#Gay #Teen #Virgem

Primeira vez perv

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hoovei

Sem fazer muito esforço consegui minha primeira experiência com um muleque e agora não consigo mais me relacionar com homens da minha idade.

Aquela noite começou como tantas outras, silenciosa e previsível. Meu filho tinha saído para beber com os amigos e eu já estava deitado quando ouvi barulhos vindos da cozinha. Passos arrastados, o som de um copo sendo colocado na pia. Levantei-me, vestindo apenas uma samba-canção fina, e desci as escadas devagar.
Quando acendi a luz, lá estava ele: Gustavo, o garoto de 14 anos que sempre chamava minha atenção. Lindo, corpo definido de quem malhava mas ainda mantinha aquela maciez juvenil. Ele estava claramente bêbado, os olhos pesados, o cabelo bagunçado. O que mais me acertou foi a cueca azul-claro boxer, extremamente justa, quase pintada no corpo. O tecido esticava-se ao máximo ao redor daquela bunda enorme, redonda, empinada, duas bolas grossas e firmes que pareciam implorar por atenção. A cintura fina contrastava obscenamente com o volume abaixo, criando um formato perfeito de violão.
Só de lembrar que ele era gay, meu pau começou a inchar imediatamente. Não havia como esconder. A samba-canção fina marcava cada centímetro da minha ereção, latejando visivelmente. Eu nunca havia experimentado algo assim, um homem, muito menos o amigo do meu filho dentro da minha própria casa. O medo e a excitação se misturavam de forma perigosa.
Ele me viu. Seus olhos desceram lentamente até minha virilha e ali ficaram. Em vez de se envergonhar, ele se aproximou, cambaleando levemente. Eu tentei resistir, recuei um passo, mas Gustavo não parou. Caiu de joelhos ali mesmo, no piso frio da cozinha, e puxou minha samba-canção para baixo com as duas mãos.
Quando meus pau grosso e pesado saltou para fora, ele não hesitou. Abriu a boca quente e molhada, engolindo-me quase inteiro de uma vez. O som molhado, obsceno, ecoou pela cozinha silenciosa gluck, gluck, gluck enquanto ele chupava com fome, a saliva escorrendo pelos cantos da boca e pingando no chão. A língua girava, pressionava a veia grossa por baixo, sugava a cabeça inchada com força. Eu sentia o calor úmido da garganta dele apertando meu pau, o cheiro de álcool misturado ao perfume juvenil do corpo dele subindo até mim.
Minha mão foi para a cabeça dele, primeiro tentando afastá-lo, mas logo os dedos se fecharam nos cabelos macios e eu comecei a foder sua boca. Estocadas profundas, controladas, fazendo ele engasgar e babar ainda mais. O barulho molhado ficava cada vez mais alto, mais sujo.
Eu não aguentava mais. Puxei ele pelo cabelo, levantei-o com força e virei aquele corpo jovem de costas para mim. Com uma mão na nuca dele, empurrei seu torso contra a mesa da cozinha. A outra mão agarrou a cueca azul e puxou o tecido para o lado, expondo aquele cuzinho rosado, pequeno, quase virgem. A bunda enorme tremia levemente.
Cuspi na mão, passei na cabeça do meu pau e pressionei contra a entrada apertada. Gustavo soltou um gemido abafado quando eu forcei para dentro. Centímetro por centímetro, senti o anel quente e apertado resistindo, depois cedendo, engolindo minha grossura. O calor interno era insano, a pressão deliciosa. Quando entrei até o fundo, minhas bolas batendo contra aquelas nádegas macias, soltei um grunhido baixo.
Comecei a meter com força. Estocadas pesadas, dominantes, fazendo o corpo dele balançar contra a mesa. O som de carne contra carne plap, plap, plap enchia a cozinha junto com os gemidos abafados dele. Eu dava tapas fortes naquela bunda enorme, vendo a pele clara ficar vermelha rapidamente. Cada tapa ecoava alto, e a carne tremia gostosamente depois do impacto.
Eu o fodia como se fosse dono daquele cu. Puxava os cabelos, segurava o pescoço, metia cada vez mais fundo e mais rápido. O cuzinho dele ia ficando mais molhado, mais guloso, apertando meu pau a cada estocada. Eu o fiz se lambuzar inteiro saliva, suor, o pré-gozo que escorria dele mesmo.
Quando senti o orgasmo chegando, segurei a cintura fina com as duas mãos e meti com tudo, enterrando até o último centímetro. Gozei forte, jatos grossos e quentes enchendo aquele cuzinho apertado. Gozei tanto que, quando tirei o pau devagar, o sêmen branco e grosso começou a vazar imediatamente, escorrendo pelas coxas dele e pingando no chão da cozinha.
Gustavo ficou ali alguns segundos, ofegante, a cueca ainda puxada para o lado, o cu piscando e vazando meu leite. Depois, sem olhar para trás, subiu as escadas cambaleando e foi dormir.
Na manhã seguinte, tentei tocar no assunto. Ele agiu como se nada tivesse acontecido. Disse que não lembrava de quase nada da noite anterior, só que tinha bebido demais. Sorriu de forma neutra e mudou de assunto.
Desde então, só me restaram as saudades. A saudade daquele novinho de 14 anos, daquela bunda enorme e macia, daquele cuzinho apertado e guloso que engoliu meu pau tão fundo e recebeu toda minha porra quente sem reclamar.
Às vezes, à noite, ainda me pego lembrando do som molhado da boca dele, do barulho dos tapas naquelas nádegas grossas, da sensação de dominar completamente aquele corpo jovem e bêbado sobre a mesa da cozinha.

Tel: Hoovei

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