#Gay #Grupal #Trans

O clube do leite

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Ramon

Era apenas um programa com uma trans do job e muito chegada a mim. Virou o CLUBE DO LEITE...

Saí tantas vezes com uma trans, vou chamá-la de JÚLIA, que às vezes eu ia na casa dela para transar (sim, mesmo assim eram programas e eu pagava, mas era como se fosse um apoio do que o próprio cachê, tanto que levava presentes, bolos e por aí vai). Ela morava com a mãe, o que deixava o clima de "mamãe pode chegar a qualquer momento" no ar, o que aumentava o tesão.

Uma vez liguei para ela dizendo que estava “subindo pelas paredes” e queria sair com ela. “Eu estou aqui no Janga, com duas amigas, na casa que a gente alugou”, respondeu ela. De onde eu estava para o “Janga” (um bairro numa cidade da região metropolitana de Recife), dava cerca de uma hora por conta do trânsito. “Eu passo por aí e a gente vai para o motel”, disse. “Se você quiser, a gente fica aqui no meu quarto, as meninas nem ligam, vão no máximo brincar com isso, as meninas são gente fina”. As meninas eram as outras duas trans que alugaram a casa. “Vou pensar”, respondi e fiz o percurso indagando se não era melhor ir para um motel nas proximidades (que eu não conhecia) ou ficar na casa e ligar o foda-se, pois vivo no armário – se bem que as “meninas” deveriam ser do job também.

O medo de me mostrar e a vontade de uma transa numa casa com outras pessoas me deixaram em dúvidas, quando cheguei perto e liguei para JÚLIA, eu hesitei um pouco sobre o lugar e ela me disse “vamos ficar aqui mesmo, com esse dinheiro do motel a gente compra cerveja ah ah ah. E seu carro fica dentro do terraço”. Aceitei. A casa tinha um espaço muito legal, apesar de não ser nova estava bem conservada e tinha uma piscina de fibra daquelas que se compra pronta e se instala. Desci do carro nervoso com a situação e VANESSA e LIANA, as amigas, estavam curtindo a piscina e já brincaram comigo dizendo que “o noivo tinha chegado”. Eu ri e notei que JÚLIA antes estava na piscina também mas tinha tomado banho para me esperar. As três tinham ido para a praia de manhã (fica próxima e dava para ir andando) e estavam na piscina para fechar o dia. Todas tinham bebido mas não tinha nenhuma bêbada, só alegres. Tomei um copo de cerveja, ficamos nós quatro conversando, JÚLIA ao meu lado, estilo namoradinha mesmo, e me senti entrosado. “A gente vai aqui resolver uma bronca e já já volta”, disse JÚLIA me puxando para o quarto e rindo. VANESSA e LIANA riram e disseram que queriam também. A casa tinha 3 quartos mas JÚLIA, VANESSA e LIANA resolveram dormir no mesmo quarto (uma suíte), de tal modo que a outra suíte estava livre. Eu acho que era para receber clientes, como eu, mas não quis perguntar, até porque o quarto estava como se não tivesse sido mexido senão por malas delas que estavam em uma das camas.

Quando JÚLIA ficou nua e vi a marquinha do fio dental, meu pau que já estava duro ficou uma rocha. JÚLIA tem um rosto bonito, não é aquela trans que chama a atenção mas tem um corpo equilibrado e a sua simpatia e nosso entrosamento me deixavam louco. Foi muita chupada e fizemos um troca-troca delicioso. Ela se enrolou numa toalha e foi buscar cerveja e tira-gosto para o quarto, só ouvi as outras duas dizendo besteiras. Trepamos de novo e saímos do quarto quase duas horas depois, já era mais das 17h. Piadas, brincadeiras e ficamos conversando.

-Vai dormir aqui, RAMON?”, perguntou VANESSA
- Não posso, amanhã vou para o dentista de manhã e depois tenho de ir em Candeias (que era do outro lado, bem distante do Janga)
- Menino, compra uma escova de dentes aí no mercadinho, vai para o dentista e de lá vai para Candeias. Se quiser tomar banho de piscina, toma de cueca ou nu. De noite ninguém vai ver. Vamos tomar uma hoje, falaram as três

Concordei e fui no mercadinho, comprei cervejas, uma escova de dentes e algumas coisas que faltavam na casa. Eu tinha uma camiseta reserva no carro, que levo sempre para casos em que você suja a roupa, e fiquei tranquilo. Fiquei apenas de cueca não pela piscina, mas porque ficar de calça de sarja ali não combinava. Superadas as brincadeiras de lua de mel e afins, começamos a conversar normalmente, tomando uma e curtindo. As três eram realmente do job, porém VANESSA, que era a mais velha, tinha uns imóveis que alugava e já tinha uma situação financeira melhor. JÚLIA era esteticista ainda sem nome no mercado e somente LIANA, a mais nova, ainda estava na escola aos 19 anos e a renda era do job apenas.

Partimos para falar de nossas vidas sexuais, gostos e expliquei de que era no armário, contamos algumas aventuras e a conversa ficou bem aberta, sem frescura alguma. “Você dizendo que curte boquete e eu de pau duro aqui”, falou LIANA; “Só que eu vi primeiro”, completou VANESSA, para JÚLIA dizer que “só que esse macho é meu”. Todos rimos e a putaria foi tomando conta do ambiente. Resultado: eu me ofereci para chupar as três.

Para a putaria, achamos mais seguros dentro de casa. Todo mundo tomou banho antes, trouxemos as bebidas e comidas para dentro e ficamos na sala. Quando vi as três nuas e sentadas no sofá lado a lado, comecei por JÚLIA, pois vi que o cacete de VANESSA era o mais desafiante. Chupei e perguntei se ela queria gozar, mas JÚLIA preferiu não. Fui para o pau de LIANA e a safada já estava se masturbando, chupei pouco e já senti os jatos dela na minha boca, encheu minha boca e deixei escorrer e depois bebi o resto. Passei um guardanapo de papel molhado na cara para limpar, tomei cerveja e fui para o cacete de VANESSA, o maior e mais grosso deles, não estava duro e já era grande (acho que 19cm, grosso da cabeça fina e com a pele cobrindo a cabecinha, tinha de ser puxada).

- Mulher, que clitóris é esse?, perguntei
- É o que vai te comer, respondeu ANA dando “tapas” com o cacete na minha cara.

Todos rimos e enquanto LIANA tinha ido no banheiro comecei a engolir aquela cobra; uma delícia. Foi ficando duro e eu tentava engolir todo. Fomos para o sofá para que eu ficasse com a cabeça no braço do sofá, “olhando para o teto” e VANESSA metia a picona na minha boca, pois é uma posição que consigo engolir melhor as rolas. Não ficou ideal como seria numa beira de cama, ajudou mesmo assim. “Ah, eu quero esse cu”, dizia VANESSA. “Eu quero ser enrabada”, diziam LIANA e JÚLIA. “Comer eu posso comer, mas JÚLIA já me furou duas vezes hoje e eu estou de resguardo”, já fui dizendo. A putaria estava tão grande que LIANA e JÚLIA começaram a se agarrar, trocar beijos e se punhetarem.

- RAMON, sério, deixa eu colocar só a cabecinha, pedia VANESSA
- VANESSA, esse papo de só a cabecinha? Meu cu tá mexido demais hoje e olhe que foi JÚLIA (que o pau não era pequeno, tinha bom porte e grossura, mas na frente do de VANESSA parecia pequeno)
- As duas estão no bem bom ali e só eu não vou trepar hoje
- Eu como seu rabo, tô com tesão nele
- Ah, eu quero é um buraquinho para esquentar o meu segredinho

Pior é que LIANA e JÚLIA, que nunca tinham transado entre elas (depois VANESSA me confessou que já tinha comido as outras duas, mas sempre depois de uma bebedeira), anunciaram que iam fazer no sofá naquela hora. LIANA ficou de quatro e JÚLIA foi metendo. As duas mais riam do que mostravam interesse em foder. Isso foi suficiente para VANESSA aumentar a cobrança e eu, que já estava com o pau duro, resolvi arriscar. Fiquei de quatro ao lado de LIANA e fui para o sacrifício. Muito gel e claro que a cabecinha do pau de VANESSA entrou no meu um pouco ardido. Até aí, tudo bem. Quando ela foi enfiando o resto, e eu balançava o rabo e tentava relaxar, a ardência ficou alta, comecei a chiar. LIANA que já estava sendo enrabada por JÚLIA zombava de mim: “e esse é o macho dessa casa”.

VANESSA era experiente e, ainda que eu já tivesse pedido duas vezes para ela tirar e tentado sair daquele “cano de 100” como se diz no popular, em pouco ela anuncia que eu tinha engolido a rola dela todinha. As três riram e eu nem acreditei, até porque sentir a virilha e os ovos grandes de VANESSA batendo em mim me deu ânimo novo. O cu, dilacerado, parou de arder tanto e foi relaxando. O pau era grosso e entrou rasgando tudo, de forma que senti cada centímetro ser arrombado. Naquela algazarra todinha, VANESSA começou a me comer com maestria e comecei a delirar de tão gostoso que estava aquela tora quente, grossa e macia deslizando no meu cu. VANESSA tentou dar umas enfiadas com mais força mas supliquei que não, eu achava que ela ia tirar meu estômago da dor que sentia nessas horas. O pau dela ficou deslizando tão fácil que VANESSA chamou as meninas para verem: “Nem parece que era um cuzinho há pouco, agora é um cuzão”. JÚLIA tinha gozado no cu de LIANA e LIANA veio gozar na minha boca de novo, só que agora ela de propósito mandou porra na cara e no meu cabelo.

E foi quando VANESSA anunciou a gozada, me segurou pelas ancas e manteve um ritmo mais acelerado, comentando que ia gozar muito leite. Uma tora daquele tamanho você sente as contrações e o muito leite lá dentro. Ela deu um meio grito e cravou as unhas na minha cintura. Eu empurrava a bunda para trás, como se quisesse mais do muito de rola que já estava lá dentro. Quando ela tirou o pau, senti a pressão da saída. As três ficaram comentando como meu cu estava aberto. “Mas volta a fechar, se você não levar outra dessa todo dia”, falou VANESSA, suada e arfando após o esforço. Fiquei de quatro e “peidei” o leite todinho, era muito leite.

Quando ficamos de pé e combinamos de dar um beijo coletivo, reclamei que não tinha gozado. VANESSA então se ajoelha e me faz um boquete. Gozei na boca dela, só que ela deixou a porra na boca e nos serviu, meu leite, no beijo coletivo.

Ainda ficamos bebendo e conversando até certa hora, mas fui dormir primeiro porque ia acordar cedo. VANESSA suplicou para eu dormir com ela, mas eu disse que meu rabo não aguentava mais nada; se ela tivesse desesperada, podia comer minha boca e assim surgiu o CLUBE DO LEITE, quando algum ou todos iam beber a porra dos outros. Nessa mesma noite, VANESSA só deixou eu ir me deitar após eu beber a porra dela e fez questão que eu engolisse. A tarada novinha da LIANA também, mas a porra dela foi pouca e rala, depois de ter gozado tanto; não tão gostoso como sempre, também por ter gozado muito, foi o leite de JÚLIA na minha boca.

O dentista era mais perto de onde eu estava do que da minha casa, acordei cedo para arrumar a cozinha, fazer meu café e sair. Pois VANESSA acordou cedo, me sentou na cadeira da mesa da cozinha e me fez beber mais uma gozada dela. “Bora fazer um golden shower no banheiro”, ele me chamou e eu fui. A safada me sentou nu no box do banheiro e começou a mijar na minha boca. Quando eu estava tomando banho, ela desligou o chuveiro, me fez um boquete e me ofereceu o rabo, que comi com muito gosto. “Vamos marcar melhor nós dois”, disse ela. “Tudo no 0800, eu garanto”, completou.

Cheguei no horário para o dentista, com medo de arrotar porra, exaurido de tantas trepadas e gozadas e com o cu ardido, com sentimento de que meu anel de couro não ia se fechar nunca mais. Fechou, mas ainda foi aberto duas vezes por VANESSA e isso eu conto depois.

Sei é que o CLUBE DO LEITE não parou. Voltei para lá 3 dias depois e bebi o leite das meninas e tive meu leite bebido por LIANA.

A loucura foi que o CLUBE DO LEITE foi expandido e foram chegando outras trans, sempre conhecidas, mas outras pessoas; VANESSA não deixava passar de seis pessoas por vez, 3 casais, e normalmente eram 4 pessoas mesmo. Como a casa era longe – VANESSA resolveu alugar a casa por mais tempo – eu não ia muito. Mas as farras dali eram para trepar e beber leite.

O alerta de que eu estava me expondo demais foi uma vez em que VANESSA me chamou e chegando lá estavam ela, LIANA e um boy do job, o cara até presença, mas era um homem. Confesso que fiquei mais com LIANA, que trepava bem, e só chupei VANESSA na hora da “leitada” geral; ela, notando isso, deixou o boy sentado para eu chupar. Como LIANA já tinha me comido mesmo na frente dele, chupei o cacete e bebi o leite do carinha. Não foi ruim, porém foi uma forçada de VANESSA e a partir desse dia não fui mais para o CLUBE DO LEITE.

O leite poderia azedar.

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