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Escravo Familiar: Capítulo 28 (Massagem Tântrica ou Sexo em formato de massagem?)

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Tártaro

Cai no sono ainda na sala, no colo de papai. Senti ele juntar-me em seus braços e erguer-me. Despertei, ficando semiconsciente, e agarrei-me com força ao seu corpo.

Conforme ele andava, senti seus passos pesados e o chacoalhar da sua caminhada até o quarto. Agarrei-me no seu pescoço com mais firmeza para não cair e voltei a dormir profundamente.

...

Já era manhã quando acordei. A cama ao meu lado encontrava-se vazia, o lençol estava desarrumado e a parte do cobertor em que papai se cobria estava jogada em cima de mim.

Espreguicei-me e peguei o celular na cabeceira da cama. Ao olhar para a tela, verifiquei as horas; eram 8:08. Joguei o cobertor que me cobria para o lado e levantei pelado, indo para o banheiro.

...

Depois de me arrumar, desci para a cozinha; papai estava no fogão esquentando o café preto. Aproximei-me dele, agarrando-o pelas costas, dando um susto nele.

— Ai, filhote, assustou papai, não escutei você descer do quarto.

Afastei-me dele rindo e fui preparar algo para comer.

...

Depois do café, fui para casa da minha mãe. Subi as escadas e bati na porta:

TOC TOC TOC

Verifiquei se estava destrancada e entrei.

— Mãe! Chamei.

— Estou aqui em cima, querido, sobe!

Abri a porta que dava acesso ao quintal dos fundos da casa e subi, indo para a laje da casa.

Quando cheguei lá em cima, mamãe estava tirando a roupa do varal e programando a máquina de lavar roupas.

— Bom dia, véia!

— Bom dia, querido! Como você está?

— Estou bem! E a senhora?

— Bem! Está pronto para voltar para sua rotina de satisfazer os homens da família?

— Sim! Falando nisso, você conversou com minha tia Elza sobre meu tio Írio?

— Conversamos. Seu tio vai se afastar por conta dos ocorridos. Por mais que seu pai tenha punido ele, balançou a relação familiar entre eles, então é normal que isso aconteça.

— Sim! Respondi.

— Já comeu, filho?

— Sim, mãe!

— Então tá bom, quais os planos para hoje?

— Sinceramente, ainda não sei. Papai disse que, depois da punição do meu tio, ele iria marcar uma nova sessão com o Léo para eu relaxar um pouco, mas não sei quando vai ser isso. Ele ainda não me comunicou nada e também não tenho a menor ideia se, quando e quem vou satisfazer.

— Normal, querido, seu pai deve estar planejando os próximos passos.

Concordei e ajudei minha mãe a carregar a roupa que ela estava tirando do varal.

...

Era por volta das 10:30 quando voltei para casa; papai estava esperando-me na cozinha.

— Filhote, vem cá!

— Oi, o que foi?

— Hoje vamos para o Léo. Marquei uma sessão de massagem com ele para mim e você. Arrume-se, vamos sair daqui em alguns minutos.

— Tudo bem! Respondi e fui para meu quarto me arrumar.

...

Saímos de casa; era por volta das 11:30. Papai retirou o carro da garagem e eu me alojei a seu lado. Minutos depois estávamos indo rumo ao SPA do Léo.

...

Quando chegamos, papai estacionou em um espaço exclusivo dele, descemos do carro e fomos até a recepção grudados.

Ao entrar, fomos atendidos por um novo recepcionista. Ele era ruivo, alto, tinha uma barba farta e bem desenhada; seu ar era elegante e refrescante.

Nos aproximamos, e ele nos cumprimentou:

— Bom dia, no que posso ajudar?

Não deu nem tempo de papai falar, e o Léo estava na recepção.

— Queridos, sejam bem-vindos! Ele foi logo apertando a mão do papai e dando uma palmadinha na minha bunda.

— Não se preocupe com esses dois, são clientes especiais. Venham!

Fomos para a sala, seguidos pelo Léo. Ele entrou e fechou a porta atrás de nós.

— Nossa, faz muito tempo desde a última sessão de vocês. O que aconteceu?

— Bom, é a rotina corrida de ambos. Faz tempo que estou prometendo uma nova sessão para o safadinho do meu filho, mas estava difícil encontrar um tempo.

— Certo, como puxei vocês rapidamente, não verifiquei o pacote que escolheram. O senhor pode me informar?

— Claro, hoje queremos uma completa, e já está tudo acertado. Quando reservei, deixei tudo pago.

— Sem problemas, senhor João! Vocês podem ficar à vontade, tirem as roupas e peguem essas toalhas que já volto. Ele disse, entregando-nos duas toalhas brancas.

Eu e papai tiramos nossas roupas e nos enrolamos nas toalhas. Papai ajudou-me a subir na maca, e depois foi para a maca do lado.

O Léo voltou alguns minutos depois com novas toalhas, dessa vez azuis, que pareciam estar mornas ou quentes, alguns óleos corporais e alguns instrumentos de madeira, aço e plásticos.

— Bom, queridos, vamos lá. Ele disse, arrumando o que tinha nos braços na borda do carrinho de utensílios.

Em seguida foi até papai, passou um óleo de massagem que cheirava a amêndoas e pegou um dos instrumentos de madeira redondo e começou a massagear.

— Nossa, seu João, o senhor está tenso, vai me dar trabalho hoje.

— Foi por conta de problemas na rotina. Administrar os trabalhos do meu filho dá muito trabalho e dor de cabeça, principalmente se os envolvidos não colaboram.

— Sei! Deve ser bem desgastante a sua rotina!

— E como, essa semana tive que aplicar outra punição em outro membro da família por fazer cagada.

O Léo concentrava toda a sua atenção no corpo de papai, massageando o pescoço, os ombros, as costas largas e definidas; depois desceu para sua lombar. Quando chegou na bunda de papai, deixou o instrumento de bolinhas de lado, abriu a toalha de papai e começou a massagear os glúteos durinhos do papai.

Ele os abria, expondo o cuzinho rosado de papai, aplicando força nos seus glúteos com a ponta dos dedos indicadores. Vi ele massagear a portinha do cu do papai, fazendo meu pai gemer baixo e provocando uma excitação em mim.

Em seguida, derramou uma porção do óleo bem no olho do cu de papai e começou a massagear com a ponta do dedo.

Papai gemeu baixinho enquanto o Léo rodava o dedo, alisando a borda do seu cu. Depois, com gentileza, o Léo foi enfiando a ponta do dedo, penetrando o cu de macho de papai, fazendo ele gemer baixinho e empinar mais o rabo.

— Aaarf!

Em seguida, afundou mais o dedo até o final, rodou de um lado para o outro e retirou, deixando sair até a última falange. Quando estava prestes a retirar o dedo, adicionou o segundo, penetrando novamente até o final, fazendo papai gemer mais.

— Huuuuuuuuuum!

Ele os rodou e remexeu os dedos dentro do cu do meu papai; em seguida, retirou os dois e segurou firme com as duas mãos nas nádegas dele, abaixou a cabeça até as nádegas do meu pai e enfiou a boca e a língua entre as nádegas, lambendo e chupando seu cuzinho.

— Hããmmm! Papai gemeu, se empinando. Eu já estava de pau duro e com meu cuzinho piscando, louco para sentir a língua do Léo no mesmo lugar em mim.

Papai rebolava, segurando na maca e empinando gostoso seu cuzão na cara do Léo, gemendo alto com o prazer.

Em seguida, ele saiu do cu de papai e desceu massageando suas pernas, suas coxas, panturrilhas e os deliciosos pés de papai.

— Vire-se, senhor João, e espere um pouco; agora vou dar atenção ao seu filho.

Papai balançou afirmativamente a cabeça, e o Léo veio até mim na outra maca.

Ao se aproximar, repetiu os mesmos movimentos. Primeiro aplicou uma porção do óleo de massagem, em seguida o espalhou nos meus ombros, nas minhas costas e, quando chegou na minha bunda, soltou:

— Caraca, você está com o corpo ainda mais tenso que seu pai, parece que andaram pegando pesado com você.

— A minha última foda foi extrema; na verdade, a antepenúltima e a penúltima. Fui muito machucado, por isso estou com o corpo assim.

Ele foi descendo com as mãos e, quando chegou na minha bunda, alisou; depois afastou as nádegas e ficou boquiaberto.

— Uau, o que aconteceu aqui? Não me lembro do seu cuzinho rosado ser tão apertado desse jeito.

— Eu tive que reconstrui-lo novamente; um tio meu destruiu-o, então fui parar no hospital e lá fizeram uma boa plástica no meu cuzinho. Eu disse, piscando-o, para provocá-lo.

— Caralho, não vou resistir a esse cuzinho. Ele disse isso e caiu de boca, chupando forte e enfiando a língua o mais fundo possível.

— Aaah, Léo, que delícia de língua. Eu disse, empinando-me todo.

Coloquei o braço para trás e segurei entre seus cabelos e afundei tudo que dava do seu rosto, e comecei a rebolar na sua cara, gemendo.

— Huuuuuuuuum, hããã!

Eu batia minhas nádegas no seu rosto, sufocando-o, enquanto sentia sua língua molhada invadir fundo meu cu. Segurei nos seus cabelos e o sufoquei no meu rabo, rebolando. Quando o soltei, ele estava com a cara vermelha, todo babado e ofegante.

Ele logo desceu, massageando, beijando e lambendo minhas pernas até chegar aos meus pés largos. Ele os cheirou FSSSSS e os chupou, explorando cada dedo. Depois se levantou e retirou suas roupas.

Nós três estávamos nus; eu e papai saímos das nossas macas. Quando o Léo terminou de se despir, papai o puxou para um beijo de língua apaixonado. Depois, o Léo puxou-me, beijou-me, e em seguida nós três juntos nos beijamos.

Foi até então o melhor beijo que tinha dado em toda a minha vida. A boca deles estavam quentes e molhadas, as línguas duelavam para saber quem tinha mais força.

Já mais abaixo, o Léo envolvia nós dois pela cintura, aproximando os três paus e fazendo com que nós três esfregássemos um pau no outro, iniciando um delicioso frottage a três.

Nós três gememos um na boca do outro. Eu fui mais ousado e desci as mãos para a bunda dos dois. Com os dedos procurei a entrada do cu de cada um e comecei a massagear com a ponta do dedo. Em seguida, forcei delicadamente, fazendo com que meus dedos invadissem pouco a pouco os cus deles.

Conforme iam entrando, eles gemiam e rebolavam para facilitar. No meu cu, os dois enfiavam um dedo cada, fazendo-me tremer de tesão. Os dedos de ambos arrepiavam-me até a alma, fazendo com que eu empinasse a bunda mais ainda e implorasse para eles entrarem mais fundo.

Logo saímos dessa posição, os dois se afastaram de mim e, num pedido silencioso, os dois seguraram nos meus ombros e me induziram a ficar de joelhos aos pés de ambos.

Papai segurou na minha cabeça com uma mão, e com a outra segurou seu pau teso, expôs a cabeça rosada e puxou minha cabeça para trás, fazendo com que eu abrisse a boca; em seguida, cuspiu fartamente.

Puff!

Depois, segurando minha cabeça, começou a introduzir seu cacete duro na minha boca até minha garganta, fazendo-me engasgar.

COFF, COFF, COFF.

— Ah! Ah!

Enquanto eu me engasgava na pica de papai, o Léo pegou na minha mão esquerda e colocou no seu pau duro e me induziu a bater uma punheta para ele.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

O saco de papai batia forte no meu queixo; ele segurava com uma mão minha cabeça e, com a outra, segurava sua bunda, dando suporte para as estocadas brutas na minha boca. Seu saco batia violentamente no meu queixo, enquanto ele gemia alto, alucinado.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Huuum, huuuuuuuuuum, estou gozando, putinha, estou. Aaaa, pffff!

Arf Arf Arf Arf

Depois de papai gozar na minha boca, o Léo puxou-me para seu pau duro. Abri a boca e ele socou de uma vez até a garganta e prendeu-me com as mãos por alguns minutos, sufocando-me na sua pica.

— Ãhh! Ãhh, isso é bom demais.

Soltou-me, deixando-me respirar. Arf Arf Arf

Em seguida, os dois me ergueram. Papai pegou-me pelas axilas e colocou-me em cima da maca e pediu para eu deitar de bruços.

Deitei-me e ele abriu meu cu e meteu fundo a língua.

— Huuum!

Em seguida, subiu em cima da maca, pincelou o pinto no meu rego, apontou a cabeça da pica no meu cu e começou a penetrar.

— Huuum!

Sem perder tempo, começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Enquanto papai fodia meu cu, o Léo veio para minha frente, segurou na minha cabeça e apontou o pau na minha boca, penetrando até minha garganta. Em seguida, começou a se movimentar, bombando firme na minha goela.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Os dois, de início, seguiam os próprios ritmos, mas, com o tempo, começaram a foder no mesmo ritmo.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Isso, putos, toma leitinho no cu, putinha! Aaah PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

O Léo gozou no meu cu e esperou até parar de ofegar.

Arf Arf Arf

Depois de um tempo, foi até meu pai, que ainda fodia minha boca e pediu para assumir dali.

Papai foi para atrás de mim e começou a foder.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Meu cu reconhecia o pau de papai; é como se ele soubesse quem era o dono dele, e papai se acabava metendo gostoso no meu rabo.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— AH, filhão, você está muito apertado. Foi a melhor coisa você ter feito a cirurgia; é como se tivessem devolvido a sua virgindade. Vou gozar, filhote, vou gozaaaar, PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Arf Arf Arf

...

Levantei-me daquela posição, e nós três fomos até a parede da sala. Fiquei encostado na parede, com as mãos apoiadas nela e com o cu bem empinado. O Léo veio logo atrás, penetrando meu cu.

— Huum, gememos juntos.

Papai veio logo atrás dele, penetrando-o.

— Aaaah! Caralho, que cu apertado da porra! Papai falou, gemendo.

— Aí, senhor João, vai com calma, você está tirando meu cabaço!

— O quê? Tá brincando?

— Não, olhe as minhas pernas.

Papai olhou e ficou espantado.

— Caralho, Léo, não sabia que você não tinha dado o cu ainda. Meu pai disse e puxou a cabeça dele para um beijo de língua.

Em seguida, o Léo começou a se movimentar. Conforme me fodia, ele se autofodia no pau do meu pai.

— Huuuuuuuuuum! Gemiamos os três juntos.

— Pisca esse cuzinho, Léo, para mim.

— Isso, safado, mastiga meu pau com seu cu.

— Huum, haããh! Cacete, isso é melhor do que eu imaginava.

— Come meu cu, senhor João! Aaah!

— Aãããaãh!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

— Aaaaaaah! CARALHO!

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Nós três gozamos juntos novamente, tremendo e nos desequilibrando e caindo no chão.

...

Um tempo depois, saímos um de dentro do outro. O Léo se ajoelhou no chão, olhando para o pé de papai. Papai o observou e perguntou:

— O que foi?

— Quero saber o gosto e o cheiro dos seus pés, posso?

Meu pai balançou seus pezões 40 e falou:

— É claro!

O Léo pegou o pé direito de papai e o levou até seu nariz, aspirando.

FSSSSSSSSSSSSSS

— Caralho, senhor João, que chulezão gostoso da porra.

Fssssssssssssss, fssssssssssssss, fssssssssssssss.

— Olha só, você tem o mesmo fetiche que minha putinha.

— Sim!

— Vai lá, putinha, junte-se ao Léo no meu pé.

Fui para os pés de papai ao lado do Léo, e dividimos, chupando, beijando, cheirando e batendo uma punheta até gozarmos de novo. Depois que nós acabamos nos pés de papai, o Léo puxou nós dois para um banheiro com chuveiro.

No banheiro, nos beijamos muito, e rolou uma nova rodada de rola, dessa vez mais calma.

Papai encostou o Léo na parede, deixando-o de costas para nós, empinou a bunda dele e, enquanto a água caía em cima de nós, papai fodia o cu dele.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Cacete, senhor João, que pau gostoso esse seu, vou querer toda vez que o senhor vier fazer uma sessão.

— Pode deixar, putinha, vou te estourar toda vez que eu vier aqui.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Huum! Huuuuuuuuuum!

Papai o torava sem dó, fodendo brutalmente seu cuzinho, que já estava ardido. O Léo gemia, rebolava e implorava por pau.

— Que delícia de pau, senhor João! Aaah PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

— Estou gozando de novo, putinha, toma leitinho. PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF.

Os dois se descolaram ofegando. Em seguida, terminamos o banho e saímos do banheiro.

...

No final da sessão, papai pagou um extra para o Léo pelas nossas fodas. Nós nos despedimos com um beijo forte de língua e fomos embora, mais relaxados, mais leves.

...

O resto do dia foi tranquilo; papai me paparicava, trazendo o que eu pedia para comer.

Quando a noite caiu, fomos para a cama. Eu estava cansado, porém relaxado; só precisava dormir um pouco.

Papai veio atrás de mim na cama, deitou-se e agarrou-me, aconchegando-se ao meu corpo.

Quando nossos corpos se aqueceram, eu caí no sono profundo, sentindo o delicioso cheiro do meu macho.

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