Penetrada por meu irmão!
Eu tinha 14 quando aconteceu.
Não foi algo que surgiu do nada. Eu já vinha pensando nisso havia algum tempo. Meu irmão me olhava de um jeito que me fazia sentir quente por dentro. Eu sabia que ele me espiava quando eu tomava banho, quando eu me trocava, quando eu dormia de calcinha com a bunda para cima. Em vez de me incomodar, aquilo me excitava. Eu gostava de ser desejada por ele.
Naquele dia, nossos pais estavam trabalhando e a empregada já tinha ido embora. A casa estava vazia e silenciosa. Eu estava no quarto deles, deitada de bruços na cama grande. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Eu sabia exatamente o que estava fazendo.
Chamei ele. Disse que tinha uma espinha na minha bunda que não conseguia alcançar. Era mentira. Quando ele entrou no quarto, eu já estava pronta. Assim que ele se aproximou, eu segurei a barra da saia curta e ergui tudo até a cintura, deixando minha bunda e minha buceta completamente expostas para ele. Não falei nada. Apenas fiquei ali, de bruços, esperando.
Ele ficou em silêncio por alguns segundos. Eu conseguia ouvir a respiração dele ficando mais pesada. Depois senti o peso dele subindo na cama. Ele montou sobre mim por trás. Senti o pau dele, quente e duro, pressionando entre minhas coxas. A cabeça era grande, redonda, parecendo um cogumelo . Ele esfregou aquilo contra minha buceta algumas vezes, me molhando ainda mais.
Então ele empurrou.
A cabeça larga do pau dele pressionou forte contra minha entrada. Eu senti um alongamento intenso, quase como se estivesse sendo aberta por dentro. Doeu um pouco no começo, mas era uma dor misturada com uma sensação estranha e forte de preenchimento. Ele foi devagar, mas firme. A cabeça grossa forçou passagem, abrindo minha buceta centímetro por centímetro. Quando ela entrou completamente, eu soltei um gemido abafado contra o travesseiro.
Era uma sensação diferente de tudo que eu já tinha imaginado. A cabeça grande criava uma pressão constante, como se estivesse me esticando por dentro. Cada vez que ele se movia, eu sentia aquela parte mais larga raspando nas paredes da minha buceta. Era ao mesmo tempo proibido e profundamente excitante. Meu corpo respondia produzindo mais lubrificação, tentando se adaptar ao tamanho dele.
Ele começou a meter mais fundo. Eu sentia o pau inteiro entrando e saindo, mas era sempre aquela cabeça grande que marcava mais. Era como se ela estivesse me abrindo toda vez que entrava. Eu apertava o lençol com força, mordendo o travesseiro para não gemer alto. Pensava:
“Meu irmão está dentro de mim… ele está me fodendo de verdade… isso é tão errado… mas eu não quero que ele pare.”
A sensação de ser preenchida pelo irmão era intensa. O medo de nossos pais chegarem mais cedo, de serem descobertos, tornava tudo ainda mais forte. Cada estocada fazia minhas coxas tremerem. Eu me sentia , exposta e completamente tomada por ele.
Quando ele gozou, eu senti o jato quente enchendo minha buceta. Foi uma sensação quente, pesada, proibida. Meu corpo inteiro tremeu. Eu não sei se gozei de verdade naquele dia, mas senti ondas fortes de prazer misturadas com a dor e a vergonha.
Depois que ele saiu de cima de mim, fiquei ali deitada, sentindo o sêmen dele escorrendo lentamente entre minhas pernas. Minha cabeça estava girando.
Eu tinha acabado de ser penetrada pelo meu próprio irmão. E, por mais errado que fosse, uma parte de mim já sabia que queria mais.
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Comentários (1)
Sinno: Incesto já é uma das melhores coisas, irmão e irmã então.. T Sinnopand
Responder↴ • uid:g3ipuf2qi