#Incesto

Segredos Proibidos da Família Capítulo 1: A Irmã Mais Velha Voltou... e Me Fodeu no Sofá da Sala

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@ConfissoesSafadas

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Eu estava sozinho em casa havia três dias. Meus pais e Sofia tinham viajado para o sítio do tio em Teófilo Otoni e só voltariam no fim de semana. A casa grande em Governador Valadares parecia ainda maior no silêncio. Eu, Matheus, 22 anos, aproveitava para estudar para as provas da faculdade e jogar um pouco no videogame à noite.
Eram quase duas da manhã quando ouvi o barulho da chave na porta da frente. Meu coração acelerou. Laura tinha avisado que chegaria tarde do aeroporto, mas eu não esperava que fosse tão tarde.
Levantei do sofá rapidamente. A porta se abriu e lá estava ela: Laura, 26 anos, minha irmã mais velha. Dois anos morando fora tinham feito bem a ela. Os cabelos castanhos longos caíam soltos sobre os ombros, a blusa fina colada no corpo por causa do calor da viagem, marcando os seios grandes e redondos. A saia jeans curta deixava à mostra as coxas grossas e bem torneadas. Ela largou a mala no chão com um suspiro cansado e sorriu ao me ver.
— Matheus... caralho, como você cresceu, hein?
Ela veio direto para mim e me abraçou forte. O corpo dela era quente, macio, cheirando a perfume misturado com o cansaço da viagem. Seus seios pesados pressionaram contra meu peito. Senti um calor imediato subir pela minha barriga. Meu pau reagiu na hora, endurecendo dentro da calça de moletom fina.
— Saudade de você, maninha... — murmurei, apertando os braços ao redor da cintura dela.
Laura não soltou o abraço. Em vez disso, ela apertou mais, encostando o rosto no meu pescoço. Senti a respiração quente dela na minha pele.
— Dois anos sem te ver direito... você virou um homem lindo, sabia? — a voz dela saiu baixa, rouca. — Tá sozinho em casa?
— Estou. Todo mundo viajou. Só volto no sábado.
Ela se afastou só o suficiente para olhar nos meus olhos. Seus lábios estavam bem próximos dos meus. Um sorrisinho safado apareceu no canto da boca dela.
— Que bom...
Sem dizer mais nada, Laura segurou minha mão e me puxou de volta para o sofá. Sentou-se no meu colo de frente para mim, as pernas abertas ao redor da minha cintura. A saia subiu, revelando a calcinha preta fina. Meu pau latejava, pressionando contra o tecido do moletom, bem embaixo da boceta dela.
Nossos olhos se encontraram. Não precisava de palavras. Ela inclinou o rosto e me beijou.
O beijo começou lento, quase hesitante. Os lábios macios dela roçaram os meus, depois pressionaram com mais força. A língua dela pediu passagem e eu abri a boca. O beijo ficou profundo, molhado, urgente. Ela gemia baixinho contra minha boca enquanto rebolava devagar no meu colo, esfregando a boceta quente por cima da calcinha contra minha rola dura.
— Hmm... Matheus... — ela sussurrou entre beijos. — Eu senti tanta saudade disso...
Minhas mãos subiram pelas coxas grossas dela até segurar a bunda empinada. Apertei com força, puxando ela mais contra mim. Laura gemeu mais alto, um gemido rouco e gostoso que fez meu pau pulsar.
Ela tirou a blusa devagar, revelando os seios grandes, pesados, presos em um sutiã preto rendado. Os mamilos já estavam duros, marcando o tecido. Eu me inclinei e beijei o vale entre os seios, sentindo o cheiro doce da pele dela. Laura arqueou as costas, oferecendo mais.
— Tira... chupa eles pra mim, irmãozinho...
Desabotoei o sutiã. Os seios saltaram livres, lindos, com mamilos rosados e grandes. Peguei um com a mão, apertando suavemente enquanto minha boca fechava sobre o outro. Chupei devagar no começo, depois com mais fome, alternando entre lamber o bico e sugá-lo forte. Laura gemia sem parar, os gemidos ficando mais agudos e desesperados.
— Aaaah... assim... chupa o peito da sua irmã... caralho, que boca gostosa...
Enquanto eu chupava, ela desceu a mão e puxou meu moletom para baixo junto com a cueca. Meu pau saltou para fora, grosso, duro, a cabeça brilhando de pré-gozo. Laura segurou ele com a mão quente e começou a masturbar devagar, sentindo o tamanho.
— Tá tão grande... maior do que eu imaginava quando me tocava pensando em você lá na Europa...
Ela se levantou só o suficiente para tirar a saia e a calcinha. A boceta dela estava depilada, inchada, brilhando de tesão. Um filete fino de lubrificação escorria pela coxa. Laura voltou para o meu colo, posicionou a cabeça do meu pau na entrada molhada e desceu devagar.
— Uuuuhhh... que delícia... tá me enchendo toda, Matheus...
Centímetro por centímetro, minha rola entrou na boceta quente, apertada e encharcada da minha irmã. Quando estava todo dentro, ela parou, tremendo, os olhos semicerrados de prazer.
Começamos a foder. Primeiro devagar: ela subia e descia, rebolando no final de cada descida, esfregando o clitóris contra minha pelve. Os seios balançavam na minha frente. Eu segurava a bunda dela, ajudando nos movimentos, às vezes dando tapas leves que faziam ela gemer mais alto.
— Hmm... hmm... assim... fode sua irmã mais velha... me fode gostoso...
Aumentei o ritmo. Laura começou a cavalgar mais rápido, os gemidos virando gritos abafados:
— Aaaah! Aaaah! Caralho... tá batendo fundo... vai, irmão... me fode mais forte!
Mudei de posição. Levantei ela no colo sem tirar o pau de dentro e deitei ela no sofá. Agora eu por cima. Abri bem as pernas dela e meti com força, estocadas profundas e ritmadas. O som molhado da boceta dela engolindo minha rola enchia a sala silenciosa.
Laura enrolou as pernas na minha cintura, as unhas cravando nas minhas costas.
— Assim... assim... vou gozar... não para... aaaahhh!
O corpo dela tremeu forte. A boceta apertou minha rola em espasmos, pulsando enquanto ela gozava. Os gemidos ficaram agudos, quase um choro de prazer. Senti o calor do gozo dela escorrendo ao redor do meu pau.
Não aguentei mais. Dei mais algumas estocadas fortes e gozei dentro dela, jatos grossos e quentes enchendo a boceta da minha irmã. Laura gemeu ainda mais alto ao sentir a porra quente:
— Isso... goza dentro... me enche de porra, irmãozinho... aaaahhh!
Ficamos abraçados no sofá, suados, ofegantes, meu pau ainda dentro dela, pulsando os últimos resquícios. Laura beijou minha boca com carinho, depois sussurrou no meu ouvido, a voz ainda rouca de tesão:
— Isso foi só a primeira noite... ainda tenho duas semanas inteiras de férias em casa. E tem muita coisa que eu quero fazer com você... e talvez com mais alguém da família.
Ela sorriu safada, os olhos brilhando com segredo.
Eu senti um frio na barriga misturado com excitação. O que ela quis dizer com “mais alguém”?

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