resto de nós fez o mesmo. E então estávamos todos nus, dividindo o sofá enorme do Leo, diante de uma bela orgia na tela, enchendo a sala do som de gemidos.
No vídeo, loiras peitudas se chupando e cavalgando o pau enorme de um negão. Fiquei de pau duro num instante assim que tirei a roupa. Quando se tratava de masturbação, era como sexo pra mim, eu adorava me tocar. E estava começando a gostar de ficar nu, de pau duro diante dos caras. Enquanto estávamos todos com o pau de fora nos masturbando e assistindo pornô, o Leo disparou, bem na frente dos caras:
"Belo pau, Beto!"
"Ih, Leo, tô te estranhando!", o Caio brincou.
"Qual o problema?", rebateu o meu amigo de infância. "Não tem nada demais em elogiar o pau de um cara, se quiser."
"Também acho, Leo!", disse o Breno, que estava sentado ao meu lado.
O Renan concordou enquanto se masturbava, o que me tornou o centro das atenções. Parecia que todos os outros queriam conferir o tamanho do meu pau. E aquilo de certa forma me deixou mais excitado. Eu estava com o pau duro e curtindo a atenção. A Kelly nunca tinha dito nada sobre o meu pau. Eu sabia que era um pênis decente porque outras garotas me disseram que adoravam o meu pau.
O Renan tinha um pau de tamanho decente e parecia que ele depilava os testículos e aparava os pelos pubianos. Mas nada comparado ao pauzão do Leo, sem dúvida o maior de todos nós. Acho que por isso mesmo ele se sentia tão seguro pra elogiar o pau de outro.
Por um instante, comecei a observar o seu pau, e de repente não conseguia mais tirar os olhos dele. Era um belo pauzão de veias saltadas em sua ereção. Diferente do meu, que fazia uma curvinha, o dele era reto e se erguia feito um mastro, apontando pro teto e com a cabeça brilhando entre os seus dedos. Não sei por quê, mas comecei a salivar, olhando o pau dele.
Era uma masturbação indulgente e generosa com os caras, todos com o pau duro olhando pro pau dos outros quando Leo se levantou da poltrona e sentou entre o Caio e o Renan. Ele sorriu pra mim e, então, quase como se tivessem combinado, o Renan colocou a mão no pau duro do Leo e começou a masturbá-lo. E na mesma hora o Leo pegou no pau dele e fez o mesmo, retribuindo o gesto.
Aquilo surpreendeu a todos, mas depois de uns risinhos de quinta série, um clima de excitação tomou conta do ambiente, bem mais intenso agora. Nem estávamos mais prestando atenção ao vídeo pornô na tela, apenas no canto onde dois caras se masturbavam um ao outro.
O Breno então se ajeitou no sofá e ofereceu o pau pro Caio, que prontamente o agarrou e começou a masturbá-lo enquanto nos entreolhávamos. O Caio não fez objeção a retribuir o gesto e os dois então passaram a se masturbar mutuamente.
As coisas estavam definitivamente esquentando enquanto o Leo acariciava o pau do Renan a poucos centímetros de mim, e o Renan fazia o mesmo no pau dele. De repente, o Lucas me lançou um olhar de lado enquanto pairava a mão sobre meu pau e perguntou "Posso?"
Por mais duro que eu estivesse e observando o que estava acontecendo com o Leo e o Renan, um simples "claro" escapou dos meus lábios. Acho que foi aí que a linha foi cruzada, entre caras se masturbando em círculo na frente uns dos outros.
A eletricidade da mão do Lucas no meu pau fez o líquido pré-ejaculatório escorrer da abertura na cabeça roxa em forma de cogumelo. Certo ou errado, você não pode dizer ao seu pênis que não está gostando quando está. Estava incrivelmente gostoso. A Kelly realmente não era muito boa em me fazer um boquete. Ela não entendia muito bem o fato de que os homens vivem para ejacular e achava que eles eram egoístas por quererem gozar o tempo todo. Além disso, eu adorava transar com a Kelly, mesmo que o interesse dela fosse bem menor que o meu. Eu não queria que ela se tornasse apenas boa em masturbação, mas que a gente transasse com mais frequência.
Toda aquela coisa que rolava entre nós era algo que eu ainda estava tentando assimilar. O fato de sermos um grupo de caras héteros com um "interesse" em comum tornava tudo mais fácil de aceitar do que se eu estivesse tirando a roupa e me masturbando sozinho com apenas um outro cara, em vez de na frente de um monte de homens.
Se masturbar sozinho com outro cara, dando uma mãozinha um pro outro, é muito mais gay do que fazer isso em um grupo, com um monte de caras, certo? Pelo menos era o que achávamos.
Por mais gostoso que fosse sentir a mão do Lucas no meu pau, quando estendi a mão e coloquei a minha no pau dele, o nível de excitação disparou. Assim como o nível de culpa e vergonha por fazer isso pelas costas da minha esposa. Mas, como mencionei antes, diga isso para o meu pênis. A natureza tabu do que estava fazendo, no entanto, fez meu pau vibrar muito mais do que uma punheta noturna assistindo pornô no meu celular. E de tocar o pau de outro cara, você começa a imaginar um monte de coisas. E, claro que um boquete é uma das primeiras coisas.
Com minha mão no pau de outro cara, e a mão dele no meu, o nível estranho de excitação tornou esse encontro surreal ainda mais intenso enquanto eu olhava pro Leo, diante da cena mais surreal e erótica que já tinha visto.
Ao meu lado no sofá, o que acontecia agora me deixava sem reação, e por alguma razão me fazia salivar. O Renan se ajeitou no chão, entre as pernas do Leo, e então começou a chupar o pau dele.
O Breno, parecia ter em seu rosto a mesma expressão que eu tinha no meu, total espanto e uma certa excitação.
"Relaxa, cara", disse o Leo. "É só um boquete entre amigos."
Cara, parecia surreal o rumo que tinha tomado a nossa reunião da noite do pôquer. Mas, não só eu continuava ali sentado de pau duro, curioso e excitado pra ver no que ia dar, como todos os outros caras. Na próxima eu conto tudo o que rolou, e como a minha vida mudou e nunca mais foi a mesma, tudo depois daquele “boquete entre amigos”.
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Comentários (1)
Punheteiro 13: Masturbando, pênis, ejaculação... Um cinto escrito assim né faz brochar. Você está escrevendo um cinto pra machos gozarem e não pra ser lido pelo papa na missa de domingo
Responder↴ • uid:7r053wnvv1