#Incesto #Lésbica #Teen #Virgem

Passei a fazer parte da cama de meus pais

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Cláudia

Aproveitando um convênio do meu colégio com uma rede de academia que tem uma filial próximo de casa, passei a fazer aulas de pilates de solo três vezes por semana. Tornei-me fã dos exercícios e aos quinze anos estava tão empolgada com a transformação de meu corpo, vendo as formas que meus seios estavam tomando, minha cintura fina, meu quadril largo, minhas coxas e abdômen musculosos que repetia os exercícios em todos os lugares sempre que podia. Meu pai adorava ver minhas demonstrações caseiras. Normalmente eu me exibia para papai e mamãe no tapete da sala recebendo aplausos dos dois. Não preciso falar que naquela época papai me paparicava direto e reto, enchendo-me de presentes e fazendo todas minhas vontades e eu safadinha, adorava excitar aquele macho gostoso, já tinha percebido que ele sempre colocava uma almofada no colo enquanto analisava minha performa. Em uma tarde de sábado enquanto mamãe preparava o lanche na cozinha, papai pediu para eu fazer um exercício bem específico no chão da sala, a elevação de quadril. Deitei-me no tapete usando um shortinho de lycra branco e uma camiseta rosa apertadinha, só de malvada, apoiei os pé bem separados a poucos centímetros da poltrona que ele estava sentado e levantei o quadril apoiando a parte superior do corpo e os pés levantei o quadril, deixando minha rachinha escancarada na cara do macho e assim fiquei por mais de um minuto, quando voltei a deitar o corpo inteiro no chão meu pai estava com os olhos grudados no meio das minhas pernas e sua pica forçava sua bermuda que não sei como não rasgou. Naquele momento resolvi derrubar a barreira que o impedia de esquecer que eu era sua filha e fiz cara de tarada olhando para aquele volume deixando-o perceber que eu precisava experimentar aquilo a qualquer preço. Papai deixou claro sua dúvida naquele momento com aquela expressão de bobo no rosto. Sentei em sua frente e matei a vontade de alisar uma piroca e que bom que foi a de meu pai. Eu o fiz gemer quando alisei seus testículos . Mamãe avisou lá da cozinha que o lanche estava na mesa. Papai levantou rápido e se trancou no banheiro. Alguns minutos se passaram e ele reapareceu, tive certeza que ele tinha perdido o controle e durante o tempo que esteve no banheiro tinha se masturbado. No dia seguinte, logo cedinho mesmo morando a cerca de um quilometro de onde costumo surfar, pedi para meu pai me levar de carro e ele topou na hora. Assim que ele entrou no carro e me olhou com aquela carinha pedindo que eu tomasse a iniciativa, retomei a ação do ponto que havia parado minha sedução, voltei a alisar aquela piroca gostosa, mas lembrando das inúmeras câmeras instaladas no prédio, falei baixinho: "A tarde a mamãe vai ao salão de beleza, ficaremos sozinhos". Nesse instante senti a caceta pulsar na minha mão. Aparentemente meu pai querendo que o tempo passasse mais rápido que o normal, saiu da garagem cantando pneu enquanto eu segurava aquele roliço com uma mão e massageava meu grelo com os dedos da outra mão. Eu tinha que definir nossa situação naquela tarde, pois o clima de sedução entre eu e papai já se arrastava por um bom tempo. Surfei bastante até que vi mamãe em pé no calçadão balançando os braços para chamar minha atenção e saí da água. Fomos para casa e almoçamos e sentamos na sala e minha mãe esperou meu pai ir para a suíte e falou: "Filha, acho que você não sabe, seu pai casou virgem, tudo que ele viveu até hoje na cama, foi comigo, tenho certeza que ele nunca teve outras experiencias. Seu pai é um homem fiel e não conseguiu esconder de mim o joguinho de vocês dois". Nossa, fiquei apavorada com o que estava escutando eu já estava quase chorando quando ela continuou: "Por outro lado eu vivi bastante minha adolescência, mesmo tendo tido o cuidado de preservar minha virgindade até minha lua de mel, por isso entendo perfeitamente pelo que você está passando". Passei a ficar perdida na conversa e sem ter o que falar permaneci em silencio enquanto minha mãe então com trinta e oito anos confessou: "Sei que você não entende que o sacrifício maior aqui quem está fazendo sou eu , vendo seu corpinho maravilhoso desfilando todos os dias aqui dentro de casa e eu tendo que me controlar, afastando minhas lembras...". Só então eu entendi onde aquela mulher experiente queria chegar e ofereci meus lábios a ela. Mamãe me beijou lascivamente, senti meu corpo inteiro se arrepiar e espasmos musculares por onde mamãe me alisava, até que ela tocou com o dedo no meio de minhas pernas e disse: "Você já está molhadinha. Vamos, seu pai nos espera". Como que andando nas nuvens deixei mamãe me puxar pelo braço. Entramos na suíte e meu pai estava coberto da cintura para baixo com um lençol, eu e mamãe paramos entre a porta e a cama e ela tirou minha camiseta e a dela, ficamos ambas só de shortinho e ela olhando para meu pai inclinou o corpo e mamou em um de meus seios enquanto meu pai admirava a cena ainda sentado no cama. Mamãe sabia como passar a língua em um mamilo levando-me a um estado maravilhoso de tesão, levando-me a imaginar que essa era a espécie de experiencia que ela tinha tido na adolescência e quando vi meu pai estava em pé a nosso lado oferecendo-nos aquela piroca linda e dura como pedra e pela primeira vez eu pude segurar o cilindro sem qualquer pano entre ele e minha mão. Mamãe ajoelhou e acanhou a cabeça da bica e o quanto mais sobrava além de minha mão e meu pai produziu um som inesquecível fazendo com que eu sentisse minha buceta alagar e baixei meu short abraçando aquele corpo másculo aqui mamãe estava dividindo comigo. Mamãe também devia saber fazer uma chupeta, pois pude sentir algo correndo dentro daquele pau e mamãe mudando a posição da chupeta enquanto meu pai me beijava com sofreguidão. Mamãe levantou e dividiu comigo o leite que estava em sua boca enfiando a língua em minha boca. Engoli leite de macho adorando seu sabor e fomos os três para cama, onde papai voltou a beijar-me fazendo-me compreender que aquele era o momento mais importante de minha vida e logo mamãe fez-me deitar de bruços e se esticou tirando da gaveta do criado um tubo de gel, percebi que papai fez sinal para ela puxando meu quadril em seguida fazendo-me ficar de quatro e quando eu assumi a posição e fez o que devia ter fantasiado muitas vezes em fazer e que para mim era completamente inusitado, enfiou a língua em meu anel arrancando de mim o mais gostoso frito que eu tinha produzido até então e ali naquela posição com uma língua maravilhosa no cu, senti o dedo médio de minha mãe cheio de gel massagear meu grelo duro, demonstrando mais uma vez que sabia levar uma mulher em direção ao prazer e tive minha primeira convulsão de prazer perdendo completamente o domínio sobre meu corpo, caindo na cama e assumindo a posição fetal enquanto todo meu corpo tremia sob o olhar maravilhado do casal que tinha me dado a vida e que naquele instante estava me proporcionando meu melhor momento. Enquanto eu me debatia ambos trocavam carinhos sem perder a visão do espetáculo que eu lhes proporcionava. Assim que me recuperei, papai deu o cacete para eu chupar, mamãe pediu para que eu o fizesse novamente de quatro, pegou um travesseiro e colocou embaixo da própria cabeça e enquanto eu aprendia a chupar uma rola ela fez maravilhas sua língua em minha boceta enquanto com os dedos masturbava a sua. Em pouco tempo constatamos sermos uma só família gozando profundamente os três juntos.

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