Meu filho novinho ficou bêbado e virou a porquinha do papai
Já aviso que o conto é sobre scat, quem não curte nem entra.
Nunca fui romântico mas desde que virei o namorado do meu filho tenho tentado melhorar nisso. Sempre achei uma besteira esse negócio de dia dos namorados e comemoração de datas assim, mas fiz uma surpresa pra ele em casa, até pensei em sair com o garoto mas seria muito arriscado, comemoramos em casa mesmo.
Agora sexta feira fez um ano que virei "namorado" dele, então resolvi fazer um agrado especial. Antes de buscar ele no colégio, passei numa floricultura, comprei um buquê e deixei no parabrisa do carro, junto com um cartão, assim que ele entrou pegou as flores e começou chorar.
— Você lembrou!
— Claro, você merece meu ursinho.
— E ainda tem mais. Vou te levar hoje naquele restaurante que você achou bonito.
— Sério ?
— Sim, quando chegar em casa pode ir se arrumar, tenho reserva pras oito da noite.
Chegamos em casa, Diogo me deu uns beijos e foi tomar banho. Eu já estava pronto, tinha me arrumado pra ele. Camisa social branca aberta até o peito, calça jeans escura, cueca branca, bota estilo coturno, corrente e relógio de ouro e sem perfume como ele gosta. Botei td que ele elogia quando uso. Me arrumei pra provocar meu garoto, e ele pensou a mesma coisa. Uma meia hora depois, desceu a escada, vestindo uma camisa vermelha, jeans claro feminino justo no corpo, marcando pra caralho as coxas grossas e aquele rabo gigante, uma bota de salto também feminina, cabelo solto, com as ondas perfeitas e também sem perfume, porque eu sou viciado no cheiro do meu filhote.
No restaurante ele ficou o tempo inteiro dizendo o quanto gostou de tudo, me agradecendo e me lembrando do quanto me ama. Depois do restaurante levei ele pro shopping, foi uma noite divertida, ele me roubou alguns beijos em público e essa adrenalina tava me deixando doido. Na hora de ir em bora, eu até pensei em foder ele no estacionamento, até rolou uns amassos no carro, mas o estacionamento estava muito cheio, seria arriscado de mais.
Pensei em ir logo pra casa, mas quis manter o plano inicial, o garoto vive me pedindo pra dar um gole na minha taça quando abro um vinho. Então comprei uma garrafa, duas taças e petiscos pra dividir com ele. Queria deixar ele ainda mais soltinho pra receber minha recompensa pela noite romântica. Parei o carro num parque famoso aqui na cidade, sentamos num banco de madeira debaixo de uma árvore.
Abri a garrafa, os olhos verdes do meu filhote brilharam, o vinho desceu macío. Diogo amou, se empolgou, acabou bebendo bem mais rápido do que eu. A cada gole, os gestos dele ficavam mais soltos, a voz mais arrastada. Ele ria alto, das minhas piadas ruins e de qualquer outra besteira. Jurou me amar umas 500 vezes. E quando percebi a garrafa estava vazia.
— Você tá bêbado ?
— Claro que não.
— Tá sim, garoto.
— Tô é com vontade.
— Vontade de quê?
— De você papai. Homem da minha vida.
Ele falava alto, apoiou a mão no meu peito por dentro da minha camisa, começou me beijar alisando meu corpo, pensei em foder o putinho ali mesmo, mas de novo desisti, arriscado de mais.
— Vamos pra casa. Estou com fome de um rabo suculento.
Diogo tentou levantar e quase caiu. Se agarrou em mim, ficou de pé com dificuldade. Segurei ele pela cintura, fui guiando até no carro. Entramos e segui o rumo de casa, ele me provocando, beijava meu pescoço, lambia minha orelha, apalpava minha coxa, eu ja estava doido de tesão, abri o ziper e liberei meu pau que estava até doendo. Meu ursinho agarrou e ficou me punhetando, aquilo estava delicioso. Derrepente ele parou, quando estávamos quase chegando.
— Pai, para o carro, vou vomitar.
— Não consigo parar agora. Consegue segurar?
Diogo não respondeu, apenas acenou que sim com a cabeça e travou os dentes tentando manter a boca fechada. Uns 15 minutos depois chegamos. Assim que estacionei na garagem, ele ia sair correndo, mas, travei a porta.
— Espera ursinho, papai quer uma coisa.
Dei a volta no carro, ajudei ele a sair.
— Vem cá, vem mamar, vomita no pau do papai.
Diogo obedeceu, ajoelhou na minha frente, nem tirei a roupa, só botei o pau pra fora de novo e meti naquela boquinha carnuda, segurei meu garoto pelo cabelo e fodi com vontade, na primeira engasgada ele já botou tudo pra fora, vomitou uns 5 jatos. Meu tesão foi tanto que bati uma e gozei na cara dele. Meu puto ficou no chão, todo sujo, me olhando com aquela carinha linda.
— Vem cá. Papai te ajuda a levantar, meu filhote.
Botei ele de pé, tirei a roupa dele, deixei só de cueca, lambi minha porra que estava pingando da cara do meu ursinho e beijei aquela boquinha gostosa misturado nossos sabores. Tirei minha calça que estava suja de vômito e usei a camisa pra me limpar.
Agarrei o garoto pela cintura e ergui. Ele enrolou as pernas no meu quadril e os braços no meu pescoço. Segurei firme, levei ele até a sala e joguei no sofá. O corpo macio afundou nas almofadas. Ele estava ali, mais entregue do que nunca, deitei por cima dele, comecei beijando aquela boquinha, desci pelo pescoço lambendo cada centímetro daquela pele branquinha, desenhando um círculo molhado em volta de cada mamilo rosado. Eu chupei com força, puxei o bico com meus lábios e mordi de leve.
— Isso, geme pra mim, seu puto gostoso.
Continuei descendo a língua, lambendo a barriga de ursinho, acompanhando a trilha de pelos finos até a barra da cueca preta. Abocanhei o volume que já era visível, arrastei a cueca pelas coxas grossas, o pau dele saltou, ainda não é grande mas já está ficando grosso, estava meia bomba ainda, a cabeça rosada brilhando do pré gozo. Passei a língua da base até a ponta, minha boca trabalhava, devagar no começo, desenhando círculos com a ponta da língua, depois fechei a boca em volta da cabeça e desci devagar, o quadril dele subiu, mas eu o segurei prendendo contra o sofá, e chupei fundo. Ele arqueou as costas gemendo sem parar, suas mãos tentaram agarrar meu cabelo, mas agarraram foi no meu ombro e cravou as unhas na minha pele morena.
Virei ele de bruços. Ele estava ainda mais submisso, estava mole, fácil de manipular. Olhei aquele corpo tão lindo, o rabo grande e redondo, meu pau já estava pulsando de novo, abri aquela bunda gorda, fiquei admirando o cuzinho rosa que piscava pra mim.
— Olha essa porra. Que delicia esse cuzinho.
— É todo seu.
Caí de boca, lambendo de baixo pra cima, varrendo o períneo e mergulhando naquele cuzinho que se contraía a cada toque. Lambi em círculos, suave e depois com força. Senti o cuzinho cedendo, a ponta da minha língua entrando. Ele gemeu abafado pela almofada.
— Tá gostando, né? Tá gostando de ser a putinha bêbada do papai?
— Me fode logo, papai.
Continuei lambendo, a língua entrava e saía, amaciando, preparando. Uma das mãos segurava a bunda aberta. Enquanto a outra punhetava meu próprio pau, porque eu não aguentava mais, cuspi na mão e lambuzei meu pau todo, Diogo mordeu a almofada, eu me posicionei com o pau na entradinha molhada e empurrei. Meu ursinho urrou abafado pelas almofadas. Entrei os primeiros centímetros, o cuzinho dele se abriu pra mim como se tivesse sido feito sob medida pro meu pau. Diogo deu um gritinho, a bunda macia bateu nos meus pentelhos.
— Ai, tá doendo papai
Ele falou tão manhoso, enrolando a língua por causa do álcool, que eu tive certeza que era só teatro, até porque o rabo dele se abriu pra mim mais fácil do que nunca.
— Mas eu sei que você aguenta, filhote.
Segurei na cintura dele com força. As coxas grossas abertas esparramadas no sofá, a bunda redonda, agora vermelha dos tapas que levou, e a expressão no rosto dele era a coisa mais linda. Me afastei e meti de novo, bem fundo. Senti meu pau ficando mais melado, o puto tava se cagando, olhei pra baixo e realmente meu pau estava coberto de merda.
— Caralho, que porquinho, tá se cagando todo no pau do papai.
— Já que você gosta, não fiz a chuca.
Porra, não foi um acidente, foi proposital , isso me deu um tesão absurdo. Ele não curte muito essa pegada mais pig, mas como hoje estava totalmente relaxado, totalmente entregue, estava com o rabo macio de mais pra segurar a merda.
Eu comecei meter feito um animal, fundo e rápido, a cada socada mais merda se espalhava e meu tesão subia.
O som parecia de um filme pornô, o gemido dele misturado com o meu grunhido, o sofá rangendo a cada estocada, os estalos do meu corpo batendo no dele e aquele som do meu pau melado fodendo aquele buraco. Aumentei o ritmo, meu suor escorria pela barriga e pingavam no garoto, meus dedos afundavam na carne macia da bunda de Diogo, abrindo mais, deixando ver o vai e vem do meu pau grosso naquela entradinha rosa toda melada de bosta. A bunda dele, meu pau, até minhas coxas e barriga já estavam sujas de bosta.
— Olha pra mim, quero ver essa carinha de puta.
Ele virou o rosto, as lágrimas escorriam misturadas com suor e saliva, os lábios estavam inchados dos meus beijos e mordidas, aqueles olhos verdes brilhando. Caralho, que coisa linda, esse moleque.
— Me fode, papai, não disse que aguento.
Isso me deixou ainda mais tarado, agarrei o cabelo dele e puxei. O pescoço ficou exposto e eu mordi, a coluna se curvou, a bunda empinou ainda mais contra mim.
E eu meti com força, com raiva e com paixão. Então senti o cuzinho de Diogo se contraindo, mastigando meu pau, enquanto suas coxas tremiam
—Tá gozando puto ?
— Siiiiimm
Mais uma vez o puto gozou sem nem precisar tocar no pau. Saí de dentro dele, mandei virar de frango assado. Ele obedeceu, estava tão tonto que nem percebeu a bagunça que havíamos feito no sofá, deitou de barriga pra cima, levantei suas pernas, aquele buraco macio e melado ficou totalmente exposto, meti logo dois dedos, forcei o terceiro pra dentro, senti que ainda tinha mais merda pra sair, tirei o dedos e mandei ele empurrar. Que tesão, ver meu garoto todo arreganhado daquele jeito, com o cu arrombado, cagando pra mim me deixou louco. Quando a merda estava saindo encaixei meu pau e empurrei de uma vez. Diogo urrou, falou alguma coisa que eu não entendi. Só consegui reparar no quanto ele estava lindo, o corpo macio balançando com as minhas estocadas, o cabelo bagunçado, as bochechas vermelhas dos tapas que levou.
Segurei meu filhote pela cintura e meti feito um animal, estava alucinado de tesão, tendo uma das melhores fodas da minha vida. Diogo começou me empurrar, tentando me afastar
— Ai papai, espera, ta muito fundo.
Como já conheço o corpo dele o bastante pra saber oq isso significa, continuei metendo, me controlando pra não gozar. O corpo do meu garoto começou a tremer e se contorcer, o cuzinho voltou a fazer pressão mastigando meu pau e mais uma vez o meu puto gozou e se mijou todo sendo fodido como a puta que é, também não consegui mais me segurar e enchi aquele rabo com meu leite. Gozei tão forte que fiquei até tonto, deitei por cima do meu filhote ainda com o pau dentro dele, ficamos assim uns minutos antes do meu pau amolecer e escorregar pra fora do meu viadinho.
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