#Gay #Teen #Virgem

O Filhinho Do Chefe E O Peão Da Obra

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Escriba-T-JC

Macho bruto e grosseiro, pedreiro, seduz um moleque novinho e delicado e estoura seu cabacinho, enquanto o pai dele está fora do trabalho.

Meus pais se casaram tardiamente, então, quando eu nasci eles já eram maduros, passados dos trinta e cinco anos. Todos sabem que filhos de pais maduros geralmente são muito mimados, até em excesso. Comigo não foi diferente. Fui uma criança coberta de carinho e cuidados que chegavam a ser exagerados.
Era um moleque bonitinho, cheio de graça, com um corpinho bem feito e bem desenvolvido, apesar da pouca idade.
Todos percebiam meu jeitinho meio delicado, menos o meus pais, que sempre faziam vistas grossas.
Meu pai era um poço de atenção e cuidados comigo. Era um homem simples, trabalhava como mestre de obras, mas era muito educado com todos, principalmente com o filhinho que era o orgulho dele. Mesmo porque eu era filho único.
Não sei se era por conta de conviver com um pai tão amoroso e delicado comigo, mas eu sempre me senti atraído por homens mais brutos. Até os moleques que adoravam me bolinar durante as brincadeiras de esconde-esconde, eu preferia os mais atrevidos, mais grosseiros comigo. Esses eu até deixava roçarem a rola em minha bundinha, coisa que eles adoravam. Gostavam do meu cheirinho, eu era bem-cuidado, eles até beijavam meu pescoço, enquanto esfregavam os paus em minha bundinha aberta por eles.
Foi assim, numa brincadeira de esconde-esconde que eu levei o primeiro cacete no cuzinho. Um moleque mais velho, bruto e brigão, que não morava na rua, mas um dia me viu brincando com os outros moleques e se meteu na brincadeira, até que um dia se escondeu comigo e deu um jeito de meter em meu cuzinho, mesmo eu dizendo que era só para esfregar a cabecinha.
Eu senti uma dor grande durante essa primeira penetração, mas um grande prazer também, e isso me despertou a curiosidade por saber como seria levar o pau de um homem adulto, machão e bruto.
Eu sempre visitava as obras em que meu pai estava trabalhando, gostava de ver aqueles homens fortes e brutos.
Eles brincavam com meu pai, dizendo que eu ia seguir a mesma profissão dele, mas meu pai ficava bravo e sempre falava cheio de orgulho:
— Meu filhinho não nasceu para isso não, ele vai ser doutor. Essa vida que a gente leva é muito dura para um moleque especial como meu filho.
Todos sabiam que eu era delicado, gayzinho, mas não tocavam no assunto, nem brincavam comigo na frente dele, embora eu visse um ou outro me olhando com uma certa cobiça. Principalmente a partir dos quatorze anos, quando eu ganhei mais corpo e fiquei com formas mais carnudas, principalmente na região da bunda e coxas.
De todos esses pedreiros que trabalhavam com meu pai, um dos que mais me chamavam a atenção era o Diogo. Um cara grandão. Corpo forte, malhado, músculos definidos e cara de bravo. Tinha uns trinta e cinco anos. tinha deixado a família no Nordeste, e morava numa casinha simples, perto de onde a gente morava.
Quando ele falava comigo, eu até sentia meu corpinho se arrepiar, não sabia ainda o que era, mas logo descobri que era tesão puro por aquele macho, que era o contrário da imagem do meu pai.
Meu pai gostava muito do Diogo, a quem ele chamava de Diogão, pelo jeito abrutalhado dele. Embora o Diogo fosse muito sério, eu percebia um olhar meio carinhoso para mim, até o jeito de falar comigo era um pouco mais manso, sem deixar de parecer machão.
— E aí Toninho, tá tudo bem contigo, moleque? Tá crescido e taludo, hein! Tá estudando muito? – Todos me chamavam de Toninho, já que eu tinha o mesmo nome do meu pai, Antônio.
— Tá tudo bem sim, Diogo. Eu cresci um pouco, né? Já tenho quinze anos. – Eu respondi um dia, tentando falar pra ele que já era um rapazinho.
— Quinze aninhos, então já deve tá aprontando muita coisa, né? – Ele falou, piscando o olho pra mim, um dia em que estávamos sozinhos numa obra.
— Apronto nada não Diogão. Sou um menino comportadinho. – Eu disse, dando uma risadinha, com meu jeitinho delicado. Ele me olhou de cima a baixo e respondeu:
— Eu gosto de menininhos assim como você, comportadinhos. São os melhores. Um dia quero que você me mostre como é comportadinho. – Ele disse isso e passou aquela mão grossa e calejada pelo meu rosto. Deu uma piscada de olho bem descarada para mim e eu fiquei vermelho, sentindo meu cuzinho piscando de desejo. Ia falar alguma coisa, mas meu pai chegou perto e nós mudamos de assunto.
A partir daquele dia eu passei a sonhar com o Diogão. Lembrando daquela mão calejada em meu rosto e imaginando o que um homem como aquele poderia fazer com meu corpinho, praticamente virgem. Até passei a ir mais nas obras, com a desculpa de ver meu pai.
Um dia meu pai pegou uma reforma pequena numa casa perto da nossa, que estava vazia e o proprietário queria fazer alguns reparos, antes de alugar. Meu pai levou só o Diogão para ajudá-lo, já que era uma obra pequena.
Eu cheguei da escola, almocei, descansei um pouquinho e, pensando em ver novamente o Diogão, fui até a obra.
Entrei, e fechei o portão da frente. Segui para dentro da casa, sabendo que encontraria meu pai lá com o Diogão. Fui em direção ao quarto dos fundos, onde vi o Diogão de costas, olhando alguma coisa no celular.
— Oi Diogo! Tudo bem por aqui? Meu pai tá onde? – Ele se virou bruscamente, assustado com a minha presença.
— Oi Toninho! Assim você me mata de susto. Não te vi chegar. Seu pai saiu, foi ver se encontra uns azulejos para a gente colocar no banheiro. Vai demorar um pouco. – Ele me falou guardando o celular no bolso. Notei que ele estava vendo alguma pornografia, pois o volume no seu calção surrado estava imenso. Eu salivei um pouco só de olhar e ele notou. Não sei de onde tirei coragem, mas apontei para seu volume e comentei:
— Tá animado ? – Ele amassou o pau por cima do calção. Me olhou com uma cara de safadão e respondeu:
— Tô sim. Tava vendo uma coisinha no celular.
— Mostra pra mim. Quero ver o que te deixou assim. – Ele pensou um pouco, olhou para mim novamente e pegou o celular. Eu me aproximei e ele abriu um vídeo, onde um cara com um pau imenso afundava no cu de uma garota novinha, que gemia muito e se contorcia toda, levando o caralhão no rabo.
— Nossa, que sortuda! Aguentar um pauzão desse no cuzinho. - Falei sem pensar. Ele me olhou, agora com olhos de lobo faminto e comentou:
— Sortuda, é? Tem de ter talento e vontade para aguentar um desse tamanho. Será que um meninão comportadinho como você diz ser, aguentaria uma coisa assim. – Ele disse, me testando. Eu senti meu cuzinho esquentar e respondi baixinho, quase trêmulo:
— Acho que sim. – Rapidamente vi seu semblante mudar e ele logo falou:
— Bora ver se você aguenta? – Eu já estava suando, foi tudo bem rápido, a conversa não tinha durado quase nada.
Ele puxou o calção pra baixo, um pau enorme, duro e grosso pulou pra fora. Eu me abaixei e abocanhei o pau, meio sem jeito. Era o meu primeiro homem adulto. Senti o caralho crescer ainda mais na minha boca, chupei uns minutos até nos darmos conta de que estávamos na obra, tínhamos de ser rápidos.
O pau dele, além de ser grande, estava muito duro e apontava pra cima, firme, realmente rígido.
— Sempre quis ver essa bundinha gostosa que você tem. – Ele disse isso e me virou de costas, me apoiando com as mãos na parede. Se abaixou atrás de mim, abriu a minha bunda e enfiou a cara no meio, lambendo minhas preguinhas. Ele chupava meu cu como um faminto e batia de leve na minha bunda. Eu gemia alucinado de prazer. Nunca tinha feito nada igual. Lubrificou bem meu buraquinho e enfiou um dedo. Logo em seguida dois.
—Vamos alargar, esse buraquinho. – Sem demora começou o vaivém. Eu gemia baixinho, sentindo aqueles dedos rudes me abrindo.
Depois de um tempinho ele se levantou, abaixou bem o calção. Eu estava sem bermuda, só de camiseta.
— Vou meter em teu cuzinho, moleque. Posso? Você quer isso? – Eu apenas balancei a cabeça afirmativamente.
Ele, por ser mais alto que eu, se curvou, cuspiu no pau e encostou a cabeçona no meu cu. — Aguenta firme moleque! Não me decepcione. – Eu empinei bem a bundinha e abri as pernas.
Ele forçou e empurrou o pau. Quando a cabeça entrou senti uma pontada no cu e gemi, parecia estar sendo rasgado. O caralho foi entrando e eu fui gritando. Ele não fazia o vaivém, era somente pra frente, enterrando, até sentir os pentelhos encostarem na minha bunda. Eu estava suando, mal conseguia respirar. Esperou um pouco e falou em meu ouvido:
— Vou te mostrar como um macho fode um veadinho cabaço que nem você. – Ele disse isso e começou a estocar forte. Eu sentia como se tivesse sendo arrombado. Nem a primeira estocada foi suave. Ele segurava na minha cintura e, além de fazer o entra e sai com o quadril, ele jogava meu corpo pra frente e pra trás, aumentando o atrito.
Nossos corpos faziam barulho ao se chocarem e eu estava em transe, realmente ele era um animal. O que ele queria naquele momento era arregaçar, rasgar o meu cuzinho. Era só nisso que ele pensava. Me curvei um pouco e senti seu pauzão lá no fundo.

— Gosto de veadinho assim, bem empinado, levando rola sem reclamar. – Ele falou.
Depois de um tempinho ele tirou o pau de dentro do meu cu, deixando um vazio.
— Fica de quatro, putinho! – Ele ordenou e eu fiquei de quatro em cima de um papelão que tinha no chão.
— Empina e abre bem a bunda. – Nova ordem prontamente obedecida. Eu estava enlouquecido por aquele macho mandão.
Ele socou a pica pra dentro como se eu fosse um arrombado, e começou a estocar ainda mais forte. Era impossível não gritar com cada estocada. Entrava tão fundo que a dor se misturava com prazer. Parecia sentir mais prazer ao me ver sentir as dores das metidas, pois ele tentava ir cada vez mais fundo.
Socou muito em meu cuzinho, até sentir que o pau entrava com mais facilidade. Então, sem avisar e sem diminuir as estocadas, ele começou a urrar e encher meu cu de leite.
Foi tanto leite que começou a escorrer pelas minhas pernas. Ele tirou o pau do meu cuzinho, viu o tamanho do estrago e enfiou novamente até o talo. Nessa hora eu explodi num gozo intenso, sem nem tocar no meu pau.
— Assim veadinho! Goza com o pauzão do macho, atolado no seu rabo. Vai ser minha putinha agora. O filhinho do chefe e o peão da obra.
Ele me ajudou a levantar, me abraçou, e deu um beijo no meu pescoço.

Rapidamente nos arrumamos e eu fui para casa, arrombado e feliz da vida.

*****

Espero que gostem de mais essa aventura.
Vote e comente para eu saber se estou agradando.
Abraços a Todos!!!

O Filhinho do Chefe 1O Filhinho do chefe 2O Filhinho do chefe 3

Comentários (1)

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  • PutoRN: Delícia, Tito

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