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O dia que eu caguei no pau do meu irmão valdir

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Nascimento Silva

Lembro como se fosse hoje, que naquele domingo de manhã o Aldair e o Valdir estavam se arrumando para ir jogar bola. Aí o meu pai entrou no quarto e falou: Valdir pega a malhadeira e vai pegar uns peixes. Como lá em casa ninguém contrariava nem o papai, nem a mamãe, o Valdir sem falar um ai, largou a chuteira e o meião de lado e com a cara amarrada foi pegar a rede malhadeira, o cofo e um facão e sem falar nada saiu pela porta dos fundos. Eu ali parado na porta já pensado em seguir o Aldair e ir assistir o jogo, quando ouvi minha mãe gritar lá da cozinha: Natinho... vai com o teu irmão! Pronto! A mamãe acabou o meu domingo, pois o Valdir bruto do jeito que era e puto da vida como estava, no mínimo ia me dar uns cascudos e me xingar até umas horas, mas como não tinha o que fazer, peguei uma camisa e fui atrás dele. Antes de chegar na ponte eu o alcancei e ele me xingou e me mandou voltar para casa, mas eu não podia fazer isso e fui atrás. Quando já estávamos em cima da ponte ele mandou mais uma vez eu voltar e ameaçou correr atrás de mim, mas eu continuei seguindo-o. Atravessamos a ponte e seguimos pela estrada uns 300 a 400 metros e aí ele entrou por um caminho que nos levaria à lagoa onde ele ia pôr a rede. Quando já estávamos nesse caminho ele deixou eu me aproximar e do nada deu um pulo e me pegou. Ainda bravo ele me deu uns cascudos enquanto dizia: eu não te mandei voltar, seu veadinho... o quê que tu quer atrás de mim? Acho que foi enquanto ele me batia que lhe veio na cabeça a vontade de me punir daquele jeito e logo em seguida ele me empurrou para entrar no mato. Entramos uns 10 a 15 metros para dentro do mato, até encontrarmos uma moita onde era limpo embaixo e aí ele me mandou tirar o calção e ficar de quatro. Eu obedeci na hora, mas confesso que não estava sentindo nenhum tesão. Ele pegou nossas roupas e pendurou em um galho para não molhar e veio por trás de mim e ficando de joelho, já foi abrindo minha bundinha sem nenhum carinho. Passou o dedo no meio do meu rego e forçou o meu cu. Eu ali parado igual uma cadelinha esperando o cachorro meter nela e o Valdir parecia um cachorrão doido para enrabar a cadela. Aí ele veio com aquele pauzão dele bem duro, (leia o conto: Chorei de Verdade no Pau do Meu Outro Irmão) foi procurando a entrada do meu rabinho, ajeitou a pontinha do seu pau e sem cuspir nem nada o danado meteu aquela cabeçona em mim. Nossa... quando aquele cogumelo dele entrou no canal do meu cu a seco e com toda aquela força, foi uma dor tão grande que eu gritei bem alto e tentei sair, mas ele já esperando por isso segurou em meus quadris e me puxou de encontro ao corpo dele e enquanto eu tentava me levantar ele levantou junto e foi me puxando. Enquanto eu esperneava o pau foi entrando aos pouquinhos em mim. A dor era muito grande, mas eu não tive outro remédio a não ser a ficar de quatro novamente e agora com ele todinho dentro do meu rabo. Eu chorava e pedia para ele parar e tirar aquele pau enorme do meu pobre cuzinho, mas ele só me mandava calar a boca e com a mão esquerda passou a segurar no meu quadril e com a direita passou a puxar os meus cabelos, me fazendo empinar mais a bundinha. Puxando os meus cabelos ele me trouxe bem pertinho dele e falou: não chora não sua bicha, porque tu gosta é de pau no teu rabo... não chora! Ainda segurando em meu quadril ele passou a meter forte em mim! A cada metida eu gemia alto e soluçava não de tesão, mas de dor. Valdir meteu o pau com raiva e muita força no meu cuzinho e me fodeu não sei por quantos minutos. Eu achei que durou muito, porque doía muito meu cu e eu não cheguei a perder os sentidos, mas fiquei fora de mim de tanta dor que sentia! Ele meteu... meteu e depois de um tempo sem avisar gozou dentro de mim me enchendo de gala. Depois que gozou, tirou o pau do meu cu e me xingou ainda mais, mostrando o seu pau todo sujo de cocô e de sangue, enquanto dizia: tu cagou meu pau todo, sua bichinha fuleira. Enquanto ele bravo, ia procurar um lugar onde havia água para se limpar, eu fiquei ali acocorado, chorando, fazendo cocô e botando para fora toda a gala que ele havia depositado em meu rabo. Quando ele voltou pegamos as coisas e fomos para a lagoa. Lá ele colocou as redes e ficamos esperando por uns 40 minutos a uma hora para ir despescar. Durante todo esse tempo não falei nada um com ele, pois eu só queria que aquela dor do meu rabo passasse. Quando deu o tempo, ele foi sozinho, não me deixou ir e na volta ele me perguntou: Tá zangado comigo? Eu falei que não! Ele veio e ficou em pé na minha frente e abrindo a bermuda pôs o pau dele já duro para fora e mandou eu chupar. Eu disse que não, mas ele insistiu dizendo: chupa... eu sei que tu gosta... Eu continuei dizendo que não, mas ele veio e começou a passar o pau na minha boca. Eu cerrei os lábios e fechei os olhos e ele ficou passando o pau nos meus lábios como se fosse um batom, depois esfregou ele nos meus olhos, na minha face, no meu queixo e voltou a forçar para entrar na minha boca. Mesmo limpo o pau dele exalava um cheirinho de macho e aquilo estava me deixando com tesão. O meu pinto ficou duro, o meu cu já deu umas piscada e eu senti uma dor forte, mas continuei a piscar o cu com tesão e aí acabei abrindo a boca e o deixando enfiar a cabeça. Dei uma lambida e ele gemeu! Abri os olhos e segurei no pau dele e passei a sugar com vontade. Desci passando a língua até o saco dele e voltei mordiscando o pau até chegar na cabeça. Lambi o pirulito de carne dele e o deixei forçar mais fundo em minha boca até arder os cantos de minha boquinha. O pau dele pulsou quando eu dei aquela chupada mais forte e ele gemeu e segurou na minha cabeça. Abri minha boca o que pude para ele enfiar bem fundo e ele meteu até eu me engasgar e puxar a cabeça. Punhetei ele um pouco e passei a chupar bem no cabresto da glande, indo até a cabeça e tentando engoli-la e enquanto fazia isso fui acelerando a punheta. Ele começou a gemer mais alto, enrijeceu as pernas e o seu pau foi ficando mais duro em minha boca e passou a latejar mais... ele estava gozando... Quando o jato veio ele procurou a minha boca com a cabeça do seu pau e empurrou ela para dentro, até onde deu. Valdir gozou e o jato acertou lá na minha garganta e eu fiquei entre saborear a gala, engolir cada gota e me sufocar com o pau dele, mas a sensação foi muito boa, na verdade foi deliciosa! Satisfeito ele tirou o pau de minha boca e se sentou do meu lado e ficamos mais uns bons minutos sem falar nada. Ele foi despescar a rede e já voltou com ela, dizendo que a gente ia embora, pois já tinha pegado uns 8 a 10 quilos de peixes. No caminho de casa passamos no canavial do seu Doca e pegamos umas canas e ele até descascou uma para mim; eu entendi aquilo como um pedido de desculpas da parte dele. Enquanto caminhava e chupava a cana eu ia pensando em tudo que tinha acontecido e involuntariamente o meu pinto ficava duro a cada vez que eu me lembrava das metidas selvagens que o Valdir deu no meu cu, mesmo eu sentindo dor a cada vez que ele piscava ou que eu tentava soltar um pum, acabava sentindo um prazer gostoso e pensava na outra vez que ele me pegasse daquele jeito. Quem já deu o cu sabe que essa dor que a gente sente depois que se é arrombado por um pau gostoso acaba virando prazer e vicia e eu estava ali me viciando em ser a puta submissa do meu irmão Valdir.

Comentários (2)

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  • Beto: É foda quando caga no pau eu já caguei mais meu comedor não tava nem aí ele já sabia que eu iria cagar porque o pau dele é grande

    Responder↴ • uid:muiqg94x8
  • luiz: meu irmão mais velho tbem me comeu muito , ficava c o cu arrombado.

    Responder↴ • uid:1eu57ash5l5d