#Incesto #Teen

De tanto me cuidar, meu irmão me comeu (Parte 2)+final inesperado!

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Carlos Moya

Os meses que se seguiram àquele dia que meu irmão me comeu na cozinha da chácara , transformaram nossa relação em algo irreversível. O que começou como um segredo tímido e carregado de culpa evoluiu para um vício voraz, quase animal. O medo dos nossos pais continuava presente — como uma sombra constante —, mas, em vez de nos deter, alimentava uma adrenalina doentia que tornava cada encontro mais intenso. Rodrigo e eu desenvolvemos uma cumplicidade silenciosa e perigosa: um olhar atravessado na mesa do jantar, um toque “acidental” no corredor, um sussurro rouco quando ninguém estava por perto.
O pudor evaporou completamente.
Certa manhã, nossa mãe e nosso pai estavam na cozinha conversando e bebendo café, discutindo sobre reformas na chácara. Eu passava pela sala com um cesto de roupas quando Rodrigo surgiu atrás de mim como um predador. Sem dizer uma palavra, ele me encostou no braço do sofá, levantou minha saia e puxou minha calcinha até os joelhos. Seu pau grosso já estava duro, roçando minha buceta molhada.
— Nossos pais estão ali… — sussurrei, o coração disparado, o terror misturado ao tesão insano.
— Então não faz barulho, irmã — respondeu ele, enfiando devagar na minha buceta quente e molhada.
Ele me fodeu de pé, com estocadas curtas e profundas, uma mão apertando minha bunda , a outra tapando minha boca. O som abafado da conversa entre nossos pais chegava até nós. Cada vez que mamãe ria de algo que papai dizia, Rodrigo metia mais forte, como se o risco o excitasse ainda mais. Senti o orgasmo vir rápido. Apertei o sofá com força, gemendo com a bunda empinada enquanto gozava, minha buceta contraindo e apertando o pau do meu irmão. Segundos depois, ele gozou dentro de mim, enchendo-me de leite quente. Saí dali com as pernas bambas, o sêmen escorrendo pela buceta enquanto ajudava mamãe a arrumar a mesa.
A culpa chegava sempre depois. À noite eu rezava baixinho, pedindo perdão a Deus, mas o corpo traía a alma. No dia seguinte, repetíamos.
O galpão de ferramentas virou nosso refúgio predileto para sessões mais brutas. Uma tarde, enquanto papai consertava a cerca nos fundos da propriedade, Rodrigo me arrastou para dentro. Mal fechei a porta e ele já me jogou sobre os sacos de milho, abaixou minha calça até os joelhos , me posicionou de 4 abriu minha bunda e meteu a língua na minha buceta tirando de mim um gemido abafado na sequência cuspiu no meu cu e foi enfiado até me abrir completamente como ele adorava fazer.
— Silêncio, Ana… ou nosso pai vai ouvir você levando no rabo do teu próprio irmão — grunhia ele, enquanto metia fundo.
Eu gemia alto, incapaz de me controlar. Papai realmente ouviu algo estranho. Quando saímos do galpão, eu com os cabelos cacheados desgrenhados, rosto corado, suor escorrendo pelo decote e caminhando com dificuldade, ele nos encarou desconfiado.
— Que demora foi essa? E por que você tá nesse estado, menina?
— Estava… ajudando Rodrigo a organizar as ferramentas — respondi, voz falhando.
O olhar de papai demorou um segundo a mais. A desconfiança começava a crescer.
Nos fundos da chácara, o bambuzal denso nos escondia do mundo. Ali, Rodrigo me fodia sem limites. De quatro no chão, ele alternava entre minha boceta encharcada e meu cu, metendo com força, puxando meus cabelos cacheados como rédea. Eu gozava repetidamente, gemendo como uma égua no cio, enquanto ele me chamava de “puta do irmão”. Depois eu ajoelhava, chupava o pau dele e engolia cada gota.
A ousadia atingiu níveis insanos. Certa noite, com nossos pais dormindo, Rodrigo me levou para a porta do quarto deles, que estava entreaberta. Ele me fez encostar no marco da porta, me deixou pelada da cintura para baixo e me comeu em pé mesmo, tapando minha boca no escuro, enquanto me penetrava. O risco de acordá-los tornava tudo absurdamente excitante. Gozei tão forte que meu corpo estremeceu.
Com o passar dos dias e semanas, nossa mãe, que não era tola, começou a reparar nas marcas roxas que eu tentava esconder, no jeito como eu andava depois das nossas fodas incestuosas, nos olhares carregados entre eu e Rodrigo. “Vocês dois estão estranhos… muito próximos”, comentou uma noite durante o jantar, a voz carregada de suspeita.
Mesmo assim, não parávamos. A adrenalina da possibilidade de sermos descobertos nos viciava ainda mais.
Meses depois, em uma tarde chuvosa, o inevitável aconteceu.
Estávamos no estábulo, o cheiro de feno úmido e cavalos misturando-se ao odor de sexo. Rodrigo me colocou de quatro sobre uma manta velha estendida no chão, a saia levantada até a cintura e a calcinha jogada de lado. Ele se ajoelhou atrás de mim, abriu minha bunda com as mãos fortes e mergulhou o rosto entre minhas coxas. Sua língua quente e ávida percorria minha boceta encharcada, lambendo meu clitóris inchado , penetrando-me com movimentos firmes enquanto eu empinava o quadril, gemendo baixinho.
— Rodrigo…mais.. mais — supliquei, tremendo de prazer.
Ele chupava e lambia com devoção, o som molhado ecoando levemente no estábulo silencioso. Eu estava prestes a gozar quando ouvimos o rangido da porta de madeira.
Papai estava parado na entrada, imóvel, os olhos fixos na cena. Ele via tudo de perto: a língua do filho enterrada na buceta da filha, meus lábios molhados brilhando de saliva e excitação, meu corpo arqueado em posição de quatro, os seios pesados balançando a cada respiração ofegante.
O pânico nos paralisou. Rodrigo ergueu o rosto, o queixo molhado, enquanto eu tentava me cobrir inutilmente. O silêncio foi cortante, quebrado apenas pelo som da chuva forte no telhado.
Papai fechou a porta atrás de si lentamente. Seu rosto estava rígido, uma mistura visível de choque, raiva e algo mais sombrio. Ele se aproximou alguns passos, o olhar descendo diretamente para minha intimidade exposta e brilhante.
— Vocês… meus próprios filhos… — murmurou, a voz grave e rouca. — Aqui, como animais.
Rodrigo tentou gaguejar uma explicação, mas papai ergueu a mão, interrompendo-o. Ele respirou fundo, visivelmente excitado apesar da fúria contida. Permaneceu em silêncio por longos segundos, observando a cena de perto.
— Isso não pode continuar assim — disse finalmente, com autoridade. — Vocês são irmãos de sangue. Isso é errado. Perigoso. Se alguém descobrir…
Ele parou, passando a mão pelo rosto. Em vez de nos expulsar ou agredir, aproximou-se mais um passo e tocou meus cabelos cacheados molhados de suor, um gesto firme.
— Mas eu sei como é o sangue quente nesta família. Eu e sua mãe também já passamos por coisas que ninguém deveria saber. Terminem o que começaram . Mas isso acaba aqui. Daqui para frente, vocês vão ser discretos. Muito discretos. Se eu flagrar de novo, as consequências serão diferentes.
Papai deu um último olhar demorado para meu corpo exposto antes de sair do estábulo, deixando a porta entreaberta.
Dois dias depois, Rodrigo acompanhou nossa mãe até a cidade para fazer compras no armazém, ficando somente eu e papai no sítio. A tensão pairava no ar desde o flagrante. Pela manhã, ele me chamou com voz firme:
— Ana, venha aqui. Precisamos conversar. No estábulo. Agora.
Meu coração acelerou. Obedeci e o segui até o estábulo, onde os cavalos reprodutores relinchavam e batiam os cascos, agitados pelo cheiro forte de cio no ambiente. Papai fechou a porta pesada e trancou-a. O local estava quente, com o odor característico dos animais em reprodução misturando-se à nossa respiração pesada.
Ele se virou para mim, o olhar intenso.
— Você acha que eu não vi o que vi? — perguntou, aproximando-se. — Minha filha, de quatro, oferecendo a buceta para o irmão como uma égua no cio.
Antes que eu pudesse responder, ele me pressionou contra a parede de madeira, uma mão forte segurando meu queixo, a outra descendo diretamente para minha saia. Seus dedos grossos afastaram minha calcinha e tocaram minha buceta, que já estava molhada apesar do medo.
— Olha só como você fica molhada… igual às éguas lá fora — murmurou ele, a voz rouca de desejo. — O sangue desta família é quente demais.
Sem mais palavras, papai me virou de costas, levantou minha saia até a cintura e puxou minha calcinha para baixo. Ouvi o som do cinto e da calça dele caindo. Seu pau, mais grosso e veioso que o do Rodrigo, roçou minha entrada encharcada. Com uma estocada firme e profunda, ele me penetrou completamente, gemendo alto enquanto segurava meus quadris.
— Ahh , filha … tão apertada — grunhiu, começando a meter com força ritmada.
Os cavalos reprodutores relinchavam ao nosso redor, como se acompanhassem o ato. Papai me fodia com autoridade, uma mão apertando minha bunda , a outra puxando meus cabelos . Cada estocada era profunda e possessiva, batendo fundo em minha buceta molhada. Eu gemia alto, incapaz de conter o prazer proibido, o corpo traindo qualquer resquício de vergonha.
Ele me virou de frente, levantou uma de minhas pernas e voltou a me penetrar, olhando nos meus olhos enquanto metia.
— Daqui pra frente, isso fica entre nós mocinha — disse ele, acelerando o ritmo. — Quando sua mãe e seu irmão saírem, você vem pro estábulo. Entendeu?
Com um gemido rouco, papai gozou dentro de mim, enchendo minha buceta com jatos quentes e abundantes. Meu próprio orgasmo veio logo em seguida, contraindo forte ao redor do pau dele.
Ofegantes, permanecemos unidos por alguns instantes. Papai beijou minha testa com firmeza e sussurrou:
— Agora vista-se. E lembre-se: discrição total.
A partir daquele dia, o segredo na chácara se tornou ainda mais profundo e perigoso. O que começou entre irmãos agora envolvia também o olhar — e o corpo — do pai, transformando o proibido em um vício familiar silencioso e compulsivo.

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