Gozei dentro da minha prima da roça
Comi minha prima da Roça na casa dos meus tio e gozei dentro
Meu nome é Lucas. Tenho 19 anos. Até aquele verão eu me achava um cara normal, mas Ana Clara despertou algo sombrio dentro de mim. Minha prima. 16 anos. Cabelo castanho comprido, pele morena do sol da roça, corpo que tinha amadurecido escondido de todo mundo: seios pesados, cintura fina, quadril largo e coxas grossas de quem anda descalça pela terra. Ela era virgem. Tímida. Devota. E eu passei meses envenenando a cabeça dela com mensagens, elogios e promessas.
“É só curiosidade, Clara. Ninguém nunca vai saber. É nosso segredo.”
Ela respondia com voz tremendo nos áudios: “Tenho medo de pecar… medo de doer… medo de engravidar do meu próprio primo.” Eu insistia. Dizia que tomaria cuidado, que pararia se doesse, que a gente dava um jeito. No fundo eu sabia que era errado pra caralho. Ela era sangue do meu sangue. Filha da minha tia. Mas quanto mais medo ela demonstrava, mais eu a queria.
Naquela noite abafada de janeiro, o ar estava tão quente que parecia que ia chover a qualquer momento. Esperei até duas da manhã. Pulei a cerca, atravessei o terreiro escuro e subi na janela do quarto dela. Meu coração batia tão forte que doía. Parte de mim torcia para ela ter desistido. Outra parte, mais escura, rezava para ela estar lá.
Ela estava. Sentada na beirada da cama de solteiro, só com a camisola branca fina, pernas bem fechadas, mãos apertadas no colo. Os olhos grandes, cheios de pânico.
— Lucas… eu tô arrependida. E se minha mãe acordar? E se eu não conseguir ficar quieta? E se… e se eu engravidar? — sussurrou ela, quase chorando.
Sentei ao lado e segurei seu rosto com as mãos trêmulas. Meu pau já estava duro só de ver o contorno dos seios marcando o tecido.
— Se você quiser que eu vá embora, eu vou agora. Mas você me chamou, Clara. Você disse que queria sentir. Ninguém vai saber. Eu juro.
Ela ficou em silêncio por quase um minuto inteiro, respirando rápido, lágrimas brilhando nos cantos dos olhos. Depois, quase imperceptível, fez que sim com a cabeça. Eu a beijei. O beijo começou culpado, hesitante. Ela tremia inteira. Minhas mãos subiram pelas coxas grossas, levantando a camisola. Sem calcinha. Quando toquei sua bucetinha, estava encharcada de nervoso e tesão. Isso me deu um choque de culpa e desejo ao mesmo tempo.
— Você tá pingando… mesmo sabendo que é errado — murmurei contra a boca dela.
Tirei a camisola dela devagar. O corpo virgem apareceu inteiro sob o luar: seios redondos e pesados, bicos escuros duros, barriga lisinha, bucetinha rosada quase sem pelo, brilhando. Eu me senti um monstro. E isso só me deixou mais excitado. Chupei seus seios, mordi de leve, desci beijando até abrir suas pernas. Quando enfiei a língua nela, Ana Clara cobriu a boca com o braço, gemendo abafado, o corpo se contorcendo.
— Isso é pecado… a gente não devia… ai, Lucas… para… não para…
Eu não aguentava mais. Tirei a roupa. Meu pau latejava, grosso, a cabeça brilhando. Ela olhou com puro terror.
— Vai doer muito… eu sou virgem de verdade. E se você gozar dentro?
— Eu vou tentar não gozar dentro — menti, sabendo que não conseguiria me controlar.
Deitei por cima dela. Esfreguei a cabeça grossa na entradinha molhada várias vezes. Empurrei devagar. Ana Clara travou o corpo inteiro, cravando as unhas nas minhas costas e mordendo meu ombro para não gritar. Senti a virgindade cedendo, a bucetinha absurdamente apertada engolindo meu pau centímetro por centímetro. Parei no meio, ofegante.
— Tá doendo muito? Quer que eu pare?
— Não… continua… mas devagar… por favor… — a voz dela falhou, lágrimas escorrendo pelo rosto.
Quando entrei até o fundo, os dois gememos juntos. Era quente, molhado, pulsante, perfeito. Comecei a me mover devagar. A culpa martelava na minha cabeça (“ela é sua prima, caralho, o que você está fazendo?”), mas o prazer era mais forte. Aos poucos ela relaxou. O rosto de dor virou surpresa, depois tesão puro. Ela começou a rebolar de leve, instintivamente.
— Tá gostoso… ai meu Deus… mais fundo…
Acelerei. O som molhado dos nossos sexos enchia o quarto pequeno. Os seios dela pulavam a cada estocada. Segurei aquelas coxas grossas, abri mais e meti com força, batendo no fundo dela. Ana Clara gozou tremendo inteira, apertando meu pau em espasmos fortes, gemendo contra meu pescoço. Aquilo me destruiu.
Meti bem fundo e gozei com tudo. Jatos grossos, quentes, enchendo a bucetinha virgem dela sem parar. Pulsando forte enquanto esvaziava tudo lá dentro. Fiquei enterrado até o talo, sentindo ela ordenhar cada gota. Quando finalmente saí, um fio grosso de porra escorreu da bucetinha inchada, descendo pela bunda dela e molhando o lençol.
Ana Clara ficou olhando pro teto, respirando rápido, lágrimas escorrendo.
— Você gozou dentro… senti tudo quente… Meu Deus, Lucas… e se eu engravidar? O que a gente fez?
Eu me senti o pior homem do mundo. E ao mesmo tempo, o mais vivo. Abracei ela forte, beijei sua testa suada, mas meu pau, ainda semi-duro, deu sinal de vida de novo só de pensar no risco.
Na segunda rodada eu coloquei ela de quatro. Segurei aquele quadril largo e meti mais solto, vendo a bunda balançar a cada estocada forte. Ela choramingava de prazer e desespero:
— Não goza dentro de novo… por favor…
Mas eu gozei. De novo. Mais fundo ainda.
Nas semanas seguintes, a tensão virou um inferno delicioso. Toda noite eu pulava aquela janela. Toda noite ela dizia “hoje não pode, tô com medo”, mas abria as pernas mesmo assim. Toda vez que eu gozava dentro dela, ficávamos abraçados em silêncio depois, suados, pensando no mesmo terror: e se aparecer uma barriga? E se a família descobrir? E se for uma criança nossa?
A culpa me consumia durante o dia. Quando via minha tia cozinhando, quando Ana Clara me olhava na mesa do almoço com os olhos baixos, eu sentia um buraco no peito. Mas à noite o desejo vencia. Eu voltava. E ela me recebia.
Até hoje carrego esse peso. O prazer foi o mais intenso da minha vida. A culpa… às vezes ainda me acorda de madrugada. O risco real que corremos torna tudo ainda mais forte na memória. Se eu pudesse voltar naquela janela quente de verão, eu pularia de novo. E encheria ela inteira mais uma vez.
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Comentários (1)
SãoGabrielDaCachoeira: Excelente conto
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