Minha filha não me chama mais de papai
Conheci minha primeira esposa quando ainda cursávamos a graduação e fazíamos estágio no mesmo escritório, logo que nos formamos tivemos uma filha linda, a Suzi, a quem sempre me esforcei para dar tudo do bom e do melhor, por isso, dediquei-me com afinco nos estudos e acabei sendo aprovado em um concurso público em outra unidade da República, deixando minha filha e a mãe na Cidade onde vivíamos até então, pois ela não queria interromper sua bem sucedida carreira, indo para lá de quinze em quinze dias, a união não resistiu à distancia e nos separamos. Durante o divorcio a mãe de minha filha abriu mão da guarda de Suzi e eu a trouxe para viver na metrópole onde vivemos até hoje. Na ocasião a menina contava com cinco anos. Passei a cria-la com ajuda de babás até os onze anos, quando então levei para morar conosco a Silvia, na ocasião com vinte e oito, quando eu já contava com trinta e dois. As duas desenvolveram profunda amizade e nosso convívio familiar não poderia ser melhor. No meu trabalho na Defensoria Pública, pequei um caso particularmente curioso, o de um senhor que "abusou" da filha e teve com ela um filho, a Promotoria montou um caso consistente contra o acusado, mas tentando diminuir a provável pena debrucei-me na defesa com afinco passando a procurar elementos de defesa acabei levando o processo para casa e enquanto pesquisava na internet procurando argumentos jurídicos, quando Suzi e Silvia se interessaram e passaram a me ajudar. As duas leram centenas de relatos e o que era de jurisprudência recorriam a meus conhecimentos, Suzi já com dezesseis anos aproximou-se ainda mais de mim e de Silvia e o clima em casa passou por uma transformação, com Silvia ou Suzi lendo os contos envolvendo incesto para mim, o que nos enchia de tesão. Finalmente em uma sexta feira, saiu uma sentença branda, na qual o Juiz considerou várias atenuantes. Eu, Silvia e Suzi saímos para comemorar e fomos jantar em um refinado restaurante da Cidade. Durante o jantar, as duas passaram a rememorar os contos que lemos juntos e em dado instante, Silvia e Suzi passaram a alisar a minha perna e a me dar beijinhos no rosto e no pescoço, com clara intenção de seduzir-me até que eu não sabia mais quem estava alisando minha rola, minha esposa ou minha filha. Ao entrarmos no carro para voltar para casa, as duas danadas já combinadas e levemente alcoolizadas sentaram em lugares trocados, Suzi no banco do passageiro e Silvia no banco de trás, no caminho para minha total surpresa, as duas se esticaram entre os banco e trocaram um beijo lascivo, enquanto minha filha alisava meu pau, já completamente louco, entrei no primeiro hotel que encontrei. As duas com feições de tesudas me puxaram pela mão de dentro do carro e ainda na garagem pude sentir a língua de minha filha em minha boca e chupei aquela delícia como se aquela gostosa fosse filha de outro alguém, subimos as escadas para a suíte com as duas disputando meus beijos e ao chegarmos a suíte como três loucos nos desnudamos e as duas trocaram um demorado beijo que me despiu de qualquer preconceito quanto a incesto e sob o olhar tesudo de Silvia, me joguei na cama redonda com Suzi pronto para descabaça-la, mas o script fantasiado pelas duas era outro, Suzi empilhou dois travesseiros e deitou de bruços sobre eles, exibindo-me aquele rabinho jovem, lindo com marquinha de sol, enquanto Silvia untava minha pica com gel, a intenção das duas estava clara, enquanto ela espalhava o gel na minha rola, vi o meio de suas coxas brilhavam na luz graças ao liquido que minava de sua buceta. Aquele foi um momento que jamais esquecerei, minha companheira abrindo as nádegas de Suzi para eu ver aquele cuzinho rosa claro piscando pedindo para ser penetrado. Ajoelhado atrás daquele rabinho, apontei e aproximei meu cacete do alvo e pressionei. Suzi deu um gritinho que quase me faz gozar, mas controlei-me. Suzi com o corpo inteiro tremendo empurrou a bunda contra meu pau invasor. Silvia completamente transtornada solta as nádegas de Suzi, deixando a separação aquelas duas maravilhas a meu encargo, deitando-se ao lado de Suzi e ambas trocaram um maravilhoso beijo que não me permitiu mais segurar os jatos de porra e gozei forte, enchendo a bundinha de minha princesinha de leite paterno. Sentindo a jovem que acabara de perder as primeiras pregas apertar o anel em volta da minha caceta e relaxar inúmeras vezes em seguida, continuei a fazer os movimentos de vai e vem. Silvia desesperada para gozar fez meu corpo e de minha filha ficarem de lado. Minha companheira notando que os travesseiros estavam atrapalhando puxou os dois e os atirou longe e eu puxei o corpo de Suzi contra o meu impedindo que meu pau saísse de dentro dela, enquanto Silvia se unia a empalada frente a frente e passaram a se revessar nas mamadas enquanto uma masturbava a outra. Aquela posição só demorou até meu segundo gozo quando nós três gozamos juntos trocando frases exaltando uns aos outros, já com meu ferro inteirinho dentro daquele túnel anal que estava sofrendo sua primeira penetração. Após aquela esplendida gozada fomos para a ducha e enquanto enchíamos a banheira, pedi dois champanhe e aguardamos a entrega nos alisando e as duas me contando como fantasiavam me comer enquanto liam os contos que pesquisavam na internet e já naquele clima de sedução Suzi ajoelhou na minha frente estudando minha rola que era a primeira que ela tinha nas mãos e ainda em pé no box, tive a experiencia fantástica de ter duas mulheres se alternando entre beijos entre si e em chupar meu pau que estava duro como pedra novamente. A partir daquele dia, minha filha passou a me chamar pelo nome e não mais de papai como fazia antes.
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