Rala-e-rola com a colega da sobrinha da minha esposa
Vera, colega da Luna, teve seu primeiro orgasmo verdadeiro na minha boca. Com meus dedos enfiados no cuzinho, claro.
Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na de cima. Com a esposa (Leila), e Luna, a enteada.
Luna contou para a colega que teve seu primeiro orgasmo com seu tio.
E combinou de trazê-la para que eu a ajudasse nessa iniciação. Só esqueceu de me avisar.
Até tinha me falado dessa conversa com a colega no dia em que comi seu cuzinho pela primeira vez. Disse que é da outra turma e dois anos mais velha. E que são muito amigas. E íntimas a ponto da outra contar que espia os pais na intimidade, e que já viu o tio (irmão do pai) “sarrando” com a mãe na cozinha da própria casa - enquanto o pai estava no banheiro.
“Tô indo”. Gritei em resposta a alguém chamando no portão. E continuei falando, enquanto abria o portão lateral para a Luna e sua colega: “Não lembrava de termos combinado de estudar hoje”. “Não combinamos, mas pensei em aproveitar que ela veio almoçar comigo, para você ajudá-la na masturbação”. Respondeu Luna, recebendo um cutucão da colega que tentava esconder o rosto corado de vergonha.
Uma “potranca”. Viajei naquele corpo. Ainda com o uniforme da escola (camiseta azul clara e saia preta). Bem mais alta que a Luna. Quadris e tórax avantajados, abrigando glúteos e seios desejáveis e apetecíveis. Cabelos longos e pretos (reluzentes). Lábios carnudos e pele cor de jambo.
Pela timidez demonstrada, comecei a duvidar que rolaria algo.
Ao entrar, Luna largou o material na mesa e sentou numa poltrona, indicando a outra para a colega, que sentou de lado, ainda tentando esconder o rosto.
Sentei no sofá próximo a ela.
Se remexendo na poltrona, Luna resmungou: “Fala com ele. Fala das tuas dúvidas. Ele pode te ajudar”. Chutei sua canela e fiz sinal com o indicador nos lábios para ela ficar quieta.
“Tua colega é um tanto destrambelhada, hein!? Já era para estares acostumada”. Falei, me dirigindo à Vera, que só conseguiu balbuciar um “é”.
“Vou tentar te ajudar a relaxar”. Falei, indo em direção à porta e fechando-a. O mesmo fiz com a cortina da janela da cozinha, deixando o ambiente quase na penumbra.
Peguei uma garrafa de vinho e uma de suco de uva que estavam abertas na geladeira, e servi uma taça de vinho para mim, uma de suco para a Luna, e outra misturada para a Vera.
Entreguei a taça da Luna, e voltei a sentar, entregando a outra para a Vera, que agradeceu, tentando esboçar um sorriso.
E tomou a metade em dois goles.
Puxei conversas aleatórias, perguntando onde nasceu, onde mora, esportes que gosta, e qual pratica. Viagens. Lugar que gostaria de conhecer, etc.
Aí se foram uns trinta minutos.
Completei minha taça e voltei a encher a dela, que tinha esvaziado, e continuamos conversando futilidades, enquanto ela já ia para a quarta taça, começando a se soltar um pouco e conversar. O que deu margem para a Luna falar: “Tio, vou aproveitar ela aqui para te revelar um segredo”. “Ôpa. Não me assusta assim, guria”. Falei arregalando os olhos e olhando muito sério para elas.
Luna, encarando a colega, perguntou se podia, enquanto se levantava.
Aproximou-se dela, cochichou algo em seu ouvido, e voltou a sentar, seguida pala outra, que, me olhando de lado, sentou acavalada de frente para a Luna, e disse: “Melhor que falar, é mostrar”, e, colocando uma mão na nuca da colega, uniu os lábios num beijo apaixonado. Escorregou a outra mão pela lateral do corpo da Luna, e subiu até os seios. Os mamilos, que já estavam proeminentes, agora pareciam querer perfurar o tecido da camiseta. Luna colou seus corpos ao entrelaçar os braços pelas costas da colega, que levou a outra mão também para a sua nuca, permitindo um contato melhor dos mamilos de uma aos da outra.
Luna fez um sinal com a mão para eu me aproximar. Que atendi de pronto. Enlacei sua colega por trás, com minhas mãos indo diretamente para seus seios, abocanhei e enfiei a língua em sua orelha, fazendo-a pular, primeiro pelo susto, depois pelos arrepios que provoquei. Tentou se desenvencilhar, sem êxito, pois prendi seu corpo contra o meu. Mantive uma mão entre os corpos delas, bolinando simultaneamente os mamilos de ambas, e desci a outra entre meu corpo e o da Vera, até encaixar por baixo dela, sentindo sua calcinha umedecida. Tentou se desenvencilhar novamente. A impedi. Virou o rosto para falar alguma coisa, mas enfiei minha língua por entre seus lábios, sendo correspondido, e Luna uniu sua boca às nossas num beijo a três.
Soltei elas e voltei a sentar. Tomei uns goles de vinho enquanto apreciava o aroma e o sabor da xereca da Vera na minha mão. Ela pegou a taça vazia de cima da estante, sentou ao meu lado, e me estendeu. Enchi e ela tomou quase a metade num só gole.
“Então já se pegam há quanto tempo?” Perguntei. Disseram que não fazia muito, mas nunca passaram disso, e essa foi a terceira vez, mas a primeira com alguém vendo, e a mais “intensa”.
Vera estava inquieta. Dobrava uma perna e sentava sobre ela, em seguida trocava, sentando sobre a outra.
Perguntei qual o motivo. “É que... ai. Não sei como falar”. Começou ela, bicando o restante do vinho e me estendendo a taça vazia. Peguei a taça e falei que já chegava, senão ficaria bêbada, e perguntei: “Então!?” Seu rosto corou ao olhar para mim, e gaguejando sussurrou: “Foi bem estranho sentir tua mão lá em baixo”. Perguntei se tinha sido ruim. “Não. Bem pelo contrário. Foi muito gostoso. Parecia que eu estava levando um choque lá. Minhas pernas ainda estão tremendo”. Respondeu ela.
Ela exalava o odor do sexo, e eu, ávido por sentir mais de perto, tanto seu odor quanto seus líquidos vaginas, levantei e puxei suas pernas, deixando-a quase deitada. Ajoelhei à sua frente, e enfiei a cara na sua genitália para saborear o aroma inebriante daquela grutinha imaculada.
Num misto de susto e prazer, prendeu minha cabeça entre suas coxas, enquanto Luna, em pé no sofá e de frente para ela, tirava sua camiseta e brincava em seus peitinhos, fazendo-a gemer e se contorcer. Aproveitei a posição da Luna, tirei sua calcinha e apliquei um beijo Grego e umas lambidinhas na perereca.
Tirei a calcinha da Vera, e me deliciei com seu néctar sagrado. Lambi os lábios maiores e, escorregando a língua, penetrei a ponta no seu anel rosado, deixando-o bem salivado, enquanto massageava sua vulva e enfiava de leve meus dedos, que, bem lubrificados, penetrei dois no cuzinho, que piscava freneticamente.
Chupei seus lábios, e penetrei a língua o mais fundo possível naquela gruta imaculada, fazendo-a contorcer-se e quicar.
E o grelo... ah o botãozinho mágico... bolinei com a língua, fazendo-a gemer ainda mais.
Luna ofereceu sua perereca para a Vera, e a orientou para fazer o mesmo que eu.
Vera puxou minha cabeça contra sua genitália, como a querer-me dentro dela, enquanto Luna, gemendo, se esfregava na sua boca.
Aumentei o ritmo da massagem oral, e ela foi aumentando os gemidos. Calçou os pés no sofá, e arqueou o corpo.
Ofegante, gemia e urrava, contorcendo-se de um lado para outro, quicando no sofá. Até que prendeu novamente minha cabeça entre suas coxas, e gozou, sem parar de quicar e urrar.
Luna disse para a colega não parar, pois também estava chegando ao clímax.
De repente desmontou-se, ainda arfando. Em seguida Luna atirou-se ao seu lado, quase sem ar.
Na sequência relatarei:
Assisti a transa da minha concunhada com a própria filha
Eu e André fizemos Dupla Penetração na sua irmã.
Surubão com a colega da Luna.
André, Luna, Vera, e eu, explorando todos os orifícios. E experimentamos todas as posições possíveis.
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