#Coroa #Gay #Teen

Estava numa tara danada pelo meu avô, mas foi o amigo dele que me fodeu

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Quando terminou o vinho, ele enfiou a mão por dentro do meu short apertado, arriou até o meio das minhas coxas, e foi com o dedo direto no meu cuzinho.

Minha mãe andava preocupada, a licença estava acabando, e ela ainda não tinha arrumado uma creche para o Guilherme.
_Qualquer coisa eu mudo para a noite, e cuido dele mãe. Me prontifiquei.
_Não filho...Deus me livre de ver você voltando tarde da noite por essas ruas....
_Mas e se a senhora não arrumar vaga até lá?
_Não sei filho...ainda não sei...está nas mãos de Deus...
Nesse momento, alguém bate palmas no portão. Minha mãe olha e esbraveja:
_Eu clamando por Deus e aparece o porteiro do inferno....o quê você quer aqui???
Numa cena digna de dona Amélia, minha mãe saiu gritando, até o portão. Eu e Gustavo, sem entender nada, ficamos até assustados.
Seguindo no modo escândalo, minha mãe grita para o homem sair, mas ele veio até dentro de casa.
_O quê você quer aqui hein? Esbravejou mais uma vez.
_Vim ver a merda que você está fazendo com a sua vida. Disse o homem.
_Foi esse o caminho que você me deixou quando me expulsou de casa.
_Você virou as costas para a família quando quis ficar com aquele traste...sua mãe morreu de desgosto....
Bom gente, aquele homem era o pai da minha mãe, meu avô. Eles não se viam há pouco mais de 14 anos. A discussão tinha a ver com o meu pai, e a gravidez precoce da minha mãe.
Aos poucos, os ânimos exaltados foram diminuindo, assim como as agressões verbais, entre eles.
Num dado momento, minha mãe cai no choro, e eles se abraçam.
_Vim te buscar...aqui não é lugar para criar esses meninos...a casa lá, está grande, mesmo com seu irmão morando nos fundos, a da frente tem muito espaço. Pega os dois garotos e vem comigo. Disse meu avô.
_Tem o bebê lá no quarto também. Falei.
_O quê...tem um bebê? Perguntou surpreso, indo até o quarto.
Meu avô volta todo sorridente com o Guilherme no colo, e insiste:
_Vamos filha...deixe de ser cabeça dura, olha onde estão vivendo... esse córrego fedorento... aqui dentro não se aproveita nada, tá tudo destruído...olha a geladeira toda enferrujada... pôxa.... esses meninos merecem um futuro melhor...
Minha mãe olha para mim, para o Gustavo, respira fundo, e sem grandes alternativas, cede, aceita voltar para casa.
Pegamos apenas as coisas pessoais, e a tv. Meu vô falou que depois conversaria com o dono da casa.
Minha mãe foi se despedir da dona Amélia, e fomos embora.
Estava muito dividido, eu odiava aquele lugar, mas já estava gostando de algumas coisinhas que estavam acontecendo...e acho que vocês me entendem. O pior é que nem me despedi do Janjão, e nem falei tchau para o seu Aguiar...
Chegando na casa do meu avô, minha mãe ainda teve que se entender com o irmão dela. Eles ficaram um tempão conversando na casa dos fundos.
Tio Jair era três anos mais velho que minha mãe, ele estava com 33 anos.
Bem, a adaptação inicial não foi tão simples, meu avô não me tratava mal, mas percebia que ele dava mais atenção aos meus irmãos. Acho que minha presença, trazia para ele a lembrança do traste que era o meu pai. Já meu tio era de boa, conversava bem comigo. Ele trabalhava à tarde na linha de produção de uma fábrica, tinha uns horários esquisitos, trabalhava quase todo fim de semana, tinha umas folgas no meio de semana... Meu tio estava separado há um ano, soube que não ficou nem dois anos casado.
Enquanto meus irmãos aguardavam vagas na creche e no CEU, na semana seguinte, eu comecei a estudar numa escola estadual.
Tentava me atualizar nas matérias, fazendo exercícios e leituras, durante as tardes. E assim estava, de bruços, no tapete da sala, quando Gustavo veio e se deitou sobre mim.
_Sai Gustavo...tô fazendo lição...
_Quero brincar...
_Brincar de quê?
_Quero brincar assim....
Comecei a balançar lateralmente, e ele começou a rir grudado na minha camiseta.
_Ô...ô...ô...ôôôô. Brincou, caindo de lado. _Vamos de novo. Pediu.
A gente ficou brincando assim, até que ele solta essa:
_Vamos brincar pelado?
_Não Gustavo...menino não pode brincar pelado com outro menino....
_Não pode?
A cara de espanto que ele fez, me surpreendeu. Lembrei das putarias que já tinha feito, e imaginei que um dia ele descobriria que "meninos brincam pelados com outros meninos". Não querendo me passar por mentiroso, tentei ajeitar a resposta.
_Não é que não pode Gustavo...as pessoas falam mal quando elas ficam sabendo...
_Fazem fofoca né?
_É...é isso mesmo...mas você ainda é muito pequeno, quando crescer mais, vai entender...
Ele subiu mas minhas costas, e continuamos a brincadeira, como estávamos. Depois de um tempo, ele parou e foi assistir tv.
O pior é que ele me fez lembrar do Janjão, e fiquei com tesão. Tive que dar uma parada na lição, e fui no banheiro, me acabar na punheta.
Ainda brinquei assim com o Gustavo por alguns dias, mas aí, ele começou a estudar, e como passava o dia na escola, nos distanciamos um pouco.
O tempo foi passando, e fui pegando a rotina da casa, minha mãe voltou a trabalhar, e eu passei a ficar boa parte das tardes sozinho.
Meu vô era aposentado, fazia as coisas da casa pela manhã, depois ia para o bar, ficava com os seus amigos até umas 15h, daí, ele voltava para casa. Nesse período que ele estava fora, eu me acabava na punheta, numa saudade danada do Janjão...do seu Aguiar...até do Dirceu.
Sem meus irmãos em casa, até que meu vô passou a falar mais comigo, ser mais simpático. Aos poucos, até abraço ele me dava.
Mas aí, teve um dia que meu vô bebeu um pouco a mais, e chegou mais "alegre" da rua.
Eu estava deitado de bruços no tapete, fazendo a lição de casa. Com as pernas dobradas para cima, batia levemente um pé no outro.
_Não é melhor fazer lá na cozinha Milton?
_Eu gosto de fazer aqui vô...
_Mas é que eu vou ligar a tv...
_Tudo bem vô não vai me atrapalhar...
Continuei do jeito que estava, e um tempo depois, me virei para trás, e falei:
_Vô...o tio tem computador lá na casa dele?
Meu vô puxou a camisa para baixo, assustado, mudou até de cor, e meio sem jeito falou:
_Tem...tem...é...é...para que você quer saber?
_Vou precisar fazer uma pesquisa...
_Ah...tá...é...tá...é só falar com ele quando ele chegar...
Me virei novamente, e voltei a fazer a lição, agi como se nada tivesse acontecido, até porque eu não vi nada, mas o fato do meu vô puxar a camisa para baixo, parecendo querer cobrir algo, já me fez pensar bobagem.
_Milton...pega o vinho que eu deixei lá na geladeira...por favor...
_Tá bom vô...
Quando eu fui, ele ainda segurava a camisa esticada, e quando eu voltei, ele já estava normal. E aquilo ficou na minha cabeça, e me atormentou pelo resto da noite. Ficava imaginando se ele estava batendo uma e olhando minha bundinha, ou se só estava alisando enquanto me observava.
No outro dia, no banho, antes de ir para a escola, bati uma punheta tentando imaginar como era o pau do meu avô...nossa...a que ponto cheguei...
Seis meses sem ver uma rola, estava num cio danado, cheguei da escola, e bati outra punheta pensando no meu avô.
Na expectativa da chegada dele, coloquei um vinho na geladeira, e vesti um short, um pouco mais curto.
Quando meu avô chegou, meio alterado, eu falei:
_Vô...coloquei seu vinho na geladeira, quer que eu pegue?
Ele me deu um abraço e disse:
_Você está me surpreendendo viu? É muito bonzinho...pega lá...
Voltei com um copão cheio, ele me mediu de cima a baixo, deu um sorriso, e falou:
_Quer experimentar?
_Não é muito forte?
_Não...é gostoso...vem experimenta...
Estranhamente, de forma carinhosa, ele me puxou, me fazendo sentar na sua coxa, e me deu o copo. Tomei um bom gole, e sentí o vinho descendo, aquecendo tudo, sentí um fogo danado.
Meu vô me segurava pela cintura, mas logo, sua mão desceu até minha coxa, e ele ficou acariciando.
_Lisinha...grossinha...tá com umas pernonas em netinho? Disse ele, dando uns apertões.
_Ai vô...assim dá um negócio.
Falei, me levantando, e sentando de novo, só que um pouco mais para trás. Senti a cabeça do pau encostando na minha bandinha. Nossa...me arrepiei todo.
Meu vô virou o copo de vinho, e me deu uma bela fungada no pescoço, cheguei à me estremecer.
Ele se levantou, me erguendo junto, e quando me fez descer, fez minha bundinha deslizar pelo seu pau.
_Ah...deixa eu ir tomar um banho...é melhor eu tomar um banho...
Depois de me deixar todo aceso, ele sai, vai tomar banho.
Algo me dizia que meu avô estava com vontade, mas estava com medo. No outro dia, à tarde, resolvi provocá-lo.
Fui nas minhas gavetas, e achei um short bem curto, e apertado, deixava todo o contorno da minha bundinha. Estava tão justinho, que fiquei com medo de me agachar, e ele rasgar kkk. Para completar, coloquei uma camiseta curta, só para ele reparar no meu contorno, dentro do short.
Estava tão ansioso pela chegada do meu avô, que cheguei a tomar um golinho de vinho. Acabei ficando com mais fogo.
Barulho no portão, e logo, a porta da sala é aberta. Meu vô chegou, mas não do jeito que eu imaginava, ele estava completamente bêbado, um amigo dele o trouxe, quase carregado.
Fiquei todo sem graça, com a roupa curta, e o amigo do meu vô me olhando. Me olhando não, me comedo com olhos. E meu vô, mal conseguia ficar em pé, apenas balbuciava coisas desconexas.
_Oi...você deve ser o neto dele né, ele tem falado muito de você ultimamente.
_Sou...mas o que aconteceu? Ele nunca chegou assim...
_Também não entendi, ele nunca bebeu desse jeito...só lembro dele falando que estava ficando doido....
_Nossa...que estranho...vem cá, coloca ele na cama por favor. Pedi.
Meu vô foi colocado na cama, e enquanto eu tirava os sapatos dele, vi o homem dando uma ajeitada na rola.
_Obrigado viu moço....quer alguma coisa? Um copo d'água?
_Estava bebendo até agora, água eu não quero, mas se tiver uma outra coisinha para me dar. Disse ele, com um sorrisinho no rosto.
O safado estava de sacanagem comigo, ele falou no duplo sentido.
_Bom...agora eu só tenho o vinho para te dar....você quer?
_É...pode ser...
_Vem cá...vou pegar para você.
Coloquei o vinho, o homem deu um gole, ficou me olhando, e falou:
_Desculpa perguntar, mas seu vô não acha ruim de você usar essas roupas?
_Não...quer dizer...não sei, ele nunca falou nada. Porquê...acha que está muito curta?
_É...curta e apertadinha...
Caramba...me preparei todo para o meu avô, só que agora, é o amigo dele que está me admirando. O pior, é que eu estava com um foguinho, e resolvi me deixar levar, só para ver até onde ia aquele papinho.
_Você acha que fica feio se eu sair assim na rua?
_Olha...garanto que alguns homens iam mexer com você...
_Nossa...estou tão vulgar assim?
_Eu não diria vulgar...mas com essa roupa, fica parecendo que...bom fica parecendo você está procurando algo...
Resolvi acabar com aquele joguinho de palavras.
_E...será que você tem esse algo?
_Tem mais alguém em casa?
_Não...minha mãe só vai chegar umas 18h30.
_Bom...nesse caso eu posso te mostrar, o que eu acho que você esta procurando...
Descaradamente, ele abriu o zíper da calça, e expôs sua rola dura, branca, cheia de veias, da cabeça bem rosada.
_E disso que você gosta né? É isso que você está procurando não é mesmo? Vem cá...dá uma pegadinha...mata a vontade...
Me aproximei dele, e fiz muito mais do que só dar uma pegadinha, abri o botão da sua calça, e a arriei até o chão, assim, pude admirar melhor o tamanho da rola, devia estar entre 19 e 20cm. Em seguida, abocanhei, mamei gostoso.
_Ahhhh pela mamada o viadinho já deve estar aprontando por aí....ahhh.....mama bebê...mama...
O homem se encostou na pia, e ficou curtindo minha mamada.
Quando terminou o vinho, ele enfiou a mão por dentro do meu short apertado, arriou até o meio das minhas coxas, e foi com o dedo direto no meu cuzinho.
_Uhhhh....olha só...doidinho para ser penetrado. Falava, enquanto pressionava o dedo no meu anel.
Quando o homem me levantou, meu short ficou pelo chão. Debruçado sobre a pia, tenho minha camiseta arrancada, e fico completamente peladinho nas mão dele. E ele não perde tempo, abre minhas bandinhas, e mete a língua no meu cuzinho, me fazendo viajar às nuvens.
Depois de lambuzar todo o meu cú, ele se levanta, e tenta enfiar a rola.
_Ai...ai...assim dói...já faz tempo, tá fechadinho. Falei choramingando.
_Vou passar mais saliva. Disse ele.
_Não espera...
Abri a geladeira, e dei o pote de margarina para ele. Depois de untar meu anelzinho, ele volta a forçar, e agora obtém sucesso, meu cuzinho vai se abrindo, e agasalha sua rola.
Como um animal, ele mete sem me dar trégua.
Sabendo que meu vô estava desmaiado na cama, eu gemia alto, doido de tesão. Bastaram algumas estocadas e eu já estava gozando, mas ele não parou, continuou socando sem parar.
_Viadinho gostoso do caralho...era disso que estava precisando...não era?
_Ahhh...era...era...vai mete...mete sem parar...
_Ahhh...putinho safado...fica usando essas roupinhas...é você que está deixando seu vô doido. Safadinho...toma...toma...tomaaaaahhh...
O homem me agarrou, e começou a despejar sua porra dentro de mim.
_Ahhhh...delícia de cuzinho...ahhh...vem cá... agora limpa minha rola...
Acabei deixando o pau dele duro de novo.
_Caramba....Minhas pernas estão doendo, senão ia foder mais um pouquinho esse seu cuzinho...
Ainda querendo mais, não tive dúvidas, chamei ele para ir até o quarto, que dividia com meu irmão.
De quatro, na cama, ele soca o sarrafo no meu rabo. Ainda sentei e cavalguei na rola. Cheguei a gozar mais uma vez, quando então, ele me virou de bruços, e socou até gozar. Nessa hora, ele virou meu rosto de lado, e me tascou um beijo... de lingua.
_Porra...fazia um tempinho que não comia um cuzinho...a mulher não aguenta minha rola.... ahhh, e se não fosse casado, ia pedir para você ir lá em casa de vez em quando...ahhh...dá hora... olha só....tô todo suado...
Com cara de felicidade, o homem saiu de cima de mim, e voltamos para a cozinha, para pegar nossas roupas.
Ele ainda tomou mais um copo de vinho, e conversamos um pouco, ele disse que se chamava Amilton, e tinha 49 anos.
Enquanto bebia e conversava comigo, ele apalpava e apertava minha bunda, não cheguei a colocar a roupa, eu fiquei o tempo todo pelado, tinha que tomar banho, meu cú não parava de vazar porra.
_É garotão...gostei desse seu rabinho. Disse ele, tomando o último gole de vinho, e apertando minha bundinha.
Quando já estava de saída, Amilton falou:
_Cuidado para não matar seu avô viu...ele já está velhinho kkkkk...
Acabei rindo também.
Amilton se foi, e eu fui tomar um banho.
Sai do banho, e fui ver se estava tudo bem com meu avô. Ele ainda estava desmaiado na cama.
Resolvi matar minha curiosidade, tirei sua calça, com cuidado, e em seguida, abaixei sua cueca.
É...estava bem mole, mas dava para ver que tinha um belo tamanho, e era bem grossa.
Mesmo com cheiro de suor, abocanhei, e mamei um pouquinho.
Como minha mãe já estava para chegar, resolvi parar por ali....

Comentários (2)

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  • P Cunha: Delícia de conto , adoro dá meu cu pra um bem grande e grossa

    Responder↴ • uid:gsuz4jmm3
  • Miguel: Não vou fala nada mas vc Quer ver nos implora pra vc iniciar o Gustavo. Vc sabe alguém já brincou com ele. Então conte como foi

    Responder↴ • uid:muiqqds8l