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Jefferson dando rola pra namorada e... Para o irmaozinho dela

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Thiago puta

Jefferson é o típico macho alpha escroto, Se tem buraco, é pra usar, e ele usa e se farta em todos.

Os pais de Marina e Julio tinham viajado no fim de semana, deixando a casa inteira só para os três. O silêncio dos cômodos vazios parecia amplificar cada som, cada respiração. Jefferson, 24 anos, namorado de Marina, aproveitava a liberdade ao máximo. Naquela noite de sexta, os dois estavam no sofá da sala assistindo um filme qualquer que ninguém realmente acompanhava. Julio, o irmão mais novo dela, visivelmente delicado, de 16 anos, estava sentado na poltrona ao lado, fingindo mexer no celular, mas o corpo rígido e o olhar fugidio entregavam o desconforto crescente.
Jefferson puxou Marina para o colo com possessividade, colando os corpos. Começou a beijá-la com fome, a língua invadindo a boca dela devagar, explorando, sugando o lábio inferior enquanto olhava diretamente para Julio por cima do ombro dela. Com a mão direita, ele alisou a própria bermuda cinza devagar, os dedos apertando e esfregando o volume grosso e evidente da rola por cima do tecido fino. O contorno da pica dura de 20 cm ficava bem marcado — a cabeça inchada, as veias salientes. Ele sorriu de canto para Julio, um sorriso arrogante, e depois lambeu o pescoço delicado de Marina bem devagar, a língua quente traçando a pele sensível, chupando de leve até deixar uma marca rosada. O olhar nunca deixou o cunhado, como se dissesse silenciosamente: “olha o que eu faço com a tua irmã bem na tua frente”.
Marina soltou um gemido baixinho, o corpo já respondendo ao toque dominante. Jefferson sussurrou rouco no ouvido dela, o hálito quente fazendo arrepios:
— Vamos pro quarto. Tô louco pra te comer até você não aguentar mais.
Eles se levantaram, mãos entrelaçadas, e foram para o quarto de Marina, deixando a porta entreaberta de propósito. O corredor escuro carregava o peso da provocação.
Assim que entraram e fecharam a porta (mas não completamente), Jefferson tirou toda a roupa de Marina com urgência controlada. A pele dela brilhava sob a luz fraca do abajur. Ele a deitou de costas na cama macia, abriu as coxas dela com as mãos grandes e se ajoelhou entre elas. O cheiro doce e almiscarado da excitação dela encheu o ar imediatamente.
Jefferson começou a lamber a buceta inchada com devoção selvagem. A língua larga deslizava devagar de baixo para cima, separando os lábios molhados, coletando o mel que já escorria. Ele circulava o clitóris inchado com a ponta da língua, depois o chupava com força, sugando-o para dentro da boca quente enquanto dois dedos grossos entravam devagar na entrada apertada, curvando-se para acertar o ponto sensível interno. O som molhado da língua trabalhando, misturado aos gemidos ofegantes de Marina, ecoava no quarto.
— Ahh… Jefferson… assim… por favor… — ela arquejava, as mãos enfiadas no cabelo curto dele, puxando-o mais para perto.
Ele acelerou o ritmo, a língua vibrando rápido contra o clitóris enquanto os dedos fodiam a buceta com estocadas precisas. O mel dela escorria pelo queixo dele, molhando os lençóis. Marina se contorcia, as coxas tremendo e apertando a cabeça dele como um torno. O prazer subia em ondas quentes, o ventre contraindo. Em poucos minutos intensos, ela gozou forte na boca dele — o corpo inteiro convulsionando, as costas arqueando da cama, um gemido longo e rouco escapando da garganta enquanto a buceta pulsava ritmadamente, soltando jatos de mel quente e doce que Jefferson lambeu tudo, gemendo de satisfação contra a carne sensível, prolongando o orgasmo até ela ficar mole e trêmula.
Jefferson se levantou, o pau duro de 20 cm apontando orgulhoso para cima, a cabeça brilhando de pré-gozo. As veias pulsavam visivelmente.
— Agora chupa, Marina. Paga um boquete direito pra mim, sua putinha.
Ela se ajoelhou na cama na frente dele, os olhos vidrados de tesão. Segurou a rola grossa e pesada com as duas mãos, sentindo o calor e o peso. Lambeu da base até a cabeça inchada, traçando as veias com a língua, depois enfiou na boca quente e úmida, sugando com vontade, descendo o máximo que conseguia enquanto a saliva escorria pelos cantos. Jefferson segurou o cabelo dela com firmeza e fodeu a boca devagar, empurrando mais fundo a cada estocada, gemendo baixo.
— Isso… chupa gostoso… engole mais fundo, vadia. Sente o gosto do teu macho.
O som molhado da boca dela trabalhando, os engasgos leves e os gemidos abafados enchiam o quarto. Depois de vários minutos, ele a puxou para cima, o pau brilhando de saliva.
Jefferson a deitou de lado na cama, encaixou-se atrás dela e levantou uma das pernas dela bem alto. Esfregou a cabeça grossa do pau na buceta ainda latejante e molhada, espalhando os fluidos, antes de meter devagar, centímetro por centímetro glorioso, sentindo as paredes quentes e sedosas se abrindo ao redor da grossura. Quando enterrou tudo, Marina arqueou as costas, soltando um gemido longo e profundo, o corpo inteiro tremendo com a sensação de estar completamente cheia.
— Isso… aperta essa rola grossa, vadia — rosnou ele, a voz grave e autoritária. Começou a meter com ritmo forte e profundo, uma mão apertando o seio macio e o mamilo duro, a outra dando tapas leves e ritmados na bunda redonda, fazendo a carne macia tremer e corar levemente.
Cada estocada produzia um som molhado e obsceno de pele contra pele. O pau grosso entrava e saía brilhando, coberto do mel dela. Jefferson acelerava, batendo a pelve contra a bunda dela com força controlada, o suor começando a escorrer pelos corpos colados. O cheiro de sexo — suor, buceta molhada e tesão — dominava o ar.
— Toma essa pica grossa na buceta… você é minha puta, só minha. Sente como ela te abre toda.
Marina tremia inteira, os gemidos virando gritos curtos de prazer. A buceta apertava forte ao redor do pau dele, sugando-o a cada saída. Jefferson não parou, metendo fundo e rápido, o clitóris sendo estimulado indiretamente a cada impacto. O orgasmo dela veio violento: o corpo convulsionando, as unhas cravando no braço dele, um grito abafado no travesseiro enquanto a buceta pulsava e esguichava mel quente ao redor da rola grossa, escorrendo pelas coxas e molhando a cama.
Sem tirar o pau de dentro dela, Jefferson a virou de quatro com facilidade, posicionando-a com a bunda empinada. Abriu as bandas macias com as duas mãos grandes, expondo o cuzinho rosado e piscante. Cuspiu generosamente no local e encostou a cabeça grossa, empurrando devagar, com paciência. Sentia o anel apertado resistindo no começo, depois cedendo aos poucos, engolindo a rola centímetro por centímetro quente. Ele parava sempre que necessário, deixando ela se acostumar com a invasão grossa, as mãos acariciando as costas suadas e a cintura fina.
Quando estava todo enterrado, o calor apertado envolvendo cada centímetro, ele começou a meter com movimentos longos e firmes. As mãos deslizavam pelas costas dela, segurando a cintura com autoridade mas também com um toque possessivo e atento. Entrava fundo e saía quase todo, sentindo o cu se contrair ao redor da rola, depois voltava devagar, preenchendo-a completamente. Deu mais alguns tapas leves nas nádegas, alternando, fazendo a pele aquecer e corar.
Marina gemia baixo e rouco, o prazer misturado com a sensação intensa de estar tão cheia. Jefferson acelerou aos poucos, as estocadas ficando mais profundas, o som das bolas batendo contra a buceta molhada ecoando. Ele enterrou a rola até o fundo uma última vez e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo o intestino dela, pulsando dentro do cu apertado enquanto ele gemia rouco contra as costas dela.
Eles caíram na cama embolados, suados, ofegantes, os corpos ainda conectados por longos minutos.
Depois de quase uma hora dormindo profundamente, Jefferson acordou no meio da noite com vontade de mijar. Levantou nu, o pau pesado balançando entre as pernas, e foi pelo corredor escuro.
A porta do quarto de Julio estava entreaberta. O garoto estava sentado na beira da cama, olhos arregalados, o rosto pálido e visivelmente perturbado pelos gemidos altos que ecoaram pela casa a noite toda.
Jefferson parou na frente dele como uma sombra dominante, completamente nu, o corpo definido brilhando levemente de suor seco.
— Levanta, puta — ordenou com voz baixa, grave e inquestionável.
Julio obedeceu imediatamente, as pernas tremendo, a voz saindo fraca e assustada:
— S-sim, senhor…
Jefferson segurou o ombro dele com firmeza e apontou o pau para a privada.
— Segura meu pau enquanto eu mijo, capacho. Não derrama uma gota.
Com a mão trêmula, os dedos frios contrastando com o calor da rola, Julio segurou o pau grosso de Jefferson. O jato forte, quente e longo saiu com força, enchendo o banheiro de som barulhento. Quando terminou, Jefferson sorriu predador, segurou a nuca de Julio com força e empurrou o pau ainda molhado e cheirando a mijo direto na boca do garoto.
— Abre bem essa boca de vadia. Hoje você vai aprender o seu lugar de verdade.
Ele começou devagar, sentindo os lábios quentes e a língua nervosa ao redor da cabeça. Depois foi fundo, segurando a cabeça de Julio com as duas mãos grandes e fortes. O pau de 20 cm deslizava cada vez mais profundo, forçando a garganta estreita a se abrir. Julio engasgou violentamente, os olhos se enchendo de lágrimas grossas que escorriam pelo rosto quente. A saliva grossa e viscosa se acumulava rápido na boca, difícil de controlar, escorrendo pelos cantos enquanto o pau inchado esticava os lábios.
Jefferson metia com ritmo controlado mas implacável, o pau abrindo caminho na garganta apertada. O barulho molhado e obsceno — gluck, gluck, gluck — misturava-se aos engasgos sufocados e à respiração difícil de Julio. Baba grossa jorrava em fios longos e brilhantes, cobrindo o queixo, pingando pesadamente no peito nu, escorrendo pela barriga e molhando as coxas trêmulas.
— Isso, capacho… engole essa rola até sentir ela no estômago. Chora pra mim, sua putinha inútil.
Julio chorava abertamente, soluços misturados aos engasgos, as lágrimas lavando o rosto já lambuzado. Em uma estocada especialmente profunda, o pau bloqueou completamente a passagem de ar. Os olhos dele se arregalaram em puro pânico, o corpo convulsionando, o peito subindo e descendo desesperado enquanto tentava puxar ar pelo nariz sem sucesso. As mãos dele agarravam as coxas musculosas de Jefferson em desespero total, unhas cravando na pele. A ânsia veio forte — o estômago contraindo, o corpo inteiro tremendo como se fosse vomitar, mas só mais saliva grossa e viscosa jorrava ao redor do pau, escorrendo em cascata pelo queixo e peito.
Jefferson segurou firme, sem piedade, mas controlando o ritmo para não quebrar o garoto completamente.
— Respira pelo nariz, vadia… ou aprende a viver sem ar enquanto eu uso tua garganta. Você aguenta, capacho. Isso é o que você merece.
Ele puxou só alguns centímetros para dar um respiro rápido e desesperado a Julio, que tossiu e engasgou, baba escorrendo como uma cachoeira. Depois meteu de novo, mais fundo, sentindo o pescoço do cunhado inchar visivelmente com o volume da rola. Outra onda de ânsia veio, o corpo de Julio se contorcendo, lágrimas escorrendo sem parar, o rosto vermelho e inchado, fios grossos de saliva pendurados no nariz e queixo. O peito e a barriga dele estavam encharcados, brilhando, poças se formando no chão do banheiro.
Jefferson variou o ritmo — estocadas curtas e rápidas na garganta, depois longas e profundas que faziam o pau desaparecer inteiro. O cheiro de saliva, suor e tesão dominava o espaço pequeno. Ele olhava para baixo com superioridade alpha completa.
— Olha só pra você… todo destruído, babando como uma cadela no cio. Chorando com a rola do namorado da tua irmã enfiada na garganta. Você nasceu pra isso, viadinho. Pra ser meu escravinho particular.
Depois de longos minutos de uso intenso, Jefferson acelerou, fodendo a boca e a garganta com estocadas poderosas. Julio estava completamente arrasado: olhos vermelhos e inchados, rosto coberto de baba grossa e lágrimas, cabelo molhado grudado na testa, o peito e abdômen lambuzados, o chão sujo. O desespero era visível em cada tremor, em cada tentativa falha de respirar.
Finalmente, Jefferson enterrou o pau até o limite máximo e gozou forte, rosnando:
— Toma tudo, puta… engole cada gota.
Jatos grossos, quentes e abundantes desceram direto pela garganta de Julio. Ele engoliu o que pôde entre tosses e lágrimas, mas parte da porra misturada com saliva grossa escorreu pelos cantos da boca inchada, pingando no peito já destruído.
Jefferson tirou o pau devagar, batendo a rola ainda babada e brilhante no rostinho submisso e molhado de Julio.
— Boa noite, capacho. Sua irmã é uma princesa que eu como com amor. Já você… você é meu escravinho, meu viadinho de merda. Vou te usar sempre que eu quiser, na boca, no cu, onde eu mandar. Se eu quiser amanhã, você vai estar de joelhos esperando, entendeu?
Ele deu um tapinha leve no rosto lambuzado e voltou calmamente para o quarto. Deitou ao lado de Marina, puxou o corpo quente dela para os seus braços fortes e dormiu tranquilo, o sono profundo de quem sabe exatamente o seu lugar no mundo.
Julio ficou ali, de joelhos no chão frio do banheiro, completamente babado, destruído, chorando baixo. O rosto, o peito, a barriga e as coxas cobertos de saliva grossa e viscosa. A barriga cheia da porra quente do cunhado. Ele começou a limpar o banheiro devagar, ainda tremendo. Quando percebeu, seu próprio pau estava duro como pedra.
Sentado no chão, ele bateu uma punheta rápida e desesperada, lembrando do jeito humilhante como foi tratado — o gosto forte ainda na boca, a sensação da rola grossa invadindo a garganta, a voz dominante de Jefferson. Gozou muito, jatos fracos sujando a própria mão, o corpo convulsionando com o orgasmo proibido.
Ofegante, ainda lambuzado, pensou: “Se na boca foi assim… imagina o que ele vai fazer com o meu cu…”

Comentários (1)

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  • Thiago puta: Resolvi sair um pouco do padrão e escrever um conto com um personagem bissexual dessa vez. Fiquei curioso: vocês curtem quando eu vou por esse caminho ou preferem que eu continue só no universo gay? Quero ouvir vocês — comentem por favor ! 🙂

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