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A nova realidade que mudou o mundo parte 139 - A grande família

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AnãoJediManco

Naquela mesma noite, depois que mamãe adormeceu exausta em meus braços, eu não consegui dormir. Meu corpo ainda latejava de excitação com tudo que havíamos conversado. Eu precisava saber mais sobre as gêmeas. Consegui convencer uma das negras de guarda a me dar informações em troca de eu lamber sua buceta por quase uma hora. O que ela me contou fez meu clitóris pulsar de forma quase dolorosa.
Clara e Luísa tinham chegado à fazenda de treinamento apenas quatro dias antes da rebelião tomar a cidade. Elas ainda não haviam sido completamente quebradas, mas o treinamento já havia começado.
As gêmeas foram colocadas em uma baia especial, separada das outras novatas. Duas loiras idênticas, virgens, pele clara, olhos verdes, corpos delicados e quase intocados. O treinador principal, um homem chamado Viktor, decidiu que elas seriam treinadas juntas para maximizar o impacto psicológico.
No primeiro dia, elas foram amarradas lado a lado, de joelhos, nuas. Viktor as fez assistir enquanto outras escravas eram fodidas brutalmente. Depois, ele colocou vibradores fortes nos clitóris delas e os ligou no nível mais baixo, e quando elas se aproximavam do orgasmo, o vibrador desligava, sem permitir que gozassem. As gêmeas ficaram horas assim, gemendo, tremendo, implorando, enquanto viam mulheres sendo destruídas na frente delas.
No segundo dia, ele as fez se beijarem. Primeiro com vergonha, depois com desespero. Forçou as duas a enfiarem a língua na boca uma da outra enquanto ele as dedava no cu, bem devagar. Quando elas começaram a molhar o chão, ele parou. Não deixou que gozassem.
No terceiro dia, o treinamento ficou mais pesado. Viktor trouxe dois paus de borracha grossos. Fez Clara chupar um enquanto Luísa era obrigada a assistir, depois trocou. Em seguida, ele as colocou de quatro, lado a lado, bundas empinadas. Então ele ordenou que duas negras lambessem a buceta e o cu virgem das duas, e quando elas estavam perto de gozar, a coleira da negra dava um forte choque, causando dor em todas elas, as duas gêmeas choravam e gemiam, olhando uma para a outra, enquanto Viktor ria do desespero delas sem conseguir controlar seu próprio corpo. Ele não as deixou gozar nenhuma vez.
No quarto dia, o dia antes da rebelião chegar à fazenda, ele as colocou em uma posição ainda mais humilhante, sentadas uma de frente para a outra, pernas entrelaçadas, bucetas coladas. Amarrou-as nessa posição e colocou um vibrador duplo entre elas, vibrando contra os dois clitóris ao mesmo tempo. Forçou-as a se beijarem e esfregarem as bucetas uma contra a outra por horas, sem poderem gozar. Clara e Luísa estavam quase enlouquecidas de tesão e vergonha quando a rebelião chegou.
Enquanto a negra me contava tudo isso, eu estava de quatro lambendo a buceta dela, mas minha mente estava longe. Eu imaginava as cenas. Imaginava as gêmeas, idênticas, chorando, molhadas, virgens sendo abertas pela primeira vez. Imaginava elas se esfregando, se beijando, desesperadas para gozar. Minha buceta estava encharcada. Quando a negra gozou na minha boca, eu gozei junto só de imaginar.
Voltei para a cama tremendo de excitação, e mamãe ainda dormia. Eu me deitei ao lado dela e enfiei a mão entre minhas pernas, me masturbando devagar enquanto sussurrava para mim mesma: Eu vou encontrar vocês duas… vou terminar o que começaram com vocês. Vou fazer vocês gozarem pela primeira vez na vida… depois vou fazer vocês me chuparem juntas. Eu gozei forte, mordendo o ombro para não gemer alto.
A negra continuou contando o que viu na fazenda.
Vovó se chamava Helena, tinha 58 anos, mas ainda era uma mulher impressionante, corpo cheio, seios grandes e pesados, quadris largos, cabelo branco longo e pele clara. Quando chegou à fazenda de treinamento, Viktor decidiu que ela seria um caso especial, uma avó sendo quebrada na frente das netas. O treinamento dela começou no mesmo dia.
Eles a deixaram nua no centro da baia, amarrada de pé, braços abertos. Viktor trouxe Clara e Luísa, ainda vestidas, e as fez assistir enquanto ele e dois ajudantes chupavam e apertavam os seios da avó. Eles mordiam os mamilos dela até ficarem roxos, esticavam, batiam. Vovó chorava de vergonha, especialmente porque as netas estavam vendo. Depois, Viktor a fez abrir as pernas e enfiou três dedos nela sem qualquer preparação, fodendo-a enquanto dizia: Olha só como a vovó ainda fica molhada… que puta velha.
Eles a colocaram de quatro, ao lado das gêmeas. Viktor trouxe um enorme pau de borracha preto e fez as netas segurarem a bunda da avó aberta enquanto ele enfiava o brinquedo inteiro no cu dela. Vovó gritou, o corpo tremendo. As gêmeas foram obrigadas a lamber as lágrimas da avó enquanto Viktor fodia o cu dela com força. Quando ele terminou, fez Helena lamber o suco do próprio cu do pau de borracha na frente das netas.
Depois Viktor decidiu humilhá-la de forma completa. Amarrou Helena de costas, pernas bem abertas, e colocou um espelho grande na frente dela. Depois, trouxe Clara e Luísa e as fez lamber a buceta e o cu da avó ao mesmo tempo. As gêmeas choravam de vergonha, mas obedeciam. Enquanto isso, Viktor enfiava os dedos na avó e dizia: Olha no espelho, Helena. Olha suas netas chupando sua buceta velha e seu cu. Isso é o que você é agora.
Ele não deixou ninguém gozar. Deixou as três no limite por horas, desesperadas, molhadas, implorando.
Então ele trouxe um cavalo de treinamento, um aparelho de madeira com um dildo enorme. Amarrou Helena nele, empalada profundamente na buceta, e deixou o aparelho vibrando em potência média. Depois, fez as gêmeas ficarem de joelhos, uma de cada lado, lambendo os seios da avó enquanto ela era fodida pela máquina. Vovó gozou várias vezes, contra a vontade, gritando de vergonha e prazer, o corpo tremendo violentamente enquanto as netas assistiam.
Quando a rebelião chegou à fazenda, vovó já estava quase quebrada. Seu olhar estava vazio, os mamilos inchados, a buceta e o cu vermelhos e sensíveis. Mas ela ainda não havia sido completamente adestrada, ainda não tinha sido obrigada a chupar paus de estranhos nem a ser usada publicamente.
Enquanto a negra terminava de contar, eu estava de quatro, com a buceta virada para a negra, me tocando, e torcendo para ela me chupar.
Eu imaginava vovó Helena, aquela mulher elegante que me dava bolo de chocolate quando eu era criança, nua, amarrada, sendo fodida por máquinas enquanto minhas primas lambiam seus seios. Imaginava o olhar dela quando gozava contra a vontade na frente das netas. Minha buceta estava encharcada novamente.
Mamãe acordou e me olhou, preocupada: Julie… o que foi? Eu me deitei ao lado dela, encostei meus lábios em seu ouvido e sussurrei, excitada: A vovó… eles fizeram coisas horríveis com ela, mamãe. Fizeram as gêmeas lamberem a buceta dela… fizeram-na gozar na frente delas. E eu… eu não consigo parar de imaginar nós cinco juntas agora.
Ela ficou em silêncio por um momento. Depois, com a voz rouca, perguntou: E o que você quer fazer quando encontrá-las?
Eu sorri no escuro, passando a mão entre as pernas da minha mãe: Quero que a vovó me chupe enquanto eu faço as gêmeas gozarem. Quero que a gente vire uma família de verdade… do jeito mais sujo possível.
Mamãe gemeu baixinho quando enfiei dois dedos nela. E pela primeira vez, eu senti que ela também estava imaginando. Nossa família estava prestes a se reencontrar, e eu mal podia esperar para corrompê-la completamente.
Minha mãe voltou a dormir, e eu continuei excitada.
Eu não aguentava mais, depois de ouvir tudo sobre vovó e as gêmeas, meu corpo estava em chamas. Minha buceta latejava, pingando, o clitóris tão inchado que doía. Eu tremia inteira, os mamilos duros, a mente completamente tomada por imagens sujas.
A negra que me vigiava, a mesma que eu havia lambido mais cedo, estava encostada na parede, olhando para mim com desprezo e um leve sorriso cruel. Eu me arrastei até ela de quatro, desesperada, e encostei o rosto em suas coxas grossas: Por favor… minha voz saiu rouca, quase um gemido. Por favor, me chupa… Eu preciso… eu tô louca…
Ela riu baixo, segurando meu cabelo com força: Olha só para você… a putinha traidora implorando para uma negra chupar sua bucetinha loira.
Eu assenti, esfregando o rosto na coxa dela como uma cadela: Por favor… eu faço qualquer coisa… só me chupa…
Ela me puxou pelos cabelos, me jogou contra a parede e se ajoelhou na minha frente. Abriu minhas pernas com brutalidade e olhou para minha buceta encharcada, inchada, brilhando: Que vadia molhada…
E então ela desceu a boca. Foi selvagem, quente, molhada. Sua língua grossa lambeu minha buceta inteira, de baixo para cima, devagar, saboreando. Ela chupou meus lábios, enfiou a língua bem fundo dentro de mim, depois subiu e prendeu meu clitóris entre os lábios, sugando com força. Eu gritei. Minhas mãos foram direto para a cabeça dela, puxando seu cabelo crespo enquanto eu rebolava contra sua boca. Ela chupava com fome, gemendo contra minha carne, a língua vibrando no meu ponto mais sensível. Dois dedos grossos entraram em mim, fodendo com força enquanto ela sugava meu clitóris sem parar: Assim… por favor… não para…
Eu estava delirando, o prazer subia rápido, violento, minhas pernas tremiam, minha barriga contraía. Eu sentia o orgasmo vindo como uma onda gigantesca. Quando ele explodiu, foi o mais forte da minha vida.
Meu corpo inteiro convulsionou. Eu gritei, um grito rouco, animal, enquanto jorrava na boca dela. Meu esguicho foi forte, quente, molhando o rosto dela. Meus olhos reviraram, minha boca ficou aberta, baba escorrendo. E foi nesse momento que ela mordeu.
Seus dentes cravaram com força no meu clitóris, apertando, rasgando levemente enquanto eu ainda gozava. A dor e o prazer se misturaram de forma insana. Eu perdi completamente o juízo: AAAAAH! CARALHO! MORDAAAAA!
Meu corpo inteiro se debateu como se eu estivesse tendo um ataque. Eu gritei, gemi, uivei como um animal no cio. Meus quadris se sacudiam descontroladamente contra a boca dela, meu esguicho continuava jorrando, misturado com lágrimas. Meus olhos reviravam, a visão ficava branca, a boca aberta num grito silencioso enquanto ondas e ondas de prazer insuportável rasgavam meu corpo.
Eu me tornei uma coisa selvagem. Gemendo, babando, rebolando desesperada contra a boca dela mesmo com a dor da mordida. Meu clitóris latejava entre os dentes dela, enviando choques elétricos de agonia e êxtase pelo meu corpo inteiro. Eu gozei de novo, ainda mais forte, o corpo convulsionando violentamente, urinando um pouco de tanto prazer.
Quando ela finalmente soltou meu clitóris, eu desabei no chão, tremendo incontrolavelmente, os olhos revirados, a boca aberta, baba escorrendo, gemendo como uma cadela no cio: Mais… por favor… mais…
Eu mal conseguia falar, meu corpo não obedecia mais, eu só queria gozar, só queria ser destruída. A negra limpou a boca, olhando para mim com satisfação cruel: Agora sim você parece uma puta de verdade.
Eu fiquei ali, no chão, tremendo, a buceta pulsando, o clitóris latejando dolorosamente, completamente quebrada de prazer.
Eu ainda tremia no chão, o corpo convulsionando, o clitóris latejando dolorosamente da mordida. Meu gozo escorria pelas coxas, a respiração entrecortada. Quando consegui focar o olhar, virei a cabeça para o canto da cama. E lá estava ela, mamãe, estava encostada na parede, as pernas bem abertas, a túnica levantada até a cintura. Uma mão apertava freneticamente um dos seios grandes e pesados, enquanto a outra esfregava desesperada entre as pernas. Seus olhos estavam vidrados, a boca aberta, gemendo baixinho. E então eu vi que dos mamilos dela, grossos e duros, pingavam gotas brancas de leite. Devagar, pesadas, escorrendo pela pele clara. Os hormônios da fazenda de reprodução ainda faziam efeito. Seus seios estavam inchados, sensíveis, cheios.
Eu sorri, mesmo exausta. Mandei um beijo lento para ela, lambendo meus próprios lábios e então me arrastei até ela como uma cadela no cio: Deixa-me te ajudar, mamãe…
Eu afastei a mão dela com delicadeza e enfiei o rosto entre suas pernas. Sua buceta estava encharcada, quente, brilhando. Eu lambi devagar primeiro, saboreando o gosto dela, depois chupei com mais fome, enfiando a língua bem fundo enquanto meus dedos apertavam seus seios, fazendo mais leite escorrer.
Ela gemeu alto, segurando minha cabeça com as duas mãos. Foi nesse momento que a negra se aproximou por trás dela. Sem dizer nada, ela se ajoelhou atrás de mamãe, abriu as nádegas dela com as mãos grandes e fortes e passou a língua quente e molhada direto no cuzinho dela. Circulou devagar, lambendo, pressionando a ponta da língua contra o anel apertado. Mamãe perdeu o controle: AI, MEU DEUS…!
Seu corpo inteiro se arqueou. Ela apertou minha cabeça contra sua buceta enquanto rebolava, esfregando-se na minha boca. Eu chupava seu clitóris, ou o que restava dele, uma cicatriz que ainda tinha sensibilidade, enfiava dois dedos nela, fodendo com força enquanto a negra enfiava a língua mais fundo no cu dela. Caroline gozou como uma louca.
Um orgasmo violento, longo, quase doloroso. Ela gritou, o corpo convulsionando, os seios balançando, leite jorrando dos mamilos enquanto eu chupava. Sua buceta pulsava forte contra minha boca, esguichando um gozo quente e abundante que escorreu pelo meu queixo e pescoço. Ao mesmo tempo, o cuzinho dela apertava a língua da negra, que continuava lambendo sem piedade: Cadela maldita… rosnou a negra contra o cu da minha mãe, a voz rouca. Goza na boca da sua própria filha, sua puta velha…
Mamãe gritou mais alto, o corpo inteiro tremendo incontrolavelmente. Outro jorro forte molhou meu rosto. Ela apertava meus cabelos com tanta força que doía, mas eu não parei. Continuei chupando, bebendo tudo, enquanto a negra lambia o cu dela sem parar.
Quando finalmente terminou, ela desabou contra a parede, ofegante, os seios ainda pingando leite, os olhos revirados de prazer. Eu subi devagar, o rosto brilhando com o gozo dela, e a beijei. Um beijo molhado, sujo, cheio do gosto da buceta e do cu da minha própria mãe. Nós três ficamos ali, no escuro da cama eu, mamãe e a negra que nos vigiava, respirando pesado, corpos suados e grudados.
E pela primeira vez em muito tempo, eu não senti só vergonha. Eu senti fome.

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