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O Amante Negão E O Filhinho Da Patroa

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Escriba-T-JC

Negão grande e forte, amante da mãe, estoura o cuzinho do filhinho dela, dentro do depósito do sítio. O moleque geme muito na pica grande e preta.

Meu nome é Luiz, mas todos me chamam de Luizão, devido ao meu tamanho e anatomia, se é que vocês me entendem. Moro numa cidade pequena, nos arredores da capital. Cultivo flores e faço um trabalho como jardineiro, na casa de campo de uma empresária do ramo de cosméticos, Dona Silvia, onde meu amigo João Paulo trabalha como caseiro.
Eu já falei aqui em contos anteriores como eu fodi o Raulzinho, um moleque pequenininho e muito safado, filho dessa minha patroa.
Contei como o moleque tem uma relação estranha com a mãe, uma coisa meio agressiva e com tom de revolta juvenil. Também falei como ele sempre se refere aos namorados da mãe como: os machos dela.
Quem quiser saber mais detalhes pode ler os contos anteriores, onde eu narro minha primeira foda com o moleque e também o dia em que eu estourei o rabinho dele, juntamente com o tio dele e mais dois amigos do mesmo.
Mas o que venho contar aqui hoje é uma experiência nova que eu tive, ao observar uns acontecimentos na casa dessa minha patroa.
Depois da suruba, onde nós fodemos o moleque, eles ficaram mais cinco dias na casa e depois foram de volta para a capital, pois o tio do moleque tinha uns compromissos. O Raulzinho até queria ficar na casa sozinho, pois estava de férias escolares, mas o tio resolveu levá-lo junto, dizendo que ele era responsável por ele e que a irmã poderia não gostar dele deixá-lo sozinho na casa. Acho que o moleque estava a fim de ficar sozinho para cair na putaria comigo e com o meu amigo João Paulo, caseiro do local.
Passaram-se uns vinte dias e o João Paulo chegou em minha casa já no final da tarde, me pedindo para ir no outro dia cedo para a casa, pois a dona Silvia tinha ligado e estava indo pra lá com visita, então ele queria que eu desse uma caprichada no jardim e nas plantas da residência, pois ela era muito exigente e sempre teve um xodó imenso com o jardim e suas plantas.
No outro dia eu estava lá cedo, trabalhei muito, deixei tudo muito bem arrumado, até colhi umas rosas especiais e fiz um arranjo bonito para colocar na entrada principal, como ela sempre gostava.
Estava já indo embora, final de tarde, quando ouvi o barulho de um carro entrando pelo portão lateral e a voz do João Paulo, cumprimentando a patroa.
Ela me encontrou na varanda da frente da casa, olhou tudo com aquela cara sempre muito séria, balançou a cabeça afirmativamente e logo falou:
— Muito bem Luiz! Como sempre as flores estão lindíssimas e o jardim bem cuidado. Amanhã darei uma volta pelo terreno para ver como está tudo por aqui. Agora preciso tomar um banho e descansar um pouco.
Eu dei passagem para o João Paulo, que carregava umas bolsas e logo vi, atrás dele, um homem muito alto, negro, forte, de mais ou menos uns trinta e cinco anos. Bem mais atrás dele, com uma cara de poucos amigos, estava o Raulzinho. Com certeza entediado por ter que acompanhar a mãe nessa pequena estadia. Ele me olhou, deu uma piscadinha de olho e passou a língua nos lábios, provocantemente. Mesmo irritado o moleque se comportava como uma putinha.
No dia seguinte eu estava novamente no jardim, fazendo algumas mudas e cuidando de algumas coisas, quando o moleque se aproximou e já foi puxando assunto:
— Fala macho! Tudo bem contigo? E esse pauzão gostoso, como está? – O moleque disse isso sorrindo, ao ver minha cara de reprovação.
— Você tá louco, moleque? Olha como você fala. Já pensou se tua mãe ouve uma coisa dessas? – Eu falei olhando para os lados, como se pudesse ser ouvido.
— Relaxa Luizão. Ela ainda está lá no quarto com o macho dela. – Ele falou com seu jeito rebelde característico.
— Eu achei que aquele moço fosse o motorista dela. Eu vi que ele veio dirigindo. – Eu falei.
— Ela diz pra todo mundo que é funcionário dela, que é motorista, mas aqui escondido nesse fim de mundo, ela o coloca na cama dela. É mais um macho que ela tem.
— Você precisa ter mais respeito por sua mãe, Raulzinho. Ela é nova, bonitona, precisa viver a vida dela em paz. – Eu falei tentando acalmá-lo.
— Se ela quer tanto um homem ao lado, devia escolher um e se casar. Não ficar trocando de macho como quem troca de roupa. – Ele retrucou. Eu vi de longe Dona Sílvia vindo em nossa direção e dei um toque para o Raulzinho. Ele ficou por ali fingindo olhar o jardim e logo ela se aproximou com o rapaz. Ficou examinando tudo e ele parecia meio entediado.
Ela falou que estava tudo bem, que estava gostando muito do meu trabalho. Que eu parecia realmente ter muito amor pelas plantas. Em seguida se dirigiu ao Raulzinho:
— Meu filho desfaça essa cara de mau humor. Eu sei que você queria ter ficando na cidade com o seu tio, mas eu queria ter sua companhia por um tempinho. A gente quase nunca fica juntos. – Ela falou.
— E a culpa é de quem, por a gente não ficar mais tempo juntos? – Ele retrucou, fazendo uma cara de deboche.
Nessa hora eu vi a cara do rapaz negro, olhando para a conversa dos dois, com uma expressão de quem já tinha presenciado aqueles atritos entre mãe e filho. Ele olhou de uma maneira diferente para o Raulzinho, que o olhou com o canto do olho. Acho que os dois já tinham tido algum contato anterior. Parecia olhares de reprovação de ambos os lados.
— Tá bom meu filho! Não vamos falar sobre isso agora. Eu estou aqui para passar momentos agradáveis com você e o Renan.
— Tá bom! Você que começou esse papo. Eu vou dar umas voltas pelo terreno. Vou ver o pomar lá atrás. – Ele falou, olhando para a mãe.
— Ótimo filho! Faça isso. Aproveita e leva o Renan junto. Mostra a propriedade pra ele, ele ainda não conhece tudo.
O moleque olhou com uma cara de tédio para o negão e foi saindo em direção aos fundos do terreno, uma área grande e distante da casa, onde tinham várias árvores frutíferas, o cara o acompanhou e Dona Sílvia ficou conversando mais um pouco comigo. Depois disse que ia resolver umas coisas dentro de casa.
Eu continuei meu trabalho e vi que uma das roseiras estava com uns galhos meio caídos e seria bom podar, para que elas ficassem mais viçosas.
Lembrei-me de que não tinha pego a tesoura grande para poda de árvores e desci em direção ao pomar, onde tinha uma edícula pequena, que a gente usava como depósito de tudo. Ferramentas, material de jardinagem, compras para o terreno, ração. Eu e o João Paulo, guardávamos tudo lá na casinha.
Fui descendo em direção à casinha e, ao me aproximar do local, eu ouvi vozes sussurrando. Logo imaginei que só poderia ser o moleque e o negão conversando. Tanto lugar para mostrar e o moleque levou o cara para a edícula, eu pensei comigo.
Fui me aproximando mais um pouco e logo comecei a ouvir melhor o que se falava ali dentro:
— Chupa putinho safado! Chupa o pau do negão. O pau do macho de tua mãe. Eu sei que essa tua birra é ciúmes. Putinho safado.
Ouvindo isso, eu me aproximei pela lateral e olhei pela janela minúscula que ficava sempre entreaberta, para ventilar o interior do local.
O negão estava com a bermuda aberta e arriada até o meio das coxas. O moleque, ajoelhado à sua frente, mamava aquela vara negra descomunal. O moleque chupava e engolia tudo com aquela boquinha que eu bem sabia como era ágil para mamar uma pica.
Meu pau ficou duro na hora e eu fiquei ali olhando. Nunca fui um cara de praticar o voyeurismo, mas era impossível não se excitar vendo aquele moleque minúsculo, encarando aquele pauzão preto. Minha vontade era entrar ali e participar de tudo, mas achei melhor ficar observando e bater uma punheta gostosa, vendo a cena.
Depois de muito mamar a vara do negão, o moleque foi puxado por ele e empurrado de encontro a uma bancada grande de madeira, onde tinha uns sacos de ração em cima. O negão abaixou o calção do moleque bruscamente e a bundinha dele ficou à mostra.
— Calma putão, eu nem sei se estou preparado pra levar esse pauzão. – O moleque gemeu manhoso.
— Calma é o caralho, moleque puto. Você já nasceu pronto pra levar rola. Eu já estourei o teu cabaço quando tu era mais novo e sei o que você gosta.
— Você devia ter vergonha nessa cara. Fode minha mãe e ainda come meu cuzinho. Putão. – O moleque falou, fingindo revolta.
— Vocês são igualzinhos, duas putas. Como a boceta da mãe e estouro o cuzinho do filhinho. Sei que você gosta de ser a putinha do macho da mamãe. Abre esse cu, putinho!
Eu fiquei em êxtase ao descobrir que tinha sido o macho negão da mãe, que tinha arrebentado o cabaço do moleque.
Raulzinho obedeceu ao negão e abriu as bandas da bunda com as duas mãos. O negão se abaixou e deu uma linguada no buraquinho, fazendo o moleque gemer alto. Deu uma cuspida no cuzinho, pincelou o pauzão na entradinha e foi empurrando. O moleque gemia, fazia cara de dor e abria mais o buraco para receber o varão dentro.
De onde eu estava eu pude ver aquele tronco de nervos pretos sumir dentro do buraco do moleque. Meu pau estava pingando de tesão.
— Ah meu cuzinho, seu putão! Tá me arrombando! Ah caralho!
— Isso minha putinha! Geme na vara do teu negão. Molequinho mimado do caralho. Toma rola no cu, pra aprender. – Negão falava isso e estourava as pregas do moleque com estocadas fortes. Parecia que queria destruir o putinho. Raulzinho gemia e empinava a bundinha, recebendo a vara do macho, lá no fundo do cuzinho.
Depois de muito meter no cuzinho do moleque naquela posição, o negão o colocou ajoelhado no chão.
— Agora vou gozar na tua cara, moleque. Pra você aprender quem é o dono do teu cu. Lembrar de quem estourou teu cabaço. Vai levar leite de negão nessa carinha de bebê.
Eu ouvi aquilo e não aguentei, espirrei vários jatos de porra ali mesmo na parede da casinha, enquanto o urro do negão soou forte, lavando a cara do moleque com um leite farto e grosso. O moleque lambeu a cabeça do pau, tirando o restante do leite que ainda pingava e também gozou gostoso, ajoelhado aos pés do macho.
Eu já estava novamente no jardim, disfarçando no meu trabalho, quando os dois passaram cinicamente em direção à casa. O moleque andava com dificuldade e estava com os cabelos molhados, deve ter se lavado lá no pomar, para tirar os vestígios da porra do macho da mãe dele.

*****

Atendendo a alguns pedidos. Trouxe o Raulzinho de volta para mais uma aventura com um macho potente.
Espero que vocês tenham gostado.
Não deixe de votar e comentar, para eu saber o que acharam.
Abraços a todos!!!

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