#Incesto #Teen

Ana, irmã e égua!

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Carlos Moya

Verão de 1987. Eu tinha 16 anos e Ana minha irmã , praticamente 14. Ja fazia meses que a espiava pelo buraco da fechadura durante o banho ou trocando de roupa. Apesar de nova já tinha porte de égua: quadris largos, coxas grossas e firmes que balançavam quando andava, seios pesados e uma bunda carnuda e empinada, que parecia projetada para ser montada. Eu a chamava mentalmente de “a égua”. Porque era exatamente isso que ela era — uma fêmea forte, quente, feita para ser possuída.Desde que desabrochou eu via como ela se comportava. Desfilava pela casa de short curto socado e regata , sabendo que eu olhava. Ela nunca dizia nada, mas também nunca trancava a porta do quarto completamente. Era como se me provocasse em silêncio. O episódio que mudou tudo aconteceu em uma tarde quente de janeiro de 1988. Nossos pais como de costume estavam no trabalho só chegavam após as 19h. A casa estava vazia, silenciosa, perigosa.Ana me chamou do quarto dos nossos pais. A voz dela era baixa, quase casual:— Vem aqui um minuto. Tem uma espinha na minhas coxa que eu não consigo ver direito e está doendo. Eu entrei. Ela estava de bruços na cama grande, vestindo apenas uma saia curta plissada e uma blusa fina. Quando me aproximei, ela não disse mais nada. Simplesmente ergueu a saia até a cintura com as duas mãos, expondo a bunda inteira onde uma calcinha branca desaparecia naquele rabo imponente. A pele morena, as coxas grossas ligeiramente abertas, a fenda marcava na calcinha. Não havia espinha apenas um pelinho levemente inflamado. Era uma provocação clara. Fiquei parado, o coração batendo forte. O silêncio da casa parecia amplificar cada respiração. Qualquer barulho — um carro na rua, um rangido no assoalho — poderia significar que alguém tinha chegado mais cedo. O medo de serem descobertos era real e cortante. Ana permaneceu imóvel, de bruços, a saia erguida. As coxas tremiam levemente ao meu toque. Mas não recuou. Não baixou a saia. Eu me aproximei devagar. Coloquei a mão na curva da bunda dela, sentindo o calor da pele. Ela estremeceu, mas não disse nada. Desci os dedos até a entrada da buceta. Estava molhada. Muito molhada. O cheiro dela subiu forte, doce e animal.— Você quer isso? — perguntei baixo, quase rouco. Ana não respondeu com palavras. Apenas abriu um pouco mais as coxas grossas, empinando levemente o quadril. Era o sinal, exatamente como uma égua quando está prestes a ser montada.
Tirei a bermuda rapidamente. Meu pau já estava duro, latejando. Fiquei atrás dela , puxei a calcinha até os joelhos posicionei-me entre aquelas coxas poderosas e encostei a cabeça grossa na entrada da buceta da minha irmã. Ana soltou um suspiro . O medo de serem pegos tornava tudo mais intenso — a adrenalina misturada com o tesão proibido era quase insuportável. Empurrei devagar. A buceta dela abriu, quente, molhada, apertada. Entrei centímetro por centímetro até estar completamente dentro. Ana agarrou o lençol com força, mordendo o travesseiro para abafar o gemido. Comecei a mover os quadris, primeiro lento, depois mais fundo. O barulho molhado da penetração ecoava no quarto silencioso. Cada estocada fazia as coxas grossas dela tremerem.
Eu a fodia com vontade, segurando aqueles quadris largos, sentindo o corpo dela ceder e receber. Ela era uma égua — forte, quente, feita para ser montada. Ana gemia baixo, abafado, empinando mais o rabo para receber cada investida.
Depois de alguns minutos, eu a coloquei literalmente de quatro. A visão era perfeita: a bunda empinada, a cintura fina, as costas arqueadas. Meti com mais força. O som de pele contra pele enchia o quarto. Ana enterrava o rosto no travesseiro, o corpo tremendo a cada estocada profunda.— Não para… — murmurou ela, a voz rouca, quase inaudível Eu acelerei. O medo de um carro chegando na garagem, de uma chave na porta, só aumentava o tesão. Gozei dentro dela com força, enchendo a buceta quente enquanto ela apertava ao meu redor, gozando também em silêncio, o corpo inteiro convulsionando.
Ficamos ali, ofegantes, ainda conectados. O silêncio da casa voltou, pesado. O risco não tinha passado.
Depois daquele dia, a dinâmica mudou para sempre.
Ana se tornou minha égua dentro de casa. Sempre que os pais saíam ou dormiam, ela me dava sinais: deixava a porta entreaberta, usava a camisola azul curta que eu gostava, deitava de bruços com a saia erguida. Eu entrava no quarto dela à noite, muitas vezes depois da meia-noite, quando a casa estava em completo silêncio. O sexo era rápido, intenso e silencioso — medo constante de serem descobertos. Eu a fodia de quatro, de lado, contra a parede do banheiro. Gozava dentro dela quase sempre. Ela aceitava tudo, gemendo baixo, obediente, submissa.
Às vezes, durante o dia, quando os pais estavam no trabalho, ela me chamava para o quarto deles. Lá o risco era maior e o tesão também. Eu a montava na cama grande onde nossos pais dormiam, sentindo um frio na barriga enquanto penetrava fundo a minha própria irmã.
Fora de casa, Ana continuava sua vida normal — saía com amigas, tinha namorados ocasionais. Mas dentro de casa, ela era minha. A égua particular que se oferecia quando eu queria, que abria as coxas grossas e recebia meu pau sem protesto.
Entre 1987 e 1990, essa rotina se repetiu dezenas de vezes. Sempre com o mesmo sabor proibido: o medo de passos no corredor, o coração acelerado, a adrenalina de saber que, se fôssemos pegos, tudo acabaria. E ainda assim, ela continuava se oferecendo. Eu continuava montando.
Ana nunca deixou de ser a égua mais quente que já tive. E dentro daquela casa, durante aqueles anos , ela foi, acima de tudo, minha.

Comentários (1)

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  • Renato: Ela não engravidou? Não teve medo disso acontecer?

    Responder↴ • uid:ona2dilfib