Seis amigos casados e a noite do boquete
Quando um grupo de amigos se reúne pra uma noite do pôquer, tudo pode acontecer depois de um inesperado boquete.
Masturbação parece uma coisa inerente a todo garoto. Desde cedo, se algo nos excita, logo vem aquela vontade de se tocar. E quando um bando de garotos se junta pra conversar sobre besteira, não raro tudo pode terminar numa disputazinha de punheta.
Até se meter no mato e, no meio daquela vontade de mijar, não temos a menor cerimônia em tirar o pau pra fora na frente uns dos outros, rindo e nos divertindo, numa disputazinha pra ver quem mija mais longe. Enfim, nessa fase de descobertas nosso pau é como um brinquedo, que adoramos mostrar e compartilhar uns com os outros.
Mais tarde, já homens feitos, parece que nos esquecemos disso tudo. Quando éramos um bando de moleques, sem um pêlo no corpo, não era problema a nudez diante uns dos outros; na verdade, podia terminar numa grande farra. E quando crescemos, de repente nos preocupamos mais em nos medir e comparar músculos e o tamanho do pau.
Mas acho que se uma coisa aconteceu com a nossa noite de pôquer foi fazer vir à tona o garoto que ainda havia dentro de nós. Havia de novo um brilho de excitação nos olhos, a sacanagenzinha que todo garoto adora entre amigos. E de repente parecíamos ter nos soltado e deixado de lado os preconceitos de caras casados e sem nenhuma imaginação.
Eu continuava ali sentado, na rodinha de amigos que virou a nossa noite do pôquer de toda sexta. Meu pau continuava duro feito pedra, vendo o Leo, meu amigo de infância, ser chupado pelo Renan. Aquilo era surreal, e ao mesmo tempo excitante. Minha boca não parava de salivar diante da cena.
O Caio, sentado ao nosso lado, estava masturbando o Breno e observando atentamente enquanto o Lucas e eu nos masturbávamos. Com a expressão de prazer do Leo, recebendo um boquete, acho que todos pensamos na mesma coisa: será que a noite de pôquer vai virar sexo oral uns nos outros?
Havia um silêncio calmo na sala, com o vídeo pornô passando na TV. Pra falar a verdade, em algum lugar no meio da minha excitação, eu sentia uma certa inveja da coragem do Renan, e acho que adoraria chupar o pau do Leo... quero dizer, de novo.
E então me vinham as lembranças de infância, quando eu e o Leo jogávamos bola na rua. Na volta pra casa eu fui na casa dele e, na garagem do seu pai, a gente se chupou, mais pra matar a curiosidade de garoto.
Nos esgueiramos por trás das coisas velhas que a mãe do Leo guardava na garagem, nos dando um bom esconderijo. Ali ninguém podia nos ver enquanto abaixávamos os nossos shorts de educação física e começávamos a bater uma punheta. Então, quando nossos paus estavam bem duros, primeiro o Leo ficou de joelhos e começou a me chupar, depois foi a minha vez.
Na hora, foi gostoso sentir a boca úmida e quente dele envolver o meu pau, numa intensa de desajeitada sucção. Ele inda lambeu em volta da cabeça com a ponta da língua, me deixando com as pernas bambas de excitação; depois voltou a abocanhar o meu pau, colocando todo na boca e me chupando mais um pouco; até se levantar, limpando a boca com as costas da mão. Depois foi a minha vez.
E quando eu me ajoelhei, abrindo a boca e recebendo o seu pau, foi uma sensação estranha aquele pedaço de carne macio e quente deslizando pela minha língua, tocando o céu da boca, até me chegar no fundo da garganta. Mais velho que eu um ano e mais desenvolvido, o Leo tinha um pauzão enorme, que eu tentava engolir enquanto ele segurava a minha cabeça e fodia a minha boca, como tínhamos visto juntos num vídeo pornô uma vez.
Então, depois de alguns minutos daquela intensa penetração que me tirava o fôlego, uma surpresa inesperada aconteceu, e na hora nem mesmo ele sabia o que era. Por um momento eu senti a sua pele toda se arrepiar, enquanto tinha as mãos na sua bunda, uma de cada lado. Depois, a sua respiração se tornou mais ofegante, até que no instante seguinte eu senti a minha boca ser invadida por um líquido espesso e quente, que saía da cabeça do seu pau. Era o seu primeiro gozo, e ele nem fazia ideia disso, muito menos eu.
Depois de beber um pouco daquilo, me engasgar e cuspir fora, eu ainda fiquei com aquele gosto na boca por algum tempo. Eu tinha provado porra pela primeira vez na vida, e ainda lembrei daquilo por alguns dias. Mas, o que mais marcou aquela nossa primeira experiência no mundo dos prazeres adultos, não mais que dois garotos curiosos sobre sexo, foi quando o Leo me segurou antes de irmos lanchar na cozinha da sua mãe.
Como se quisesse uma última lembrança daquele momento, para guardar quando fossemos mais velhos, ele me olhou bem nos olhos, enquanto me segurava pelos ombros. E então, de repente a sua boca estava colada na minha, num beijo que até então não tínhamos dado nem numa garota.
Ficamos assim por um instante, nos acariciando e trocando um beijo como dois namorados. Ele nem se importava que eu ainda tinha na boca um gosto de porra, provando, junto comigo, do seu próprio gozo. E, como aprendemos nos filmes e, claro, nos vídeos pornô, de repente ele enfiou a língua na minha boca e eu me excitei com aquela sensação inesperada.
Era escorregadia e meio trêmula a sua língua, vasculhando curiosa a minha boca numa ânsia saudável em provar do que tanto vemos na tv. Então eu tomei coragem de fazer o mesmo, e enfiei a minha língua na sua boca, achando uma certa graça daquilo.
Mas o Leo me surpreendeu e começou a chupá-la, assim como fez com meu pau. Era uma sensação gostosa, e eu resolvi experimentar também. Então, na próxima vez que ele enfiou a língua na minha boca, eu comecei a chupá-la. Àquela altura, meu pau já tava de novo durinho, enquanto nos esfregávamos e nos beijávamos. Até que ouvimos a voz da mãe dele nos chamando pra ir lanchar, e nos afastamos, ainda nos olhando excitados, como que tomados por algo que tínhamos acabado de descobrir.
"Não conta nada, tá?", ele disse, me fazendo jurar que aquele seria o nosso segredo.
E assim eu o guardei, até hoje. Mas aquilo nunca mais voltou a acontecer, e uma parte de mim se arrepende de não ter experimentado mais uma vez. A partir dali, por algum tempo, nas vezes seguintes em que eu me entregava às minhas sessões de masturbação na hora do banho, era no Leo que eu pensava, e em como queria mais uma vez sentir a sua boca no meu pau. E nem me importaria em deixá-lo foder a minha boca.
É, eu já tinha chupado um pau antes, tantos anos atrás, e a vontade de fazer isso de novo ainda estava dentro de mim, escondida atrás de preconceitos bobos. Mas eu me contive. Eu era o novato que ainda não tinha se acostumado completamente com a ideia de estar ali, no "clube", às escondidas da minha esposa. Mas então aconteceu aquilo.
O Leo elogiou o meu pau e todos os olhares se voltaram pra mim, como que pra conferir. De alguma forma aquilo mexeu comigo, e o meu pau chegava a latejar, duro que estava.
"Você tem mesmo um belo pau, Beto", disse o Renan enquanto deslizava pro chão entre as minhas pernas, com a mão ainda acariciando o meu pau. "É só dizer se não quiser", ele completou, com o rosto a centímetros do meu pau.
Eu poderia ter mandado ele parar, dito "não", mas quando ele abocanhou o meu pau duro feito pedra, eu entrei naquele estado em que você sabe que tudo o que importa é o prazer que seu pau está sentindo. E uma boca quente, úmida e ávida no meu pau, era uma sensação incrível.
Então deixei de me importar se aquilo era gay ou não e simplesmente aproveitei, e foi sensacional. A Kelly colocava o meu pau na boca, mas não dava pra chamar aquilo de chupar. Depois de um tempo, ela fazia uma careta quando eu gozava, provavelmente do gosto do esperma. Não vou culpá-la por isso, mais receber um boquete de outro cara que estava realmente a fim de chupar o meu pau? Isso foi demais.
O Renan tinha o meu pau na boca, e eu ia aproveitar a sensação incrível de um inesperado boquete. Ele estava realmente empolgado, mergulhando a boca o mais fundo que conseguia, lambendo o meu pau, lambendo meus testículos, e depois voltando a engolir a cabeça do meu pau. Eu me contorcia, sentado no sofá, enquanto o Renan me fazia um belo oral. Você não pode dizer ao seu pênis que algo não está tão bom ou que não deveria estar tão bom, quando na verdade está. Era uma sensação nova e eu adorei cada segundo.
E o cara que começou tudo aquilo agora resolveu propagar a sua política de “apenas um boquete entre amigos”, e parecia não satisfeito. O Leo então se inclinou sobre o pau do Breno e, com toda naturalidade, abriu a boca, engoliu o seu pau e começou a chupá-lo. Nossa, aquele tesão que nos tomava parecia se alastrar feito fogo entre todos nós.
Sons de suspiros e aquela sucção molhada da boca do Renan e do Leo, os dois ocupados, um com o pau do Breno e o outro com o meu. Era impensado algo assim acontecendo, e de forma tão natural entre nós. Mas o que começou com um mero elogio do Leo, de repente parecia ter tirado toda a nossa resistência e preconceitos. E era muito bom apenas desfrutar de um boquete na noite de sexta.
Mas então, ao me virar pro lado, e ver o que o meu amigo de infância fazia no pau do Breno, aquilo de repente me fez morrer de inveja. Afinal era o Leo chupando outro, e eu já tinha sentido a sua boca no meu pau uma vez.
Meio tomado por um tesão semelhante, o Caio pegou na minha mão e a levou até o pau dele. Talvez ele tivesse a mesma vontade de fazer como o Renan e o Leo, mas só não tinha coragem o bastante. Então tinha que aplacar o tesão com a minha mão. E lá estava eu, recebendo um oral incrível do Renan, com a mão no pau duro de dois caras ao mesmo tempo, um de cada lado.
Enquanto o Renan banhava o meu pau na umidade quente da sua boca, chupando em goles uniformes, não tenho certeza se já tinha recebido um oral tão bom.
Mas nada me preparou para o que vinha a seguir. Não sei como o Leo conseguiu se segurar, mas o mesmo não aconteceu comigo. Depois de alguns minutos me chupando, o Renan fez o que a minha mulher nunca fez. Enquanto acariciava o meu saco, ele me levava à loucura, sentindo vontade de foder a sua boca, mas me contendo.
Então aconteceu, eu gozei na sua boca e de repente não conseguia mais parar. O primeiro jato de porra desceu direto pela garganta dele, e pra minha surpresa, sua língua não parava de brincar em volta da cabeça do meu pau, sorvendo todo o meu gozo e bebendo tudinho com prazer.
Um novo jato e acho que ele tava de boca cheia; depois engoliu tudo, e ainda tinha disposição pra mais, lambendo com a língua em volta da boca.
Quando eu terminei de despejar a última gota, que ele colheu na ponta da língua, meu coração estava a mil por hora, e aos poucos foi desacelerando. O Renan então se levantou com um enorme sorriso, diante dos olhares em volta, no mesmo misto de espanto e excitação.
"Uau! Isso foi intenso!", ele disse, limpando a boca.
Por sorte, o Leo se levantou, antes que o Breno gozasse na sua boca. Não sei qual teria sido a minha reação ao ver o meu amigo com a boca cheia de porra, bebendo o gozo de outro.
Aquela noite eu fui pra casa com meu pau ainda latejando, e assim que cheguei em casa e fui pro chuveiro, me masturbei lembrando de cada instante daquela experiência incrível. Os rumos que a noite de pôquer tava tomando estavam cada vez mais inesperados e, tenho que admitir, muito excitantes.
E um pensamento inevitável de repente me sobressaltava: e na próxima reunião, será que seria a minha vez de, no meio dos caras, escolher um pau e mandar ver no boquete? Claro que eu já tinha o meu escolhido. E, por um instante, enquanto revia cada imagem gravada na memória do que aconteceu aquele dia, eu me pegava pensando no pauzão duro do Leo.
Ficava imaginando se conseguiria engolir aqueles vinte e poucos centímetros. Mas eu daria o meu melhor pra fazer um boquete tão incrível quanto o que o Renan fez. Não sei se os caras iriam fazer comparação do desempenho; sabe como homem é, né! Mas eu tava muito a fim de chupar o pau do Leo. Não podia amarelar e continuar sendo o único “boca virgem” do clube.
Claro que foi meio inevitável sonhar com aquilo a noite toda, imaginando como seria a nossa próxima noite de pôquer, que pelo menos pra mim já tinha se tornado “a noite do boquete”.
Continua...
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